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Durante consulta de enfermagem em uma Unidade
Básica de Saúde (UBS), uma mulher de 24 anos
procurou atendimento relatando início de novo
relacionamento sexual há quatro meses e uso irregular
de preservativos. Durante o acolhimento, o enfermeiro
realizou aconselhamento em saúde sexual e
reprodutiva, ofertou testes rápidos para infecções
sexualmente transmissíveis (ISTs) e discutiu estratégias
de prevenção combinada. Após consentimento da
usuária, foram realizados testes rápidos para HIV, sífilis
e hepatites virais.
Com base no caso clínico e nas atribuições do enfermeiro na Atenção Primária à Saúde, julgue as afirmativas a seguir em Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) O enfermeiro pode realizar aconselhamento pré e pós-teste, executar testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites virais, interpretar os resultados e registrar as informações em prontuário, observados os protocolos e normativas vigentes.
( ) Na Atenção Primária à Saúde, a solicitação e a realização de testes rápidos para ISTs constituem atribuição exclusiva do médico, cabendo ao enfermeiro apenas encaminhar o usuário para avaliação médica.
( ) Diante de resultado reagente em teste rápido para sífilis, o enfermeiro deve realizar acolhimento, orientações, notificação compulsória quando aplicável e adotar as condutas previstas nos protocolos assistenciais vigentes.
( ) A oferta de testes rápidos para ISTs integra as estratégias de prevenção combinada e pode ser realizada mesmo na ausência de sinais e sintomas sugestivos de infecção.
( ) O aconselhamento em saúde sexual e reprodutiva deve contemplar a prevenção das ISTs, o planejamento reprodutivo, a promoção da saúde e o respeito à autonomia e às decisões informadas do usuário.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
Com base no caso clínico e nas atribuições do enfermeiro na Atenção Primária à Saúde, julgue as afirmativas a seguir em Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) O enfermeiro pode realizar aconselhamento pré e pós-teste, executar testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites virais, interpretar os resultados e registrar as informações em prontuário, observados os protocolos e normativas vigentes.
( ) Na Atenção Primária à Saúde, a solicitação e a realização de testes rápidos para ISTs constituem atribuição exclusiva do médico, cabendo ao enfermeiro apenas encaminhar o usuário para avaliação médica.
( ) Diante de resultado reagente em teste rápido para sífilis, o enfermeiro deve realizar acolhimento, orientações, notificação compulsória quando aplicável e adotar as condutas previstas nos protocolos assistenciais vigentes.
( ) A oferta de testes rápidos para ISTs integra as estratégias de prevenção combinada e pode ser realizada mesmo na ausência de sinais e sintomas sugestivos de infecção.
( ) O aconselhamento em saúde sexual e reprodutiva deve contemplar a prevenção das ISTs, o planejamento reprodutivo, a promoção da saúde e o respeito à autonomia e às decisões informadas do usuário.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
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Durante consulta de enfermagem de pré-natal em uma
Unidade Básica de Saúde (UBS), uma gestante de 29
anos, com 30 semanas de gestação, apresentou seu
cartão vacinal para atualização. O enfermeiro verificou
que ela não havia recebido a vacina dTpa nesta
gestação, não possuía comprovação vacinal contra
hepatite B, não havia sido vacinada contra influenza no ano vigente e questionou sobre a recente recomendação
da vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR).
Com base nas recomendações vigentes para imunização da gestante, julgue as afirmativas a seguir em verdadeiro (V) ou falso (F).
( ) A vacina dTpa deve ser administrada em cada gestação, independentemente do histórico vacinal prévio, com o objetivo de proteger a gestante e promover a transferência transplacentária de anticorpos ao recém-nascido.
( ) A vacina influenza é recomendada apenas para gestantes com comorbidades associadas, não fazendo parte da rotina de imunização das demais gestantes.
( ) Na ausência de comprovação vacinal contra hepatite B, a gestante pode iniciar ou completar o esquema vacinal durante o pré-natal.
( ) A vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) pode ser administrada durante a gestação com a finalidade de promover proteção passiva ao lactente nos primeiros meses de vida por meio da transferência materna de anticorpos.
