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Foram encontradas 50 questões.

1421832 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
O texto abaixo servirá de base para a questão.

O perigo da inteligência artificial para a humanidade
Rafael Ciscati e Marcos Coronato

Na ficção científica, a inteligência artificial, ou I.A., tem alguns papéis recorrentes. Costuma brilhar como a antagonista que pretende exterminar a humanidade. Esse é o propósito da Skynet, a versão militar e maligna da internet, no filme O exterminador do futuro: gênesis, a estrear em 2015. Nos últimos meses, os perigos da I.A. vêm sendo discutidos mais seria mente por gente brilhante como o astrofísico Stephen Hawking e o empresário Elon Musk, atuante nos setores de carros elétricos e exploração espacial. Porém, poucos atentaram à ideia central do pensador que desencadeou a discussão. O filósofo sueco Nick Bostrom não teme que as I.A’s. detestem pessoas ou que tentem machucá-las e afirma que “essas máquinas serão indiferentes a nós”.
Formas de I.A. indiferentes à humanidade ou com estratégias incompreensíveis por nós poderiam causar destruição física e caos social ao controlar bancos de dados, mercados financeiros, infraestrutura, redes de distribuição e sistemas de armamentos. Bostrom, pesquisador na Universidade de Oxford, no Reino Unido, dirige o Instituto para o Futuro da Humanidade. Pesquisa riscos existenciais à vida humana, como a colisão de asteroides com a Terra. O surgimento da I.A. e seus perigos ocupam seu livro mais recente, Superintelligence (Superinteligência, ainda sem previsão de lançamento no Brasil). Bostrom alerta para o advento de sistemas não só inteligentes, mas capazes de se autoaprimorar. Um computador assim poderia se reprogramar para elevar sua própria capacidade. Mais poderoso, poderia fazer isso de novo, e de novo. Desenvolveria, assim, capacidades de observação, aprendizado e planejamento muito superiores à humana. Bostrom chama esse fenômeno de superinteligência e conclui que ele é o principal risco existencial visível no futuro da humanidade. “Não devemos acreditar que o cérebro humano poderá competir com isso”, diz.
O filósofo acredita que o surgimento de tecnologia assim não é questão de “se”, e sim de “quando”. Em 2012 e 2013, ele fez um levantamento de opinião a respeito com 170 especialistas. Na média, eles estimaram em 50% a chance de surgir, até 2050, uma I.A. capaz de assumir a maior parte das profissões humanas e em 90% a chance de isso ocorrer até 2075. Mais da metade dos entrevistados previu que a superinteligência emergiria até 30 anos depois e que haverá 33% de chance de ela ser algo “ruim” ou “extremamente ruim”.
As preocupações se amparam na aceleração da evolução na área. Bart Selman, matemático da Universidade Cornell, estuda I.A. desde os anos 1980 e se impressiona com os avanços dos últimos cinco anos. Carros autônomos, software de tradução simultânea e de reconhecimento de imagem usam avanços obtidos com I.A. Conforme surgem aplicações comerciais, mais dinheiro flui para esse tipo de pesquisa, o que a acelera. Novas fronteiras de estudo, como as redes neurais artificiais e os chips neuromórficos, abrem frentes promissoras na tentativa de reproduzir o jeito humano de pensar.
Nada garante, porém, que uma superinteligência – uma inteligência capaz de aprimorar a si mesma – continuará a pensar imitando o jeito humano, ou de forma que seja previsível ou compreensível por nós. Diante dessa possibilidade, homens inteligentes reagiram com superlativos. Musk comparou o ato de criar I.A. com invocar o demônio. Hawking afirmou que o advento da I.A. será o maior evento da história humana. “Infelizmente, poderia também ser o último, a não ser que aprendamos a evitar os riscos”, disse. O astrofísico tocou no ponto certo. Nenhum dos estudiosos imagina interromper o avanço científico. Eles apenas ponderam que, antes de criar I.A., precisaremos criar regras para que seja seguro usá-la – ou conviver com ela.
Disponível em: <http://epoca.globo.com/ideias/noticia/2015/04/o-perigo-da-inteligencia-artificial-parahumanidade.html>. Acesso em: 2 de ago. 2015. [Adaptado]
Em relação ao título, é correto afirmar que
 

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1415824 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
O texto abaixo servirá de base para a questão.

