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(Código de Ética Profissional do Psicólogo, 2005) Art. 7º –
O psicólogo poderá intervir na prestação de serviços
psicológicos que estejam sendo efetuados por outro
profissional, nas seguintes situações:
Assinale a alternativa que não corresponda a uma real
orientação do CEP.
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“entendemos a experiência clínica como a devolução do
sujeito ao plano da subjetivação, ao plano da produção que é
plano do coletivo. O coletivo, aqui, bem entendido, não pode
ser reduzido a uma soma de indivíduos ou ao resultado de um
contrato que os indivíduos fazem entre si. Coletivo diz respeito
a este plano de produção, composto de elementos heteróclitos
e que experimenta, todo o tempo, a diferenciação. Coletivo é
multidão, composição potencialmente ilimitada de seres
tomados na proliferação das forças. No coletivo não há,
portanto, propriedade particular, pessoalidades, nada que seja
privado, já que todas as forças estão disponíveis para serem
experimentadas. É aí que entendemos se dar a experiência da
clínica: experimentação no plano coletivo, experimentação
pública.” (BENEVIDES, 2005).
Considerando o que foi dito pela autora, diga a qual tipo ela está se referindo no parágrafo a seguir:
"se tomamos a Psicologia como campo de saber voltado para os estudos da subjetividade e se esta é entendida como processo coletivo de produção resultando em formas sempre inacabadas e heterogenéticas, é impossível separar, ainda que distinções haja, a clínica da política, o individual do social, o singular do coletivo; os modos de cuidar dos modos de gerir; a macro e a micropolítica. Fazer política pública – e o SUS é fundamentalmente política pública, porque de qualquer um -, é tomar esta dimensão da experiência coletiva como aquela geradora dos processos singulares. Neste sentido, pensar a interface da Psicologia com o SUS se dará exatamente por este ponto conector: os processos de subjetivação se dão num plano coletivo, plano de multiplicidades, plano público. O SUS, enquanto conquista do povo brasileiro, da humanidade, se faz como política pública de saúde.”
Considerando o que foi dito pela autora, diga a qual tipo ela está se referindo no parágrafo a seguir:
"se tomamos a Psicologia como campo de saber voltado para os estudos da subjetividade e se esta é entendida como processo coletivo de produção resultando em formas sempre inacabadas e heterogenéticas, é impossível separar, ainda que distinções haja, a clínica da política, o individual do social, o singular do coletivo; os modos de cuidar dos modos de gerir; a macro e a micropolítica. Fazer política pública – e o SUS é fundamentalmente política pública, porque de qualquer um -, é tomar esta dimensão da experiência coletiva como aquela geradora dos processos singulares. Neste sentido, pensar a interface da Psicologia com o SUS se dará exatamente por este ponto conector: os processos de subjetivação se dão num plano coletivo, plano de multiplicidades, plano público. O SUS, enquanto conquista do povo brasileiro, da humanidade, se faz como política pública de saúde.”
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Os delírios (do latim de, fora, e liros, sulco; sair da trilha
arada, desviar o arado do sulco) podem ser classificados de
diversas maneiras: a) conforme a sua temática (de
desconfiança, de perseguição, de influência, de prejuízo, de
referência, de autopreferência, de ciúme, de grandeza, de
descendência ou de linhagem ilustre [genealógico], de
invenção, de transformação cósmica, de prestígio, de missão divina, de reforma social, de possessão diabólica ou divina, de
natureza hipocondríaca, de negação e transformação, de culpa,
de autoacusação, de ruína e vários outros, de acordo com a
plasticidade da trama delirante); b) conforme o grau de
elaboração (sistematizados e não-sistematizados); c) conforme
o curso evolutivo (agudos e crônicos).
Quanto ao delirium:
Quanto ao delirium:
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“A não ser em casos muito específicos, em que o objetivo
diagnóstico é bastante circunscrito, a (...) é realizada
geralmente integrada com a história, buscando-se uma relação
entre a pessoa com seus problemas específicos atuais e as
experiências de sua vida passada. Pretende-se colocar a
problemática presente numa perspectiva histórica, que
permita compreender o transtorno dentro de um processo
vital, em um contexto temporal, afetivo e social, com base num
quadro referencial teórico. Trata-se de um modo específico de
compreender os fatos. Desse modo, não se analisam os efeitos
especiais de um e outro acontecimento, como também suas
interações. Bellak e Small (1980) exemplificam: ‘a perda da mãe
na infância do paciente deve ser posta em relação com a
chegada anterior de um irmão e com a ausência prévia e
prolongada do pai no lar’ (p.51). Os acontecimentos também
devem ser entendidos em função da época em que ocorreram,
pois a sua repercussão psicodinâmica pode ser intensificada em
meio a uma crise de desenvolvimento, por exemplo, e
eventualmente agravada por vulnerabilidade no
desenvolvimento anterior.” (CUNHA, 2000).
