Foram encontradas 7.480 questões.
| competentes | sistema 1 | sistema 2 |
| arroz | 62,00 |
31,00 |
|
centrossema |
5,11 |
79,00 |
|
mandioca |
276,00 |
854,00 |
|
mucuna |
24,00 |
23,00 |
|
açaí |
1.017,00 |
– |
|
columbrina |
27,00 |
– |
|
cupuaçu |
3.877,00 |
2.553,00 |
|
glicídia |
3,00 |
448,00 |
|
pupunha fruto |
1.070,00 |
– |
|
pupunha palmito |
369,00 |
– |
|
acerola |
– |
385,00 |
|
araçá-boi |
– |
413,00 |
|
castanha-do-brasil |
– |
882,00 |
|
ingá |
– |
310,00 |
|
jenipapo |
– |
1.350,00 |
|
maracujá |
– |
393,00 |
|
mogno |
– |
1.004,00 |
|
teca |
– |
2.389,00 |
|
valor do sistema |
6.730,11 |
11.114,00 |
M. J. C. Santos. Avaliação econômica de quatro modelos agroflorestais
em áreas degradadas por pastagens na Amazônia Ocidental.
Dissertação de mestrado. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.
SP; Piracicaba, p. 75, 2000 (com a d a p t a ç õ e s ) .
Considerando a tabela acima, que apresenta a rentabilidade econômica, em reais, para dois sistemas agrossilviculturais implantados, em áreas degradadas na Amazônia Ocidental, com taxa de desconto de 6%, julgue o item a seguir, a respeito da avaliação de projetos, utilizando o critério econômico do valor presente líquido (VPL) e do valor esperado da terra.
A rentabilidade econômica dos sistemas agrossilviculturais 1 e 2 apresentados na tabela tem nas culturas anuais seus maiores representantes, responsáveis por mais de 80% da rentabilidade.
Provas
| competentes | sistema 1 | sistema 2 |
| arroz | 62,00 |
31,00 |
|
centrossema |
5,11 |
79,00 |
|
mandioca |
276,00 |
854,00 |
|
mucuna |
24,00 |
23,00 |
|
açaí |
1.017,00 |
– |
|
columbrina |
27,00 |
– |
|
cupuaçu |
3.877,00 |
2.553,00 |
|
glicídia |
3,00 |
448,00 |
|
pupunha fruto |
1.070,00 |
– |
|
pupunha palmito |
369,00 |
– |
|
acerola |
– |
385,00 |
|
araçá-boi |
– |
413,00 |
|
castanha-do-brasil |
– |
882,00 |
|
ingá |
– |
310,00 |
|
jenipapo |
– |
1.350,00 |
|
maracujá |
– |
393,00 |
|
mogno |
– |
1.004,00 |
|
teca |
– |
2.389,00 |
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valor do sistema |
6.730,11 |
11.114,00 |
M. J. C. Santos. Avaliação econômica de quatro modelos agroflorestais
em áreas degradadas por pastagens na Amazônia Ocidental.
Dissertação de mestrado. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.
SP; Piracicaba, p. 75, 2000 (com a d a p t a ç õ e s ) .
Considerando a tabela acima, que apresenta a rentabilidade econômica, em reais, para dois sistemas agrossilviculturais implantados, em áreas degradadas na Amazônia Ocidental, com taxa de desconto de 6%, julgue o item a seguir, a respeito da avaliação de projetos, utilizando o critério econômico do valor presente líquido (VPL) e do valor esperado da terra.
O VPL para culturas de duração definida pode ser calculado usando-se a fórmula a seguir, em que Rt é o custo total ao final do ano ou período de tempo t; Ct é a receita total ao final do ano ou período de tempo t; i é a taxa de desconto; e n, a duração do projeto em anos ou período de tempo.
!$ VPL=\sum^n_{t=0}\dfrac{R}{(1+i)^t}-\sum^n_{t=0}\dfrac{C_t}{(1+i)^t} !$
Provas
| competentes | sistema 1 | sistema 2 |
| arroz | 62,00 |
31,00 |
|
centrossema |
5,11 |
79,00 |
|
mandioca |
276,00 |
854,00 |
|
mucuna |
24,00 |
23,00 |
|
açaí |
1.017,00 |
– |
|
columbrina |
27,00 |
– |
|
cupuaçu |
3.877,00 |
2.553,00 |
|
glicídia |
3,00 |
448,00 |
|
pupunha fruto |
1.070,00 |
– |
|
pupunha palmito |
369,00 |
– |
|
acerola |
– |
385,00 |
|
araçá-boi |
– |
413,00 |
|
castanha-do-brasil |
– |
882,00 |
|
ingá |
– |
310,00 |
|
jenipapo |
– |
1.350,00 |
|
maracujá |
– |
393,00 |
|
mogno |
– |
1.004,00 |
|
teca |
– |
2.389,00 |
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valor do sistema |
6.730,11 |
11.114,00 |
M. J. C. Santos. Avaliação econômica de quatro modelos agroflorestais
em áreas degradadas por pastagens na Amazônia Ocidental.
