Foram encontradas 119 questões.
TEXTO 1
Quando falamos sobre cultura da paz, um dos meus lamentos é que a história da humanidade conte
pouco de respostas não violentas da humanidade aos conflitos. Os livros de história pouco tratam das
pessoas que tiveram uma maneira de viver menos violenta. Que foram menos agressivas e mais
acolhedoras. Discriminações, preconceitos, guerras, escravização, tortura, raiva sempre existiram entre
nós, humanos. Manifestações de ódio não são uma novidade da nossa época. Assim como sempre
existiram, também, grupos que pensam de forma diferente. O que acontece é que se dá muita visibilidade
às violências e ao medo através dos meios de comunicação, da informática, da tecnologia. Ficamos sabendo
imediatamente de tudo o que possa estar acontecendo em qualquer lugar do mundo. E a mídia parece muito
interessada em mostrar o que não é bom. Daí, eu pergunto: Qual é a necessidade de manter a população
amedrontada? Quais as vantagens disso? A quem interessa uma população que pensa: “O outro é perigoso,
é o inimigo; arme-se, prepare-se para a luta”. Percebo isso no mundo de hoje. Temos a mídia, que é
facilitadora para que as pessoas fiquem assustadas e considerem prioridade o que não é benéfico: o crime,
as guerras, as bombas, os conflitos, as várias formas de discriminação e preconceito e a corrupção. Esses
seres atrelados aos crimes são os nossos atores principais na capa das revistas, dos jornais e nos canais de
televisão. Ao mesmo tempo, há pessoas boníssimas, fazendo coisas maravilhosas, que aparecem tão pouco
– isso quando aparecem. Houve uma inversão de valores - o prejudicial priorizado. Acredito que seja muito
importante haver uma reinversão de valores, dando maior ênfase às coisas boas, para que possamos
desenvolver uma cultura de paz. Cultura de cultivar – como cultivamos plantas, flores, frutos e alimentos
– afetos. Cultivar a não violência ativa, como insistiu Mahatma Gandhi em sua vida, cultivar o cuidado, o
respeito, a compreensão, a amorosidade. (Monja Coen, em O inferno somos nós (pp. 9-10), de Leandro
Karnal e Monja Coen).
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TEXTO 3
Milhares em risco em Belo Horizonte no período chuvoso
Além de adotar ações emergenciais na estrutura das áreas de risco, é preciso atacar as causas que
levaram milhares de pessoas a viver em situações insalubres - Publicado em 1 de novembro de 2023
À medida que o período chuvoso se intensifica, cresce o medo das mil famílias que vivem em áreas
de risco em Belo Horizonte. O temor na época das chuvas é resultado de anos de descaso do poder público.
A última década foi marcada pela queda nos investimentos em programas de moradia popular na capital.
Nos últimos cinco anos, o período chuvoso mais trágico foi o de 2020. Foram dezenas de mortos
em Minas Gerais e cerca de 12 mil pessoas desabrigadas ou desalojadas, de acordo com dados da
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil.
As bacias de contenção parcialmente em funcionamento devem prevenir ou reduzir a gravidade das
enchentes, mas no caso dos deslizamentos de terra, é necessário o monitoramento constante por parte dos
órgãos de defesa.
Na tentativa de reduzir os riscos de deslizamento, a Prefeitura de Belo Horizonte realizou obras
dentro do Programa de Gestão de Risco Geológico-geotécnico. Os investimentos chegam a R$ 118 milhões. As intervenções incluem construção de muro de contenção, implantação de redes de esgoto e
drenagem.
Além de adotar ações emergenciais na estrutura das áreas de risco, é preciso atacar as causas que
levaram milhares de pessoas a se instalarem em situações insalubres. A capital mineira assiste ao aumento
do déficit habitacional ao mesmo tempo que registra o surgimento de novos empreendimentos imobiliários.
A administração pública, que deveria agir para reduzir essa desigualdade, tem sido ineficiente. O
montante usado para conter o déficit habitacional em 2012 foi de R$ 237 milhões, valor que caiu para
R$ 84 milhões em 2022, uma redução de 64%, segundo a Companhia Urbanizadora e de Habitação de
Belo Horizonte (Urbel). É o que mostra reportagem de abril deste ano do jornal O TEMPO.
