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Karina é chefe do almoxarifado de um hospital no sul de Minas Gerais e está prestes a fazer o pedido de alguns materiais. Usualmente, o seu pedido é conforme a tabela abaixo:
| Material |
Quantidade |
| Seringa |
100 pacotes |
| Gaze |
50 pacotes |
| Algodão |
25 pacotes |
| Soro |
30 pacotes |
Porém sua supervisora pediu que ela aumentasse a quantidade de alguns materiais, sendo em 5% as seringas, em 20% as gazes, em 40% o algodão e em 100% o soro.
A partir disso calcule, respectivamente, a quantidade do pedido, considerando o aumento:
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Na figura abaixo, é representado o gráfico de uma função do 1º grau. Entre parênteses são apresentadas as coordenadas de quatro pontos dessa reta.

A partir desse gráfico, determine o coeficiente angular dessa reta:
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Em um hospital, o dimensionamento da equipe médica responsável pelo plantão segue a seguinte premissa: um médico para cada 20 pacientes internados (no máximo); um enfermeiro para cada 12 pacientes internados (no máximo); e um fisioterapeuta para cada 15 pacientes internados (no máximo). Sabendo-se que há 127 pacientes internados nesse hospital, qual deverá ser a equipe mínima composta, respectivamente, por médico, enfermeiro e fisioterapeuta.
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Leia o Texto 1 com atenção e, com base nele, responda a questão.
TEXTO 1
Por que enviamos nossas crianças e jovens à escola? Hoje, não temos uma única resposta para essa questão, mas várias, e muitas delas não têm relação direta com a função original da educação escolar.
Enviamos as crianças à escola porque é obrigatório: o Estatuto da Criança e do Adolescente assim o determina. Mas, acima de ser obrigatório, é um direito dos mais novos aprenderem a ler o mundo pelo conhecimento sistematizado, e é na escola que eles terão essa oportunidade.
Com o estilo de vida corrido que adotamos, com o caos do trânsito que torna os trajetos muito mais longos e com a pressão do trabalho, muitos pais enviam seus filhos à escola para que eles sejam cuidados em um ambiente que consideram salutar. É por esse motivo que cresceram a oferta da escola em período integral e a programação nas férias dos alunos. Assim, a escola passou a ser também um espaço para acolher os mais novos.
Com a pressão social sobre os pais para a preparação dos filhos para um futuro promissor, cuja passagem se daria, necessariamente, pelo vestibular, a escola passou a ser preparadora de realizadores de testes de determinados estilos. Há pais que, já na educação infantil, preocupam-se com o vestibular que só ocorrerá dez, 12 anos mais tarde. Dessa maneira, a escola passou a ser instrutora de conteúdos.
Com a retirada das crianças do espaço público por medo da violência, muitas vão à escola para encontrar pares. A escola tornou-se, portanto, o ponto de encontro de crianças e adolescentes.
Vou ficar apenas nesses motivos que se distanciaram do sentido original da escola para tratar especificamente deste: a escola deve servir, basicamente, para introduzir o aluno no mundo público por meio do conhecimento, ensiná-lo a pensar por si mesmo e de maneira crítica, oferecer condições para que ele possa fazer as melhores escolhas possíveis, e aprender a ser cidadão.
A escola é que faz a transição, para os mais novos, do espaço privado familiar para o mundo. Este é, cada vez mais, plural, em todos os sentidos. E as famílias cada vez mais singulares e diferentes entre si nas crenças, nos conceitos e preconceitos, no estilo de vida, na moral, nos valores que priorizam, nas virtudes que prezam etc.
Por isso, a escola tem de ter partido. O partido do ensino do conhecimento sem seleção prévia, da justiça, da convivência e respeito com as diferenças, da liberdade – inclusive de pensamento –, da autonomia, do pensamento crítico, da democracia, entre outros.
Caro leitor, você já deve ter ouvido a frase "meu filho, minhas regras". Nada mais opressor e prepotente do que esse conceito, porque ele significa restringir a vida dos filhos.
Você deve lembrar-se de vários aprendizados que teve com seus pais que, mais tarde, deixou de lado por não dizer respeito a você. Pois é a escola que dará a chance aos filhos de se verem livres, se quiserem, de alguns – ou muitos – ensinamentos que receberam da família.
Por isso, caro leitor, lute para que seu filho encontre na escola a oportunidade de tornar-se um cidadão justo, livre, respeitoso, autônomo e crítico em relação a essa excessiva oferta de informações, notícias, imagens, produtos etc. que temos na atualidade.
É a escola sem limitações que possibilitará isso a ele.
