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TEXTO 1
Boa parte da confusão sobre a avaliação formal poderia ser evitada se a dimensão da compreensão musical recebesse uma atenção explícita desde o começo. Podemos pensar a compreensão musical revelada por quatro camadas cumulativas — material, expressão, forma e valor — como critérios observáveis em atividades de composição, execução e apreciação.
SWANWICK, K. Ensinando música musicalmente. São Paulo: Moderna, 2003 (adaptado).
TEXTO 2
Um professor de Música do Ensino Fundamental desenvolveu com suas turmas dos Anos Finais uma sequência didática que intitulou de A música do som da escola. Como forma de inspirá-los nas criações, o professor reproduziu no aparelho de som a obra Relojes, da compositora Judith Akoschky, que explora musicalmente os sons produzidos por diferentes tipos de relógios. Em seguida, o professor solicitou aos estudantes que realizassem um “passeio sonoro pela escola”. Em sala, dividiu a turma em grupos e solicitou-lhes que organizassem os sons percebidos e mapeados em estruturas musicais com início, meio e fim. Orientou que adicionassem às composições elementos expressivos, como variações de intensidades e dinâmicas. O projeto culminou na apresentação das composições musicais.
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Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br. Acesso em: 4 jul. 2025 (adaptado).
Com base nesse texto, o professor de Artes Visuais propõe a realização de uma ação cultural escolar voltada para os Anos Finais do Ensino Fundamental, que dialogue com a diversidade de públicos. Qual proposta amplia o acesso à arte em consonância com o sistema moderno de circulação de arte?
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AZEVEDO, F. et al. O aluno daltônico e as aulas de arte: uma reflexão na prática. In: Anales del XXXII Congreso de la Asociación
Latinoamericana de Sociología. Disponível em: www.aacademica.org. Acesso em: 5 jul. 2025 (adaptado).
Tendo em vista as ideias do texto, uma ação artístico-pedagógica realizada pelo professor de Artes Visuais deve
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Aníbal López, artista guatemalteco que assinava com o número de seu documento de identidade, A-153167, realizou performances de caráter político que questionavam estruturas sociais e culturais. Em sua ação Una tonelada de libros tirada sobre la Avenida de la Reforma (2003), López contratou um caminhão para despejar uma tonelada de livros usados sobre uma das ruas mais movimentadas da Cidade da Guatemala, durante o horário de pico. A intervenção causou congestionamento, atraiu a polícia e despertou a curiosidade dos passantes, que aos poucos recolheram os livros e os levaram consigo. A obra criticava a desigualdade no acesso à cultura em um país onde apenas 74% da população estava alfabetizada, evidenciando o contraste entre a oferta física de livros e a capacidade real de leitura e apropriação do conhecimento.
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GARCÍA, J. T. América invertida. Tinta sobre papel,
15 × 12 cm. Museu Torres García, Montevidéu, 1943.
Disponível: www.torresgarcia.org.uy. Acesso em: 30 jul. 2025.
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AITA, Z. Homens trabalhando. Óleo sobre tela, 22 × 29 cm. Coleção Particular, São Paulo, 1922.
Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br. Acesso em: 30 jul. 2025.
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