( ) As vacinas tríplice viral e varicela podem ser administradas durante a gestação quando houver elevado risco epidemiológico de exposição às respectivas doenças.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
Com base nas recomendações vigentes para imunização da gestante, julgue as afirmativas a seguir em verdadeiro (V) ou falso (F).
( ) A vacina dTpa deve ser administrada em cada gestação, independentemente do histórico vacinal prévio, com o objetivo de proteger a gestante e promover a transferência transplacentária de anticorpos ao recém-nascido.
( ) A vacina influenza é recomendada apenas para gestantes com comorbidades associadas, não fazendo parte da rotina de imunização das demais gestantes.
( ) Na ausência de comprovação vacinal contra hepatite B, a gestante pode iniciar ou completar o esquema vacinal durante o pré-natal.
( ) A vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) pode ser administrada durante a gestação com a finalidade de promover proteção passiva ao lactente nos primeiros meses de vida por meio da transferência materna de anticorpos.
( ) As vacinas tríplice viral e varicela podem ser administradas durante a gestação quando houver elevado risco epidemiológico de exposição às respectivas doenças.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
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- Doenças Transmissíveis, Infecciosas e ParasitáriasDST: Doenças Sexualmente Transmissíveis
- Saúde da MulherPlanejamento Familiar
Durante uma consulta de enfermagem em uma Unidade
Básica de Saúde, uma mulher de 29 anos procurou orientação sobre planejamento reprodutivo. Após
avaliação clínica e discussão sobre eficácia,
reversibilidade, duração do efeito contraceptivo e
proteção contra infecções sexualmente transmissíveis
(IST), o enfermeiro apresentou os métodos disponíveis
e suas principais características. Considerando esse
contexto, correlacione as colunas a seguir.
Coluna I – Método contraceptivo
1. Dispositivo Intrauterino de Cobre (DIU-Cu) 2. Implante subdérmico de etonogestrel 3. Preservativo masculino 4. Contraceptivo oral combinado 5. Vasectomia
Coluna II – Característica principal
( ) Método de barreira que reduz o risco de transmissão de infecções sexualmente transmissíveis quando utilizado corretamente.
( ) Método cirúrgico de contracepção permanente que impede a passagem dos espermatozoides por meio da interrupção dos ductos deferentes.
( ) Método contraceptivo reversível de longa duração que libera continuamente um progestagênio, que inibe a ovulação e espessa o muco cervical, promovendo elevada eficácia contraceptiva.
( ) Método hormonal composto por estrogênio e progestagênio, cuja principal ação contraceptiva é a inibição da ovulação.
( ) Método contraceptivo não hormonal de longa duração que atua principalmente por alterações locais no ambiente uterino, dificultando a fecundação.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
Coluna I – Método contraceptivo
1. Dispositivo Intrauterino de Cobre (DIU-Cu) 2. Implante subdérmico de etonogestrel 3. Preservativo masculino 4. Contraceptivo oral combinado 5. Vasectomia
Coluna II – Característica principal
( ) Método de barreira que reduz o risco de transmissão de infecções sexualmente transmissíveis quando utilizado corretamente.
( ) Método cirúrgico de contracepção permanente que impede a passagem dos espermatozoides por meio da interrupção dos ductos deferentes.
( ) Método contraceptivo reversível de longa duração que libera continuamente um progestagênio, que inibe a ovulação e espessa o muco cervical, promovendo elevada eficácia contraceptiva.
( ) Método hormonal composto por estrogênio e progestagênio, cuja principal ação contraceptiva é a inibição da ovulação.
( ) Método contraceptivo não hormonal de longa duração que atua principalmente por alterações locais no ambiente uterino, dificultando a fecundação.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Durante a troca de curativo de um paciente de 68 anos,
internado na clínica médica para tratamento de diabetes
mellitus descompensado, o enfermeiro observou uma
lesão em região maleolar direita com presença de tecido
avermelhado e úmido no leito da ferida, áreas
amareladas aderidas ao fundo da lesão, exsudato seroso
em moderada quantidade e sinais de umidade excessiva
na pele perilesional. Após a avaliação, o profissional
registrou os achados no prontuário e elaborou o plano
de cuidados de enfermagem.