O autor está se referindo a:
O autor está se referindo a:
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A história e o exame do estado mental do paciente também
constituem os recursos básicos de um diagnóstico e se
desenvolvem, como outras interações clínicas, no contexto de
uma entrevista (Strauss, 1999). Na realidade, compõem
rotineiramente a avaliação clínica psiquiátrica. Num modelo
psicológico, a história e o exame do paciente permitem a coleta
de subsídios introdutórios que vão fundamentar o processo a
que chamamos de psicodiagnóstico. Caracterizam, portanto,
uma área de superposição profissional.
Leia atentamente o trecho a seguir e responda ao que se refere:
“Em primeiro lugar, esta é a época em que as relações sociais vão se tornando mais importantes e devem ser consideradas, enfocando irmãos, colegas e amigos. Deve-se analisar a facilidade ou não de estabelecer e manter relações, avaliar a extensão da rede de amizades, o grau de intimidade nas amizades, identificar qual o papel desempenhado nos grupos, grau de popularidade e liderança, a tendência de participar de grupos que se envolvem em atividades não aceitas pelas normas sociais ou, ao contrário, de organizações com interesses artísticos, políticos, religiosos, etc.”
Leia atentamente o trecho a seguir e responda ao que se refere:
“Em primeiro lugar, esta é a época em que as relações sociais vão se tornando mais importantes e devem ser consideradas, enfocando irmãos, colegas e amigos. Deve-se analisar a facilidade ou não de estabelecer e manter relações, avaliar a extensão da rede de amizades, o grau de intimidade nas amizades, identificar qual o papel desempenhado nos grupos, grau de popularidade e liderança, a tendência de participar de grupos que se envolvem em atividades não aceitas pelas normas sociais ou, ao contrário, de organizações com interesses artísticos, políticos, religiosos, etc.”
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Segundo a concepção psicopatológica, com base na
patologia geral e na escola jasperiana, os cursos crônicos dos
transtornos mentais podem ser de dois tipos: processo e
desenvolvimento. Processo refere-se a uma transformação
lenta e insidiosa da personalidade, decorrente de alterações
psicologicamente incompreensíveis, de natureza endógena.
[...] Desenvolvimento refere-se à evolução psicologicamente
compreensível de uma personalidade. Essa evolução pode ser
normal, configurando os distintos traços de caráter do
indivíduo, ou anormal, determinando os transtornos da
personalidade e as neuroses.
Considere as definições a seguir e responda:
1 - Os fenômenos agudos ou subagudos classificam-se em crises ou ataques, episódios, reações vivenciais, fases e surtos.
2- A crise, ou ataque, caracteriza-se, em geral, por surgimento e término abruptos, durando segundos ou minutos, raramente horas. Utilizam-se os termos crise ou ataque para fenômenos como: crises epilépticas, crises ou ataques de pânico, crises histéricas, crises de agitação psicomotora, etc.
3- O episódio tem geralmente a duração de dias até semanas. Tanto o termo crise como o termo episódio nada especificam sobre a natureza do fenômeno mórbido. Os termos episódio e crise são denominações referentes apenas ao aspecto temporal do fenômeno. Na prática, é comum utilizar-se o termo episódio de forma inespecífica, quando não há condições de precisar a natureza do fenômeno mórbido. Assim, pode-se falar em episódio maniatimorfo, episódio paranóide, episódio depressivo, etc.
Considere as definições a seguir e responda:
1 - Os fenômenos agudos ou subagudos classificam-se em crises ou ataques, episódios, reações vivenciais, fases e surtos.
2- A crise, ou ataque, caracteriza-se, em geral, por surgimento e término abruptos, durando segundos ou minutos, raramente horas. Utilizam-se os termos crise ou ataque para fenômenos como: crises epilépticas, crises ou ataques de pânico, crises histéricas, crises de agitação psicomotora, etc.
