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Foram encontradas 50 questões.

1430473 Ano: 2013
Disciplina: Veterinária
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Em relação à exposição de animais cativos a estressores, é correto afirmar:

 

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1430459 Ano: 2013
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Considere as seguintes afirmativas a respeito do manejo alimentar de primatas:

I O excesso de fibras é o maior limitante ao uso de ração comercial no manejo alimentar dos primatas.

II A digestibilidade e a palatabilidade são os maiores limitantes ao uso de ração comercial no manejo alimentar dos primatas.

III Os alimentos preferencialmente consumidos pelos animais definem as necessidades nutricionais da espécie.

IV Os alimentos preferencialmente consumidos pelos animais são os de maior palatabilidade, e não os de melhor composição nutricional.

Estão corretas as afirmativas

 

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1430418 Ano: 2013
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Quanto à contenção física de primatas, considere as seguintes afirmações:

I Gaiolas do tipo squeeze (de fundo deslizante) são recomendadas para a administração de drogas em animais mais agressivos.

II Na contenção física de Cebídeos, para realização de pequenos procedimentos, apenas o uso de luvas de couro é suficiente.

III A contenção física de primatas deve ser realizada com cautela e por apenas alguns minutos, considerando-se a força e a tenacidade desses animais. Deve ser um procedimento suave, porém firme, evitando que o animal se mexa e possa sofrer injúrias.

IV A retirada de qualquer espécie de primata de dentro de um puçá deve ser realizada sempre da mesma maneira: enquanto um técnico mantém o animal seguro dentro do puçá, um segundo técnico o imobiliza pela cabeça e pelos membros anteriores e o retira.

Estão corretas as afirmativas

 

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1430365 Ano: 2013
Disciplina: Veterinária
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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O Brasil é o país que abriga o maior número de espécies de primatas em todo o mundo. A seguir, relacionam-se, por ordem alfabética, alguns gêneros de primatas.

Alouatta, Aotus, Ateles, Brachyteles, Cacajao, Callibela, Callicebus, Callimico, Callithrix,

Cebuella, Cebus, Chiropotes, Lagothrix, Leontopithecus, Mico, Pithecia, Saguinus, Saimiri

De acordo com as classificações mais recentes da ordem Primates (Primate Specialist Group/IUCN, 2007), a opção que apresenta corretamente os gêneros da família Callitrichidae, reconhecidos para o Brasil, é

 

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1430347 Ano: 2013
Disciplina: Veterinária
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Quanto ao manejo sanitário de colônias cativas de primatas, considere as seguintes afirmativas:

I A norma brasileira relativa à importação de primatas para o Brasil exige que o local de origem dos animais tenha controle para Ebola, Febre Amarela, Raiva e Tuberculose.

II A tuberculinização deve fazer parte da rotina diagnóstica em uma quarentena de primatas.

III A vacina antirrábica de vírus atenuado tem eficácia quando administrada anualmente em primatas neotropicais.

Em relação ao manejo sanitário de colônias cativas de primatas,

 

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1430333 Ano: 2013
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Um dos princípios dos 3 R’s ordena que sejam empregadas técnicas menos invasivas no tratamento dispensado aos animais e que os animais sejam manipulados por pessoal treinado. Sobre esse princípio, o trabalhador em biotério, além dos conhecimentos de bioterismo, deve manter-se atualizado sobre

 

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1430307 Ano: 2013
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Considere as seguintes afirmativas em relação à dieta de primatas:

I O sistema imune é o primeiro a sofrer alterações da desnutrição, antes mesmo do sistema reprodutivo.

II Primatas do novo mundo necessitam de menos de 5% de proteína em sua dieta.

III A deficiência de proteína afeta a coloração e o crescimento de pelos.

IV Fêmeas primatas precisam de suplementação alimentar diferenciada durante a lactação.

Estão corretas as afirmativas

 

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1430299 Ano: 2013
Disciplina: Veterinária
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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De acordo com a Resolução CFMV N°714/2002, que institui normas reguladoras de procedimentos relativos à eutanásia em animais, “A eutanásia deve ser indicada quando o bem-estar do animal estiver ameaçado, sendo um meio de eliminar a dor, o distresse ou o sofrimento dos animais, os quais não podem ser aliviados por meio de analgésicos, de sedativos ou de outros tratamentos, ou, ainda, quando o animal constituir ameaça à saúde pública ou animal, ou for objeto de ensino ou pesquisa.”

