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Foram encontradas 50 questões.

1381603 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Observe a figura abaixo.

Enunciado 1381603-1

Disponível em: <www.eb1-fogueteiron4.rcts.pt/ PAGANTIGAPGAMA>. Acesso em 20 abr. 2013.

Observando-se a figura, é correto afirmar que a laqueadura tubária

 

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1379931 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Os esquemas I e II representados abaixo mostram o sistema cardiovascular de dois grupos de vertebrados.

Enunciado 1379931-1

Com base nos esquemas, é correto afirmar:

 

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1379590 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Para alimentar 12 gatos durante 20 dias, são necessários 400 Kg de ração. Mantendo-se a mesma quantidade de ração diária por gato, com 1.200 Kg da ração, durante 24 dias, serão alimentados

 

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1378496 Ano: 2013
Disciplina: Estatística
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

O gráfico abaixo apresenta o índice do custo da pecuária de corte de alta tecnologia relativo à variação de preços dos principais itens tais como alimentação, suplementação mineral e sanidade do gado, mão de obra, etc., num período de tempo dado.

Enunciado 1378496-1

REVISTA GLOBO RURAL. São Paulo, nº 329, mar 2013. [Adaptado]

Em relação às informações do gráfico, leia as afirmações a seguir.

I Nos meses de março a setembro, o índice aumenta, mês a mês, uma vez que o custo da pecuária também aumenta na mesma proporção.

II Em dezembro de 2012, houve uma diminuição de 600% do índice em relação ao mês anterior.

III De junho a julho de 2012, os custos aumentaram como consequência do aumento dos preços de todos os itens que compõem a sua produção.

IV Em fevereiro de 2013, houve uma redução de, aproximadamente, 23% do índice que regula os custos da pecuária em relação ao mês de janeiro.

Das afirmações,

 

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1377796 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Sobre a fotossíntese, é correto afirmar que é um processo

 

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1377767 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

José deseja colocar uma peça de madeira para servir de sustentação de uma parede. A base da peça está apoiada no chão como mostra a figura abaixo. Se a altura da parede é de 8 m e a peça deve ser colocada a 6 m da parede, o comprimento da peça deve ser de

Enunciado 1377767-1

 

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1377288 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Ratos de laboratório têm mais mordomias do que se imagina

por Lígia Sotratti

Eles já participaram da invenção da penicilina, das vacinas contra poliomielite e febre amarela e da criação de remédios para hipertensão e antidepressivos. E seguem colaborando na busca de uma cura para o câncer, de tratamentos para problemas cardíacos e estudos sobre ansiedade. Por serem genética e fisiologicamente parecidos conosco e se multiplicarem rapidamente, os ratos e seus primos — camundongos, porquinhos-da-índia — são as cobaias preferidas da ciência. Os ratinhos que vão dedicar sua vida e morte à ciência são tratados como reis e vendidos ao preço médio de R$ 15 para os laboratórios, onde vão perambular por labirintos, nadar em piscinas que não dão pé, beber e fazer sexo até alcançarem uma morte serena — ou virarem comida de cobra.

Os roedores que existem apenas porque a ciência precisa deles nascem nos biotérios (do latim “lugar onde fica a vida”), uma espécie de berçário que segue normas rígidas de higiene e conforto ditadas por órgãos internacionais como AAALAC (Associação para Avaliação e Validação dos Cuidados com Animais de Laboratório) e Iclas (Conselho Internacional para Animais de Laboratórios Científicos). A ideia é mantê-los limpos e livres de doenças, para não comprometer os resultados dos estudos. “Na investigação de uma parasitose, o animal pode apresentar um sintoma de uma doença que já tinha, e não da pesquisada”, diz o veterinário Joel Majerowicz, diretor do Centro de Criação de Animais de Laboratório (Cecal), da Fiocruz.

Para manter os ratos longe de vírus, germes e bactérias, os biotérios são isolados. As salas de esterilização de materiais e de criação e repouso dos bichinhos não têm janela, e a ventilação é feita por ar-condicionado. Ao entrar em uma sala, por exemplo, só se consegue abrir a porta seguinte quando a anterior se fecha. A entrada é restrita aos funcionários — ainda assim, não para todos. “Quem trabalha na área externa tem uniforme de cor diferente para facilitar o controle”, conta a bióloga Ubimara Pereira Rodrigues, diretora da Divisão Biotério Central do Instituto Butantan, centro de pesquisa vinculado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, responsável por 93% dos soros e vacinas produzidas no país. Para entrar, os funcionários vestem touca, luvas, máscaras e proteção para o pé — semelhante ao que é exigido em uma UTI.