O perigo da inteligência artificial para a humanidade
Rafael Ciscati e Marcos Coronato

Na ficção científica, a inteligência artificial, ou I.A., tem alguns papéis recorrentes. Costuma brilhar como a antagonista que pretende exterminar a humanidade. Esse é o propósito da Skynet, a versão militar e maligna da internet, no filme O exterminador do futuro: gênesis, a estrear em 2015. Nos últimos meses, os perigos da I.A. vêm sendo discutidos mais seria mente por gente brilhante como o astrofísico Stephen Hawking e o empresário Elon Musk, atuante nos setores de carros elétricos e exploração espacial. Porém, poucos atentaram à ideia central do pensador que desencadeou a discussão. O filósofo sueco Nick Bostrom não teme que as I.A’s. detestem pessoas ou que tentem machucá-las e afirma que “essas máquinas serão indiferentes a nós”.
Formas de I.A. indiferentes à humanidade ou com estratégias incompreensíveis por nós poderiam causar destruição física e caos social ao controlar bancos de dados, mercados financeiros, infraestrutura, redes de distribuição e sistemas de armamentos. Bostrom, pesquisador na Universidade de Oxford, no Reino Unido, dirige o Instituto para o Futuro da Humanidade. Pesquisa riscos existenciais à vida humana, como a colisão de asteroides com a Terra. O surgimento da I.A. e seus perigos ocupam seu livro mais recente, Superintelligence (Superinteligência, ainda sem previsão de lançamento no Brasil). Bostrom alerta para o advento de sistemas não só inteligentes, mas capazes de se autoaprimorar. Um computador assim poderia se reprogramar para elevar sua própria capacidade. Mais poderoso, poderia fazer isso de novo, e de novo. Desenvolveria, assim, capacidades de observação, aprendizado e planejamento muito superiores à humana. Bostrom chama esse fenômeno de superinteligência e conclui que ele é o principal risco existencial visível no futuro da humanidade. “Não devemos acreditar que o cérebro humano poderá competir com isso”, diz.
O filósofo acredita que o surgimento de tecnologia assim não é questão de “se”, e sim de “quando”. Em 2012 e 2013, ele fez um levantamento de opinião a respeito com 170 especialistas. Na média, eles estimaram em 50% a chance de surgir, até 2050, uma I.A. capaz de assumir a maior parte das profissões humanas e em 90% a chance de isso ocorrer até 2075. Mais da metade dos entrevistados previu que a superinteligência emergiria até 30 anos depois e que haverá 33% de chance de ela ser algo “ruim” ou “extremamente ruim”.
As preocupações se amparam na aceleração da evolução na área. Bart Selman, matemático da Universidade Cornell, estuda I.A. desde os anos 1980 e se impressiona com os avanços dos últimos cinco anos. Carros autônomos, software de tradução simultânea e de reconhecimento de imagem usam avanços obtidos com I.A. Conforme surgem aplicações comerciais, mais dinheiro flui para esse tipo de pesquisa, o que a acelera. Novas fronteiras de estudo, como as redes neurais artificiais e os chips neuromórficos, abrem frentes promissoras na tentativa de reproduzir o jeito humano de pensar.
Nada garante, porém, que uma superinteligência – uma inteligência capaz de aprimorar a si mesma – continuará a pensar imitando o jeito humano, ou de forma que seja previsível ou compreensível por nós. Diante dessa possibilidade, homens inteligentes reagiram com superlativos. Musk comparou o ato de criar I.A. com invocar o demônio. Hawking afirmou que o advento da I.A. será o maior evento da história humana. “Infelizmente, poderia também ser o último, a não ser que aprendamos a evitar os riscos”, disse. O astrofísico tocou no ponto certo. Nenhum dos estudiosos imagina interromper o avanço científico. Eles apenas ponderam que, antes de criar I.A., precisaremos criar regras para que seja seguro usá-la – ou conviver com ela.
Disponível em: <http://epoca.globo.com/ideias/noticia/2015/04/o-perigo-da-inteligencia-artificial-parahumanidade.html>. Acesso em: 2 de ago. 2015. [Adaptado]
O propósito comunicativo dominante no texto é
 

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1130946 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
O Sistema Único de Saúde - SUS - foi criado pela Constituição Federal de 1988, com a finalidade de alterar a situação de desigualdade na assistência à Saúde da população, tornando obrigatório o atendimento público a qualquer cidadão. De acordo com a Lei 8080/90, é objetivo do SUS:
 

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1130939 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Para responder a questão, considere o caso clínico a seguir.