O lar é a base para que um indivíduo se desenvolva e exerça seu papel de cidadão. Mais do que um
direito, a moradia está ligada à dignidade humana. E cabe ao Estado garantir esse acesso.
(Disponível em: www.otempo.com.br/opiniao/editorial/milhares-em-risco-em-belo-horizonte-no-periodochuvoso-1.3265514)
“A falta de conhecimento da população em geral é o motivo para que tantas fake news e para que elas tão rapidamente.”
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TEXTO 3
Milhares em risco em Belo Horizonte no período chuvoso
Além de adotar ações emergenciais na estrutura das áreas de risco, é preciso atacar as causas que
levaram milhares de pessoas a viver em situações insalubres - Publicado em 1 de novembro de 2023
À medida que o período chuvoso se intensifica, cresce o medo das mil famílias que vivem em áreas
de risco em Belo Horizonte. O temor na época das chuvas é resultado de anos de descaso do poder público.
A última década foi marcada pela queda nos investimentos em programas de moradia popular na capital.
Nos últimos cinco anos, o período chuvoso mais trágico foi o de 2020. Foram dezenas de mortos
em Minas Gerais e cerca de 12 mil pessoas desabrigadas ou desalojadas, de acordo com dados da
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil.
As bacias de contenção parcialmente em funcionamento devem prevenir ou reduzir a gravidade das
enchentes, mas no caso dos deslizamentos de terra, é necessário o monitoramento constante por parte dos
órgãos de defesa.
Na tentativa de reduzir os riscos de deslizamento, a Prefeitura de Belo Horizonte realizou obras
dentro do Programa de Gestão de Risco Geológico-geotécnico. Os investimentos chegam a R$ 118 milhões. As intervenções incluem construção de muro de contenção, implantação de redes de esgoto e
drenagem.
Além de adotar ações emergenciais na estrutura das áreas de risco, é preciso atacar as causas que
levaram milhares de pessoas a se instalarem em situações insalubres. A capital mineira assiste ao aumento
do déficit habitacional ao mesmo tempo que registra o surgimento de novos empreendimentos imobiliários.
A administração pública, que deveria agir para reduzir essa desigualdade, tem sido ineficiente. O
montante usado para conter o déficit habitacional em 2012 foi de R$ 237 milhões, valor que caiu para
R$ 84 milhões em 2022, uma redução de 64%, segundo a Companhia Urbanizadora e de Habitação de
Belo Horizonte (Urbel). É o que mostra reportagem de abril deste ano do jornal O TEMPO.
O lar é a base para que um indivíduo se desenvolva e exerça seu papel de cidadão. Mais do que um
direito, a moradia está ligada à dignidade humana. E cabe ao Estado garantir esse acesso.
(Disponível em: www.otempo.com.br/opiniao/editorial/milhares-em-risco-em-belo-horizonte-no-periodochuvoso-1.3265514)
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TEXTO 3
Milhares em risco em Belo Horizonte no período chuvoso
Além de adotar ações emergenciais na estrutura das áreas de risco, é preciso atacar as causas que
levaram milhares de pessoas a viver em situações insalubres - Publicado em 1 de novembro de 2023
À medida que o período chuvoso se intensifica, cresce o medo das mil famílias que vivem em áreas
de risco em Belo Horizonte. O temor na época das chuvas é resultado de anos de descaso do poder público.
A última década foi marcada pela queda nos investimentos em programas de moradia popular na capital.
Nos últimos cinco anos, o período chuvoso mais trágico foi o de 2020. Foram dezenas de mortos
em Minas Gerais e cerca de 12 mil pessoas desabrigadas ou desalojadas, de acordo com dados da
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil.
As bacias de contenção parcialmente em funcionamento devem prevenir ou reduzir a gravidade das
enchentes, mas no caso dos deslizamentos de terra, é necessário o monitoramento constante por parte dos
órgãos de defesa.
Na tentativa de reduzir os riscos de deslizamento, a Prefeitura de Belo Horizonte realizou obras
dentro do Programa de Gestão de Risco Geológico-geotécnico. Os investimentos chegam a R$ 118 milhões. As intervenções incluem construção de muro de contenção, implantação de redes de esgoto e
drenagem.