Com base no caso clínico apresentado e nos princípios atuais de avaliação e tratamento de feridas, analise as afirmativas a seguir.
I. O registro da localização da lesão, das características do leito da ferida, da pele perilesional e do exsudato constitui etapa importante para o acompanhamento evolutivo da lesão e para a comunicação entre os membros da equipe de saúde.
II. A presença de tecido avermelhado, úmido e bem vascularizado no leito da ferida é compatível com tecido de granulação, achado geralmente associado à evolução favorável do processo de cicatrização.
III. As áreas amareladas aderidas ao leito da lesão correspondem ao esfacelo, tecido viável e altamente vascularizado que indica adequada progressão do processo cicatricial.
IV. A limpeza da lesão deve ser realizada rotineiramente com soluções antissépticas, como povidona-iodo ou clorexidina alcoólica, independentemente das características do leito da ferida ou da presença de sinais de infecção.
V. A umidade excessiva observada na pele perilesional pode caracterizar maceração, condição frequentemente associada ao excesso de exsudato e capaz de comprometer a integridade da pele adjacente.
Sobre as afirmativas, assinale a alternativa CORRETA.
Com base no caso clínico apresentado e nos princípios atuais de avaliação e tratamento de feridas, analise as afirmativas a seguir.
I. O registro da localização da lesão, das características do leito da ferida, da pele perilesional e do exsudato constitui etapa importante para o acompanhamento evolutivo da lesão e para a comunicação entre os membros da equipe de saúde.
II. A presença de tecido avermelhado, úmido e bem vascularizado no leito da ferida é compatível com tecido de granulação, achado geralmente associado à evolução favorável do processo de cicatrização.
III. As áreas amareladas aderidas ao leito da lesão correspondem ao esfacelo, tecido viável e altamente vascularizado que indica adequada progressão do processo cicatricial.
IV. A limpeza da lesão deve ser realizada rotineiramente com soluções antissépticas, como povidona-iodo ou clorexidina alcoólica, independentemente das características do leito da ferida ou da presença de sinais de infecção.
V. A umidade excessiva observada na pele perilesional pode caracterizar maceração, condição frequentemente associada ao excesso de exsudato e capaz de comprometer a integridade da pele adjacente.
Sobre as afirmativas, assinale a alternativa CORRETA.
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Durante duas consultas de enfermagem realizadas na
Unidade Básica de Saúde, com intervalo de quatro
semanas entre elas, um homem de 56 anos, com
diabetes mellitus tipo 2, compareceu para
acompanhamento clínico. Na primeira consulta, após
relatar ingestão de café cerca de 15 minutos antes do
atendimento, foram obtidas duas medidas de pressão
arterial: 138 × 88 mmHg e 136 × 86 mmHg. Na segunda
consulta, foram registradas duas medidas de 140 × 88
mmHg e 138 × 86 mmHg. Considerando as
recomendações atuais da Diretriz Brasileira de
Hipertensão Arterial, analise as afirmativas a seguir.
I. Considerando as medidas obtidas nas duas consultas, é possível confirmar o diagnóstico de hipertensão arterial apenas com os valores aferidos em consultório, sem necessidade de avaliação complementar ou confirmação diagnóstica.
II. Em pacientes com diabetes mellitus tipo 2, as metas pressóricas devem ser individualizadas, variando conforme idade, tolerabilidade ao tratamento, comorbidades e risco cardiovascular.
III. A ingestão de café 15 minutos antes da aferição pode interferir nos resultados da pressão arterial, uma vez que se recomenda evitar cafeína e tabagismo nos 30 minutos anteriores à medida e atividade física nos 90 minutos precedentes.
IV. Na Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA), o diagnóstico de hipertensão arterial é estabelecido quando a média da pressão arterial nas 24 horas é igual ou superior a 150 × 90 mmHg.
I. Considerando as medidas obtidas nas duas consultas, é possível confirmar o diagnóstico de hipertensão arterial apenas com os valores aferidos em consultório, sem necessidade de avaliação complementar ou confirmação diagnóstica.
