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Leia o texto abaixo.para responder à questão
Devaneio, logo existo
As três pessoas que estavam comigo no elevador se recusavam a devanear. Assim como todas as pessoas com quem compartilhava o vagão de metrô. Foram duas rápidas observações que me levaram a respirar aliviado por ter percebido que ainda preservava a autoindulgência tanto devaneio quanto da inspeção de atitudes alheias.
A crítica de "ninguém conversa; todo mundo mais anda e até come com a fuça no celular" nunca me convenceu. Pois se a pessoa não está prejudicando ninguém, que faça o que bem entender. Mas no meu conceito ela está deixando de existir como indivíduo, já que é no devaneio, contemplação e troca que e imprime identidade no mundo.
Explico melhor. E para isso recorro à inteligência artificial generativa.
O processo desta é a evocação à própria base de dados para geração de conteúdos novos, sejam textos, áudios, músicas, imagens ou vídeos. E o que é essa jornada se não o próprio caminho do processo criativo, por onde estabelecemos nossa assinatura?
Os pensamentos não nascem no vácuo. As descobertas tampouco. Insights germinam do correlacionamento de memórias, da conexão das diferentes peças no repertório intelectual que fomos colecionando no decorrer da vida.' A iluminação é elaborada em nosso devaneio. Só que cada vez menos somos propensos à permissão de experiências tão somente contemplativas. Até o caminhar precisa ser preenchido por fone de ouvido, consumo de notícias, checagem de mensagens de WhatsApp.
Posso estar errado, mas não acredito que seja possível criar algo a partir da sobreposição de funções mentais. Seja um pensamento original, uma música ou mesmo um texto como o que escrevo — tudo parte da cognição de fontes diferentes e da oferta de espaço de silêncio mental. Quando dizem que a meditação é um dos pilares de estilo de vida saudável não explicam devidamente sua importância. O próprio René Descartes, inspirador do título deste artigo e do cartesianismo, lançou obra chamada Meditações.
Também não é explícito o risco do comodismo de entregar tudo o que torna humana a nossa espécie a um dispositivo. Já é sabido desde o século 18, na Revolução Industrial, que as máquinas são superiores em produção. Só que a mecanização não ativa inteligência nem razão, que são as ligas da vida e do real progresso dos seres humanos.
Ainda no século 17 os filósofos iluministas ensinaram o valor do devaneio na formação de pessoas com melhores decisões morais, mais empáticas, compassivas, além de reflexivas. Ou seja, aqueles que vivem suas melhores versões e que tem potencial de fazer diferença. Quem sou eu sem a fuça no celular na fila do pão para contrariá-los?
Autor: Luiz Cesar Pimentel. Fonte: https://istoe.com.br/devaneio-logo-existo/.
O fonema é a menor unidade sonora distintiva de uma língua. Sabendo disso, quantos fonemas possui a palavra compassivas?
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Devaneio, logo existo
As três pessoas que estavam comigo no elevador se recusavam a devanear. Assim como todas as pessoas com quem compartilhava o vagão de metrô. Foram duas rápidas observações que me levaram a respirar aliviado por ter percebido que ainda preservava a autoindulgência tanto devaneio quanto da inspeção de atitudes alheias.
A crítica de "ninguém conversa; todo mundo mais anda e até come com a fuça no celular" nunca me convenceu. Pois se a pessoa não está prejudicando ninguém, que faça o que bem entender. Mas no meu conceito ela está deixando de existir como indivíduo, já que é no devaneio, contemplação e troca que e imprime identidade no mundo.
Explico melhor. E para isso recorro à inteligência artificial generativa.
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Posso estar errado, mas não acredito que seja possível criar algo a partir da sobreposição de funções mentais. Seja um pensamento original, uma música ou mesmo um texto como o que escrevo — tudo parte da cognição de fontes diferentes e da oferta de espaço de silêncio mental. Quando dizem que a meditação é um dos pilares de estilo de vida saudável não explicam devidamente sua importância. O próprio René Descartes, inspirador do título deste artigo e do cartesianismo, lançou obra chamada Meditações.
Também não é explícito o risco do comodismo de entregar tudo o que torna humana a nossa espécie a um dispositivo. Já é sabido desde o século 18, na Revolução Industrial, que as máquinas são superiores em produção. Só que a mecanização não ativa inteligência nem razão, que são as ligas da vida e do real progresso dos seres humanos.
