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Nos processos de competência do Tribunal do Júri, a Constituição Federal assegura, com exceção:
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CIÊNCIA BRASILEIRA
No curto intervalo de duas décadas, entre 1981 e 2000, o Brasil passou da 28ª para 17ª posição no ranking mundial de produção de ciência. Os dados, relativos à elaboração de artigos científicos, são do Institute for Scientific Information (ISI), entidade de reconhecido prestígio em bibliometria.
Nesta posição, o Brasil está à frente da Bélgica, Escócia e Israel, entre outros, e bem próximo da Coréia do Sul, Suíça, Suécia, Índia e Holanda.
O avanço da pesquisa científica brasileira, apesar de dificuldades históricas que ainda permanecem, resulta de iniciativas tomadas há meio século, especialmente com a constituição do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), principal agência nacional de fomento.
Nos anos 60, além da criação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), também foram implantados vários cursos de pós-graduação destinados à formação de novos pesquisadores. Desde então, novas agências estaduais de apoio à pesquisa foram instaladas e fortalecidas. E, em meados dos anos 80, a criação do Ministério da Ciência e Tecnologia enfatizou a política científica e definiu áreas estratégicas para investimento e apoio.
Entre as dificuldades que ainda emperram o desenvolvimento da ciência no Brasil estão a concentração das investigações em universidades e institutos públicos, com uma contrapartida pouco significativa da iniciativa privada, além do fluxo irregular de recursos financeiros.
Os cenários mais recentes, no entanto, acenam com perspectivas promissoras em relação a estas limitações. Empresas privadas estão se dando conta de novas perspectivas de negócios envolvendo pesquisa, desenvolvimento e aplicação. Do lado dos financiamentos públicos, os fundos setoriais – percentual de recursos obtidos com atividades como exploração de petróleo e energia elétrica, entre outros – devem ampliar sensivelmente os financiamentos destinados à pesquisa científica.
Por incrível que pareça, um novo desafio do Brasil é incorporar sua grande quantidade de doutores no mercado de trabalho. Um expediente usado até agora vem sendo a concessão de bolsas de pesquisa. Mas essa é uma situação improvisada que não pode continuar. As universidade públicas dispõem de cerca de 6 mil vagas, das quais apenas 2 mil deverão ser preenchidas no curto prazo. O país precisa dessa mão-de-obra altamente qualificada. Para que ela tenha um horizonte profissional é necessária maior audácia da iniciativa privada.
O Fundo Verde Amarelo vai financiar a formação de recursos humanos, área em que o Brasil vem tendo progresso significativo. Os dados relativos a 2002 estimam em 110 mil o contingente de estudantes em cursos de pós-graduação (mestrado e doutorado). Ao longo do ano 2000, segundo dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), foram formados 5.344 novos doutores. Em 2001, este número subiu para 6.300. Os mestres, que foram 18.374 em 2000, superaram os 20 mil no ano passado.
Astronomia, biotecnologia, física, medicina e pesquisa agrícola são alguns dos segmentos com desenvolvimento acelerado, projetando o país no cenário internacional. No entanto, outras áreas, como a matemática, de que parte destas pesquisas dependem, ainda não dispõem da quantidade desejável de pesquisadores.
Enquanto comemora conquistas recentes em genômica e ingressa no novíssimo campo da proteômica, o Brasil faz planos para desenvolver, rapidamente, também o segmento da nanotecnologia.
Existe uma demanda não atendida de ensino superior no Brasil, mas esta situação vem mudando. Em 1981, perto de 1,4 milhão de estudantes estavam matriculados nas redes pública e privada de ensino superior. Em 1994, este número subiu para 1,7 milhão e, em 1999, passou para 2,4 milhões. Apenas entre 1994 e 1999, houve um crescimento de 58,1% nos números do ensino privado. O cenário atual prevê um ligeiro e crescente aumento de pesquisas na rede privada, com a incorporação de doutores aposentados precocemente do setor público.