A mania de limpeza ajuda a manter as cobaias aptas para os experimentos, mas é também uma forma de respeitar seu estilo natural de ser. Pois, acredite, ratos não são seres imundos, nem os de bueiro. “Eles se limpam o tempo inteiro. A gente sabe quando estão doentes porque deixam de lavar o rosto, se lambendo”, afirma a biomédica do laboratório de Cronofarmacologia (que analisa o efeito de medicamentos no organismo de acordo com a hora em que são tomados) da USP Regina Markus.

Os cuidados não param por aí. Nos biotérios, os ratos são tratados com a mordomia de um hotel 5 estrelas: as camas são de fibra natural (uma serragem esterilizada), arrumadas no mínimo 3 vezes por semana. Isso porque têm alta capacidade de absorção e ficam limpas por mais tempo, sem necessidade da troca diária. A temperatura é agradável ao corpo, 22 °C. A cada hora, o ar é trocado de 15 a 20 vezes. Uma luz baixa dá um clima no ambiente. Se fosse um hotel, a diária seria com comida e bebida à vontade. Os funcionários falam em voz baixa e zelam para que os hóspedes não sejam incomodados com cheiros de cigarro ou perfumes. Nada pode interferir no sossego das cobaias.

Depois do tratamento VIP no berçário, onde passam dias ou até meses, os animais são recrutados para os laboratórios. Começa aí sua vida de aventuras e desventuras. Há os que se tornam reprodutores. Outros vão se embriagar por dias para ajudar a decifrar o quanto o álcool ataca a memória. Há ainda os que terão desafios em labirintos e piscinas.

A maior parte das ratinhas não sai do biotério. Se a ninhada de fêmeas for excessiva, elas podem ser sacrificadas ou virar alimento de outro animal. Mas há aquelas que se dedicam a produzir filhotes que serão recrutados pelos laboratórios. E todo biotério tem seus machos reprodutores. Cada um tem uma espécie de harém: podem viver com até 5 fêmeas e devem acasalar ao longo de seu período produtivo, que dura 7 meses — cada gestação leva 21 dias e resulta em cerca de 10 filhotes. Para conquistar o cargo, é preciso ter proles numerosas e saudáveis. Quando os cientistas precisam de uma linhagem pura, elas começam com bebês de proveta. Porém, chega um momento, quando perdem a capacidade de se reproduzir, que as aventuras amorosas cessam.

Depois de uma vida desafiando os próprios medos, bebendo ou fazendo sexo, chega a hora da aposentadoria. Aos dois anos, os roedores já estão velhos como um humano de 80. Aí, há dois finais: a eutanásia ou virar refeição de cobras. Os pesquisadores garantem que tudo é feito com analgésicos para que não sofram. Justo. Afinal, dedicaram sua vida ao bem da ciência e muitos deixam descendentes para seguir o trabalho.

Disponível em: <www.revistagalileu.globo.com>. Acesso em: 4 abr. 2013.

Nos trechos “[...] até alcançarem uma morte serena [...]” e “[...] vacinas produzidas no país [...]”, há duas palavras acentuadas. Seguem a mesma regra de acentuação gráfica de até e país, respectivamente, as palavras

 

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1376686 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Considere a tirinha que segue.

Enunciado 1376686-1

Disponível em: <Photografia: Níquel Náusea (Tirinhas!) / Canne Brésilpincel-photos.blogspot.com>. Acesso em 25 mar. 2013. [Adaptado]

Ao aplicar o inseticida, a barata Fliti fica “doidona”, apresentando movimentos sem nenhuma coordenação. Isso ocorre porque o inseticida

 

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1376610 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Para realizar uma exposição agropecuária, uma Cooperativa alugou dois galpões. Cada galpão foi alugado por R$ 1.500,00 ao dia. Para que ela compensasse os gastos, foi cobrado dos expositores sócios e não sócios um valor por dia, para cada animal exposto. Para os sócios da Cooperativa, esse valor foi de R$ 20,00 e, para os nãos sócios, o de R$ 30,00. Considerando que a exposição durou sete dias, e que, na exposição, 40 animais eram de sócios e 30 eram de não sócios, o valor arrecadado com a cobrança feita a sócios e a não sócios

 

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1375950 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Ratos de laboratório têm mais mordomias do que se imagina

por Lígia Sotratti

Eles já participaram da invenção da penicilina, das vacinas contra poliomielite e febre amarela e da criação de remédios para hipertensão e antidepressivos. E seguem colaborando na busca de uma cura para o câncer, de tratamentos para problemas cardíacos e estudos sobre ansiedade. Por serem genética e fisiologicamente parecidos conosco e se multiplicarem rapidamente, os ratos e seus primos — camundongos, porquinhos-da-índia — são as cobaias preferidas da ciência. Os ratinhos que vão dedicar sua vida e morte à ciência são tratados como reis e vendidos ao preço médio de R$ 15 para os laboratórios, onde vão perambular por labirintos, nadar em piscinas que não dão pé, beber e fazer sexo até alcançarem uma morte serena — ou virarem comida de cobra.