Disponível no site: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/08/1797863-escola-faz-transicao-do-espacoprivado- para-o-mundo-e-tem-de-ter-partido.shtml. Acesso em: 20 out. 2016.
Considerando a noção de texto e os princípios de textualidade, a coerência
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Leia o Texto 1 com atenção e, com base nele, responda a questão.
TEXTO 1
Por que enviamos nossas crianças e jovens à escola? Hoje, não temos uma única resposta para essa questão, mas várias, e muitas delas não têm relação direta com a função original da educação escolar.
Enviamos as crianças à escola porque é obrigatório: o Estatuto da Criança e do Adolescente assim o determina. Mas, acima de ser obrigatório, é um direito dos mais novos aprenderem a ler o mundo pelo conhecimento sistematizado, e é na escola que eles terão essa oportunidade.
Com o estilo de vida corrido que adotamos, com o caos do trânsito que torna os trajetos muito mais longos e com a pressão do trabalho, muitos pais enviam seus filhos à escola para que eles sejam cuidados em um ambiente que consideram salutar. É por esse motivo que cresceram a oferta da escola em período integral e a programação nas férias dos alunos. Assim, a escola passou a ser também um espaço para acolher os mais novos.
Com a pressão social sobre os pais para a preparação dos filhos para um futuro promissor, cuja passagem se daria, necessariamente, pelo vestibular, a escola passou a ser preparadora de realizadores de testes de determinados estilos. Há pais que, já na educação infantil, preocupam-se com o vestibular que só ocorrerá dez, 12 anos mais tarde. Dessa maneira, a escola passou a ser instrutora de conteúdos.
Com a retirada das crianças do espaço público por medo da violência, muitas vão à escola para encontrar pares. A escola tornou-se, portanto, o ponto de encontro de crianças e adolescentes.
Vou ficar apenas nesses motivos que se distanciaram do sentido original da escola para tratar especificamente deste: a escola deve servir, basicamente, para introduzir o aluno no mundo público por meio do conhecimento, ensiná-lo a pensar por si mesmo e de maneira crítica, oferecer condições para que ele possa fazer as melhores escolhas possíveis, e aprender a ser cidadão.
A escola é que faz a transição, para os mais novos, do espaço privado familiar para o mundo. Este é, cada vez mais, plural, em todos os sentidos. E as famílias cada vez mais singulares e diferentes entre si nas crenças, nos conceitos e preconceitos, no estilo de vida, na moral, nos valores que priorizam, nas virtudes que prezam etc.
Por isso, a escola tem de ter partido. O partido do ensino do conhecimento sem seleção prévia, da justiça, da convivência e respeito com as diferenças, da liberdade – inclusive de pensamento –, da autonomia, do pensamento crítico, da democracia, entre outros.
Caro leitor, você já deve ter ouvido a frase "meu filho, minhas regras". Nada mais opressor e prepotente do que esse conceito, porque ele significa restringir a vida dos filhos.
Você deve lembrar-se de vários aprendizados que teve com seus pais que, mais tarde, deixou de lado por não dizer respeito a você. Pois é a escola que dará a chance aos filhos de se verem livres, se quiserem, de alguns – ou muitos – ensinamentos que receberam da família.
Por isso, caro leitor, lute para que seu filho encontre na escola a oportunidade de tornar-se um cidadão justo, livre, respeitoso, autônomo e crítico em relação a essa excessiva oferta de informações, notícias, imagens, produtos etc. que temos na atualidade.
É a escola sem limitações que possibilitará isso a ele.
Disponível no site: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/08/1797863-escola-faz-transicao-do-espacoprivado- para-o-mundo-e-tem-de-ter-partido.shtml. Acesso em: 20 out. 2016.
De acordo com a norma padrão da língua portuguesa, a vírgula foi usada para separar uma oração coordenada sindética explicativa em:
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Leia o Texto 1 com atenção e, com base nele, responda a questão.
TEXTO 1
Por que enviamos nossas crianças e jovens à escola? Hoje, não temos uma única resposta para essa questão, mas várias, e muitas delas não têm relação direta com a função original da educação escolar.
Enviamos as crianças à escola porque é obrigatório: o Estatuto da Criança e do Adolescente assim o determina. Mas, acima de ser obrigatório, é um direito dos mais novos aprenderem a ler o mundo pelo conhecimento sistematizado, e é na escola que eles terão essa oportunidade.
Com o estilo de vida corrido que adotamos, com o caos do trânsito que torna os trajetos muito mais longos e com a pressão do trabalho, muitos pais enviam seus filhos à escola para que eles sejam cuidados em um ambiente que consideram salutar. É por esse motivo que cresceram a oferta da escola em período integral e a programação nas férias dos alunos. Assim, a escola passou a ser também um espaço para acolher os mais novos.
