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Respondida
Sobre Segurança e Medicina no Trabalho, nos termos da Legislação Trabalhista pertinente, é CORRETO afirmar:
Respondida
Um operário trabalhou por cinco anos na Empresa Metalúrgica Alfa, exercendo as funções de mecânico de máquinas. Durante o contrato, nunca utilizou equipamentos de proteção individual (EPI). Em seu ambiente de trabalho, esse operário esteve submetido a agentes físicos (ruídos acima dos limites de tolerância estabelecidos pelas normas próprias) e químicos (manuseio de graxas e óleos minerais sem a devida proteção) nocivos à saúde. Nessa situação, conforme regras contidas na Consolidação das Leis do Trabalho, esse operário poderá pleitear em Juízo, após a realização de prova pericial técnica, o pagamento de adicional de:
Respondida
Conforme a Lei 6.514, de 22 de dezembro de 1977, que alterou o Capítulo V do
Titulo II da Consolidação das Leis do Trabalho, relativo à segurança e medicina do
trabalho e dá outras providências, nenhum estabelecimento poderá iniciar suas
atividades sem prévia inspeção e aprovação das respectivas instalações pela autoridade regional competente em matéria de segurança e medicina do trabalho. O
Delegado Regional do Trabalho, à vista do laudo técnico do serviço competente
que demonstre grave e iminente risco para o trabalhador, poderá interditar estabelecimento, setor de serviço, máquina ou equipamento, ou embargar obra, indicando na decisão, tomada com a brevidade que a ocorrência exigir, as providências que deverão ser adotadas para prevenção de infortúnios de trabalho.
Em relação ao esse assunto, INCORRETO afirmar:
A
A interdição ou embargo poderão ser requeridos pelo serviço competente
da Delegacia Regional do Trabalho e, ainda, por agente da inspeção do trabalho ou por entidade sindical.
B
As autoridades federais, estaduais e municipais darão imediato apoio às
medidas determinadas pelo Delegado Regional do Trabalho.
C
Da decisão do Delegado Regional do Trabalho poderão os interessados recorrer, no prazo de 10 (dez) dias, para o órgão de âmbito nacional competente em matéria de segurança e medicina do trabalho, ao qual será facultado dar efeito suspensivo ao recurso.
D
O Delegado Regional do Trabalho, havendo a impetração de recurso, e após
laudo técnico do serviço competente, poderá levantar a interdição.
E
Responderá por desobediência, além das medidas penais cabíveis, quem,
após determinada a interdição ou embargo, ordenar ou permitir o funcionamento do estabelecimento ou de um dos seus setores, a utilização de máquina ou equipamento, ou o prosseguimento de obra, se, em consequência,
resultarem danos a terceiros.
Respondida
Observando os termos da legislação vigente, é INCORRETO afirmar:
A
Considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não
exceda a trinta e duas horas semanais, sem a possibilidade de horas
suplementares semanais, ou, ainda, aquele cuja duração não exceda a vinte
e seis horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas
suplementares semanais, observado o limite de trinta e duas horas.
B
É facultado às partes, mediante acordo individual escrito, convenção
coletiva ou acordo coletivo de trabalho, estabelecer horário de trabalho de
doze horas seguidas por trinta e seis horas ininterruptas de descanso,
observados ou indenizados os intervalos para repouso e alimentação.
C
Nas atividades insalubres, quaisquer prorrogações só poderão ser
acordadas mediante licença prévia das autoridades competentes em
matéria de higiene do trabalho, as quais, para esse efeito, procederão aos
necessários exames locais e à verificação dos métodos e processos de
trabalho, quer diretamente, quer por intermédio de autoridades sanitárias
federais, estaduais e municipais, com quem entrarão em entendimento para
tal fim. Excetuam-se da exigência de licença prévia as jornadas de doze
horas de trabalho por trinta e seis horas ininterruptas de descanso.
D
O tempo despendido pelo empregado desde a sua residência até a efetiva
ocupação do posto de trabalho e para o seu retorno, caminhando ou por
qualquer meio de transporte, inclusive o fornecido pelo empregador, não
será computado na jornada de trabalho, por não ser tempo à disposição do
empregador.
E
Ocorrendo necessidade imperiosa, poderá a duração do trabalho exceder
do limite legal ou convencionado, seja para fazer face a motivo de força
maior, seja para atender à realização ou conclusão de serviços inadiáveis
ou cuja inexecução possa acarretar prejuízo manifesto.
