Foram encontradas 50 questões.
Na Redação Oficial, há variações dos documentos oficiais, que podem ser identificados de acordo com algumas possíveis variações.
1) [NOME DO EXPEDIENTE] + CIRCULAR: Quando um órgão envia o mesmo expediente para mais de um órgão receptor. A sigla na epígrafe será apenas do órgão remetente.
2) [NOME DO EXPEDIENTE] + CONJUNTO: Quando mais de um órgão enviam, conjuntamente, o mesmo expediente para um único órgão receptor. As siglas dos órgãos remetentes constarão na epígrafe.
3) [NOME DO EXPEDIENTE] + CONJUNTO CIRCULAR: Quando mais de um órgão envia, conjuntamente, o mesmo expediente para mais de um órgão receptor. As siglas dos órgãos remetentes constarão na epígrafe.
Em relação a essas variações, está CORRETO o que se afirma em:
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Na Redação Oficial, com relação à grafia de datas em um documento, o conteúdo deve constar da seguinte forma:
1) Composição: local e data do documento.
2) Informação de local: nome da cidade onde foi expedido o documento, seguido de ponto. Não se deve utilizar a sigla da unidade da federação depois do nome da cidade.
3) Dia do mês: em numeração cardinal para os dias do mês. Não se deve utilizar zero à esquerda do número que indica o dia do mês.
4) Nome do mês: deve ser escrito com inicial minúscula.
5) Pontuação: coloca-se ponto-final depois da data.
6) Alinhamento: o texto da data deve ser alinhado à margem direita da página.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Antes da publicação na última edição do Manual de Redação da Presidência da República, havia três tipos de expedientes que se diferenciavam antes pela finalidade do que pela forma: o ofício, o aviso e o memorando.
Com a nova edição, adotaram-se nomenclatura e diagramação únicas e um único gênero. Qual?
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Leia o fragmento de texto a seguir para responder à questão nº 06:
Acesso Externo
Pode-se liberar acesso para consulta à pessoas que não são usuárias do SEI-PMPA. Para isto siga os passos abaixo:
• Ir em Controle de Processos.
• Clicar no número do processo que deseja liberar acesso para consulta.
• Clicar no ícone.
• Na tela de liberação, informar os seguintes dados:
- E-mail da unidade – a unidade que está liberando o acesso, conforme e-mail registrado no cadastro da unidade no SEI;
- Destinatário – nome do destinatário do acesso externo;
- E-mail do Destinatário – endereço de e-mail do destinatário do acesso externo;
- Motivo – texto livre;
- Tipo – se o acesso deve ser integral ou apenas à alguns documentos que serão selecionados;
- Validade (dias) – tempo onde o acesso externo ficará liberado;
- Senha – confirmação de senha do usuário que está realizando a operação;
Disponível em: http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/sma/usu_doc/manual_basico_sei_2017.pdf Acesso em: 30 jan. 2020. (Adaptado)
Em relação ao uso da Língua Portuguesa, em sua variedade padrão, observa-se que:
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Considere o texto a seguir para responder às questões de 01 a 05.
No entanto essa disseminação global da lei moral de uma pequena nação poderia nunca ter acontecido sem a tradução da Torá para o grego, a língua internacional de grande parte do mundo mediterrâneo de então, o mundo em que ainda pensamos como o berço da civilização ocidental. Segundo a lenda, por volta de 270 a.C. o faraó egípcio Ptolomeu II Filadelfo convidou uma equipe de 72 eruditos israelitas, seis de cada uma das doze tribos da antiga Israel, para empreender essa vasta tradução. Embora a obra se destinasse à grande biblioteca que ele estava estabelecendo em Alexandria, seu motivo talvez tivesse sido tanto literário quanto político: reconhecer a importância dos judeus no Egito ao transportar suas tradições bíblicas para a única língua que muitos deles compreendiam, o grego.
As traduções são um dos grandes catalisadores de revolução mundial. O pedantismo épico e a erudição dos que trabalham nelas, por vezes durante décadas, forneceram os textos para muitas das sublevações da história. Sem o bispo Úlfilas (c.311-c.383), um missionário ariano-godo em Constantinopla que traduziu a Bíblia para o gótico, talvez as tribos germânicas nunca tivessem se convertido ao cristianismo, e assim poderíamos não ter tido nenhum Sacro Império Romano e toda a história europeia que o seguiu. Sem a tradução do Novo Testamento para o alemão feita por Lutero poderia não ter havido nenhuma Reforma, e portanto, segundo o sociólogo Max Weber, nenhuma ascensão do capitalismo (e desse modo nenhum mundo moderno) tal como o conhecemos. E sem a “Septuaginta”, como essa tradução da Torá para o grego tornou-se conhecida por causa de seus setenta e tantos autores, o pensamento dos hebreus poderia nunca ter chegado aos vários autores do Novo Testamento que escreviam em grego, e assim a todo o mundo que se tornaria a Cristandade. De fato, durante a maior parte do primeiro século após o nascimento de Jesus, a Bíblia cristã não foi outra coisa senão as Escrituras hebraicas tal como traduzidas na Septuaginta. A história, para parafrasear o filósofo Franz Rosenzweig, é por vezes procurada num dicionário.