Dissertação de mestrado. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.
SP; Piracicaba, p. 75, 2000 (com a d a p t a ç õ e s ) .
Considerando a tabela acima, que apresenta a rentabilidade econômica, em reais, para dois sistemas agrossilviculturais implantados, em áreas degradadas na Amazônia Ocidental, com taxa de desconto de 6%, julgue o item a seguir, a respeito da avaliação de projetos, utilizando o critério econômico do valor presente líquido (VPL) e do valor esperado da terra.
Projetos com duração definida terão VPL positivo quando o valor presente das receitas for maior que o valor presente dos custos. Em função disso, são esperados valores maiores de VPL com o aumento do valor da taxa interna de desconto.
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| competentes | sistema 1 | sistema 2 |
| arroz | 62,00 |
31,00 |
|
centrossema |
5,11 |
79,00 |
|
mandioca |
276,00 |
854,00 |
|
mucuna |
24,00 |
23,00 |
|
açaí |
1.017,00 |
– |
|
columbrina |
27,00 |
– |
|
cupuaçu |
3.877,00 |
2.553,00 |
|
glicídia |
3,00 |
448,00 |
|
pupunha fruto |
1.070,00 |
– |
|
pupunha palmito |
369,00 |
– |
|
acerola |
– |
385,00 |
|
araçá-boi |
– |
413,00 |
|
castanha-do-brasil |
– |
882,00 |
|
ingá |
– |
310,00 |
|
jenipapo |
– |
1.350,00 |
|
maracujá |
– |
393,00 |
|
mogno |
– |
1.004,00 |
|
teca |
– |
2.389,00 |
|
valor do sistema |
6.730,11 |
11.114,00 |
M. J. C. Santos. Avaliação econômica de quatro modelos agroflorestais
em áreas degradadas por pastagens na Amazônia Ocidental.
Dissertação de mestrado. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.
SP; Piracicaba, p. 75, 2000 (com a d a p t a ç õ e s ) .
Considerando a tabela acima, que apresenta a rentabilidade econômica, em reais, para dois sistemas agrossilviculturais implantados, em áreas degradadas na Amazônia Ocidental, com taxa de desconto de 6%, julgue o item a seguir, a respeito da avaliação de projetos, utilizando o critério econômico do valor presente líquido (VPL) e do valor esperado da terra.
Ao se avaliar um projeto usando o VPL como critério de decisão, aceitam-se os investimentos com VPL positivo e, consequentemente, rejeitam-se aqueles com VPL negativo e, para as oportunidades de investimentos mutuamente exclusivas, escolhe-se aquela com maior VPL.
Provas
|
fronteira |
número de polos madeireiros |
número de empresas |
consumo de toras (1000 m3) |
número de |
|
antigas |
37 | 1.185 | 12.680 | 182.930 |
|
intermediárias |
26 | 751 | 5.960 | 99.212 |
|
recentes |
10 | 347 | 2.830 | 40.538 |
|
estuário |
9 | 849 | 2.990 | 57.042 |
|
Amazônia |
82 | 3.132 | 24.460 | 379.622 |
M. Lentini, D. Pereira, D. Celentano e R. Pereira. Fatos florestais da
Amazônia. Belém: Imazon, 2005 (com adaptações).
A eficiência técnica das serrarias, no processamento de toras provenientes das fronteiras de exploração, é uma importante questão de desenvolvimento sustentável, uma vez que maiores níveis de eficiência implicam menores áreas florestais exploradas para atender à demanda de madeira. Considerando a tabela acima, que apresenta resultados parciais de um trabalho desenvolvido nas fronteiras de exploração de madeira na Amazônia brasileira, em 2004, julgue o item subsequente.
A exploração madeireira hoje representa um fator importante para a economia da Amazônia brasileira, cuja participação no mercado internacional de madeira tropical tende a aumentar em função do esgotamento dos estoques de madeira oriunda de florestas naturais na Malásia e Indonésia.
Provas
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fronteira |
número de polos madeireiros |
número de empresas |
consumo de toras (1000 m3) |
número de |
|
antigas |
37 | 1.185 | 12.680 | 182.930 |
|
intermediárias |
26 | 751 | 5.960 | 99.212 |
|
recentes |
10 | 347 | 2.830 | 40.538 |
|
estuário |
9 | 849 | 2.990 | 57.042 |
|
Amazônia |
82 | 3.132 | 24.460 | 379.622 |
M. Lentini, D. Pereira, D. Celentano e R. Pereira. Fatos florestais da
Amazônia. Belém: Imazon, 2005 (com adaptações).