3- O episódio tem geralmente a duração de dias até semanas. Tanto o termo crise como o termo episódio nada especificam sobre a natureza do fenômeno mórbido. Os termos episódio e crise são denominações referentes apenas ao aspecto temporal do fenômeno. Na prática, é comum utilizar-se o termo episódio de forma inespecífica, quando não há condições de precisar a natureza do fenômeno mórbido. Assim, pode-se falar em episódio maniatimorfo, episódio paranóide, episódio depressivo, etc.
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Segundo Dalgarrondo (2000), “desde o século XIX, os
clínicos têm percebido que nem todos os aspectos da
manifestação de uma doença derivam diretamente do
processo patológico de base (em geral relacionados à
predisposição constitucional e a fatores predisponentes).
Nessa linha, o psicopatólogo alemão Karl Birnbaum (1878-
1950) (1980) propôs que se discriminem três fatores envolvidos
na manifestação das doenças mentais”:
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(...) é um novo modo de produzir saúde em que duas ou mais equipes, num processo de construção compartilhada, criam uma proposta de intervenção pedagógico-terapêutica. No processo de integração da saúde mental à atenção primária na realidade brasileira, esse novo modelo tem sido o norteador das experiências implementadas em diversos municípios, ao longo dos últimos anos. Esse (...), formulado por Gastão Wagner Campos (1999), tem estruturado em nosso país um tipo de cuidado colaborativo entre a saúde mental e a atenção primária. (CHIAVERINI; 2011)
O trecho acima se refere:
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Sobre o subsistema de acompanhamento durante o
trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, definido pela Lei
8.080 (Incluído pela Lei nº 11.108, de 2005), assinale V
(VERDADEIRO) ou F (FALSO) para as afirmativas abaixo:
( )Os serviços de saúde do SUS, da rede própria ou conveniada, ficam obrigados a permitir a presença, junto à parturiente, de 1 (um) acompanhante, exclusivamente durante o parto:
( )O acompanhante deverá permanecer junto a parturiente na alta hospitalar.
( )A acompanhante do sexo feminino será indicada pela parturiente.
( )Os serviços de saúde do SUS, da rede própria ou conveniada, ficam obrigados a permitir a presença, junto à parturiente, de 1 (um) acompanhante, durante o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato.
( )Os hospitais de todo o País, estão obrigados a manter aviso informando sobre o direito a acompanhante.
( )Os serviços de saúde do SUS, da rede própria ou conveniada, ficam obrigados a permitir a presença, junto à parturiente, de 1 (um) acompanhante, exclusivamente durante o parto:
( )O acompanhante deverá permanecer junto a parturiente na alta hospitalar.
( )A acompanhante do sexo feminino será indicada pela parturiente.
( )Os serviços de saúde do SUS, da rede própria ou conveniada, ficam obrigados a permitir a presença, junto à parturiente, de 1 (um) acompanhante, durante o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato.
( )Os hospitais de todo o País, estão obrigados a manter aviso informando sobre o direito a acompanhante.
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Ao aprovar e divulgar o Código de Ética Profissional do
Psicólogo, a expectativa é de que ele seja um instrumento
capaz de delinear para a sociedade as responsabilidades e
deveres do psicólogo, oferecer diretrizes para a sua formação
e balizar os julgamentos das suas ações, contribuindo para o
fortalecimento e ampliação do significado social da profissão.
Segundo o Código de Ética Profissional do Psicólogo podemos
afirmar que, é responsabilidade do psicólogo:
I. Orientar a quem de direito sobre os encaminhamentos apropriados, a partir da prestação de serviços psicológicos, e fornecer, sempre que solicitado, os documentos pertinentes ao bom termo do trabalho
II. Ter, para com o trabalho dos psicólogos e de outros profissionais, respeito, consideração e solidariedade, e, quando solicitado, colaborar com estes, salvo impedimento por motivo relevante
III. Levar ao conhecimento das instâncias competentes o exercício ilegal ou irregular da profissão, transgressões a princípios e diretrizes deste Código ou da legislação profissional.
I. Orientar a quem de direito sobre os encaminhamentos apropriados, a partir da prestação de serviços psicológicos, e fornecer, sempre que solicitado, os documentos pertinentes ao bom termo do trabalho
II. Ter, para com o trabalho dos psicólogos e de outros profissionais, respeito, consideração e solidariedade, e, quando solicitado, colaborar com estes, salvo impedimento por motivo relevante
III. Levar ao conhecimento das instâncias competentes o exercício ilegal ou irregular da profissão, transgressões a princípios e diretrizes deste Código ou da legislação profissional.
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