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Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. Mas somos mais felizes?
Embora poucos tenham estudado a história da felicidade no longo prazo, quase todos os estudiosos e leigos têm alguma ideia vaga preconcebida a respeito. Considerando que os humanos usam suas capacidades para aliviar sofrimentos e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que eles devem ter sido mais felizes que os caçadores da Idade da Pedra.
Mas esse relato progressista não convence. Novas aptidões, comportamentos e habilidades não necessariamente contribuem para uma vida melhor. Quando os humanos aprenderam a lavrar a terra, sua capacidade coletiva de moldar seu ambiente aumentou, mas o destino de muitos indivíduos humanos se tornou mais cruel. Os camponeses tinham de trabalhar mais para obter alimentos menos variados e nutritivos. De maneira similar, a disseminação dos impérios europeus aumentou enormemente o poder coletivo da humanidade, fazendo circular ideias, tecnologias e sementes e abrindo novas rotas de comércio. Mas isso esteve longe de ser uma boa ideia para os milhões de africanos, índios americanos e aborígenes australianos. Considerando a comprovada propensão humana para fazer mau uso do poder, parece ingênuo acreditar que quanto mais influência as pessoas tiverem, mais felizes serão.
(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. Sapiens − uma breve história da humanidade. Trad.
Janaína Marcoantonio. 38. ed. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 386/388, passim)
A pergunta formulada no final do 1º parágrafo encontra no 3º parágrafo uma resposta
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[Luxo e escassez]
“O luxo é de fato possível no futuro”, proclamou o crítico de arte inglês John Ruskin em 1860, “luxo para todos, e por meio da ajuda de todos”, insistia ele. A bandeira, contudo, não se sustenta: pois o luxo, no seu componente oligárquico, não só deixa de sê-lo a partir do momento em que se difunde por um maior número de consumidores e se converte, assim, numa “necessidade”, como – o que ainda é pior – deflagra uma nova rodada de diferenciação, capaz de garantir a exclusão dos mortais comuns do acesso a ele. A regra de ouro do luxo é contar com a escassez perpétua.
(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo:
Companhia das Letras, 2016, p. 101-102)
Diante da convicção de John Ruskin, citada entre aspas no texto, o autor deixa claro que não concorda com ela pelo fato de que
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Um médico solicitou que fossem administrados 300 mL de uma solução a um paciente, via endovenosa, ao longo de 4 horas, em fluxo constante. Se cada gota da solução no equipamento utilizado possui um volume de 0,05 mL, o número de gotas por minuto que deverão ser administradas ao paciente pela equipe de enfermagem para essa prescrição será igual a:
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Uma onda plana de frequência 240 Hz e comprimento de onda igual a !$ \sqrt{6} !$ cm, propagando-se em um meio 1, incide sobre a superfície de separação com um meio 2 numa direção que forma um ângulo de 60° com a reta normal. Se a onda refratada se propaga numa direção que forma um ângulo de 45° com a normal, a velocidade de propagação dessa onda no meio 2, em m/s, é:
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O monóxido de carbono é um importante poluente atmosférico emitido, principalmente, por veículos automotivos. No organismo humano esse composto
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[Luxo e escassez]
“O luxo é de fato possível no futuro”, proclamou o crítico de arte inglês John Ruskin em 1860, “luxo para todos, e por meio da ajuda de todos”, insistia ele. A bandeira, contudo, não se sustenta: pois o luxo, no seu componente oligárquico, não só deixa de sê-lo a partir do momento em que se difunde por um maior número de consumidores e se converte, assim, numa “necessidade”, como – o que ainda é pior – deflagra uma nova rodada de diferenciação, capaz de garantir a exclusão dos mortais comuns do acesso a ele. A regra de ouro do luxo é contar com a escassez perpétua.
(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo:
Companhia das Letras, 2016, p. 101-102)
Atente para estas orações:
O luxo está mal distribuído.
Essa má distribuição é a sua garantia.
O luxo nunca incluirá a todos.
Em nova redação clara e coerente, as afirmações acima integram-se no seguinte período:
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Campos magnéticos são produzidos por ímãs permanentes e por condutores percorridos por corrente elétrica e são representados por meio de linhas, denominadas linhas de indução. A presença de um campo magnético pode ser percebida pela força que produz sobre um ímã ou sobre uma partícula eletrizada em movimento no interior do campo. É correto afirmar:
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Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. Mas somos mais felizes?
Embora poucos tenham estudado a história da felicidade no longo prazo, quase todos os estudiosos e leigos têm alguma ideia vaga preconcebida a respeito. Considerando que os humanos usam suas capacidades para aliviar sofrimentos e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que eles devem ter sido mais felizes que os caçadores da Idade da Pedra.
Mas esse relato progressista não convence. Novas aptidões, comportamentos e habilidades não necessariamente contribuem para uma vida melhor. Quando os humanos aprenderam a lavrar a terra, sua capacidade coletiva de moldar seu ambiente aumentou, mas o destino de muitos indivíduos humanos se tornou mais cruel. Os camponeses tinham de trabalhar mais para obter alimentos menos variados e nutritivos. De maneira similar, a disseminação dos impérios europeus aumentou enormemente o poder coletivo da humanidade, fazendo circular ideias, tecnologias e sementes e abrindo novas rotas de comércio. Mas isso esteve longe de ser uma boa ideia para os milhões de africanos, índios americanos e aborígenes australianos. Considerando a comprovada propensão humana para fazer mau uso do poder, parece ingênuo acreditar que quanto mais influência as pessoas tiverem, mais felizes serão.
(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. Sapiens − uma breve história da humanidade. Trad.
Janaína Marcoantonio. 38. ed. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 386/388, passim)
Há exemplo de expressão com sentido conotativo na seguinte frase:
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Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. Mas somos mais felizes?
Embora poucos tenham estudado a história da felicidade no longo prazo, quase todos os estudiosos e leigos têm alguma ideia vaga preconcebida a respeito. Considerando que os humanos usam suas capacidades para aliviar sofrimentos e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que eles devem ter sido mais felizes que os caçadores da Idade da Pedra.
Mas esse relato progressista não convence. Novas aptidões, comportamentos e habilidades não necessariamente contribuem para uma vida melhor. Quando os humanos aprenderam a lavrar a terra, sua capacidade coletiva de moldar seu ambiente aumentou, mas o destino de muitos indivíduos humanos se tornou mais cruel. Os camponeses tinham de trabalhar mais para obter alimentos menos variados e nutritivos. De maneira similar, a disseminação dos impérios europeus aumentou enormemente o poder coletivo da humanidade, fazendo circular ideias, tecnologias e sementes e abrindo novas rotas de comércio. Mas isso esteve longe de ser uma boa ideia para os milhões de africanos, índios americanos e aborígenes australianos. Considerando a comprovada propensão humana para fazer mau uso do poder, parece ingênuo acreditar que quanto mais influência as pessoas tiverem, mais felizes serão.
(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. Sapiens − uma breve história da humanidade. Trad.
Janaína Marcoantonio. 38. ed. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 386/388, passim)
Está plenamente clara, correta e coerente a redação deste livre comentário sobre o texto:
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A deltametrina é o princípio ativo de um inseticida piretroide comercial, com ação de choque e residual, indicado para controle de baratas, moscas, mosquitos, traças, cupins e brocas de madeira.
Para obter a dosagem para o controle de baratas e traças, deve-se diluir 80 mL do produto comercial em água até obter o volume de 10 litros.
A deltametrina apresenta:
I. cadeia insaturada.
II. a função éster.
III. carbono assimétrico.
É correto o que consta em
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