Ainda no século 17 os filósofos iluministas ensinaram o valor do devaneio na formação de pessoas com melhores decisões morais, mais empáticas, compassivas, além de reflexivas. Ou seja, aqueles que vivem suas melhores versões e que tem potencial de fazer diferença. Quem sou eu sem a fuça no celular na fila do pão para contrariá-los?
Autor: Luiz Cesar Pimentel. Fonte: https://istoe.com.br/devaneio-logo-existo/.
Na frase Até o caminhar precisa ser preenchido por fone de ouvido,o s vocábulos sublinhados são classificados, respectivamente, como:
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A crítica de "ninguém conversa; todo mundo mais anda e até come com a fuça no celular" nunca me convenceu. Pois se a pessoa não está prejudicando ninguém, que faça o que bem entender. Mas no meu conceito ela está deixando de existir como indivíduo, já que é no devaneio, contemplação e troca que e imprime identidade no mundo.
Explico melhor. E para isso recorro à inteligência artificial generativa.
O processo desta é a evocação à própria base de dados para geração de conteúdos novos, sejam textos, áudios, músicas, imagens ou vídeos. E o que é essa jornada se não o próprio caminho do processo criativo, por onde estabelecemos nossa assinatura?
Os pensamentos não nascem no vácuo. As descobertas tampouco. Insights germinam do correlacionamento de memórias, da conexão das diferentes peças no repertório intelectual que fomos colecionando no decorrer da vida.' A iluminação é elaborada em nosso devaneio. Só que cada vez menos somos propensos à permissão de experiências tão somente contemplativas. Até o caminhar precisa ser preenchido por fone de ouvido, consumo de notícias, checagem de mensagens de WhatsApp.
Posso estar errado, mas não acredito que seja possível criar algo a partir da sobreposição de funções mentais. Seja um pensamento original, uma música ou mesmo um texto como o que escrevo — tudo parte da cognição de fontes diferentes e da oferta de espaço de silêncio mental. Quando dizem que a meditação é um dos pilares de estilo de vida saudável não explicam devidamente sua importância. O próprio René Descartes, inspirador do título deste artigo e do cartesianismo, lançou obra chamada Meditações.
Também não é explícito o risco do comodismo de entregar tudo o que torna humana a nossa espécie a um dispositivo. Já é sabido desde o século 18, na Revolução Industrial, que as máquinas são superiores em produção. Só que a mecanização não ativa inteligência nem razão, que são as ligas da vida e do real progresso dos seres humanos.
Ainda no século 17 os filósofos iluministas ensinaram o valor do devaneio na formação de pessoas com melhores decisões morais, mais empáticas, compassivas, além de reflexivas. Ou seja, aqueles que vivem suas melhores versões e que tem potencial de fazer diferença. Quem sou eu sem a fuça no celular na fila do pão para contrariá-los?
Autor: Luiz Cesar Pimentel. Fonte: https://istoe.com.br/devaneio-logo-existo/.
Considere a seguinte frase e analise as assertivas que seguem:
Explico melhor. E para isso recorro à inteligência artificial generativa.
l. O sujeito do verbo Explico é oculto.
II. recorro é verbo irregular, conjugado na terceira pessoa do singular, no presente do indicativo.
III. Se a expressão inteligência artificial generativa fosse substituída por uma palavra no masculino, a crase seria mantida.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
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A crítica de "ninguém conversa; todo mundo mais anda e até come com a fuça no celular" nunca me convenceu. Pois se a pessoa não está prejudicando ninguém, que faça o que bem entender. Mas no meu conceito ela está deixando de existir como indivíduo, já que é no devaneio, contemplação e troca que e imprime identidade no mundo.
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O processo desta é a evocação à própria base de dados para geração de conteúdos novos, sejam textos, áudios, músicas, imagens ou vídeos. E o que é essa jornada se não o próprio caminho do processo criativo, por onde estabelecemos nossa assinatura?
Os pensamentos não nascem no vácuo. As descobertas tampouco. Insights germinam do correlacionamento de memórias, da conexão das diferentes peças no repertório intelectual que fomos colecionando no decorrer da vida.' A iluminação é elaborada em nosso devaneio. Só que cada vez menos somos propensos à permissão de experiências tão somente contemplativas. Até o caminhar precisa ser preenchido por fone de ouvido, consumo de notícias, checagem de mensagens de WhatsApp.