O Art. 6° da Resolução CFMV N°876/08, que deu uma nova redação ao Anexo 1 da Resolução CFMV N°714/2002, recomenda que, para primatas não-humanos, a eutanásia seja realizada utilizando-se

 

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1413573 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Inteligência entomológica

Rogério Tuma

Um estudo publicado na revista PLoS ONE, em setembro, mostra como a punição severa aos corruptos e a proteção e os benefícios aos punidores promovem uma sociedade cooperante e sadia, sem corrupção. Quando olhamos um formigueiro em funcionamento, a primeira coisa que vem à cabeça é: como uma sociedade de insetos pode ser mais produtiva e eficiente que a nossa? A resposta é simples: não existem corruptos, existem regras e elas são obedecidas.

A falha na sociedade humana é que aquele que pune quem não coopera pode ser punido por retaliação ou sofrer ameaças e acaba até correndo risco de extinção, e esse custo para o punidor acaba provocando uma tolerância maior à não colaboração dos outros e consequente deterioração da sociedade. Na grande maioria das sociedades de insetos, não há perdão. Não colaborou, vira inimigo, o que é considerado cientificamente um sistema de retidão. Porém, algumas raras sociedades de insetos permitem que os punidores desertem, como ocorre em uma espécie de vespa e em uma de formiga. Esse modelo é interpretado como corrupto: nesses dois casos, a sociedade se beneficia dos desertores, pois, apesar de tolerantes, continuam contribuindo, mesmo que pouco, para o grupo.

Estudos mostram que, entre humanos, a corrupção deteriora os laços sociais, estimula a criminalidade e gera desconfiança na hierarquia, reduzindo investimentos e o desenvolvimento sustentável. A corrupção piora a saúde psíquica e a física.

Os pesquisadores Duenez-Guzman e Sadedin entendem que na sociedade humana o interesse econômico promove a não punição para os não colaboradores, isto é, fomenta a corrupção, e a única maneira de evitá-la é promover benefícios financeiros para o agente punidor e infligir alto custo para o infrator. Baseados na teoria de que a punição a quem não coopera pode melhorar substancialmente a performance de uma sociedade, e que é fundamental que os punidores sejam poupados de retaliação e tenham um poder hierárquico maior, como na sociedade dos insetos, os pesquisadores criaram jogos teóricos com tipos de sociedades com interações diferentes entre seus personagens: punidores desertores, punidores não corruptos, corruptos e os colaboradores.

Os autores concluem que a sociedade humana existe com a interação de todos esses tipos, mas em um equilíbrio bastante instável onde a diferença entre o poder dos punidores corretos contra a soma de seus desertores com o número de corruptos é que define o sucesso. Mesmo uma discreta diferença a favor da honestidade, como um posto mais alto na sociedade para os corretos, pode fazer a diferença, pois a busca dessa posição social melhora a colaboração de todos contra os corruptos e reduz o número de deserções entre os punidores.

Segundo o estudo, o caminho para a retidão social é um só: todos da sociedade precisam contribuir remunerando os punidores e precisam aumentar drasticamente os custos para corruptos e desertores. Os autores acreditam que, se a colaboração entre humanos fosse baseada apenas na punição, a corrupção seria universal, inversamente proporcional à deserção e diretamente relacionada ao bem-estar da sociedade. Mas ela cresce junto, alimenta o crime e piora o desenvolvimento. Portanto, a sociedade ideal é aquela onde todos podem punir os corruptos e devem colaborar, e a pior sociedade é aquela onde existe um enorme número de colaboradores e o poder está na mão dos corruptos.

A democratização e o surgimento do aparato policial facilitou o aparecimento da corrupção na sociedade moderna. Mas as sociedades que mudaram o equilíbrio tendendo à correção obtiveram ganhos bem maiores que as que permaneceram corruptas. A chave para a mudança é uma punição equalitária, uma justiça sem distinção. Poupar alguns criminosos e condenar outros provoca desequilíbrio social e revolta entre os colaboradores. A melhor saída é a justiça e não a vingança.

