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Foram encontradas 151 questões.

4173444 Ano: 2026
Disciplina: Informática
Banca: IPEFAE
Orgão: UNIFAE
Sobre o assunto da questão anterior, assinale a alternativa que apresenta o símbolo existente no atalho (botão) de AutoSoma:
 

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4173443 Ano: 2026
Disciplina: Informática
Banca: IPEFAE
Orgão: UNIFAE
Ao utilizar o atalho (botão) de AutoSoma no Excel, tendo sido selecionadas as linhas de 3 a 7 da coluna B de uma planilha, o descritivo correto da fórmula ficaria:
 

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4173442 Ano: 2026
Disciplina: Informática
Banca: IPEFAE
Orgão: UNIFAE
No ambiente do Sistema Windows e Microsoft Office o usuário pode se valer dos atalhos em sua rotina de trabalho. Alguns conhecem mais umas, outros já conhecem menos ou nenhuma tecla de atalho. Afirma-se corretamente que os atalhos de teclado:
 

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4173441 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: UNIFAE
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Relatórios recentes sobre hábitos digitais mostram que muitas pessoas utilizam mais de uma plataforma de entretenimento, o que exige cuidado na análise dos dados para evitar contagens duplicadas.
Em um levantamento com 200 usuários de aplicativos, verificou-se que: 90 utilizam uma plataforma de vídeos, 80 utilizam uma plataforma de música e 70 utilizam uma plataforma de leitura digital. Além disso, 40 utilizam simultaneamente vídeos e música, 30 utilizam vídeos e leitura, 20 utilizam música e leitura, e 10 utilizam as três plataformas. Com base nesses dados, quantos usuários não utilizam nenhuma dessas plataformas?
 

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4173440 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: UNIFAE
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No ambiente de trabalho, é comum que seja necessário organizar informações para evitar erros e garantir que cada pessoa desempenhe corretamente sua função. O raciocínio lógico ajuda a relacionar dados e tirar conclusões a partir de regras estabelecidas.
Na UNIFAE, três funcionários — Ana, Bruno e Carlos — trabalham em três setores diferentes: Protocolo, Biblioteca e Tesouraria. Cada um utiliza um meio de transporte diferente: ônibus, bicicleta ou carro. Sabe-se que quem trabalha no Protocolo vai de bicicleta, que Carlos trabalha na Biblioteca e não usa ônibus, e que Ana não trabalha na Tesouraria. Com base nessas informações, é correto afirmar que:
 

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4173439 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: UNIFAE
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O crescimento do consumo de plataformas digitais tem sido destaque em reportagens recentes, especialmente em relação à forma como usuários distribuem seus gastos mensais entre diferentes serviços. Para entender esse comportamento, analistas utilizam proporções para estimar valores totais a partir de partes conhecidas.
Uma pessoa analisou seus gastos mensais com serviços digitais e verificou que destinou 20% para streaming de filmes, 30% para música e jogos online, e o restante — equivalente a R$ 100,00 — para cursos e aplicativos educacionais. Com base nessas informações, qual foi o valor gasto com música e jogos online?
 

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4173438 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: UNIFAE
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Para melhorar o desempenho no trabalho, muitas instituições avaliam quais ferramentas digitais seus funcionários sabem utilizar. Essas informações ajudam na divisão de tarefas e no planejamento de treinamentos, sendo possível analisar quem domina uma ou mais habilidades ao mesmo tempo.
Em um levantamento com 40 colaboradores da UNIFAE, verificou-se que 25 sabem usar planilhas eletrônicas, 20 sabem usar editores de texto e 5 não sabem usar nenhuma dessas ferramentas. Com base nesses dados, quantos colaboradores sabem usar as duas ferramentas ao mesmo tempo?
 

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4173437 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: UNIFAE
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A organização de documentos em instituições públicas exige o uso de padrões que facilitem a identificação e o controle de arquivos. Uma das formas mais utilizadas para esse fim é por meio de sequências numéricas, que seguem uma lógica específica e permitem prever os próximos valores com base nos anteriores.
Um servidor da UNIFAE está etiquetando caixas de documentos com os números 2, 5, 10, 17 e 26, seguindo um mesmo padrão. Mantendo essa lógica, qual será o número da sexta caixa?
 