Posso estar errado, mas não acredito que seja possível criar algo a partir da sobreposição de funções mentais. Seja um pensamento original, uma música ou mesmo um texto como o que escrevo — tudo parte da cognição de fontes diferentes e da oferta de espaço de silêncio mental. Quando dizem que a meditação é um dos pilares de estilo de vida saudável não explicam devidamente sua importância. O próprio René Descartes, inspirador do título deste artigo e do cartesianismo, lançou obra chamada Meditações.
Também não é explícito o risco do comodismo de entregar tudo o que torna humana a nossa espécie a um dispositivo. Já é sabido desde o século 18, na Revolução Industrial, que as máquinas são superiores em produção. Só que a mecanização não ativa inteligência nem razão, que são as ligas da vida e do real progresso dos seres humanos.
Ainda no século 17 os filósofos iluministas ensinaram o valor do devaneio na formação de pessoas com melhores decisões morais, mais empáticas, compassivas, além de reflexivas. Ou seja, aqueles que vivem suas melhores versões e que tem potencial de fazer diferença. Quem sou eu sem a fuça no celular na fila do pão para contrariá-los?
Autor: Luiz Cesar Pimentel. Fonte: https://istoe.com.br/devaneio-logo-existo/.
Considere o último parágrafo do texto e assinale a alternativa que apresenta uma interpretação CORRETA.
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A crítica de "ninguém conversa; todo mundo mais anda e até come com a fuça no celular" nunca me convenceu. Pois se a pessoa não está prejudicando ninguém, que faça o que bem entender. Mas no meu conceito ela está deixando de existir como indivíduo, já que é no devaneio, contemplação e troca que e imprime identidade no mundo.
Explico melhor. E para isso recorro à inteligência artificial generativa.
O processo desta é a evocação à própria base de dados para geração de conteúdos novos, sejam textos, áudios, músicas, imagens ou vídeos. E o que é essa jornada se não o próprio caminho do processo criativo, por onde estabelecemos nossa assinatura?
Os pensamentos não nascem no vácuo. As descobertas tampouco. Insights germinam do correlacionamento de memórias, da conexão das diferentes peças no repertório intelectual que fomos colecionando no decorrer da vida.' A iluminação é elaborada em nosso devaneio. Só que cada vez menos somos propensos à permissão de experiências tão somente contemplativas. Até o caminhar precisa ser preenchido por fone de ouvido, consumo de notícias, checagem de mensagens de WhatsApp.
Posso estar errado, mas não acredito que seja possível criar algo a partir da sobreposição de funções mentais. Seja um pensamento original, uma música ou mesmo um texto como o que escrevo — tudo parte da cognição de fontes diferentes e da oferta de espaço de silêncio mental. Quando dizem que a meditação é um dos pilares de estilo de vida saudável não explicam devidamente sua importância. O próprio René Descartes, inspirador do título deste artigo e do cartesianismo, lançou obra chamada Meditações.
Também não é explícito o risco do comodismo de entregar tudo o que torna humana a nossa espécie a um dispositivo. Já é sabido desde o século 18, na Revolução Industrial, que as máquinas são superiores em produção. Só que a mecanização não ativa inteligência nem razão, que são as ligas da vida e do real progresso dos seres humanos.
Ainda no século 17 os filósofos iluministas ensinaram o valor do devaneio na formação de pessoas com melhores decisões morais, mais empáticas, compassivas, além de reflexivas. Ou seja, aqueles que vivem suas melhores versões e que tem potencial de fazer diferença. Quem sou eu sem a fuça no celular na fila do pão para contrariá-los?
Autor: Luiz Cesar Pimentel. Fonte: https://istoe.com.br/devaneio-logo-existo/.
A respeito do título do texto, analise as assertivas abaixo:
I. O título Devaneio, logo existo é uma adaptação criativa da famosa frase Penso, logo existo de Platão, um dos pilares da filosofia moderna.
II. O título pode ser interpretado como uma chamada à reflexão sobre o papel do devaneio e da contemplação na formação da identidade individual
III. O título sugere que a existência humana é garantida apenas pela capacidade de pensamento lógico e racional.
Está(ão) CORRETA(S):
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A crítica de "ninguém conversa; todo mundo mais anda e até come com a fuça no celular" nunca me convenceu. Pois se a pessoa não está prejudicando ninguém, que faça o que bem entender. Mas no meu conceito ela está deixando de existir como indivíduo, já que é no devaneio, contemplação e troca que e imprime identidade no mundo.
Explico melhor. E para isso recorro à inteligência artificial generativa.