Com a pressão social sobre os pais para a preparação dos filhos para um futuro promissor, cuja passagem se daria, necessariamente, pelo vestibular, a escola passou a ser preparadora de realizadores de testes de determinados estilos. Há pais que, já na educação infantil, preocupam-se com o vestibular que só ocorrerá dez, 12 anos mais tarde. Dessa maneira, a escola passou a ser instrutora de conteúdos.
Com a retirada das crianças do espaço público por medo da violência, muitas vão à escola para encontrar pares. A escola tornou-se, portanto, o ponto de encontro de crianças e adolescentes.
Vou ficar apenas nesses motivos que se distanciaram do sentido original da escola para tratar especificamente deste: a escola deve servir, basicamente, para introduzir o aluno no mundo público por meio do conhecimento, ensiná-lo a pensar por si mesmo e de maneira crítica, oferecer condições para que ele possa fazer as melhores escolhas possíveis, e aprender a ser cidadão.
A escola é que faz a transição, para os mais novos, do espaço privado familiar para o mundo. Este é, cada vez mais, plural, em todos os sentidos. E as famílias cada vez mais singulares e diferentes entre si nas crenças, nos conceitos e preconceitos, no estilo de vida, na moral, nos valores que priorizam, nas virtudes que prezam etc.
Por isso, a escola tem de ter partido. O partido do ensino do conhecimento sem seleção prévia, da justiça, da convivência e respeito com as diferenças, da liberdade – inclusive de pensamento –, da autonomia, do pensamento crítico, da democracia, entre outros.
Caro leitor, você já deve ter ouvido a frase "meu filho, minhas regras". Nada mais opressor e prepotente do que esse conceito, porque ele significa restringir a vida dos filhos.
Você deve lembrar-se de vários aprendizados que teve com seus pais que, mais tarde, deixou de lado por não dizer respeito a você. Pois é a escola que dará a chance aos filhos de se verem livres, se quiserem, de alguns – ou muitos – ensinamentos que receberam da família.
Por isso, caro leitor, lute para que seu filho encontre na escola a oportunidade de tornar-se um cidadão justo, livre, respeitoso, autônomo e crítico em relação a essa excessiva oferta de informações, notícias, imagens, produtos etc. que temos na atualidade.
É a escola sem limitações que possibilitará isso a ele.
Disponível no site: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/08/1797863-escola-faz-transicao-do-espacoprivado- para-o-mundo-e-tem-de-ter-partido.shtml. Acesso em: 20 out. 2016.
Assinale a alternativa em que o termo destacado exerce a função sintática de sujeito da oração.
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Leia o Texto 1 com atenção e, com base nele, responda a questão.
TEXTO 1
Por que enviamos nossas crianças e jovens à escola? Hoje, não temos uma única resposta para essa questão, mas várias, e muitas delas não têm relação direta com a função original da educação escolar.
Enviamos as crianças à escola porque é obrigatório: o Estatuto da Criança e do Adolescente assim o determina. Mas, acima de ser obrigatório, é um direito dos mais novos aprenderem a ler o mundo pelo conhecimento sistematizado, e é na escola que eles terão essa oportunidade.
Com o estilo de vida corrido que adotamos, com o caos do trânsito que torna os trajetos muito mais longos e com a pressão do trabalho, muitos pais enviam seus filhos à escola para que eles sejam cuidados em um ambiente que consideram salutar. É por esse motivo que cresceram a oferta da escola em período integral e a programação nas férias dos alunos. Assim, a escola passou a ser também um espaço para acolher os mais novos.
Com a pressão social sobre os pais para a preparação dos filhos para um futuro promissor, cuja passagem se daria, necessariamente, pelo vestibular, a escola passou a ser preparadora de realizadores de testes de determinados estilos. Há pais que, já na educação infantil, preocupam-se com o vestibular que só ocorrerá dez, 12 anos mais tarde. Dessa maneira, a escola passou a ser instrutora de conteúdos.
Com a retirada das crianças do espaço público por medo da violência, muitas vão à escola para encontrar pares. A escola tornou-se, portanto, o ponto de encontro de crianças e adolescentes.
Vou ficar apenas nesses motivos que se distanciaram do sentido original da escola para tratar especificamente deste: a escola deve servir, basicamente, para introduzir o aluno no mundo público por meio do conhecimento, ensiná-lo a pensar por si mesmo e de maneira crítica, oferecer condições para que ele possa fazer as melhores escolhas possíveis, e aprender a ser cidadão.