Os roedores que existem apenas porque a ciência precisa deles nascem nos biotérios (do latim “lugar onde fica a vida”), uma espécie de berçário que segue normas rígidas de higiene e conforto ditadas por órgãos internacionais como AAALAC (Associação para Avaliação e Validação dos Cuidados com Animais de Laboratório) e Iclas (Conselho Internacional para Animais de Laboratórios Científicos). A ideia é mantê-los limpos e livres de doenças, para não comprometer os resultados dos estudos. “Na investigação de uma parasitose, o animal pode apresentar um sintoma de uma doença que já tinha, e não da pesquisada”, diz o veterinário Joel Majerowicz, diretor do Centro de Criação de Animais de Laboratório (Cecal), da Fiocruz.

Para manter os ratos longe de vírus, germes e bactérias, os biotérios são isolados. As salas de esterilização de materiais e de criação e repouso dos bichinhos não têm janela, e a ventilação é feita por ar-condicionado. Ao entrar em uma sala, por exemplo, só se consegue abrir a porta seguinte quando a anterior se fecha. A entrada é restrita aos funcionários — ainda assim, não para todos. “Quem trabalha na área externa tem uniforme de cor diferente para facilitar o controle”, conta a bióloga Ubimara Pereira Rodrigues, diretora da Divisão Biotério Central do Instituto Butantan, centro de pesquisa vinculado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, responsável por 93% dos soros e vacinas produzidas no país. Para entrar, os funcionários vestem touca, luvas, máscaras e proteção para o pé — semelhante ao que é exigido em uma UTI.

A mania de limpeza ajuda a manter as cobaias aptas para os experimentos, mas é também uma forma de respeitar seu estilo natural de ser. Pois, acredite, ratos não são seres imundos, nem os de bueiro. “Eles se limpam o tempo inteiro. A gente sabe quando estão doentes porque deixam de lavar o rosto, se lambendo”, afirma a biomédica do laboratório de Cronofarmacologia (que analisa o efeito de medicamentos no organismo de acordo com a hora em que são tomados) da USP Regina Markus.

Os cuidados não param por aí. Nos biotérios, os ratos são tratados com a mordomia de um hotel 5 estrelas: as camas são de fibra natural (uma serragem esterilizada), arrumadas no mínimo 3 vezes por semana. Isso porque têm alta capacidade de absorção e ficam limpas por mais tempo, sem necessidade da troca diária. A temperatura é agradável ao corpo, 22 °C. A cada hora, o ar é trocado de 15 a 20 vezes. Uma luz baixa dá um clima no ambiente. Se fosse um hotel, a diária seria com comida e bebida à vontade. Os funcionários falam em voz baixa e zelam para que os hóspedes não sejam incomodados com cheiros de cigarro ou perfumes. Nada pode interferir no sossego das cobaias.

Depois do tratamento VIP no berçário, onde passam dias ou até meses, os animais são recrutados para os laboratórios. Começa aí sua vida de aventuras e desventuras. Há os que se tornam reprodutores. Outros vão se embriagar por dias para ajudar a decifrar o quanto o álcool ataca a memória. Há ainda os que terão desafios em labirintos e piscinas.

A maior parte das ratinhas não sai do biotério. Se a ninhada de fêmeas for excessiva, elas podem ser sacrificadas ou virar alimento de outro animal. Mas há aquelas que se dedicam a produzir filhotes que serão recrutados pelos laboratórios. E todo biotério tem seus machos reprodutores. Cada um tem uma espécie de harém: podem viver com até 5 fêmeas e devem acasalar ao longo de seu período produtivo, que dura 7 meses — cada gestação leva 21 dias e resulta em cerca de 10 filhotes. Para conquistar o cargo, é preciso ter proles numerosas e saudáveis. Quando os cientistas precisam de uma linhagem pura, elas começam com bebês de proveta. Porém, chega um momento, quando perdem a capacidade de se reproduzir, que as aventuras amorosas cessam.

Depois de uma vida desafiando os próprios medos, bebendo ou fazendo sexo, chega a hora da aposentadoria. Aos dois anos, os roedores já estão velhos como um humano de 80. Aí, há dois finais: a eutanásia ou virar refeição de cobras. Os pesquisadores garantem que tudo é feito com analgésicos para que não sofram. Justo. Afinal, dedicaram sua vida ao bem da ciência e muitos deixam descendentes para seguir o trabalho.

Disponível em: <www.revistagalileu.globo.com>. Acesso em: 4 abr. 2013.

Considerando o texto em sua totalidade, o propósito comunicativo dominante é

 

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