O processo desta é a evocação à própria base de dados para geração de conteúdos novos, sejam textos, áudios, músicas, imagens ou vídeos. E o que é essa jornada se não o próprio caminho do processo criativo, por onde estabelecemos nossa assinatura?
Os pensamentos não nascem no vácuo. As descobertas tampouco. Insights germinam do correlacionamento de memórias, da conexão das diferentes peças no repertório intelectual que fomos colecionando no decorrer da vida.' A iluminação é elaborada em nosso devaneio. Só que cada vez menos somos propensos à permissão de experiências tão somente contemplativas. Até o caminhar precisa ser preenchido por fone de ouvido, consumo de notícias, checagem de mensagens de WhatsApp.
Posso estar errado, mas não acredito que seja possível criar algo a partir da sobreposição de funções mentais. Seja um pensamento original, uma música ou mesmo um texto como o que escrevo — tudo parte da cognição de fontes diferentes e da oferta de espaço de silêncio mental. Quando dizem que a meditação é um dos pilares de estilo de vida saudável não explicam devidamente sua importância. O próprio René Descartes, inspirador do título deste artigo e do cartesianismo, lançou obra chamada Meditações.
Também não é explícito o risco do comodismo de entregar tudo o que torna humana a nossa espécie a um dispositivo. Já é sabido desde o século 18, na Revolução Industrial, que as máquinas são superiores em produção. Só que a mecanização não ativa inteligência nem razão, que são as ligas da vida e do real progresso dos seres humanos.
Ainda no século 17 os filósofos iluministas ensinaram o valor do devaneio na formação de pessoas com melhores decisões morais, mais empáticas, compassivas, além de reflexivas. Ou seja, aqueles que vivem suas melhores versões e que tem potencial de fazer diferença. Quem sou eu sem a fuça no celular na fila do pão para contrariá-los?
Autor: Luiz Cesar Pimentel. Fonte: https://istoe.com.br/devaneio-logo-existo/.
O autor aborda a critica comum de que ninguém mais conversa; todo mundo anda e até come com a fuça no celular. De uma maneira que vai além do simples comportamentos social. A este respeito, analise as partes que seguem:
(1a parte): o autor destaca que, se uma pessoa não está prejudicando ninguém, não importa como ela usa o celular, pois isso não afeta sua identidade.
(2a parte): o autor argumenta que, embora o uso constante de celulares possa não causar danos evidentes a outros, ele pode ter um efeito insidioso na própria pessoa.
(3a parte): o trecho implica que, ao estar constantemente conectado e distraído, o indivíduo pode estar perdendo algo essencial: a capacidade de devaneio, contemplação e troca significativa com outros.
Das partes, pode-se afirma que está(ão) CORRETA(S):
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As três pessoas que estavam comigo no elevador se recusavam a devanear. Assim como todas as pessoas com quem compartilhava o vagão de metrô. Foram duas rápidas observações que me levaram a respirar aliviado por ter percebido que ainda preservava a autoindulgência tanto devaneio quanto da inspeção de atitudes alheias.
A crítica de "ninguém conversa; todo mundo mais anda e até come com a fuça no celular" nunca me convenceu. Pois se a pessoa não está prejudicando ninguém, que faça o que bem entender. Mas no meu conceito ela está deixando de existir como indivíduo, já que é no devaneio, contemplação e troca que e imprime identidade no mundo.
Explico melhor. E para isso recorro à inteligência artificial generativa.
O processo desta é a evocação à própria base de dados para geração de conteúdos novos, sejam textos, áudios, músicas, imagens ou vídeos. E o que é essa jornada se não o próprio caminho do processo criativo, por onde estabelecemos nossa assinatura?
Os pensamentos não nascem no vácuo. As descobertas tampouco. Insights germinam do correlacionamento de memórias, da conexão das diferentes peças no repertório intelectual que fomos colecionando no decorrer da vida.' A iluminação é elaborada em nosso devaneio. Só que cada vez menos somos propensos à permissão de experiências tão somente contemplativas. Até o caminhar precisa ser preenchido por fone de ouvido, consumo de notícias, checagem de mensagens de WhatsApp.
Posso estar errado, mas não acredito que seja possível criar algo a partir da sobreposição de funções mentais. Seja um pensamento original, uma música ou mesmo um texto como o que escrevo — tudo parte da cognição de fontes diferentes e da oferta de espaço de silêncio mental. Quando dizem que a meditação é um dos pilares de estilo de vida saudável não explicam devidamente sua importância. O próprio René Descartes, inspirador do título deste artigo e do cartesianismo, lançou obra chamada Meditações.