A escola é que faz a transição, para os mais novos, do espaço privado familiar para o mundo. Este é, cada vez mais, plural, em todos os sentidos. E as famílias cada vez mais singulares e diferentes entre si nas crenças, nos conceitos e preconceitos, no estilo de vida, na moral, nos valores que priorizam, nas virtudes que prezam etc.
Por isso, a escola tem de ter partido. O partido do ensino do conhecimento sem seleção prévia, da justiça, da convivência e respeito com as diferenças, da liberdade – inclusive de pensamento –, da autonomia, do pensamento crítico, da democracia, entre outros.
Caro leitor, você já deve ter ouvido a frase "meu filho, minhas regras". Nada mais opressor e prepotente do que esse conceito, porque ele significa restringir a vida dos filhos.
Você deve lembrar-se de vários aprendizados que teve com seus pais que, mais tarde, deixou de lado por não dizer respeito a você. Pois é a escola que dará a chance aos filhos de se verem livres, se quiserem, de alguns – ou muitos – ensinamentos que receberam da família.
Por isso, caro leitor, lute para que seu filho encontre na escola a oportunidade de tornar-se um cidadão justo, livre, respeitoso, autônomo e crítico em relação a essa excessiva oferta de informações, notícias, imagens, produtos etc. que temos na atualidade.
É a escola sem limitações que possibilitará isso a ele.
Disponível no site: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/08/1797863-escola-faz-transicao-do-espacoprivado- para-o-mundo-e-tem-de-ter-partido.shtml. Acesso em: 20 out. 2016.
Há relação de causa-consequência no trecho:
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Leia o Texto 1 com atenção e, com base nele, responda a questão.
TEXTO 1
Por que enviamos nossas crianças e jovens à escola? Hoje, não temos uma única resposta para essa questão, mas várias, e muitas delas não têm relação direta com a função original da educação escolar.
Enviamos as crianças à escola porque é obrigatório: o Estatuto da Criança e do Adolescente assim o determina. Mas, acima de ser obrigatório, é um direito dos mais novos aprenderem a ler o mundo pelo conhecimento sistematizado, e é na escola que eles terão essa oportunidade.
Com o estilo de vida corrido que adotamos, com o caos do trânsito que torna os trajetos muito mais longos e com a pressão do trabalho, muitos pais enviam seus filhos à escola para que eles sejam cuidados em um ambiente que consideram salutar. É por esse motivo que cresceram a oferta da escola em período integral e a programação nas férias dos alunos. Assim, a escola passou a ser também um espaço para acolher os mais novos.
Com a pressão social sobre os pais para a preparação dos filhos para um futuro promissor, cuja passagem se daria, necessariamente, pelo vestibular, a escola passou a ser preparadora de realizadores de testes de determinados estilos. Há pais que, já na educação infantil, preocupam-se com o vestibular que só ocorrerá dez, 12 anos mais tarde. Dessa maneira, a escola passou a ser instrutora de conteúdos.
Com a retirada das crianças do espaço público por medo da violência, muitas vão à escola para encontrar pares. A escola tornou-se, portanto, o ponto de encontro de crianças e adolescentes.
Vou ficar apenas nesses motivos que se distanciaram do sentido original da escola para tratar especificamente deste: a escola deve servir, basicamente, para introduzir o aluno no mundo público por meio do conhecimento, ensiná-lo a pensar por si mesmo e de maneira crítica, oferecer condições para que ele possa fazer as melhores escolhas possíveis, e aprender a ser cidadão.
A escola é que faz a transição, para os mais novos, do espaço privado familiar para o mundo. Este é, cada vez mais, plural, em todos os sentidos. E as famílias cada vez mais singulares e diferentes entre si nas crenças, nos conceitos e preconceitos, no estilo de vida, na moral, nos valores que priorizam, nas virtudes que prezam etc.
Por isso, a escola tem de ter partido. O partido do ensino do conhecimento sem seleção prévia, da justiça, da convivência e respeito com as diferenças, da liberdade – inclusive de pensamento –, da autonomia, do pensamento crítico, da democracia, entre outros.
Caro leitor, você já deve ter ouvido a frase "meu filho, minhas regras". Nada mais opressor e prepotente do que esse conceito, porque ele significa restringir a vida dos filhos.
Você deve lembrar-se de vários aprendizados que teve com seus pais que, mais tarde, deixou de lado por não dizer respeito a você. Pois é a escola que dará a chance aos filhos de se verem livres, se quiserem, de alguns – ou muitos – ensinamentos que receberam da família.