(In: Scientific American Brasil. http://www2.uol.com.br/sciam/ciencia_brasileira/. Acesso em 11/09/2013)
Os resultados atingidos pelo Brasil no campo da pesquisa científica são consequência de:
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Marque a alternativa que, em todas as palavras, o uso do hífen está conforme o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.
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Analise os itens a seguir, de acordo com a Lei nº 7.377/85.
I. Assistência e assessoramento direto a executivos.
II. Interpretação e sintetização de textos e documentos.
III. Execução de serviços típicos de escritório, tais como recepção, registro de compromissos, informações e atendimento telefônico.
IV. Planejamento, organização e direção de serviços de secretaria.
V. Classificação, registro e distribuição de correspondência.
Assinada pelo ex Presidente do Brasil, José Sarney, a Lei nº 7.377/85 complementada posteriormente pela Lei nº 9.261/96, regulamenta o exercício da profissão de Secretário. Nesse sentido, considerando os itens acima, marque a opção que contempla apenas as atribuições do Secretário Executivo.
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Com relação à organização de eventos, a escolha da data de realização, embora seja aparentemente algo de rápida e fácil definição, exige a observância de alguns critérios que são decisivos para evitar imprevistos. Entre os principais critérios que deverão ser consultados estão:
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CIÊNCIA BRASILEIRA
No curto intervalo de duas décadas, entre 1981 e 2000, o Brasil passou da 28ª para 17ª posição no ranking mundial de produção de ciência. Os dados, relativos à elaboração de artigos científicos, são do Institute for Scientific Information (ISI), entidade de reconhecido prestígio em bibliometria.
Nesta posição, o Brasil está à frente da Bélgica, Escócia e Israel, entre outros, e bem próximo da Coréia do Sul, Suíça, Suécia, Índia e Holanda.
O avanço da pesquisa científica brasileira, apesar de dificuldades históricas que ainda permanecem, resulta de iniciativas tomadas há meio século, especialmente com a constituição do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), principal agência nacional de fomento.
Nos anos 60, além da criação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), também foram implantados vários cursos de pós-graduação destinados à formação de novos pesquisadores. Desde então, novas agências estaduais de apoio à pesquisa foram instaladas e fortalecidas. E, em meados dos anos 80, a criação do Ministério da Ciência e Tecnologia enfatizou a política científica e definiu áreas estratégicas para investimento e apoio.
Entre as dificuldades que ainda emperram o desenvolvimento da ciência no Brasil estão a concentração das investigações em universidades e institutos públicos, com uma contrapartida pouco significativa da iniciativa privada, além do fluxo irregular de recursos financeiros.
Os cenários mais recentes, no entanto, acenam com perspectivas promissoras em relação a estas limitações. Empresas privadas estão se dando conta de novas perspectivas de negócios envolvendo pesquisa, desenvolvimento e aplicação. Do lado dos financiamentos públicos, os fundos setoriais – percentual de recursos obtidos com atividades como exploração de petróleo e energia elétrica, entre outros – devem ampliar sensivelmente os financiamentos destinados à pesquisa científica.
Por incrível que pareça, um novo desafio do Brasil é incorporar sua grande quantidade de doutores no mercado de trabalho. Um expediente usado até agora vem sendo a concessão de bolsas de pesquisa. Mas essa é uma situação improvisada que não pode continuar. As universidade públicas dispõem de cerca de 6 mil vagas, das quais apenas 2 mil deverão ser preenchidas no curto prazo. O país precisa dessa mão-de-obra altamente qualificada. Para que ela tenha um horizonte profissional é necessária maior audácia da iniciativa privada.
O Fundo Verde Amarelo vai financiar a formação de recursos humanos, área em que o Brasil vem tendo progresso significativo. Os dados relativos a 2002 estimam em 110 mil o contingente de estudantes em cursos de pós-graduação (mestrado e doutorado). Ao longo do ano 2000, segundo dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), foram formados 5.344 novos doutores. Em 2001, este número subiu para 6.300. Os mestres, que foram 18.374 em 2000, superaram os 20 mil no ano passado.