(MAY, S. Amor – uma história. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 37-38)
No trecho talvez as tribos germânicas nunca tivessem se convertido ao cristianismo, a colocação pronominal está:
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Considere o texto a seguir para responder às questões de 01 a 05.
No entanto essa disseminação global da lei moral de uma pequena nação poderia nunca ter acontecido sem a tradução da Torá para o grego, a língua internacional de grande parte do mundo mediterrâneo de então, o mundo em que ainda pensamos como o berço da civilização ocidental. Segundo a lenda, por volta de 270 a.C. o faraó egípcio Ptolomeu II Filadelfo convidou uma equipe de 72 eruditos israelitas, seis de cada uma das doze tribos da antiga Israel, para empreender essa vasta tradução. Embora a obra se destinasse à grande biblioteca que ele estava estabelecendo em Alexandria, seu motivo talvez tivesse sido tanto literário quanto político: reconhecer a importância dos judeus no Egito ao transportar suas tradições bíblicas para a única língua que muitos deles compreendiam, o grego.
As traduções são um dos grandes catalisadores de revolução mundial. O pedantismo épico e a erudição dos que trabalham nelas, por vezes durante décadas, forneceram os textos para muitas das sublevações da história. Sem o bispo Úlfilas (c.311-c.383), um missionário ariano-godo em Constantinopla que traduziu a Bíblia para o gótico, talvez as tribos germânicas nunca tivessem se convertido ao cristianismo, e assim poderíamos não ter tido nenhum Sacro Império Romano e toda a história europeia que o seguiu. Sem a tradução do Novo Testamento para o alemão feita por Lutero poderia não ter havido nenhuma Reforma, e portanto, segundo o sociólogo Max Weber, nenhuma ascensão do capitalismo (e desse modo nenhum mundo moderno) tal como o conhecemos. E sem a “Septuaginta”, como essa tradução da Torá para o grego tornou-se conhecida por causa de seus setenta e tantos autores, o pensamento dos hebreus poderia nunca ter chegado aos vários autores do Novo Testamento que escreviam em grego, e assim a todo o mundo que se tornaria a Cristandade. De fato, durante a maior parte do primeiro século após o nascimento de Jesus, a Bíblia cristã não foi outra coisa senão as Escrituras hebraicas tal como traduzidas na Septuaginta. A história, para parafrasear o filósofo Franz Rosenzweig, é por vezes procurada num dicionário.
(MAY, S. Amor – uma história. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 37-38)
A palavra grifada na frase As traduções são um dos grandes catalisadores de revolução mundial é retomada na frase seguinte pelo termo:
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Considere o texto a seguir para responder às questões de 01 a 05.
No entanto essa disseminação global da lei moral de uma pequena nação poderia nunca ter acontecido sem a tradução da Torá para o grego, a língua internacional de grande parte do mundo mediterrâneo de então, o mundo em que ainda pensamos como o berço da civilização ocidental. Segundo a lenda, por volta de 270 a.C. o faraó egípcio Ptolomeu II Filadelfo convidou uma equipe de 72 eruditos israelitas, seis de cada uma das doze tribos da antiga Israel, para empreender essa vasta tradução. Embora a obra se destinasse à grande biblioteca que ele estava estabelecendo em Alexandria, seu motivo talvez tivesse sido tanto literário quanto político: reconhecer a importância dos judeus no Egito ao transportar suas tradições bíblicas para a única língua que muitos deles compreendiam, o grego.
As traduções são um dos grandes catalisadores de revolução mundial. O pedantismo épico e a erudição dos que trabalham nelas, por vezes durante décadas, forneceram os textos para muitas das sublevações da história. Sem o bispo Úlfilas (c.311-c.383), um missionário ariano-godo em Constantinopla que traduziu a Bíblia para o gótico, talvez as tribos germânicas nunca tivessem se convertido ao cristianismo, e assim poderíamos não ter tido nenhum Sacro Império Romano e toda a história europeia que o seguiu. Sem a tradução do Novo Testamento para o alemão feita por Lutero poderia não ter havido nenhuma Reforma, e portanto, segundo o sociólogo Max Weber, nenhuma ascensão do capitalismo (e desse modo nenhum mundo moderno) tal como o conhecemos. E sem a “Septuaginta”, como essa tradução da Torá para o grego tornou-se conhecida por causa de seus setenta e tantos autores, o pensamento dos hebreus poderia nunca ter chegado aos vários autores do Novo Testamento que escreviam em grego, e assim a todo o mundo que se tornaria a Cristandade. De fato, durante a maior parte do primeiro século após o nascimento de Jesus, a Bíblia cristã não foi outra coisa senão as Escrituras hebraicas tal como traduzidas na Septuaginta. A história, para parafrasear o filósofo Franz Rosenzweig, é por vezes procurada num dicionário.
(MAY, S. Amor – uma história. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 37-38)
No trecho o mundo em que ainda pensamos como o berço da civilização ocidental, o termo grifado é regido:
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Considere o texto a seguir para responder às questões de 01 a 05.