Além de adotar ações emergenciais na estrutura das áreas de risco, é preciso atacar as causas que
levaram milhares de pessoas a se instalarem em situações insalubres. A capital mineira assiste ao aumento
do déficit habitacional ao mesmo tempo que registra o surgimento de novos empreendimentos imobiliários.
A administração pública, que deveria agir para reduzir essa desigualdade, tem sido ineficiente. O
montante usado para conter o déficit habitacional em 2012 foi de R$ 237 milhões, valor que caiu para
R$ 84 milhões em 2022, uma redução de 64%, segundo a Companhia Urbanizadora e de Habitação de
Belo Horizonte (Urbel). É o que mostra reportagem de abril deste ano do jornal O TEMPO.
O lar é a base para que um indivíduo se desenvolva e exerça seu papel de cidadão. Mais do que um
direito, a moradia está ligada à dignidade humana. E cabe ao Estado garantir esse acesso.
(Disponível em: www.otempo.com.br/opiniao/editorial/milhares-em-risco-em-belo-horizonte-no-periodochuvoso-1.3265514)
I – Em “Além de adotar ações emergenciais na estrutura das áreas de risco, é preciso atacar as causas que levaram milhares de pessoas a se instalarem em situações insalubres”, os termos destacados apresentam ideia de oposição.
II – Em “À medida que o período chuvoso se intensifica, cresce o medo das mil famílias que vivem em áreas de risco”, os termos em destaque indicam proporcionalidade.
III – Em “[…]valor que caiu para R$ 84 milhões em 2022, uma redução de 64%, segundo a Companhia Urbanizadora e de Habitação de Belo Horizonte”, o termo em destaque indica finalidade.
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Milhares em risco em Belo Horizonte no período chuvoso
Além de adotar ações emergenciais na estrutura das áreas de risco, é preciso atacar as causas que
levaram milhares de pessoas a viver em situações insalubres - Publicado em 1 de novembro de 2023
À medida que o período chuvoso se intensifica, cresce o medo das mil famílias que vivem em áreas
de risco em Belo Horizonte. O temor na época das chuvas é resultado de anos de descaso do poder público.
A última década foi marcada pela queda nos investimentos em programas de moradia popular na capital.
Nos últimos cinco anos, o período chuvoso mais trágico foi o de 2020. Foram dezenas de mortos
em Minas Gerais e cerca de 12 mil pessoas desabrigadas ou desalojadas, de acordo com dados da
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil.
As bacias de contenção parcialmente em funcionamento devem prevenir ou reduzir a gravidade das
enchentes, mas no caso dos deslizamentos de terra, é necessário o monitoramento constante por parte dos
órgãos de defesa.
Na tentativa de reduzir os riscos de deslizamento, a Prefeitura de Belo Horizonte realizou obras
dentro do Programa de Gestão de Risco Geológico-geotécnico. Os investimentos chegam a R$ 118 milhões. As intervenções incluem construção de muro de contenção, implantação de redes de esgoto e
drenagem.
Além de adotar ações emergenciais na estrutura das áreas de risco, é preciso atacar as causas que
levaram milhares de pessoas a se instalarem em situações insalubres. A capital mineira assiste ao aumento
do déficit habitacional ao mesmo tempo que registra o surgimento de novos empreendimentos imobiliários.
A administração pública, que deveria agir para reduzir essa desigualdade, tem sido ineficiente. O
montante usado para conter o déficit habitacional em 2012 foi de R$ 237 milhões, valor que caiu para
R$ 84 milhões em 2022, uma redução de 64%, segundo a Companhia Urbanizadora e de Habitação de
Belo Horizonte (Urbel). É o que mostra reportagem de abril deste ano do jornal O TEMPO.
O lar é a base para que um indivíduo se desenvolva e exerça seu papel de cidadão. Mais do que um
direito, a moradia está ligada à dignidade humana. E cabe ao Estado garantir esse acesso.