Disponível em: <www.cartacapital.com.br> Acesso em: 27 mar. 2013 [Adaptado]

Considere o trecho: “[...] e que é fundamental que os punidores sejam poupados de retaliação e tenham um poder hierárquico maior [...]”. Se o verbo em destaque for flexionado no pretérito imperfeito, as formas “sejam” e “tenham” assumirão, respectivamente, as formas

 

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1412519 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Inteligência entomológica

Rogério Tuma

Um estudo publicado na revista PLoS ONE, em setembro, mostra como a punição severa aos corruptos e a proteção e os benefícios aos punidores promovem uma sociedade cooperante e sadia, sem corrupção. Quando olhamos um formigueiro em funcionamento, a primeira coisa que vem à cabeça é: como uma sociedade de insetos pode ser mais produtiva e eficiente que a nossa? A resposta é simples: não existem corruptos, existem regras e elas são obedecidas.

A falha na sociedade humana é que aquele que pune quem não coopera pode ser punido por retaliação ou sofrer ameaças e acaba até correndo risco de extinção, e esse custo para o punidor acaba provocando uma tolerância maior à não colaboração dos outros e consequente deterioração da sociedade. Na grande maioria das sociedades de insetos, não há perdão. Não colaborou, vira inimigo, o que é considerado cientificamente um sistema de retidão. Porém, algumas raras sociedades de insetos permitem que os punidores desertem, como ocorre em uma espécie de vespa e em uma de formiga. Esse modelo é interpretado como corrupto: nesses dois casos, a sociedade se beneficia dos desertores, pois, apesar de tolerantes, continuam contribuindo, mesmo que pouco, para o grupo.

Estudos mostram que, entre humanos, a corrupção deteriora os laços sociais, estimula a criminalidade e gera desconfiança na hierarquia, reduzindo investimentos e o desenvolvimento sustentável. A corrupção piora a saúde psíquica e a física.

Os pesquisadores Duenez-Guzman e Sadedin entendem que na sociedade humana o interesse econômico promove a não punição para os não colaboradores, isto é, fomenta a corrupção, e a única maneira de evitá-la é promover benefícios financeiros para o agente punidor e infligir alto custo para o infrator. Baseados na teoria de que a punição a quem não coopera pode melhorar substancialmente a performance de uma sociedade, e que é fundamental que os punidores sejam poupados de retaliação e tenham um poder hierárquico maior, como na sociedade dos insetos, os pesquisadores criaram jogos teóricos com tipos de sociedades com interações diferentes entre seus personagens: punidores desertores, punidores não corruptos, corruptos e os colaboradores.

Os autores concluem que a sociedade humana existe com a interação de todos esses tipos, mas em um equilíbrio bastante instável onde a diferença entre o poder dos punidores corretos contra a soma de seus desertores com o número de corruptos é que define o sucesso. Mesmo uma discreta diferença a favor da honestidade, como um posto mais alto na sociedade para os corretos, pode fazer a diferença, pois a busca dessa posição social melhora a colaboração de todos contra os corruptos e reduz o número de deserções entre os punidores.

Segundo o estudo, o caminho para a retidão social é um só: todos da sociedade precisam contribuir remunerando os punidores e precisam aumentar drasticamente os custos para corruptos e desertores. Os autores acreditam que, se a colaboração entre humanos fosse baseada apenas na punição, a corrupção seria universal, inversamente proporcional à deserção e diretamente relacionada ao bem-estar da sociedade. Mas ela cresce junto, alimenta o crime e piora o desenvolvimento. Portanto, a sociedade ideal é aquela onde todos podem punir os corruptos e devem colaborar, e a pior sociedade é aquela onde existe um enorme número de colaboradores e o poder está na mão dos corruptos.

A democratização e o surgimento do aparato policial facilitou o aparecimento da corrupção na sociedade moderna. Mas as sociedades que mudaram o equilíbrio tendendo à correção obtiveram ganhos bem maiores que as que permaneceram corruptas. A chave para a mudança é uma punição equalitária, uma justiça sem distinção. Poupar alguns criminosos e condenar outros provoca desequilíbrio social e revolta entre os colaboradores. A melhor saída é a justiça e não a vingança.

Disponível em: <www.cartacapital.com.br> Acesso em: 27 mar. 2013 [Adaptado]

O texto, de forma preponderante, objetiva

 

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