Também não é explícito o risco do comodismo de entregar tudo o que torna humana a nossa espécie a um dispositivo. Já é sabido desde o século 18, na Revolução Industrial, que as máquinas são superiores em produção. Só que a mecanização não ativa inteligência nem razão, que são as ligas da vida e do real progresso dos seres humanos.
Ainda no século 17 os filósofos iluministas ensinaram o valor do devaneio na formação de pessoas com melhores decisões morais, mais empáticas, compassivas, além de reflexivas. Ou seja, aqueles que vivem suas melhores versões e que tem potencial de fazer diferença. Quem sou eu sem a fuça no celular na fila do pão para contrariá-los?
Autor: Luiz Cesar Pimentel. Fonte: https://istoe.com.br/devaneio-logo-existo/.
O texto apresenta uma reflexão sobre o processo criativo humano, utilizando a inteligência artificial generativa como uma analogia para explicar esse fenômeno.
Nesse sentido, é CORRETO afirmar
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As três pessoas que estavam comigo no elevador se recusavam a devanear. Assim como todas as pessoas com quem compartilhava o vagão de metrô. Foram duas rápidas observações que me levaram a respirar aliviado por ter percebido que ainda preservava a autoindulgência tanto devaneio quanto da inspeção de atitudes alheias.
A crítica de "ninguém conversa; todo mundo mais anda e até come com a fuça no celular" nunca me convenceu. Pois se a pessoa não está prejudicando ninguém, que faça o que bem entender. Mas no meu conceito ela está deixando de existir como indivíduo, já que é no devaneio, contemplação e troca que e imprime identidade no mundo.
Explico melhor. E para isso recorro à inteligência artificial generativa.
O processo desta é a evocação à própria base de dados para geração de conteúdos novos, sejam textos, áudios, músicas, imagens ou vídeos. E o que é essa jornada se não o próprio caminho do processo criativo, por onde estabelecemos nossa assinatura?
Os pensamentos não nascem no vácuo. As descobertas tampouco. Insights germinam do correlacionamento de memórias, da conexão das diferentes peças no repertório intelectual que fomos colecionando no decorrer da vida.' A iluminação é elaborada em nosso devaneio. Só que cada vez menos somos propensos à permissão de experiências tão somente contemplativas. Até o caminhar precisa ser preenchido por fone de ouvido, consumo de notícias, checagem de mensagens de WhatsApp.
Posso estar errado, mas não acredito que seja possível criar algo a partir da sobreposição de funções mentais. Seja um pensamento original, uma música ou mesmo um texto como o que escrevo — tudo parte da cognição de fontes diferentes e da oferta de espaço de silêncio mental. Quando dizem que a meditação é um dos pilares de estilo de vida saudável não explicam devidamente sua importância. O próprio René Descartes, inspirador do título deste artigo e do cartesianismo, lançou obra chamada Meditações.
Também não é explícito o risco do comodismo de entregar tudo o que torna humana a nossa espécie a um dispositivo. Já é sabido desde o século 18, na Revolução Industrial, que as máquinas são superiores em produção. Só que a mecanização não ativa inteligência nem razão, que são as ligas da vida e do real progresso dos seres humanos.
Ainda no século 17 os filósofos iluministas ensinaram o valor do devaneio na formação de pessoas com melhores decisões morais, mais empáticas, compassivas, além de reflexivas. Ou seja, aqueles que vivem suas melhores versões e que tem potencial de fazer diferença. Quem sou eu sem a fuça no celular na fila do pão para contrariá-los?
Autor: Luiz Cesar Pimentel. Fonte: https://istoe.com.br/devaneio-logo-existo/.
Qual é a implicação do autor ao dizer que a mecanização não ativa inteligência nem razão?
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A crítica de "ninguém conversa; todo mundo mais anda e até come com a fuça no celular" nunca me convenceu. Pois se a pessoa não está prejudicando ninguém, que faça o que bem entender. Mas no meu conceito ela está deixando de existir como indivíduo, já que é no devaneio, contemplação e troca que e imprime identidade no mundo.
Explico melhor. E para isso recorro à inteligência artificial generativa.
O processo desta é a evocação à própria base de dados para geração de conteúdos novos, sejam textos, áudios, músicas, imagens ou vídeos. E o que é essa jornada se não o próprio caminho do processo criativo, por onde estabelecemos nossa assinatura?