(Disponível em: www.otempo.com.br/opiniao/editorial/milhares-em-risco-em-belo-horizonte-no-periodochuvoso-1.3265514)
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TEXTO 2
Localizada no município de Jijoca de Jericoacoara, a Lagoa do Paraíso, que é considerada uma das
melhores praias do Brasil - é uma das principais atrações da região. É uma lagoa de águas cristalinas, com
tons de azul e verde. […]
Os estabelecimentos que ficam na lagoa colocam redes na água para os visitantes aproveitarem –
assim você curte a lagoa e descansa ao mesmo tempo, uma delícia! Para quem quer curtir a lagoa de
verdade, recomendo passar todo o dia todo no local, que dependendo do seu gosto, pode ser tão bom quanto
passar o dia na praia (ou ainda melhor).
Geralmente as pessoas visitam a lagoa durante o passeio pelo litoral leste, mas o tempo acaba sendo
restrito. No centrinho da vila você encontra transportes que levam pessoas para passar o dia na lagoa e
depois retornam para buscá-las. [...]
Para saber antes de ir:
– Leve roupas leves na mala, faz calor o ano todo em Jeri. Roupa de frio, apenas leve, para se
proteger do vento.
– Use e abuse do filtro solar e redobre o cuidado ao visitar a região. Como venta muito em
Jericoacoara e adjacências, muitas vezes as pessoas não sentem o sol queimando. Camisas com proteção
solar também são uma boa ideia, principalmente para fazer os passeios de buggy ou exercícios ao ar livre.
[…]
Disponível em: www.melhoresdestinos.com.br/o-que-fazer-em-jericoacoara.html
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TEXTO 2
Localizada no município de Jijoca de Jericoacoara, a Lagoa do Paraíso, que é considerada uma das
melhores praias do Brasil - é uma das principais atrações da região. É uma lagoa de águas cristalinas, com
tons de azul e verde. […]
Os estabelecimentos que ficam na lagoa colocam redes na água para os visitantes aproveitarem –
assim você curte a lagoa e descansa ao mesmo tempo, uma delícia! Para quem quer curtir a lagoa de
verdade, recomendo passar todo o dia todo no local, que dependendo do seu gosto, pode ser tão bom quanto
passar o dia na praia (ou ainda melhor).
Geralmente as pessoas visitam a lagoa durante o passeio pelo litoral leste, mas o tempo acaba sendo
restrito. No centrinho da vila você encontra transportes que levam pessoas para passar o dia na lagoa e
depois retornam para buscá-las. [...]
Para saber antes de ir:
– Leve roupas leves na mala, faz calor o ano todo em Jeri. Roupa de frio, apenas leve, para se
proteger do vento.
– Use e abuse do filtro solar e redobre o cuidado ao visitar a região. Como venta muito em
Jericoacoara e adjacências, muitas vezes as pessoas não sentem o sol queimando. Camisas com proteção
solar também são uma boa ideia, principalmente para fazer os passeios de buggy ou exercícios ao ar livre.
[…]
Disponível em: www.melhoresdestinos.com.br/o-que-fazer-em-jericoacoara.html
Eu que tanto me perdi Em sãs desilusões ideais de mim Não me esqueci de quem eu sou E o quanto devo a você
Tenta me reconhecer no temporal Me espera Tenta não se acostumar eu volto já Me espera
Mesmo quando eu descuido (me desloco) Me desmando (perco o foco) Perco o chão (e perco o ar) Me reconheço em teu olhar (que é o fio pra me guiar) De volta, de volta
(“Me espera” – composição de Lucas Lima / Sandy / Tiago Iorc)
Assinale a alternativa que esteja em sentido denotativo na letra da música acima:
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TEXTO 2
Localizada no município de Jijoca de Jericoacoara, a Lagoa do Paraíso, que é considerada uma das
melhores praias do Brasil - é uma das principais atrações da região. É uma lagoa de águas cristalinas, com
tons de azul e verde. […]
Os estabelecimentos que ficam na lagoa colocam redes na água para os visitantes aproveitarem –
assim você curte a lagoa e descansa ao mesmo tempo, uma delícia! Para quem quer curtir a lagoa de
verdade, recomendo passar todo o dia todo no local, que dependendo do seu gosto, pode ser tão bom quanto
passar o dia na praia (ou ainda melhor).
Geralmente as pessoas visitam a lagoa durante o passeio pelo litoral leste, mas o tempo acaba sendo
restrito. No centrinho da vila você encontra transportes que levam pessoas para passar o dia na lagoa e
depois retornam para buscá-las. [...]
