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Respondida
Nos termos da Constituição Federal, no exercício da competência tributária residual da União (Art. 154,
inciso I), aos Estados e ao Distrito Federal pertencem
Respondida
Dentre as atividades que, de acordo com a Constituição Federal, constituem monopólio da União, NÃO
está/estão a
Respondida
De acordo com a Constituição Federal de 1988, decretado o estado de sítio em razão de comoção
grave de repercussão nacional, dentre as medidas que poderão ser adotadas, poderá ser determinada a
Respondida
Em grave crise institucional entre o Executivo e o Legislativo de Município, o Tribunal de Justiça
Estadual, a requerimento do Ministério Público local, defere intervenção estadual para garantir o
cumprimento da Constituição Estadual. Nesse contexto,
A
é cabível recurso extraordinário contra o acórdão que defere a intervenção, por se tratar de matéria
constitucional, desde que demonstrada repercussão geral.
B
é cabível recurso extraordinário apenas após o esgotamento das instâncias ordinárias, porque a
decisão do Tribunal de Justiça tem natureza jurisdicional e se sujeita ao duplo grau.
C
não é cabível recurso extraordinário contra acórdão que defere pedido de intervenção estadual em
Município, por se tratar de deliberação inserida em processo de intervenção, pois possui natureza jurídica
político-administrativa.
D
não é cabível recurso extraordinário, salvo se o Procurador-Geral de República intervier no feito,
hipótese em que se supriria a ausência de legitimidade recursal do Prefeito.
E
não é cabível recurso extraordinário, devendo o prefeito, em qualquer hipótese, utilizar reclamação
constitucional ao STF como sucedâneo recursal contra o acordão do Tribunal de Justiça.
Respondida
No exercício das atribuições previstas na Constituição Federal, NÃO compete privativamente ao
Presidente da República
Respondida
A Constituição Federal define, no art. 103, os legitimados para propor ação direta de
inconstitucionalidade (ADI) e ação declaratória de constitucionalidade (ADC). À luz do texto constitucional,
é legitimado(a) para propor ADI e ADC
Respondida
A Constituição Federal assegura a todos o acesso à informação e resguarda o sigilo da fonte, quando
necessário ao exercício profissional. Neste sentido, sobre o direito ao esquecimento, entende o STF que
A
é compatível com a Constituição, em regra, a ideia de um direito ao esquecimento, entendido como o
poder de obstar, em razão da passagem do tempo, a divulgação de fatos ou dados verídicos e licitamente
obtidos e publicados em meios de comunicação social analógicos ou digitais.
B
é compatível com a Constituição a ideia de um direito ao esquecimento, entendido como o poder de
proibir depois de 5 (cinco) anos a divulgação de fatos ou dados verídicos e licitamente obtidos e
publicados em meios de comunicação social analógicos ou digitais.
C
é incompatível com a Constituição a ideia de um direito ao esquecimento, entendido como o poder de
obstar, em razão da passagem do tempo, a divulgação de fatos ou dados verídicos e licitamente obtidos e
publicados em meios de comunicação social analógicos ou digitais.
D
é incompatível com a Constituição a ideia de um direito ao esquecimento, salvo se o transcurso de
tempo for superior a 10 (dez) anos para poder proibir a divulgação de fatos ou dados verídicos e
licitamente obtidos e publicados em meios de comunicação social analógicos ou digitais.
E
é compatível com a Constituição a ideia de um direito ao esquecimento, entendido como o poder de
proibir depois de 10 (dez) anos a divulgação de fatos ou dados verídicos e licitamente obtidos e publicados
em meios de comunicação social analógicos ou digitais.
Respondida
Dentre as competências comuns da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, está
previsto na Constituição Federal
Respondida
As diferentes percepções do fenômeno constitucional procuram explicar como a Constituição se
relaciona com a realidade social e com o poder político. Quanto às concepções de Constituição
(sociológica, política, jurídica e normativa/concretizadora), é correto afirmar que:
A
a concepção sociológica (Lassalle) define a Constituição como decisão política fundamental, a
concepção política (Schmitt) a compreende como confluência dos fatores reais de poder, a concepção
jurídica (Kelsen) defende a comunicação entre norma e fato e a concepção concretizadora (Hesse) separa
direito e moral a partir de uma norma hipotética fundamental.
B
a concepção política (Schmitt) reduz a Constituição a um “pedaço de papel” se não refletir a realidade
social, a concepção sociológica (Lassalle) funda o controle concentrado, a concepção jurídica (Kelsen)
identifica a Constituição com fatores reais de poder e a concepção concretizadora (Hesse) distingue
normas materialmente e formalmente constitucionais.
C
a concepção sociológica (Lassalle) enfatiza a Constituição como expressão dos fatores reais de poder,
a concepção política (Schmitt) a identifica como decisão política fundamental, distinguindo normas
materialmente constitucionais das formalmente constitucionais, a concepção jurídica (Kelsen) estrutura o
ordenamento em hierarquia fundada em norma hipotética fundamental, com separação metodológica entre
direito e moral e a concepção normativa/concretizadora (Hesse) destaca a força normativa da Constituição
mediante interação entre norma e realidade.
D
a concepção jurídica (Kelsen) sustenta que a Constituição deve ser lida como síntese dos valores
sociais vigentes e, por isso, seu fundamento de validade deriva diretamente da moral social e a concepção
sociológica (Lassalle) defende que a Constituição transforma a realidade por hermenêutica concretizadora.
E
a concepção normativa/concretizadora (Hesse) afirma que a Constituição é apenas um texto que
converte fatores reais de poder em norma, sendo irrelevante a comunicação entre norma e fato; por sua
vez, a concepção política (Schmitt) limita a Constituição ao conjunto de normas formalmente
constitucionais.
Respondida
Segundo Karl Loewenstein, a constituição normativa é aquela que