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Foram encontradas 40 questões.

629400 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFMT
Orgão: UFT

NÃO está de acordo com os Princípios Éticos divulgados pela Sociedade Brasileira da Ciência em Animais de Laboratório (SBCAL/COBEA):

 

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Sobre o LibreOffice Calc 4.0.4 (idioma Português) em sua configuração padrão de instalação, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) É o programa padrão no pacote para edição de texto.

( ) A extensão de arquivo padrão das planilhas eletrônicas criadas nele é ODS.

( ) Não permite exportar arquivos que não sejam no seu formato padrão.

( ) É possível editar planilhas eletrônicas do Microsoft Excel no formato XLS.

Assinale a sequência correta.

 

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621348 Ano: 2014
Disciplina: Biologia
Banca: UFMT
Orgão: UFT

Em relação à biossegurança laboratorial, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Os vidros quebrados acidentalmente na prática de necropsia não devem ser manipulados diretamente com a mão, mas removidos por meios mecânicos, como vassoura e pá de lixo, pinça ou fórceps.

( ) No interior do laboratório, os frequentadores deverão utilizar roupas apropriadas, como jalecos, gorros ou uniformes de proteção, sendo as mesmas também utilizadas em áreas externas (cantina, biblioteca).

( ) O material perfuro-cortante (agulhas, lâminas de bisturi, vidrarias, entre outros), mesmo estéril, deve ser desprezado em recipientes com tampa e resistentes à perfuração.

( ) É liberada a utilização de adornos durante a realização de procedimentos na sala de necropsia, pois esses materiais não acumulam sujeira e ou microrganismos.

Assinale a sequência correta.

 

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A figura abaixo apresenta um texto no Microsoft Word 2007 (idioma português) com um bloco selecionado.

Enunciado 613333-1

Sobre a figura, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) O bloco de texto selecionado possui alinhamento centralizado.

( ) A margem direita utilizada no documento é de 2 cm.

( ) O alinhamento do título (primeira linha do texto) é centralizado.

( ) A margem esquerda utilizada no documento é de 2 cm.

( ) A fonte utilizada no bloco de texto selecionado é Times New Roman, tamanho 12.

Assinale a sequência correta.

 

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O Decreto N.º 1.171/1994 estabelece, nas regras deontológicas, que toda ausência injustificada do servidor de seu local de trabalho é

 

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552627 Ano: 2014
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFMT
Orgão: UFT

Esqueletos de animais domésticos e selvagens constituem-se em rico material didático. A técnica de montagem de esqueletos articulados apresenta várias etapas. Considerando um animal selvagem que veio a óbito recentemente, marque a ordem correta das etapas dessa técnica até a obtenção do produto final (esqueleto).

 

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Enunciado 552557-1

Sobre a linguagem usada, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) O pronome nossa estabelece entre leitores e tecnologia uma relação de posse.

( ) O adjetivo encabulado expressa uma característica do personagem que se manifesta nessa charge.

( ) A expressão de olho, empregada no sentido denotativo, explica como o mundo enxerga a nossa tecnologia.

( ) Para criar efeito de ironia nessa charge, o autor estabelece relação semântica de oposição entre tecnologia e o ato de comer com a mão.

Marque a sequência correta.

 

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Ainda que parcialmente introduzido pelo paternalismo estatal, o trabalho informal é manifestação espúria de flexibilidade, pois apenas degrada a relação entre patrão e empregado. Aceitá-lo como dado da realidade e conformar-se com o ritmo recente da formalização implica admitir a iniquidade de a metade da população ficar relegada à condição de segunda classe.

(Folha de São Paulo, 03/02/2014.)

O trecho ...o trabalho informal é manifestação espúria de flexibilidade... não sofreria prejuízo de sentido se a palavra destacada fosse substituída por

 

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Esse é o hino

De quatro em quatro anos, por ocasião das Copas do Mundo, milhões de pessoas pelo planeta afora têm a oportunidade de entrar em contato com uma das melhores realizações que o Brasil já foi capaz de pôr em pé – o Hino Nacional Brasileiro, tocado e transmitido globalmente antes do começo de cada jogo. É sempre um momento de sucesso garantido junto ao público. O time, no campo, pode ir melhor ou pior, mas o hino não falha nunca. Seus primeiros acordes já deixam claro para a plateia presente aos estádios que ela vai ouvir, nos instantes que se seguem, música de primeira qualidade no gênero; dali para frente as coisas só melhoram. Ao se executar a última nota, todos os que prestaram atenção ao que estavam ouvindo ficam com a impressão de ter recebido um brinde inesperado antes do jogo: em vez da monotonia habitual dos hinos nacionais, em geral áridas arrumações de movimentos marciais que têm como característica mais notável o fato de parecerem todas iguais umas às outras, o que se ouve é uma das melodias mais vibrantes, calorosas e inspiradas que se podem escutar numa cerimônia oficial.

Não há momento sequer de tédio no Hino Nacional; tudo ali é energia, emoção, vigor. Com quase 200 anos de vida, a peça composta por Francisco Manuel da Silva em 1822 mantém intactas até hoje todas as qualidades que fizeram dela uma das composições mais bem-sucedidas na história da música brasileira. Escrita originalmente em homenagem à Independência, e oficializada como Hino Nacional Brasileiro após a proclamação da República, a obra de Francisco Manuel tem um longo histórico de aplausos. Louis Gottschalk, o grande compositor americano do século XIX, que morreu no Brasil em 1869 e tinha entre seus admiradores Chopin, Liszt e Berlioz, considerava-a um dos melhores momentos da criação musical de sua época; em sua homenagem, escreveu a celebrada Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro. [...]