Para saber antes de ir:
– Leve roupas leves na mala, faz calor o ano todo em Jeri. Roupa de frio, apenas leve, para se
proteger do vento.
– Use e abuse do filtro solar e redobre o cuidado ao visitar a região. Como venta muito em
Jericoacoara e adjacências, muitas vezes as pessoas não sentem o sol queimando. Camisas com proteção
solar também são uma boa ideia, principalmente para fazer os passeios de buggy ou exercícios ao ar livre.
[…]
Disponível em: www.melhoresdestinos.com.br/o-que-fazer-em-jericoacoara.html
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TEXTO 2
Localizada no município de Jijoca de Jericoacoara, a Lagoa do Paraíso, que é considerada uma das
melhores praias do Brasil - é uma das principais atrações da região. É uma lagoa de águas cristalinas, com
tons de azul e verde. […]
Os estabelecimentos que ficam na lagoa colocam redes na água para os visitantes aproveitarem –
assim você curte a lagoa e descansa ao mesmo tempo, uma delícia! Para quem quer curtir a lagoa de
verdade, recomendo passar todo o dia todo no local, que dependendo do seu gosto, pode ser tão bom quanto
passar o dia na praia (ou ainda melhor).
Geralmente as pessoas visitam a lagoa durante o passeio pelo litoral leste, mas o tempo acaba sendo
restrito. No centrinho da vila você encontra transportes que levam pessoas para passar o dia na lagoa e
depois retornam para buscá-las. [...]
Para saber antes de ir:
– Leve roupas leves na mala, faz calor o ano todo em Jeri. Roupa de frio, apenas leve, para se
proteger do vento.
– Use e abuse do filtro solar e redobre o cuidado ao visitar a região. Como venta muito em
Jericoacoara e adjacências, muitas vezes as pessoas não sentem o sol queimando. Camisas com proteção
solar também são uma boa ideia, principalmente para fazer os passeios de buggy ou exercícios ao ar livre.
[…]
Disponível em: www.melhoresdestinos.com.br/o-que-fazer-em-jericoacoara.html
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TEXTO 1
Tudo aconteceu muito depressa. No dia em que saí do castigo, a sinhá mandou me chamar e disse
que era para eu subir com a minha trouxa. A Esméria não soube explicar o motivo e fiquei com medo de
ser mandada de volta a fazenda, pois a Antônia disse que tinha acabado de chegar um homem com ares de
capataz ou algo assim. A sinhá Ana Felipa me esperava na sala, com o Banjokô no colo, e informou que eu
tinha sido alugada, que podia me despedir do meu filho, pois ele ficaria muito bem com ela, e que estava
fazendo aquilo porque não poderia se arriscar me mantendo por perto depois do que eu tinha feito. Acho
que, na verdade, ela tinha um grande medo de que eu fugisse levando o menino, coisa que, confesso, tinha
passado muitas vezes pelos meus pensamentos, mas que eu não tinha coragem de fazer. Não por mim, que
poderia arrumar maneiras de me cuidar, mas ele ainda era muito pequeno e precisava de cuidados, não
podia dormir em qualquer lugar ou ficar sem ter o que comer, pois meu leite já tinha começado a diminuir
e poderia acabar de vez se eu não me alimentasse bem. Nos primeiros dias do castigo, o peito ficava tão
cheio que chegava a doer, mas a Antônia tinha me instruído a tirar um pouco todas as manhãs e antes de
dormir, e a cada dia eu precisava tirar menos que no dia anterior. […]
E foi assim que saí da casa da sinhá Ana Felipa e entrei na casa da família Clegg, agarrada pelo
braço por um escravo deles e equilibrando na cabeça uma trouxa com duas mudas de roupa, depois de ter
dado um único beijo no rosto do meu filho e tê-lo deixado chorando nos braços de sua protetora. A sinhá
disse que eu poderia vê-lo aos domingos, com ela por perto, e que aquilo não era uma venda, ela estava
apenas me alugando e, dependendo de como eu me comportasse, poderia desfazer o negócio. Não tive
tempo de me despedir dos outros, apenas um rápido olhar para a Esméria e a Antônia, e o choro do Banjokô
me acompanhou até o portão. (GONÇALVES, Ana Maria. Um defeito de cor. Rio de Janeiro: Record,
2006).
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