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4173436 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: UNIFAE
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O que podemos aprender com as ‘lições’ da história?

Em quem confiar?

O título coloca uma palavra entre aspas. O leitor esperto e a leitora atenta já intuíram que o cronista desconfia do termo. Você já viu algo sobre a história ser “mestra da vida”, mesmo não sabendo que um dos pais da ideia é o romano Cícero. “Precisamos estudar história para não repeti-la” também é conceito popular. Os positivistas diziam que os mortos governavam os vivos, analisando o peso da experiência sobre nós. Os historiadores modernos, estes estranhos seres, dizem que não se aprende algo moral com a história. Em quem confiar?

O ser humano é randômico. Cada indivíduo é único e irrepetível. Duas turmas de alunos, dois filhos diferentes, dois namoros: tudo parece ecoar Heráclito e seu rio mutante eterno. Gostamos de padrões e generalizações. Amamos previsibilidade. O caos é mais do que uma entidade grega: é o eixo estruturante da vida.

Quero um princípio pedagógico-moral como “lição da história”. Irritados com a crise em Atenas, os cidadãos deram todo poder ao legislador Drácon (século 7 a.C.). Ao escrever as leis, decidiu punir o roubo e o assassinato com a pena capital. A ideia sedutora: estabelecer um princípio pétreo – todos saberiam que qualquer desvio era punido com rigor extremo. O resultado esperado? Surgiria uma sociedade como a das abelhas: sem crime, com cada pessoa agindo sem prejudicar o grupo. O resultado? Desastroso. O código draconiano foi abandonado. Lição? Aparentemente, leis mais duras não resolvem o crime. Códigos pesados não instauram o paraíso na pólis.

Vamos esquecer a Grécia. Avancemos ao Novo Mundo. O motorista brasileiro ultrapassa a velocidade legal nas estradas do nosso País. Nos EUA, o mesmo condutor costuma virar exemplo ao volante. Por quê? Lá ele sabe que a polícia pega, multa e prende com facilidade. Na América do Norte, o cidadão vive uma transformação. O motivo? Óbvio: a dureza da lei e dos seus agentes. Então, fracassando na Grécia, Drácon triunfa nos EUA? No nosso senso comum, um dos problemas da violência no Brasil é a impunidade. Qual a lição a aprender? A pena de morte ou a lei duríssima seriam inúteis ou eficazes?

Meu avô materno foi um pai severo. A ascendência alemã e o luteranismo estimulavam crença em regras imutáveis. Os três filhos, por exemplo, não podiam conversar à mesa. Só os genitores falavam. Havia tarefas e horários inflexíveis. As punições eram severas. Resultado de regras “draconianas” e punições físicas? Minha mãe tornou-se uma mulher totalmente dominada pela ideia de ordem e meu tio, em contrapartida, um rebelde contumaz que enfrentava o pai mesmo diante da força explícita. Minha mãe foi  enquadrada e meu tio nunca baixou a cerviz. Mesmo sangue, mesma família, mesmo ambiente: como concluir sobre as lições pedagógicas do velho Schlusen (sobrenome de solteira da minha mãe)? A variação seria de gênero? Minha mãe, mais velha, seguiu a sina da submissão? Na Bíblia, o mais novo é candidato à rebeldia: Esaú e Jacó, por exemplo. Qual a lição real?