Por isso, caro leitor, lute para que seu filho encontre na escola a oportunidade de tornar-se um cidadão justo, livre, respeitoso, autônomo e crítico em relação a essa excessiva oferta de informações, notícias, imagens, produtos etc. que temos na atualidade.
É a escola sem limitações que possibilitará isso a ele.
Disponível no site: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/08/1797863-escola-faz-transicao-do-espacoprivado- para-o-mundo-e-tem-de-ter-partido.shtml. Acesso em: 20 out. 2016.
Considerando-se os argumentos apresentados no texto, a função original da escola é
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TEXTO 1
Por que enviamos nossas crianças e jovens à escola? Hoje, não temos uma única resposta para essa questão, mas várias, e muitas delas não têm relação direta com a função original da educação escolar.
Enviamos as crianças à escola porque é obrigatório: o Estatuto da Criança e do Adolescente assim o determina. Mas, acima de ser obrigatório, é um direito dos mais novos aprenderem a ler o mundo pelo conhecimento sistematizado, e é na escola que eles terão essa oportunidade.
Com o estilo de vida corrido que adotamos, com o caos do trânsito que torna os trajetos muito mais longos e com a pressão do trabalho, muitos pais enviam seus filhos à escola para que eles sejam cuidados em um ambiente que consideram salutar. É por esse motivo que cresceram a oferta da escola em período integral e a programação nas férias dos alunos. Assim, a escola passou a ser também um espaço para acolher os mais novos.
Com a pressão social sobre os pais para a preparação dos filhos para um futuro promissor, cuja passagem se daria, necessariamente, pelo vestibular, a escola passou a ser preparadora de realizadores de testes de determinados estilos. Há pais que, já na educação infantil, preocupam-se com o vestibular que só ocorrerá dez, 12 anos mais tarde. Dessa maneira, a escola passou a ser instrutora de conteúdos.
Com a retirada das crianças do espaço público por medo da violência, muitas vão à escola para encontrar pares. A escola tornou-se, portanto, o ponto de encontro de crianças e adolescentes.
Vou ficar apenas nesses motivos que se distanciaram do sentido original da escola para tratar especificamente deste: a escola deve servir, basicamente, para introduzir o aluno no mundo público por meio do conhecimento, ensiná-lo a pensar por si mesmo e de maneira crítica, oferecer condições para que ele possa fazer as melhores escolhas possíveis, e aprender a ser cidadão.
A escola é que faz a transição, para os mais novos, do espaço privado familiar para o mundo. Este é, cada vez mais, plural, em todos os sentidos. E as famílias cada vez mais singulares e diferentes entre si nas crenças, nos conceitos e preconceitos, no estilo de vida, na moral, nos valores que priorizam, nas virtudes que prezam etc.
Por isso, a escola tem de ter partido. O partido do ensino do conhecimento sem seleção prévia, da justiça, da convivência e respeito com as diferenças, da liberdade – inclusive de pensamento –, da autonomia, do pensamento crítico, da democracia, entre outros.
Caro leitor, você já deve ter ouvido a frase "meu filho, minhas regras". Nada mais opressor e prepotente do que esse conceito, porque ele significa restringir a vida dos filhos.
Você deve lembrar-se de vários aprendizados que teve com seus pais que, mais tarde, deixou de lado por não dizer respeito a você. Pois é a escola que dará a chance aos filhos de se verem livres, se quiserem, de alguns – ou muitos – ensinamentos que receberam da família.
Por isso, caro leitor, lute para que seu filho encontre na escola a oportunidade de tornar-se um cidadão justo, livre, respeitoso, autônomo e crítico em relação a essa excessiva oferta de informações, notícias, imagens, produtos etc. que temos na atualidade.
É a escola sem limitações que possibilitará isso a ele.
Disponível no site: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/08/1797863-escola-faz-transicao-do-espacoprivado- para-o-mundo-e-tem-de-ter-partido.shtml. Acesso em: 20 out. 2016.
De acordo com o texto, são razões que justificam o fato de os pais colocarem seus filhos na escola, EXCETO:
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Janaina é a responsável financeira de um renomado hospital e precisa calcular qual serão os juros pagos pelo empréstimo necessário para adquirir um novo equipamento. Sabe-se que a taxa de juros é de 3% ao mês e que o tipo de financiamento adquirido utilizou juros compostos. O valor do equipamento é de R$ 100.000,00 (cem mil reais) e o prazo de pagamento será de dez anos.
Calcule os juros pagos pela compra desse equipamento:
(Dados: log 1,03=0,013 e 101,56=36,31)
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