Mas e a letra? Já se falou mal o suficiente da letra do Hino Nacional para que se ganhe alguma coisa insistindo no assunto. Sua linguagem, provavelmente, já era antiquada na época em que foi escrita, 101 anos atrás; é confusa, às vezes absurda, e muito pouca gente consegue decorá-la direito, mesmo porque muita pouca gente entende o que ela está dizendo. Mas isso não afeta a melodia nem embaraça o gênio de Francisco Manuel – que, por sinal, já estava morto quase meio século antes de colocarem palavras em sua música. Além do mais, a letra do Hino Nacional nunca causou prejuízo a ninguém – e, francamente, talvez nem seja pior que a média das letras presentes em hinos de outros países, em geral, obcecados por sangue, morte, canhões, tiranias e outros horrores. O mais prático, portanto, é deixar tudo como está, antes que venha a ideia de adotar uma nova letra através de concurso público. Com certeza, teríamos muita saudade, aí, do lábaro estrelado e dos raios fúlgidos.

(GUZZO, J.R. Veja, edição 2170 – ano 43 – nº 25, 23 de junho de 2010.)

Analise as afirmativas abaixo referentes à organização do texto, à estratégia argumentativa e à construção de sentidos.

I - Para sustentar a sua opinião acerca do tema em análise, o autor faz uso da analogia.

II - No corpo do texto, os adjetivos vibrantes, calorosas, inspiradas (primeiro parágrafo) e os substantivos abstratos energia, emoção e vigor (segundo parágrafo) recuperam a imagem de superioridade atribuída ao Hino Nacional, no título.

III - No terceiro parágrafo, a frase interrogativa é usada como recurso de retórica.

IV - No segundo parágrafo, a citação de compositores notórios sustenta a argumentação a respeito da qualidade musical do Hino Nacional Brasileiro.

Estão corretas as afirmativas

 

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Esse é o hino

De quatro em quatro anos, por ocasião das Copas do Mundo, milhões de pessoas pelo planeta afora têm a oportunidade de entrar em contato com uma das melhores realizações que o Brasil já foi capaz de pôr em pé – o Hino Nacional Brasileiro, tocado e transmitido globalmente antes do começo de cada jogo. É sempre um momento de sucesso garantido junto ao público. O time, no campo, pode ir melhor ou pior, mas o hino não falha nunca. Seus primeiros acordes já deixam claro para a plateia presente aos estádios que ela vai ouvir, nos instantes que se seguem, música de primeira qualidade no gênero; dali para frente as coisas só melhoram. Ao se executar a última nota, todos os que prestaram atenção ao que estavam ouvindo ficam com a impressão de ter recebido um brinde inesperado antes do jogo: em vez da monotonia habitual dos hinos nacionais, em geral áridas arrumações de movimentos marciais que têm como característica mais notável o fato de parecerem todas iguais umas às outras, o que se ouve é uma das melodias mais vibrantes, calorosas e inspiradas que se podem escutar numa cerimônia oficial.

Não há momento sequer de tédio no Hino Nacional; tudo ali é energia, emoção, vigor. Com quase 200 anos de vida, a peça composta por Francisco Manuel da Silva em 1822 mantém intactas até hoje todas as qualidades que fizeram dela uma das composições mais bem-sucedidas na história da música brasileira. Escrita originalmente em homenagem à Independência, e oficializada como Hino Nacional Brasileiro após a proclamação da República, a obra de Francisco Manuel tem um longo histórico de aplausos. Louis Gottschalk, o grande compositor americano do século XIX, que morreu no Brasil em 1869 e tinha entre seus admiradores Chopin, Liszt e Berlioz, considerava-a um dos melhores momentos da criação musical de sua época; em sua homenagem, escreveu a celebrada Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro. [...]

Mas e a letra? Já se falou mal o suficiente da letra do Hino Nacional para que se ganhe alguma coisa insistindo no assunto. Sua linguagem, provavelmente, já era antiquada na época em que foi escrita, 101 anos atrás; é confusa, às vezes absurda, e muito pouca gente consegue decorá-la direito, mesmo porque muita pouca gente entende o que ela está dizendo. Mas isso não afeta a melodia nem embaraça o gênio de Francisco Manuel – que, por sinal, já estava morto quase meio século antes de colocarem palavras em sua música. Além do mais, a letra do Hino Nacional nunca causou prejuízo a ninguém – e, francamente, talvez nem seja pior que a média das letras presentes em hinos de outros países, em geral, obcecados por sangue, morte, canhões, tiranias e outros horrores. O mais prático, portanto, é deixar tudo como está, antes que venha a ideia de adotar uma nova letra através de concurso público. Com certeza, teríamos muita saudade, aí, do lábaro estrelado e dos raios fúlgidos.

(GUZZO, J.R. Veja, edição 2170 – ano 43 – nº 25, 23 de junho de 2010.)

NÃO se pode inferir da leitura desse texto:

 

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