No entanto essa disseminação global da lei moral de uma pequena nação poderia nunca ter acontecido sem a tradução da Torá para o grego, a língua internacional de grande parte do mundo mediterrâneo de então, o mundo em que ainda pensamos como o berço da civilização ocidental. Segundo a lenda, por volta de 270 a.C. o faraó egípcio Ptolomeu II Filadelfo convidou uma equipe de 72 eruditos israelitas, seis de cada uma das doze tribos da antiga Israel, para empreender essa vasta tradução. Embora a obra se destinasse à grande biblioteca que ele estava estabelecendo em Alexandria, seu motivo talvez tivesse sido tanto literário quanto político: reconhecer a importância dos judeus no Egito ao transportar suas tradições bíblicas para a única língua que muitos deles compreendiam, o grego.
As traduções são um dos grandes catalisadores de revolução mundial. O pedantismo épico e a erudição dos que trabalham nelas, por vezes durante décadas, forneceram os textos para muitas das sublevações da história. Sem o bispo Úlfilas (c.311-c.383), um missionário ariano-godo em Constantinopla que traduziu a Bíblia para o gótico, talvez as tribos germânicas nunca tivessem se convertido ao cristianismo, e assim poderíamos não ter tido nenhum Sacro Império Romano e toda a história europeia que o seguiu. Sem a tradução do Novo Testamento para o alemão feita por Lutero poderia não ter havido nenhuma Reforma, e portanto, segundo o sociólogo Max Weber, nenhuma ascensão do capitalismo (e desse modo nenhum mundo moderno) tal como o conhecemos. E sem a “Septuaginta”, como essa tradução da Torá para o grego tornou-se conhecida por causa de seus setenta e tantos autores, o pensamento dos hebreus poderia nunca ter chegado aos vários autores do Novo Testamento que escreviam em grego, e assim a todo o mundo que se tornaria a Cristandade. De fato, durante a maior parte do primeiro século após o nascimento de Jesus, a Bíblia cristã não foi outra coisa senão as Escrituras hebraicas tal como traduzidas na Septuaginta. A história, para parafrasear o filósofo Franz Rosenzweig, é por vezes procurada num dicionário.
(MAY, S. Amor – uma história. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 37-38)
O trecho a língua internacional de grande parte do mundo mediterrâneo de então é:
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- Sintaxe
- Interpretação de TextosAnálise de Estruturas Linguísticas
- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
Considere o texto a seguir para responder às questões de 01 a 05.
No entanto essa disseminação global da lei moral de uma pequena nação poderia nunca ter acontecido sem a tradução da Torá para o grego, a língua internacional de grande parte do mundo mediterrâneo de então, o mundo em que ainda pensamos como o berço da civilização ocidental. Segundo a lenda, por volta de 270 a.C. o faraó egípcio Ptolomeu II Filadelfo convidou uma equipe de 72 eruditos israelitas, seis de cada uma das doze tribos da antiga Israel, para empreender essa vasta tradução. Embora a obra se destinasse à grande biblioteca que ele estava estabelecendo em Alexandria, seu motivo talvez tivesse sido tanto literário quanto político: reconhecer a importância dos judeus no Egito ao transportar suas tradições bíblicas para a única língua que muitos deles compreendiam, o grego.
As traduções são um dos grandes catalisadores de revolução mundial. O pedantismo épico e a erudição dos que trabalham nelas, por vezes durante décadas, forneceram os textos para muitas das sublevações da história. Sem o bispo Úlfilas (c.311-c.383), um missionário ariano-godo em Constantinopla que traduziu a Bíblia para o gótico, talvez as tribos germânicas nunca tivessem se convertido ao cristianismo, e assim poderíamos não ter tido nenhum Sacro Império Romano e toda a história europeia que o seguiu. Sem a tradução do Novo Testamento para o alemão feita por Lutero poderia não ter havido nenhuma Reforma, e portanto, segundo o sociólogo Max Weber, nenhuma ascensão do capitalismo (e desse modo nenhum mundo moderno) tal como o conhecemos. E sem a “Septuaginta”, como essa tradução da Torá para o grego tornou-se conhecida por causa de seus setenta e tantos autores, o pensamento dos hebreus poderia nunca ter chegado aos vários autores do Novo Testamento que escreviam em grego, e assim a todo o mundo que se tornaria a Cristandade. De fato, durante a maior parte do primeiro século após o nascimento de Jesus, a Bíblia cristã não foi outra coisa senão as Escrituras hebraicas tal como traduzidas na Septuaginta. A história, para parafrasear o filósofo Franz Rosenzweig, é por vezes procurada num dicionário.
(MAY, S. Amor – uma história. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 37-38)
Infere-se que a expressão no entanto, que inicia o texto, indica:
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Conforme se depreende da leitura da Lei n. 8.429/92, constitui ato de improbidade administrativa, importando enriquecimento ilícito, auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade na administração pública indireta, entre outras entidades.
Dentre as várias cominações a que o responsável pelo ato de improbidade administrativa que importa enriquecimento ilícito está sujeito, podemos citar a suspensão dos direitos políticos. Dito isso, essa suspensão poderá ser de:
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