II. Em pacientes com diabetes mellitus tipo 2, as metas pressóricas devem ser individualizadas, variando conforme idade, tolerabilidade ao tratamento, comorbidades e risco cardiovascular.
III. A ingestão de café 15 minutos antes da aferição pode interferir nos resultados da pressão arterial, uma vez que se recomenda evitar cafeína e tabagismo nos 30 minutos anteriores à medida e atividade física nos 90 minutos precedentes.
IV. Na Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA), o diagnóstico de hipertensão arterial é estabelecido quando a média da pressão arterial nas 24 horas é igual ou superior a 150 × 90 mmHg.
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Durante consulta de enfermagem em uma Unidade
Básica de Saúde, um homem de 37 anos procurou
atendimento para avaliação de rotina. O paciente
relatou fadiga frequente, ganho ponderal nos últimos
anos e informa trabalhar em regime de turnos
alternados, incluindo plantões noturnos. Refere ainda
ao uso contínuo de antipsicótico atípico para tratamento
psiquiátrico. Durante a discussão do caso com a equipe
multiprofissional, o enfermeiro aborda aspectos
relacionados ao rastreamento e ao diagnóstico do
Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2). Considerando as
recomendações atuais, analise as afirmativas a seguir.
I. Adultos com idade igual ou superior a 35 anos devem ser considerados para rastreamento do Diabetes Mellitus tipo 2, mesmo na ausência de outros fatores de risco.
II. O trabalho em turnos noturnos, a privação crônica do sono e o uso de antipsicóticos atípicos estão associados ao aumento do risco de desenvolvimento de Diabetes Mellitus tipo 2.
III. Em indivíduo submetido ao Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG) com dosagem de glicose plasmática após 1 hora, um resultado de 215 mg/dL é compatível com diagnóstico de pré-diabetes.
IV. O Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Diabetes Mellitus tipo 2 do Sistema Único de Saúde incorporou insulinas análogas de longa ação, incluindo glargina e degludeca, para pacientes que atendam aos critérios estabelecidos pelo protocolo.
Sobre as afirmativas, assinale a alternativa CORRETA.
I. Adultos com idade igual ou superior a 35 anos devem ser considerados para rastreamento do Diabetes Mellitus tipo 2, mesmo na ausência de outros fatores de risco.
II. O trabalho em turnos noturnos, a privação crônica do sono e o uso de antipsicóticos atípicos estão associados ao aumento do risco de desenvolvimento de Diabetes Mellitus tipo 2.
III. Em indivíduo submetido ao Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG) com dosagem de glicose plasmática após 1 hora, um resultado de 215 mg/dL é compatível com diagnóstico de pré-diabetes.
IV. O Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Diabetes Mellitus tipo 2 do Sistema Único de Saúde incorporou insulinas análogas de longa ação, incluindo glargina e degludeca, para pacientes que atendam aos critérios estabelecidos pelo protocolo.
Sobre as afirmativas, assinale a alternativa CORRETA.
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Durante reunião de educação permanente na Atenção
Primária à Saúde, uma enfermeira apresentou à equipe
as atualizações do protocolo nacional de rastreamento
do câncer do colo do útero, que incorporou o teste
molecular para detecção do DNA do Papilomavírus
Humano (HPV) como método primário de
rastreamento. Considerando as recomendações vigentes
para a população geral e para grupos especiais, analise
as afirmativas a seguir.
I. O teste de DNA-HPV possibilita a identificação da presença de tipos virais associados ao desenvolvimento do câncer do colo do útero, permitindo reconhecer mulheres e pessoas com colo do útero sob maior risco de desenvolver lesões precursoras antes do aparecimento de alterações citológicas detectáveis.
II. Pessoas vivendo com HIV/AIDS, pacientes transplantados ou em uso de medicamentos imunossupressores devem iniciar o rastreamento do câncer do colo do útero após o início da atividade sexual e, na ausência de alterações, realizá-lo com periodicidade de três anos.
III. O rastreamento do câncer do colo do útero por meio do teste de DNA-HPV é recomendado para mulheres e pessoas com colo do útero na faixa etária de 25 a 64 anos.
IV. Quando o teste de DNA-HPV identifica qualquer genótipo de alto risco oncogênico, incluindo os tipos 16 e 18, a citologia reflexa deve obrigatoriamente ser realizada antes do encaminhamento para colposcopia.
