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Para melhor gerenciar os resultados, o processo de gestão de uma organização deve ser dinâmico e proativo, permitindo se antecipar às mudanças que ocorrem no ambiente. Para ter esta característica, é necessário um modelo de gestão que vise, simultaneamente, um resultado econômico positivo para a organização e a criação de valor aos usuários dos serviços prestados. Assim, a sua base de atuação deve ser calcada em um processo de gestão estratégica, ou seja, baseado em estratégias que visam criar para a organização a possibilidade de maximização do seu resultado econômico no longo prazo.
(MAUSS; SOUZA, 2008, p. 71).
A análise do texto e os conhecimentos sobre gestão organizacional permitem afirmar:
Um processo de gestão estratégica implica o uso eficiente dos recursos públicos no atendimento das necessidades da sociedade, de forma que, em longo prazo, os objetivos traçados sejam alcançados.
 

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2478460 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Homem, 56 anos de idade, diabético, há duas horas apresentou mal-estar com náuseas e diaforese, persistindo até o momento. Ao exame, apresenta PA=100/50mmHg, FC=119bpm com estase de jugulares, exame respiratório normal, ausculta cardíaca com B4, glicemia capilar: 170mg/dl, ECG convencional sem elevação de segmento ST.
Diante desses resultados, chega-se à conclusão de que a avaliação complementar necessita de novas derivações precordiais do ECG, feitas à direita.
 

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2478370 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Paciente, 84 anos de idade, com doença de Parkinson, há duas horas, apresentou engasgo durante a alimentação, tosse incessante e dispneia, com FR- 32ipm, ausculta respiratória mostrando roncos e crépitos à direita.
A broncoscopia, se disponível, deve ser prontamente providenciada para manejo desse caso.
 

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2478349 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Paciente, 35 anos de idade, cursando, há uma semana com edema facial matinal e hematúria, além de redução de volume urinário, TA 135/80mmHg, mucosas hipocrômicas, presença de edema periorbitário e em pernas, depressível, exames: ureia: 89mg/dl, creatinina-3,9mg/dl, uroanálise: proteinúria ++, cilindros hemáticos e leucocitários, FAN- negativo, ANCA positivo.
Para esse paciente, a biópsia renal dependerá da presença de outros autoanticorpos e poderá aguardar a resposta à corticoterapia.
 

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2478265 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Paciente, 68 anos de idade, com infarto do miocárdio há um ano, vem à emergência, após episódio de síncope, com duração de três minutos. Faz uso, apenas, de atorvastatina e aspirina, apresenta FC=58bpm e o ECG mostra onda P sem geração de QRS, em padrão de 4:1 batimentos, sem alargamento do intervalo PR, não havendo elevação de ST e com enzimas cardíacas normais.
A partir dessas informações, conclui-se que se trata de BAV do tipo Mobitz I, pois é benigno.
 

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TEXTO:
Outro dia eu estava folheando uma revista de arquitetura. Como são bonitas essas casas modernas; o risco é ousado e às vezes lindo, as salas são claras, parecem jardins com teto, o arquiteto faz escultura em cimento armado e a gente vive dentro da escultura e da paisagem.
Um amigo meu quis reformar seu apartamento e chamou um arquiteto novo.
O rapaz disse: “vamos tirar esta parede e também aquela; você ficará com uma sala ampla e cheia de luz. Esta porta podemos arrancar; para que porta aqui? E esta outra parede vamos substituir por vidro; a casa ficará mais clara e mais alegre” . E meu amigo tinha um ar feliz.
Eu estava bebendo a um canto, e fiquei em silêncio. Pensei nas casinhas que vira na revista e na reforma que meu amigo ia fazer em seu velho apartamento. E cheguei à conclusão de que estou velho mesmo.
Porque a casa que eu não tenho, eu a quero cercada de muros altos, e quero as paredes bem grossas e quero muitas paredes, e dentro da casa muitas portas com trincos e trancas; e um quarto bem escuro para esconder meus segredos e outro para esconder minha solidão.
Pode haver uma janela alta de onde eu veja o céu e o mar, mas deve haver um canto bem sossegado em que eu possa ficar sozinho, quieto, pensando minhas coisas, um canto sossegado onde um dia eu possa morrer.
A mocidade pode viver nessas alegres barracas de cimento, nós precisamos de sólidas fortalezas; a casa deve ser antes de tudo o asilo inviolável do cidadão triste; onde ele possa bradar, sem medo nem vergonha, o nome de sua amada: Joana, JOANA! – certo de que ninguém ouvirá; casa é o lugar de andar nu de corpo e de alma, e sítio para falar sozinho.
Onde eu, que não sei desenhar, possa levar dias tentando traçar na parede o perfil de minha amada, sem que ninguém veja e sorria; onde eu, que não sei fazer versos, possa improvisar canções em alta voz para o meu amor; onde eu, que não tenho crença, possa rezar a divindades ocultas, que são apenas minhas.
Casa deve ser a preparação para o segredo maior do túmulo.
BRAGA, R. A casa. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2011. p. 359-360. Seleção Saraiva Vira-vira 1.
Os termos “nas casinhas que vira na revista” e “a”, em "eu a quero", complementam ações verbais.
 

