A violência obstétrica, caracterizada por práticas desrespeitosas, negligentes ou abusivas durante a gestação,
parto ou pós-parto, pode afetar diretamente a saúde e o desenvolvimento do recém-nascido. Considerando o
Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que garante à criança o direito à vida, à saúde e à dignidade,
assinale a alternativa que melhor representa a relação entre a violência obstétrica e a proteção neonatal:
A Lei nº 15.139 de maio de 2025 institui a Política Nacional de Humanização do Luto Materno e Parental.
Segundo ela, cabe aos serviços de saúde públicos e privados, independentemente de sua forma, organização
jurídica e gestão, a adoção das seguintes condutas em casos de perda gestacional, de óbito fetal e de óbito
neonatal:
Ao nascimento, se o recém-nascido com idade gestacional ≥34 semanas não estiver respirando ou chorando,
não iniciar movimentos respiratórios regulares e/ou apresentar tônus muscular flácido, ele deve ser
considerado com vitalidade comprometida e conduzido imediatamente à mesa de reanimação, seguindo os
passos de estabilização neonatal. Sobre esse tema, é correto afirmar que
Profissionais que atuam no apoio à amamentação devem possuir conhecimentos que favoreçam a
compreensão dos aspectos fisiológicos do recém-nascido e da pessoa que amamenta, a fim de evitar a
interpretação equivocada de processos naturais como anormalidades, culminando com a suplementação
inadequada com fórmulas infantis no período neonatal imediato. No acompanhamento do início da
amamentação deve-se considerar que
Ao iniciar o estágio supervisionado em um centro obstétrico, a docente/preceptora verificou que havia uma
gestante em fase ativa de trabalho de parto prematuro, com 32 semanas e 3 dias de gestação e peso fetal
estimado de 1.800g. Devido a uma intercorrência neonatal anterior, o material de reanimação da sala de parto
não se encontrava organizado. Diante disso, juntamente com os estudantes, ela preparou o material adequado
para o suporte ao recém-nascido, que consiste em:
O exame físico geral é fundamental para a avaliação clínica do recém-nascido, pois possibilita a identificação
precoce de alterações e contribui para o acompanhamento adequado de sua adaptação à vida extrauterina.
Sobre a sua realização, podemos afirmar que
Em um atendimento domiciliar para consultoria neonatal, uma enfermeira se deparou com a seguinte situação:
RN com 6 dias de vida apresentando choro persistente e irritabilidade. A puérpera refere que, desde que
chegaram da maternidade há 3 dias, não consegue amamentar adequadamente devido à dor intensa nos
mamilos provocada pelo excesso de sucção da filha. Ao exame, RN com fontanela anterior discretamente
deprimida, lacrimejamento diminuído e oligúria. Mamilos maternos com fissuras extensas bilateralmente, fluxo
lácteo adequado à expressão. Ao analisar essa situação, a enfermeira constatou que se tratava de
Na sala de parto, ao recepcionar um RN de 39 semanas, saudável, que está respirando ou chorando, com
tônus muscular em flexão e presença de mecônio fluido, é possível afirmar que