Sobre as afirmativas, assinale a alternativa CORRETA.
I. O teste de DNA-HPV possibilita a identificação da presença de tipos virais associados ao desenvolvimento do câncer do colo do útero, permitindo reconhecer mulheres e pessoas com colo do útero sob maior risco de desenvolver lesões precursoras antes do aparecimento de alterações citológicas detectáveis.
II. Pessoas vivendo com HIV/AIDS, pacientes transplantados ou em uso de medicamentos imunossupressores devem iniciar o rastreamento do câncer do colo do útero após o início da atividade sexual e, na ausência de alterações, realizá-lo com periodicidade de três anos.
III. O rastreamento do câncer do colo do útero por meio do teste de DNA-HPV é recomendado para mulheres e pessoas com colo do útero na faixa etária de 25 a 64 anos.
IV. Quando o teste de DNA-HPV identifica qualquer genótipo de alto risco oncogênico, incluindo os tipos 16 e 18, a citologia reflexa deve obrigatoriamente ser realizada antes do encaminhamento para colposcopia.
Sobre as afirmativas, assinale a alternativa CORRETA.
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Durante atividade de educação permanente em uma
Unidade de Pronto Atendimento (UPA), o enfermeiro
responsável pela capacitação da equipe abordou as
recomendações atuais para o atendimento de lactentes
(menores de 1 ano) com obstrução grave das vias aéreas
por corpo estranho (OVACE). Considerando as
diretrizes vigentes de Suporte Básico de Vida
Pediátrico, analise as afirmativas a seguir.
I. Em lactentes conscientes com obstrução grave das vias aéreas, os golpes nas costas devem ser realizados com o bebê em posição prona sobre o antebraço do socorrista, mantendo a cabeça posicionada abaixo do nível do tronco e sustentada adequadamente pela mandíbula.
II. Após a aplicação de cinco golpes entre as escápulas, o lactente deve ser colocado cuidadosamente em posição supina para a realização de cinco compressões torácicas na metade inferior do esterno.
III. As compressões torácicas para desobstrução das vias aéreas em lactentes devem ser realizadas exclusivamente com os dedos indicador e médio posicionados sobre a metade inferior do esterno, não sendo recomendada qualquer outra técnica para esse procedimento.
IV. Em lactentes conscientes com obstrução grave das vias aéreas por corpo estranho, a realização de compressões abdominais é recomendada por promover maior pressão intratorácica e aumentar a probabilidade de expulsão do corpo estranho.
Sobre as afirmativas, assinale a alternativa CORRETA.
I. Em lactentes conscientes com obstrução grave das vias aéreas, os golpes nas costas devem ser realizados com o bebê em posição prona sobre o antebraço do socorrista, mantendo a cabeça posicionada abaixo do nível do tronco e sustentada adequadamente pela mandíbula.
II. Após a aplicação de cinco golpes entre as escápulas, o lactente deve ser colocado cuidadosamente em posição supina para a realização de cinco compressões torácicas na metade inferior do esterno.
III. As compressões torácicas para desobstrução das vias aéreas em lactentes devem ser realizadas exclusivamente com os dedos indicador e médio posicionados sobre a metade inferior do esterno, não sendo recomendada qualquer outra técnica para esse procedimento.
IV. Em lactentes conscientes com obstrução grave das vias aéreas por corpo estranho, a realização de compressões abdominais é recomendada por promover maior pressão intratorácica e aumentar a probabilidade de expulsão do corpo estranho.
Sobre as afirmativas, assinale a alternativa CORRETA.
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Durante o atendimento a uma parada cardiorrespiratória
(PCR) em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA),
o enfermeiro integrante da equipe de Suporte Avançado
de Vida realiza a inserção de um dispositivo supraglótico para manejo da via aérea, enquanto os
demais profissionais mantêm as manobras de
reanimação cardiopulmonar (RCP). Considerando as
recomendações atuais para o manejo da via aérea
avançada durante a PCR e as normativas aplicáveis ao
exercício profissional da enfermagem, analise as
afirmativas a seguir.