Astronomia, biotecnologia, física, medicina e pesquisa agrícola são alguns dos segmentos com desenvolvimento acelerado, projetando o país no cenário internacional. No entanto, outras áreas, como a matemática, de que parte destas pesquisas dependem, ainda não dispõem da quantidade desejável de pesquisadores.
Enquanto comemora conquistas recentes em genômica e ingressa no novíssimo campo da proteômica, o Brasil faz planos para desenvolver, rapidamente, também o segmento da nanotecnologia.
Existe uma demanda não atendida de ensino superior no Brasil, mas esta situação vem mudando. Em 1981, perto de 1,4 milhão de estudantes estavam matriculados nas redes pública e privada de ensino superior. Em 1994, este número subiu para 1,7 milhão e, em 1999, passou para 2,4 milhões. Apenas entre 1994 e 1999, houve um crescimento de 58,1% nos números do ensino privado. O cenário atual prevê um ligeiro e crescente aumento de pesquisas na rede privada, com a incorporação de doutores aposentados precocemente do setor público.
(In: Scientific American Brasil. http://www2.uol.com.br/sciam/ciencia_brasileira/. Acesso em 11/09/2013)
De acordo com o texto, o avanço da pesquisa científica brasileira pode ser considerado:
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Leia o texto abaixo:
Outro fator que veio fortalecer o perfil do Secretariado em sua História Contemporânea foi a implantação das Diretrizes Nacionais para o Ensino de Secretariado Executivo – DCNs, no ano de 2004.
As DCNs de Secretariado foram instauradas por meio do Parecer Nº 102 CES/CNE, aprovado em 11 de março de 2004 e publicado no Diário Oficial da União de 12 de abril de 2004. Este parecer foi, por fim, instituído pela Câmara de Educação Superior, em sua Resolução Nº 03, de 23 de julho de 2005.
A partir das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino de Secretariado Executivo ampliou-se o debate sobre a dimensão do conhecimento nas assessorias, uma vez que este documento fortaleceu a proposta de uma formação acadêmica sólida e interdisciplinar em Secretariado. Conforme expresso nas DCNs “O bacharel em Secretariado Executivo deve apresentar sólida formação geral e humanística, com capacidade de análise, interpretação e articulação de conceitos e realidades”. (BRASIL, 2004).
(NONATO JÚNIOR, Raimundo. Epistemologia e teoria em secretariado executivo: a fundação
das ciências da assessoria. Fortaleza: Expressão Gráfica, 2009, p. 117-118.)
A respeito desse texto podemos concluir que:
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Quanto ao que dispõe o art. 37 da Constituição Federal, no que se refere à Administração Pública, é incorreto afirmar:
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Analisando as afirmações acerca dos Editores de Texto MS Word e LibreOffice Writer.
I. CTRL + T no MS Word e CTRL + A no LibreOffice Write são atalhos para selecionar todo o texto.
II. CTRL + B no MS Word e CTRL + S no LibreOffice Write são atalhos para salvar um arquivo.
III. CTRL + Z no MS Word e no LibreOffice Write têm a mesma função.
IV. CTRL + A no MS Word e CTRL + O no LibreOffice Write são atalhos para abrir um arquivo.
Verifica-se que:
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Analise as seguintes afirmativas:
I. Vender um produto, uma ideia, um posicionamento de marketing para um funcionário, com objetivo de torná-lo aliado no negócio, responsável pelo sucesso da organização e igualmente preocupado com o seu desempenho.
II. Fazer dos colaboradores uma ponte entre a organização e todo o meio envolvente.
III. Possibilitar que a empresa conheça fácil e rapidamente os defeitos dos seus produtos e serviços, bem como as correções desejadas pelos clientes, inclusive as inovações e tendências futuras por eles analisadas.
As afirmativas acima contemplam o conceito para que técnica de gestão administrativa?
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