Seria bom se a História funcionasse como um conto infantil moral: o mal é poderoso, mas triunfa o bem constante e resiliente. Não é assim. Há ditadores que morrem de forma terrível, como Mussolini. Há outros que chegam ao fim em pleno poder, como Stalin. Há democratas assassinados e tiranos bem-sucedidos. Canalhas também envelhecem e alguns vivem prolongada e serena aposentadoria. Princípios metafísicos como “lei do retorno” ou “carma” são explicações que emergem do nosso desejo de lógica de fundo moral. Como seria bom se houvesse esta matemática precisa: “fez o mal, sofrerá no futuro”. Gente fiel pode ser traída, generosos são esmagados, ladrões seguem firme na carreira e violentos possuem um fã-clube. Escrevendo assim, não interprete que afirmo ser o mundo um lugar ruim e incorrigível. O que digo talvez seja pior: não existe lógica moral. Exemplos? O ditador Ceaucescu (Romênia) caiu do poder e foi fuzilado. Foi acompanhado por sua esposa na tragédia final. Porém... Martin Luther King também foi assassinado. Já o nazista Mengele... nadava tranquilo no dia da morte, depois de uma vida de horrores inomináveis. Bondade não garante sucesso, tampouco maldade é salvo-conduto para a bem-aventurança sobre a Terra. Falta traço moral ao processo histórico. Claro, posso imaginar que após a vida existe a vitória moral com Paraíso e Inferno, mas, como historiador, só posso trabalhar com o mundo visível e documentado aqui e agora.

A contingência não segue código moral. O avião cai com bons e ruins. Recompensas ou punições (como reguladores de ação humana) podem existir no plano das crenças. Geralmente, a ética é mais sustentável como projeto, mas a já citada “contingência” reina.

No mundo real, Chapeuzinho Vermelho não é boa ou ruim: ela está cruzando uma área onde o lobo é predador. A Vovó não é vítima, é apenas proteína aos olhos da natureza lupina. O caçador é tão assassino quando o lobo: ambos sobrevivem destruindo vidas. E a vitória da bela Chapeuzinho? Bem, perguntem ao humano Andersen, que coletou a história. Se ela fosse redigida pelos lobos, teríamos um peludo mártir da violência. A esperança de justiça é um desejo, um suspiro breve na eternidade. Nossa meta é uma régua moral; a história ri da nossa pretensão


Autor: Leandro Karnal.

No período “A Vovó não é vítima, é apenas proteína aos olhos da natureza lupina”, a palavra destacada contribui para deslocar a leitura moral do conto para uma perspectiva ligada ao comportamento natural do predador. Nesse contexto, “lupina” pode ser definida como:
 

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4173435 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: UNIFAE
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O que podemos aprender com as ‘lições’ da história?

Em quem confiar?

O título coloca uma palavra entre aspas. O leitor esperto e a leitora atenta já intuíram que o cronista desconfia do termo. Você já viu algo sobre a história ser “mestra da vida”, mesmo não sabendo que um dos pais da ideia é o romano Cícero. “Precisamos estudar história para não repeti-la” também é conceito popular. Os positivistas diziam que os mortos governavam os vivos, analisando o peso da experiência sobre nós. Os historiadores modernos, estes estranhos seres, dizem que não se aprende algo moral com a história. Em quem confiar?

O ser humano é randômico. Cada indivíduo é único e irrepetível. Duas turmas de alunos, dois filhos diferentes, dois namoros: tudo parece ecoar Heráclito e seu rio mutante eterno. Gostamos de padrões e generalizações. Amamos previsibilidade. O caos é mais do que uma entidade grega: é o eixo estruturante da vida.

Quero um princípio pedagógico-moral como “lição da história”. Irritados com a crise em Atenas, os cidadãos deram todo poder ao legislador Drácon (século 7 a.C.). Ao escrever as leis, decidiu punir o roubo e o assassinato com a pena capital. A ideia sedutora: estabelecer um princípio pétreo – todos saberiam que qualquer desvio era punido com rigor extremo. O resultado esperado? Surgiria uma sociedade como a das abelhas: sem crime, com cada pessoa agindo sem prejudicar o grupo. O resultado? Desastroso. O código draconiano foi abandonado. Lição? Aparentemente, leis mais duras não resolvem o crime. Códigos pesados não instauram o paraíso na pólis.

Vamos esquecer a Grécia. Avancemos ao Novo Mundo. O motorista brasileiro ultrapassa a velocidade legal nas estradas do nosso País. Nos EUA, o mesmo condutor costuma virar exemplo ao volante. Por quê? Lá ele sabe que a polícia pega, multa e prende com facilidade. Na América do Norte, o cidadão vive uma transformação. O motivo? Óbvio: a dureza da lei e dos seus agentes. Então, fracassando na Grécia, Drácon triunfa nos EUA? No nosso senso comum, um dos problemas da violência no Brasil é a impunidade. Qual a lição a aprender? A pena de morte ou a lei duríssima seriam inúteis ou eficazes?

