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O Decreto nº 5.626, de 2005, mostra desdobramentos da
legitimação da Libras como língua do surdo, além de
mencionar como a língua portuguesa deve ser observada.
Assinale a alternativa que contém uma asserção correta de
acordo com o decreto referido.
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É/são desafio(s) relevante(s) no ensino de leitura e escrita da
língua portuguesa para surdos:
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Tendo como base o conceito de interlíngua e o ensino de
língua portuguesa como segunda língua para surdos, é
correto afirmar:
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O currículo de Libras na educação de crianças surdas deve ser
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Segundo Silveira (2007), uma das funções do currículo de
Libras é
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“Essa diferença definidora e definitiva, injusta em todos os sentidos, deve ser considerada como um escândalo intolerável em uma educação que se quer democrática. (...) O domínio insuficiente da língua escrita se faz sentir mais tarde no Ensino Médio e na universidade... (...) Desde os primeiros anos da escola básica vai-se criando uma brecha entre os que dominarão a língua escrita e aqueles que não o farão.” (Sánchez, 2002)
No excerto transcrito, o autor enfatiza uma situação que tem sido permanente nas comunidades surdas. São desdobramentos dessa situação:
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De acordo com Dizeu e Caporali (2005), os avanços
tecnológicos aplicados à surdez permitem o uso de recursos
que podem beneficiar a comunidade surda e suas famílias.
Assinale a alternativa que apresenta alguns desses recursos.
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O exame de Emissões Otoacústicas e os programas de
Triagem Auditiva Neonatal Universal permitem
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De acordo com Vilmar Silva (2006), a criação da primeira
Escola Pública para Surdos de Paris, em 1760, foi viabilizada
por surdos e um abade ouvinte, L’Epeé. O autor relata que o
abade teve a seguinte percepção no convívio com os surdos:
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“Os professores estão por demais preocupados com suas
metodologias. Seguidamente solicitam ‘receitas de avaliação’.
No entanto, de nada valem as orientações metodológicas se
não estiverem fundamentadas em uma concepção
libertadora de avaliação. O ‘como fazer’ é decorrente do ‘por
que fazer’. Então, a pergunta fundamental é ‘por que
avaliamos? ’ ou ‘a serviço de quem avaliamos?’ Se a resposta
a essas questões não tiver como enfoque principal o
educando como ser social e político, sujeito do seu próprio
desenvolvimento, de nada valerão as inovações que vierem a
ser introduzidas”.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação: Mito & Desafio. Porto Alegre: Educação e Realidade. 10ª ed. 1993, p. 93.
“Entre as metodologias sugeridas para desenvolver o currículo inscrevem-se a necessidade de se propor aos alunos tarefas de aprendizagem mais diversificadas e relacionadas com a vida real, a utilização de materiais manipulativos, o envolvimento em projetos destinados a resolver situações problemáticas ou o recurso ao trabalho de grupo. A concretização dessas recomendações exige novas formas de avaliar. Uma prática de avaliação tradicional, quase exclusivamente baseada em testes de papel e lápis, seria insuficiente e até totalmente desajustada, pois tenderia a ignorar todas as competências que vão além da aquisição de conhecimentos”.
FERNANDES, Domingos. Avaliar para aprender: fundamentos, práticas e políticas. SP: Editora da Unesp, 2009, p. 91.
Ambos os excertos convergem para uma concepção de avaliação
HOFFMANN, Jussara. Avaliação: Mito & Desafio. Porto Alegre: Educação e Realidade. 10ª ed. 1993, p. 93.
“Entre as metodologias sugeridas para desenvolver o currículo inscrevem-se a necessidade de se propor aos alunos tarefas de aprendizagem mais diversificadas e relacionadas com a vida real, a utilização de materiais manipulativos, o envolvimento em projetos destinados a resolver situações problemáticas ou o recurso ao trabalho de grupo. A concretização dessas recomendações exige novas formas de avaliar. Uma prática de avaliação tradicional, quase exclusivamente baseada em testes de papel e lápis, seria insuficiente e até totalmente desajustada, pois tenderia a ignorar todas as competências que vão além da aquisição de conhecimentos”.
FERNANDES, Domingos. Avaliar para aprender: fundamentos, práticas e políticas. SP: Editora da Unesp, 2009, p. 91.
Ambos os excertos convergem para uma concepção de avaliação
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