Foram encontradas 50 questões.
A Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº
8.429/92) tem
por objetivo disciplinar práticas consideradas ofensivas
ao interesse público, contendo em seu teor normas dispondo sobre condutas consideradas ímprobas, as penas
e o respectivo processo de aplicação. Com base no mencionado diploma legal, assinale a alternativa correta.
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- Lei 4.320/1964: Normas Gerais de Direito FinanceiroDecreto Sobre a Programação Orçamentária e Financeira - Lei 4.320 de 1964
Acerca da realização de despesas públicas, com base na
Lei nº
4.320/64, assinale a alternativa correta.
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São instrumentos de transparência da gestão fiscal, aos
quais será dada ampla divulgação, inclusive em meios
eletrônicos de acesso público, além do Relatório Resumido da Execução Orçamentária e o Relatório de Gestão
Fiscal; as versões simplificadas desses documentos;
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A lei de responsabilidade fiscal em seu art. 4º
, determina
que a LDO (Lei das Diretrizes Orçamentárias), além de
atender a Constituição Federal também disporá sobre:
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Uma editora possui um grupo de 15 pessoas responsáveis pelas vendas de assinaturas. No mês de outubro, a
média aritmética dos números de assinaturas vendidas
por esse grupo foi igual a 9. Em novembro, um terço dessas pessoas vendeu 11 assinaturas cada e as demais
pessoas venderam, juntas, um total de 95 assinaturas.
Considerando o total de assinaturas vendidas nesses
dois meses, a média aritmética dos números de assinaturas vendidas por esse grupo foi
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Em uma pesquisa, 30% dos homens consultados e
48 mulheres disseram ser favoráveis a certo projeto municipal. Se, no total, foram consultadas 410 pessoas e,
desse total, 299 são contra o projeto, o número de mulheres que foram consultadas nessa pesquisa foi
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Na temporada de 2018, das partidas que um time de futebol disputou, nenhuma terminou empatada, e a razão
entre o número de partidas vencidas para o número de
partidas perdidas foi de 5 para 3. Se esse time tivesse
ganhado 3 das partidas que perdeu, o número de vitórias
teria sido o dobro do número de derrotas. O número de
partidas disputadas pelo time em 2018 foi
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Os pontos E e F pertencem aos lados de um retângulo ABCD, de maneira que BF = 4 cm e FC = 5 cm, conforme a figura.

Sabendo-se que as áreas dos triângulos BEF e CDF são, respectivamente, 6 cm2 e 30 cm2, o perímetro, em cm, do quadrilátero ADFE é
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Em seu aniversário, Bia ganhou certa quantia de sua
mãe e gastou quatro sétimos dessa quantia em um jogo,
R$ 39,00 em uma roupa e, em seguida, ela gastou
um sexto da quantia que ainda restava para comprar
um perfume. Se, após essas compras, Bia ainda tinha
R$ 625,00 do que havia ganhado, a quantia que ela gastou no jogo foi
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Uma invenção humana
Vejo a literatura como um instrumento excepcional da nossa civilização. Ela ajuda a esclarecer o mundo. Quem nós somos? Quem nós fomos? Lendo a Ilíada, você pode imaginar quais foram os sentimentos de Aquiles ou de Príamo. Você se pergunta: “Por que esse fervor pela narrativa?”. Porque o ser humano precisou narrar, para que os fatos da vida, da poética do cotidiano, não desaparecessem. Enquanto o ser humano forjava a sua civilização, dava combate aos deuses e procurava entender em que caos estava imerso, ele contava histórias. Para que nada se perdesse. Não havia bibliotecas. No caso de Homero, os aedos – e quase podíamos intitulá-los os poetas da memória – memorizavam tudo para que os fatos humanos não se perdessem. E, assim, a angústia em relação à apreensão da vida real, o real humano, visível, intangível, esteve presente em todas as civilizações. Nas nossas Américas, por exemplo, houve entre os incas uma categoria social, a dos amautas, que tinha por finalidade única memorizar. Memorizar para que os povos não se esquecessem das suas próprias histórias. Quer dizer, a literatura não foi uma invenção dos escritores, gosto muito de enfatizar isso. Foi uma invenção humana.
Milhões de pessoas já leram Dom Quixote. Milhões, em diferentes línguas. Mas é o mesmo livro para diferentes leitores. Isso prova que a literatura dá visibilidade a quem somos, a nossos sentimentos mais secretos, mais obscuros, mais desesperados, às esperanças mais condicionais do ser humano. E a literatura conta histórias porque os sentimentos precisam de uma história para que você se dê conta deles. Então, a literatura pensou em dar conta de quem somos, dessa nossa complexidade extraordinária. Porque somos seres fundamentalmente singulares. E, por isso, a literatura é singular.
(Nélida PIÑON. Uma invenção humana – depoimento ao escritor e jornalista José Castello. Rascunho nº 110. Curitiba: 2009. In http://rascunho.com.br/wp-content/uploads/2012/02/ Book_Rascunho_110.pdf. Acesso em 15.11.18. Adaptado)
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