Meu avô materno foi um pai severo. A ascendência alemã e o luteranismo estimulavam crença em regras imutáveis. Os três filhos, por exemplo, não podiam conversar à mesa. Só os genitores falavam. Havia tarefas e horários inflexíveis. As punições eram severas. Resultado de regras “draconianas” e punições físicas? Minha mãe tornou-se uma mulher totalmente dominada pela ideia de ordem e meu tio, em contrapartida, um rebelde contumaz que enfrentava o pai mesmo diante da força explícita. Minha mãe foi  enquadrada e meu tio nunca baixou a cerviz. Mesmo sangue, mesma família, mesmo ambiente: como concluir sobre as lições pedagógicas do velho Schlusen (sobrenome de solteira da minha mãe)? A variação seria de gênero? Minha mãe, mais velha, seguiu a sina da submissão? Na Bíblia, o mais novo é candidato à rebeldia: Esaú e Jacó, por exemplo. Qual a lição real?

Seria bom se a História funcionasse como um conto infantil moral: o mal é poderoso, mas triunfa o bem constante e resiliente. Não é assim. Há ditadores que morrem de forma terrível, como Mussolini. Há outros que chegam ao fim em pleno poder, como Stalin. Há democratas assassinados e tiranos bem-sucedidos. Canalhas também envelhecem e alguns vivem prolongada e serena aposentadoria. Princípios metafísicos como “lei do retorno” ou “carma” são explicações que emergem do nosso desejo de lógica de fundo moral. Como seria bom se houvesse esta matemática precisa: “fez o mal, sofrerá no futuro”. Gente fiel pode ser traída, generosos são esmagados, ladrões seguem firme na carreira e violentos possuem um fã-clube. Escrevendo assim, não interprete que afirmo ser o mundo um lugar ruim e incorrigível. O que digo talvez seja pior: não existe lógica moral. Exemplos? O ditador Ceaucescu (Romênia) caiu do poder e foi fuzilado. Foi acompanhado por sua esposa na tragédia final. Porém... Martin Luther King também foi assassinado. Já o nazista Mengele... nadava tranquilo no dia da morte, depois de uma vida de horrores inomináveis. Bondade não garante sucesso, tampouco maldade é salvo-conduto para a bem-aventurança sobre a Terra. Falta traço moral ao processo histórico. Claro, posso imaginar que após a vida existe a vitória moral com Paraíso e Inferno, mas, como historiador, só posso trabalhar com o mundo visível e documentado aqui e agora.

A contingência não segue código moral. O avião cai com bons e ruins. Recompensas ou punições (como reguladores de ação humana) podem existir no plano das crenças. Geralmente, a ética é mais sustentável como projeto, mas a já citada “contingência” reina.

No mundo real, Chapeuzinho Vermelho não é boa ou ruim: ela está cruzando uma área onde o lobo é predador. A Vovó não é vítima, é apenas proteína aos olhos da natureza lupina. O caçador é tão assassino quando o lobo: ambos sobrevivem destruindo vidas. E a vitória da bela Chapeuzinho? Bem, perguntem ao humano Andersen, que coletou a história. Se ela fosse redigida pelos lobos, teríamos um peludo mártir da violência. A esperança de justiça é um desejo, um suspiro breve na eternidade. Nossa meta é uma régua moral; a história ri da nossa pretensão


Autor: Leandro Karnal.

No período “O avião cai com bons e ruins”, a construção sintática contribui para reforçar a ideia de que a contingência atinge pessoas de diferentes perfis morais. Nesse âmbito, analise as assertivas a seguir.

I. O termo “O avião” exerce a função de sujeito simples, pois apresenta o núcleo nominal ao qual se refere a forma verbal “cai”.
II. A expressão “com bons e ruins” exerce a função de objeto indireto, pois completa o sentido do verbo “cair” por meio de preposição.

Qual alternativa apresenta a análise correta?
 

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