Mulher, 82 anos, mora com um filho, seu cuidador principal. Procurou UBS com história de tontura e queda há 1 semana. Mas, durante a consulta, relatou estar se sentindo desanimada, chorando por qualquer coisa e, às vezes sem motivo, com diminuição da concentração, irritabilidade, fadiga, insônia, só conseguindo dormir com uso de clonazepam, e perda de prazer nas atividades que fazia antes. Hipertensa há cerca de 30 anos, em tratamento com losartan, 50mg/dia. Nega uso de outros medicamentos além dos citados. Na avaliação geriátrica ampla, apresentava os seguintes resultados: Atividade de vida Diária (Katz) 6/6 Atividades instrumentais de vida diária 5/9. No Mini exame do estado Mental (MEEM) obteve 28 pontos dos 30 e na Escala de Depressão Geriátrica (GDS) 11 dos 15 pontos. Realizou TimedGetUpand Go Test (TUGT) em 30 segundos com circunferência da panturrilha de 30cm. Ausculta cardíaca e pulmonar normais. Abdome sem alteração, ruídos sem alterações, PA: 120 x 70 FC – 80bcpm

Além da depressão essa paciente apresenta ainda problemas de
 

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1130937 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Para responder a questão, considere o caso a seguir.

Criança de 2 anos é trazida pelos pais à unidade de saúde com quadro de febre, mialgia e cefaléia há 3 dias. Há cerca de 6h apresentando exantema maculopapular disseminado. Ao exame físico: BEG, corada, hidratada. Ausculta cardiopulmonar sem alteração. Abdome plano, flácido, sem visceromegalias. Prova do laço negativa. Exames laboratoriais: Hb: 11,6g/dL, Ht: 35%, leucócito s totais: 5600, plaquetas: 154000. TGO: 66 e TGP: 72.Colhido material para sorologia da dengue.

Em relação à notificação do caso, é correto afirmar:
 

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1130935 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
Homem de 65 anos com queixas de tosse produtiva há cerca de 3 semanas, febre vespertina, sudorese noturna e perda de peso. Ao exame físico, apresenta estado geral regular, emagrecido, sem alterações na ausculta pulmonar. O RX solicitado apresenta a imagem ao lado:
Enunciado 1130935-1
O diagnóstico provável nesse caso é
 

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1130934 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Observe a figura a seguir:

Enunciado 1130934-1

Sobre as relações familiares representadas nesse genograma, é correto afirmar que:

 

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1130929 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Para responder a questão, considere o caso clínico a seguir.

Mulher, 82 anos, mora com um filho, seu cuidador principal. Procurou UBS com história de tontura e queda há 1 semana. Mas, durante a consulta, relatou estar se sentindo desanimada, chorando por qualquer coisa e, às vezes sem motivo, com diminuição da concentração, irritabilidade, fadiga, insônia, só conseguindo dormir com uso de clonazepam, e perda de prazer nas atividades que fazia antes. Hipertensa há cerca de 30 anos, em tratamento com losartan, 50mg/dia. Nega uso de outros medicamentos além dos citados. Na avaliação geriátrica ampla, apresentava os seguintes resultados: Atividade de vida Diária (Katz) 6/6 Atividades instrumentais de vida diária 5/9. No Mini exame do estado Mental (MEEM) obteve 28 pontos dos 30 e na Escala de Depressão Geriátrica (GDS) 11 dos 15 pontos. Realizou TimedGetUpand Go Test (TUGT) em 30 segundos com circunferência da panturrilha de 30cm. Ausculta cardíaca e pulmonar normais. Abdome sem alteração, ruídos sem alterações, PA: 120 x 70 FC – 80bcpm

Analisando o caso, uma medida eficaz para reduzir o risco de quedas é
 

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1130927 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
A gestação é um fenômeno fisiológico que ocorre, na maioria das vezes, sem intercorrência e cujo manejo é realizado na atenção primária à saúde. Algumas gestantes podem, no entanto, apresentar maior probabilidade de evoluir de forma desfavorável, devido à presença de fatores de risco. Nesse caso, elas devem ser acompanhadas pelo pré-natal de alto risco. Esse é um exemplo do atendimento de indivíduos conforme suas necessidades, oferecendo mais a quem precisa de mais, o que caracteriza o princípio do SUS denominado
 

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1130926 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
A territorialização é uma importante ferramenta para o bom desenvolvimento d a prática de um médico de família, conforme os princípios do SUS. O objetivo da territorialização é
 

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