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2478051 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Homem, 52 anos de idade, deverá realizar tomografia computadorizada de abdomem para diagnóstico diferencial de nódulo hepático e apresenta creatinina sérica de 1,7mg/dl.
Nesse caso, a utilização de N-acetil cisteina é mais eficiente que a hidratação na prevenção de lesão renal por contraste.
 

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TEXTO:
Outro dia eu estava folheando uma revista de arquitetura. Como são bonitas essas casas modernas; o risco é ousado e às vezes lindo, as salas são claras, parecem jardins com teto, o arquiteto faz escultura em cimento armado e a gente vive dentro da escultura e da paisagem.
Um amigo meu quis reformar seu apartamento e chamou um arquiteto novo.
O rapaz disse: “vamos tirar esta parede e também aquela; você ficará com uma sala ampla e cheia de luz. Esta porta podemos arrancar; para que porta aqui? E esta outra parede vamos substituir por vidro; a casa ficará mais clara e mais alegre” . E meu amigo tinha um ar feliz.
Eu estava bebendo a um canto, e fiquei em silêncio. Pensei nas casinhas que vira na revista e na reforma que meu amigo ia fazer em seu velho apartamento. E cheguei à conclusão de que estou velho mesmo.
Porque a casa que eu não tenho, eu a quero cercada de muros altos, e quero as paredes bem grossas e quero muitas paredes, e dentro da casa muitas portas com trincos e trancas; e um quarto bem escuro para esconder meus segredos e outro para esconder minha solidão.
Pode haver uma janela alta de onde eu veja o céu e o mar, mas deve haver um canto bem sossegado em que eu possa ficar sozinho, quieto, pensando minhas coisas, um canto sossegado onde um dia eu possa morrer.
A mocidade pode viver nessas alegres barracas de cimento, nós precisamos de sólidas fortalezas; a casa deve ser antes de tudo o asilo inviolável do cidadão triste; onde ele possa bradar, sem medo nem vergonha, o nome de sua amada: Joana, JOANA! – certo de que ninguém ouvirá; casa é o lugar de andar nu de corpo e de alma, e sítio para falar sozinho.
Onde eu, que não sei desenhar, possa levar dias tentando traçar na parede o perfil de minha amada, sem que ninguém veja e sorria; onde eu, que não sei fazer versos, possa improvisar canções em alta voz para o meu amor; onde eu, que não tenho crença, possa rezar a divindades ocultas, que são apenas minhas.
Casa deve ser a preparação para o segredo maior do túmulo.
BRAGA, R. A casa. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2011. p. 359-360. Seleção Saraiva Vira-vira 1.
No texto, “alegres barracas de cimento” constitui uma metáfora da casa moderna.
 

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2477110 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Homem, 73 anos de idade com dor torácica ao subir escadas, e astenia, com episódio súbito de perda de consciência. Ao exame, apresentou PA=140/80 mmHg, sopro sistólico grau III/VI em FA, ecocardiograma: estenose aórtica com diâmetro de 8mm, sem alterações segmentares de motilidade com fração de ejeção 50%.
Considerando-se os riscos, esse paciente tem indicação de troca valvar.
 

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[...] o Estado realiza a função administrativa por meio de órgãos, agentes e pessoas jurídicas, adotando duas formas básicas de organização e atuação administrativas: centralização e descentralização.
(JUND, 2006, p. 49).
A análise do texto e os conhecimentos sobre a função administrativa do Estado permitem afirmar:
Sabendo-se que a Lei nº 8112/1990 prevê, por ocasião da morte do servidor público, pensões para seus beneficiários, podendo ser vitalícias ou temporárias, pode-se afirmar que o irmão órfão do funcionário que comprovar dependência econômica do servidor público receberá uma pensão vitalícia.
Questão Desatualizada

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