Os pensamentos não nascem no vácuo. As descobertas tampouco. Insights germinam do correlacionamento de memórias, da conexão das diferentes peças no repertório intelectual que fomos colecionando no decorrer da vida.' A iluminação é elaborada em nosso devaneio. Só que cada vez menos somos propensos à permissão de experiências tão somente contemplativas. Até o caminhar precisa ser preenchido por fone de ouvido, consumo de notícias, checagem de mensagens de WhatsApp.
Posso estar errado, mas não acredito que seja possível criar algo a partir da sobreposição de funções mentais. Seja um pensamento original, uma música ou mesmo um texto como o que escrevo — tudo parte da cognição de fontes diferentes e da oferta de espaço de silêncio mental. Quando dizem que a meditação é um dos pilares de estilo de vida saudável não explicam devidamente sua importância. O próprio René Descartes, inspirador do título deste artigo e do cartesianismo, lançou obra chamada Meditações.
Também não é explícito o risco do comodismo de entregar tudo o que torna humana a nossa espécie a um dispositivo. Já é sabido desde o século 18, na Revolução Industrial, que as máquinas são superiores em produção. Só que a mecanização não ativa inteligência nem razão, que são as ligas da vida e do real progresso dos seres humanos.
Ainda no século 17 os filósofos iluministas ensinaram o valor do devaneio na formação de pessoas com melhores decisões morais, mais empáticas, compassivas, além de reflexivas. Ou seja, aqueles que vivem suas melhores versões e que tem potencial de fazer diferença. Quem sou eu sem a fuça no celular na fila do pão para contrariá-los?
Autor: Luiz Cesar Pimentel. Fonte: https://istoe.com.br/devaneio-logo-existo/.
Relativamente às ideias do texto, analise as assertivas abaixo:
l. A crítica à sociedade moderna é clara: estamos constantemente distraídos por nossos dispositivos móveis, preenchendo cada momento de inatividade com consumo de informações ou comunicação superficial.
II. O devaneio e a contemplação ou prejudiciais para a germinação de insights e pensamentos originais.
III. O processo criativo é comparado a uma jornada de correlacionamento de memórias e experiências acumuladas ao longo da vida.
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A crítica de "ninguém conversa; todo mundo mais anda e até come com a fuça no celular" nunca me convenceu. Pois se a pessoa não está prejudicando ninguém, que faça o que bem entender. Mas no meu conceito ela está deixando de existir como indivíduo, já que é no devaneio, contemplação e troca que e imprime identidade no mundo.
Explico melhor. E para isso recorro à inteligência artificial generativa.
O processo desta é a evocação à própria base de dados para geração de conteúdos novos, sejam textos, áudios, músicas, imagens ou vídeos. E o que é essa jornada se não o próprio caminho do processo criativo, por onde estabelecemos nossa assinatura?
Os pensamentos não nascem no vácuo. As descobertas tampouco. Insights germinam do correlacionamento de memórias, da conexão das diferentes peças no repertório intelectual que fomos colecionando no decorrer da vida.' A iluminação é elaborada em nosso devaneio. Só que cada vez menos somos propensos à permissão de experiências tão somente contemplativas. Até o caminhar precisa ser preenchido por fone de ouvido, consumo de notícias, checagem de mensagens de WhatsApp.
Posso estar errado, mas não acredito que seja possível criar algo a partir da sobreposição de funções mentais. Seja um pensamento original, uma música ou mesmo um texto como o que escrevo — tudo parte da cognição de fontes diferentes e da oferta de espaço de silêncio mental. Quando dizem que a meditação é um dos pilares de estilo de vida saudável não explicam devidamente sua importância. O próprio René Descartes, inspirador do título deste artigo e do cartesianismo, lançou obra chamada Meditações.
Também não é explícito o risco do comodismo de entregar tudo o que torna humana a nossa espécie a um dispositivo. Já é sabido desde o século 18, na Revolução Industrial, que as máquinas são superiores em produção. Só que a mecanização não ativa inteligência nem razão, que são as ligas da vida e do real progresso dos seres humanos.
Ainda no século 17 os filósofos iluministas ensinaram o valor do devaneio na formação de pessoas com melhores decisões morais, mais empáticas, compassivas, além de reflexivas. Ou seja, aqueles que vivem suas melhores versões e que tem potencial de fazer diferença. Quem sou eu sem a fuça no celular na fila do pão para contrariá-los?
Autor: Luiz Cesar Pimentel.
Fonte: https://istoe.com.br/devaneio-logo-existo/.
Qual é a tese central defendida pelo autor ao longo do texto?
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