Respondida
É CORRETO afirmar que o empregado poderá deixar de comparecer ao serviço,
sem prejuízo do salário,
A
até 2 (dois) dias consecutivos, em caso de falecimento do cônjuge,
ascendente, descendente, irmão ou pessoa que, declarada em sua carteira
de trabalho e previdência social, viva sob sua dependência econômica.
B
até 2 (dois) dias, em cada 12 (doze) meses de trabalho, em caso de
realização de exames preventivos de câncer, devidamente comprovada.
C
até 5 (cinco) dias consecutivos, em virtude de casamento.
D
por 3 (três) dias, por ano, para acompanhar filho de até 6 (seis) anos em
consulta médica.
E
por 4 (quatro) dias, em cada 12 (doze) meses de trabalho, em caso de
doação voluntária de sangue, devidamente comprovada.
Respondida
Sobre as garantias provisórias e estabilidade ao emprego, de acordo com
entendimento sumulado do TST, NÃO é correto afirmar:
Respondida
Em relação à equiparação salarial, de acordo com a legislação vigente, é
INCORRETO afirmar:
A
A equiparação salarial só será possível entre empregados contemporâneos
no cargo ou na função, ficando vedada a indicação de paradigmas remotos,
ainda que o paradigma contemporâneo tenha obtido a vantagem em ação
judicial própria.
B
Não há equiparação salarial, quando o empregador tiver pessoal organizado
em quadro de carreira ou adotar, por meio de norma interna da empresa ou
de negociação coletiva, plano de cargos e salários, dispensada qualquer
forma de homologação ou registro em órgão público.
C
No caso de comprovada discriminação por motivo de sexo ou etnia, o juízo
determinará, além do pagamento das diferenças salariais devidas, multa,
em favor do empregado discriminado, no valor duas vezes o limite máximo
dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social.
D
O trabalhador readaptado em nova função por motivo de deficiência física
ou mental atestada pelo órgão competente da Previdência Social não servirá
de paradigma para fins de equiparação salarial.
E
Sendo idêntica a função, a todo trabalho de igual valor, prestado ao mesmo
empregador, no mesmo estabelecimento empresarial, corresponderá igual
salário, sem distinção de sexo, etnia, nacionalidade ou idade.
Respondida
Em relação ao aviso prévio, considerando o entendimento sumulado do TST e a
legislação vigente, NÃO é correto afirmar:
A
A falta de aviso prévio por parte do empregado dá ao empregador o direito
de descontar os salários correspondentes ao prazo respectivo.
B
A projeção do contrato de trabalho para o futuro, pela concessão do aviso
prévio indenizado, tem efeitos limitados às vantagens econômicas obtidas
no período de pré-aviso, ou seja, salários, reflexos e verbas rescisórias. No
caso de concessão de auxílio-doença no curso do aviso prévio, todavia, só
se concretizam os efeitos da dispensa depois de expirado o benefício
previdenciário.
C
É inválida a concessão do aviso prévio na fluência da garantia de emprego,
ante a incompatibilidade dos dois institutos.
D
Na contagem do prazo do aviso prévio, inclui-se o dia da comunicação e o
dia final do vencimento, uma vez que não se trata de prazo processual, mas
sim de direito material.
E
O direito ao aviso prévio é irrenunciável pelo empregado. O pedido de
dispensa de cumprimento não exime o empregador de pagar o respectivo
valor, salvo comprovação de haver o prestador dos serviços obtido novo
emprego.
Respondida
Em relação ao salário utilidade, NÃO é correto afirmar:
A
Em relação aos trabalhadores urbanos, a habitação e a alimentação
fornecidas como salário-utilidade deverão atender aos fins a que se
destinam e não poderão exceder, respectivamente, a 25% (vinte e cinco por
cento) e 20% (vinte por cento) do salário-contratual.
B
O cigarro não se considera salário utilidade em face de sua nocividade à
saúde.
C
O valor relativo à assistência prestada por serviço médico ou odontológico,
próprio ou não, inclusive o reembolso de despesas com medicamentos,
óculos, aparelhos ortopédicos, próteses, órteses, despesas médico hospitalares e outras similares, mesmo quando concedido em diferentes
modalidades de planos e coberturas, não integram o salário do empregado
para qualquer efeito.
D
O veículo fornecido pelo empregador ao empregado, quando indispensável
para a realização do trabalho, não tem natureza salarial, salvo no caso de
veículo que seja utilizado pelo empregado também em atividades
particulares.
E
Os vestuários, equipamentos e outros acessórios fornecidos aos
empregados e utilizados no local de trabalho para a prestação do serviço,
são exemplos de utilidades que não são consideradas como salário.
Respondida
Em relação a greve, de acordo com a legislação correspondente, NÃO são
considerados serviços ou atividades essenciais: