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Para o preparo de uma solução 0,50 mol/L de iodeto de potássio, optou-se por realizar a diluição de 100,00 mL de uma solução-mãe, já existente no laboratório, de concentração 10% (m/V). Calcule o volume de água necessário para realizar essa diluição.
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No Microsoft Word 2007, a funcionalidade Inserir Rodapé pode ser encontrada na aba:
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Considere um motor de indução trifásico de gaiola. Operando com carga nominal e ligado em uma rede de 60Hz, a sua velocidade é igual a 1780rpm. O número de polos desse motor é igual a:
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Sobre as sentenças referentes ao Raciocínio Lógico, identifique as seguintes afirmativas como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Para A=Verdadeiro e B=Verdadeiro, A v B resulta Falso.
( ) Para A=Verdadeiro e B=Falso, A → B resulta Falso.
( ) Para A=Falso e B=Verdadeiro, A . B resulta Falso.
( ) Para A=Falso e B=Falso, A → B resulta Falso.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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Sobre os sistemas que compõem o corpo humano, considere as seguintes afirmativas:
1. O sistema nervoso glandular, endócrino e o cardiovascular são considerados integradores, por manter e controlar o equilíbrio químico dos órgãos do corpo.
2. Existe uma relação entre as células e o organismo como um todo (células, tecidos, órgãos, sistemas e organismo).
3. A pele e os vasos sanguíneos superficiais auxiliam no controle da temperatura corpórea.
4. Para que os nutrientes cheguem a todas as células do nosso corpo, é necessário que eles atravessem o tubo digestório e atinjam os vasos sanguíneos.
Assinale a alternativa correta.
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O ângulo, em radianos, formado pelos ponteiros de um relógio às 13h30 é:
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O texto a seguir é referência para a questão.
Ói nóis aqui, mano!
Em junho do ano passado, o país foi surpreendido com a explosão de manifestações que começaram em São Paulo e rapidamente se espalharam por todo canto, tendo como pretexto a qualidade e o preço do transporte público, mas que logo ganharam outros contornos.
Passada a perplexidade, vieram as conclusões. E todas apontavam para os vilões de sempre: a qualidade dos serviços públicos e as mazelas da classe política. Saúde, educação, segurança, transporte, legitimidade da representação política, corrupção, impunidade... Ou seja, a agenda da classe média. “O Brasil acordou!”, saudou a grande mídia, após um vacilo inicial. Mas poucos se deram conta de que ali foi gestado, também, o embrião de uma outra coisa. Bem mais profunda. E difusa.
Os brasileiros talvez tenham, finalmente, acordado. Mas a elite continua dormindo em berço esplêndido. Rechaçou a primeira manifestação, pacífica, diga-se, promovida por pessoas que nunca tinham ido pra rua, e apoiou a repressão violenta, através dos seus porta-vozes midiáticos. O caldo engrossou. E entraram em cena novos atores: os excluídos.
Novo cenário, novo discurso: “manifestação pode, é democrática; baderna, não”. E logo classificaram os atores: manifestantes e vândalos, como se a questão fosse apenas de nomenclatura. No entanto, não foram os manifestantes, mas os “vândalos” que se fizeram ouvir e, em alguma medida, ameaçaram o sistema. Eles, sim, meteram medo de arrepiar. “E se a boiada estourar, ninguém segura!”, vaticinou um comerciante da Av. Paulista.
Entre os chamados “vândalos”, a grande maioria não era de bandidos, como se verificou com as prisões, mas de moradores das periferias. Excluídos, apenas.
Há 14 anos, cerca de cem moradores de uma favela do Rio alugaram um ônibus e foram passear num shopping da zona sul. Não passaram da porta. Clientes, lojistas e vendedores entraram em pânico. Veio a polícia. Logo depois, a imprensa. Câmeras ao vivo. Sem argumento para manter a proibição, o shopping cedeu. E os favelados entraram, transpondo a barreira invisível da segregação social. Subiram e desceram pelas escadas rolantes, alguns pela primeira vez. Visitaram lojas. Provaram roupas. Na praça de alimentação, comeram o pão com mortadela que haviam levado. Na mais perfeita ordem. De agressivo e violento, apenas a pobreza. Suas caras. Suas roupas. Suas existências, talvez.
Esse, o embrião dos rolezinhos de hoje, que, como as manifestações de junho, começaram pacíficos. Reprimidos, degringolaram. Viraram saques e arrastões. Na maioria, adolescentes. Pobres. Moradores das periferias. Sempre eles. Os excluídos. “Ói nóis aqui, mano!”.
No chamado “país do futebol”, eles também estarão excluídos da Copa. Assim, quando a câmera focalizar a família loira, bonita e bem vestida, comemorando o gol de Neymar (um ex-morador da periferia), Galvão Bueno dirá com sua voz empostada e pretensamente comovida: “Que coisa linda de se ver! A família brasileira de volta aos nossos estádios”.
Sei que ninguém está preocupado com isso. Vou perguntar apenas por perguntar: e se a boiada estourar, quem segura?
Joca Souza Leão. http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed784_oi_nois_aqui_mano!. Adaptado.
Ao representar graficamente a fala dos adolescentes, o autor acentuou as palavras “ói” e “nóis”. Sobre o uso desses acentos, identifique as seguintes afirmativas como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) A palavra “ói” recebeu um acento diferencial, por oposição a “oi”.
( ) A palavra “nóis” foi acentuada indevidamente, pois palavras análogas, como “heroico”, não são acentuadas.
( ) Ambas as palavras foram acentuadas por serem oxítonas, com a sílaba tônica formada pelo ditongo aberto ói, seguido ou não de s.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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Pedro deseja comprar à vista um sofá que custa 1000 reais e dispõe de 500 reais. Este último valor encontra-se aplicado a juros simples de 1% ao mês. Admitindo que os preços mantenham-se constantes, depois de quantos meses Pedro poderá comprar o sofá?
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Em relação à sua estrutura, o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA deverá conter, no mínimo:
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“É parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, devendo estar articulado com o disposto nas demais NR”.
O texto acima foi extraído de uma das Normas regulamentadoras e refere-se:
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