I. A inserção de dispositivos supraglóticos para manejo da via aérea durante a parada cardiorrespiratória pode ser realizada por qualquer integrante da equipe de enfermagem, independentemente da categoria profissional, desde que possua treinamento para a execução do procedimento.
II. Após o estabelecimento de uma via aérea avançada efetiva, as compressões torácicas devem ser mantidas continuamente, minimizando interrupções e sem pausas programadas para ventilação.
III. Uma vez estabelecida a via aérea avançada, as ventilações devem ser administradas na frequência aproximada de uma ventilação a cada 6 segundos, totalizando cerca de 10 ventilações por minuto.
IV. Após a inserção da via aérea avançada, permanece obrigatória a manutenção da relação de 30 compressões para 2 ventilações durante toda a ressuscitação cardiopulmonar.
Sobre as afirmativas, assinale a alternativa CORRETA.
I. A inserção de dispositivos supraglóticos para manejo da via aérea durante a parada cardiorrespiratória pode ser realizada por qualquer integrante da equipe de enfermagem, independentemente da categoria profissional, desde que possua treinamento para a execução do procedimento.
II. Após o estabelecimento de uma via aérea avançada efetiva, as compressões torácicas devem ser mantidas continuamente, minimizando interrupções e sem pausas programadas para ventilação.
III. Uma vez estabelecida a via aérea avançada, as ventilações devem ser administradas na frequência aproximada de uma ventilação a cada 6 segundos, totalizando cerca de 10 ventilações por minuto.
IV. Após a inserção da via aérea avançada, permanece obrigatória a manutenção da relação de 30 compressões para 2 ventilações durante toda a ressuscitação cardiopulmonar.
Sobre as afirmativas, assinale a alternativa CORRETA.
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Durante o atendimento pré-hospitalar a um homem de
68 anos, encontrado caído nas dependências da
Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), o
enfermeiro realiza a avaliação inicial da vítima e
identifica ausência de responsividade e respiração
agônica (gasping). Com base nas recomendações
vigentes da American Heart Association (AHA) para o
Suporte Básico de Vida (SBV), analise as afirmativas a
seguir.
I. As diretrizes mais recentes adotam uma Cadeia de Sobrevivência única para os ambientes intra-hospitalar e extra-hospitalar, composta por cinco elos, sem incluir a recuperação como etapa do cuidado pós-parada cardiorrespiratória.
II. No atendimento pré-hospitalar, o reconhecimento precoce da parada cardiorrespiratória e o acionamento imediato do serviço de emergência, seguidos do início rápido da ressuscitação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade, correspondem aos primeiros elos da Cadeia de Sobrevivência.
III. Em adultos em parada cardiorrespiratória, as compressões torácicas devem ser realizadas com frequência de 100 a 120 compressões por minuto e profundidade de, aproximadamente, 5 a 6 cm.
IV. A utilização do desfibrilador externo automático (DEA) deve ocorrer o mais precocemente possível, sendo a desfibrilação indicada para todos os ritmos de parada cardiorrespiratória identificados durante a análise realizada pelo equipamento.
Sobre as afirmativas, assinale a alternativa CORRETA.
I. As diretrizes mais recentes adotam uma Cadeia de Sobrevivência única para os ambientes intra-hospitalar e extra-hospitalar, composta por cinco elos, sem incluir a recuperação como etapa do cuidado pós-parada cardiorrespiratória.
II. No atendimento pré-hospitalar, o reconhecimento precoce da parada cardiorrespiratória e o acionamento imediato do serviço de emergência, seguidos do início rápido da ressuscitação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade, correspondem aos primeiros elos da Cadeia de Sobrevivência.
III. Em adultos em parada cardiorrespiratória, as compressões torácicas devem ser realizadas com frequência de 100 a 120 compressões por minuto e profundidade de, aproximadamente, 5 a 6 cm.
IV. A utilização do desfibrilador externo automático (DEA) deve ocorrer o mais precocemente possível, sendo a desfibrilação indicada para todos os ritmos de parada cardiorrespiratória identificados durante a análise realizada pelo equipamento.
Sobre as afirmativas, assinale a alternativa CORRETA.
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