A eficiência técnica das serrarias, no processamento de toras provenientes das fronteiras de exploração, é uma importante questão de desenvolvimento sustentável, uma vez que maiores níveis de eficiência implicam menores áreas florestais exploradas para atender à demanda de madeira. Considerando a tabela acima, que apresenta resultados parciais de um trabalho desenvolvido nas fronteiras de exploração de madeira na Amazônia brasileira, em 2004, julgue o item subsequente.
As microsserrarias utilizam serras de fita e circulares ultrapassadas e formam a típica empresa que predomina no estuário amazônico, trabalhando o ano inteiro e empregando pessoal oriundo de outras regiões.
Provas
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fronteira |
número de polos madeireiros |
número de empresas |
consumo de toras (1000 m3) |
número de |
|
antigas |
37 | 1.185 | 12.680 | 182.930 |
|
intermediárias |
26 | 751 | 5.960 | 99.212 |
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recentes |
10 | 347 | 2.830 | 40.538 |
|
estuário |
9 | 849 | 2.990 | 57.042 |
|
Amazônia |
82 | 3.132 | 24.460 | 379.622 |
M. Lentini, D. Pereira, D. Celentano e R. Pereira. Fatos florestais da
Amazônia. Belém: Imazon, 2005 (com adaptações).
A eficiência técnica das serrarias, no processamento de toras provenientes das fronteiras de exploração, é uma importante questão de desenvolvimento sustentável, uma vez que maiores níveis de eficiência implicam menores áreas florestais exploradas para atender à demanda de madeira. Considerando a tabela acima, que apresenta resultados parciais de um trabalho desenvolvido nas fronteiras de exploração de madeira na Amazônia brasileira, em 2004, julgue o item subsequente.
O volume de toras, por empresas, consumido pelas fronteiras madeireiras recentes é menor que o volume consumido pelas fronteiras madeireiras intermediárias e do estuário.
Provas
|
fronteira |
número de polos madeireiros |
número de empresas |
consumo de toras (1000 m3) |
número de |
|
antigas |
37 | 1.185 | 12.680 | 182.930 |
|
intermediárias |
26 | 751 | 5.960 | 99.212 |
|
recentes |
10 | 347 | 2.830 | 40.538 |
|
estuário |
9 | 849 | 2.990 | 57.042 |
|
Amazônia |
82 | 3.132 | 24.460 | 379.622 |
M. Lentini, D. Pereira, D. Celentano e R. Pereira. Fatos florestais da
Amazônia. Belém: Imazon, 2005 (com adaptações).
A eficiência técnica das serrarias, no processamento de toras provenientes das fronteiras de exploração, é uma importante questão de desenvolvimento sustentável, uma vez que maiores níveis de eficiência implicam menores áreas florestais exploradas para atender à demanda de madeira. Considerando a tabela acima, que apresenta resultados parciais de um trabalho desenvolvido nas fronteiras de exploração de madeira na Amazônia brasileira, em 2004, julgue o item subsequente.
As fronteiras madeireiras antigas e do estuário consomem um volume maior que 300.000 m3/polo cada uma, enquanto as intermediárias e as recentes consomem um volume maior que 200.000 m3/polo cada.
Provas
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fronteira |
número de polos madeireiros |
número de empresas |
consumo de toras (1000 m3) |
número de |
|
antigas |
37 | 1.185 | 12.680 | 182.930 |
|
intermediárias |
26 | 751 | 5.960 | 99.212 |
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recentes |
10 | 347 | 2.830 | 40.538 |
|
estuário |
9 | 849 | 2.990 | 57.042 |
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Amazônia |
82 | 3.132 | 24.460 | 379.622 |
M. Lentini, D. Pereira, D. Celentano e R. Pereira. Fatos florestais da
Amazônia. Belém: Imazon, 2005 (com adaptações).
A eficiência técnica das serrarias, no processamento de toras provenientes das fronteiras de exploração, é uma importante questão de desenvolvimento sustentável, uma vez que maiores níveis de eficiência implicam menores áreas florestais exploradas para atender à demanda de madeira. Considerando a tabela acima, que apresenta resultados parciais de um trabalho desenvolvido nas fronteiras de exploração de madeira na Amazônia brasileira, em 2004, julgue o item subsequente.
As indústrias madeireiras de Paragominas, Sinop e Tailândia, entre outras, têm investido, nos últimos anos, em fábricas de laminados, compensados e produtos engenheirados de madeira, com o objetivo de agregar valor à produção madeireira, uma vez que são crescentes a escassez de madeira e a pressão de órgãos fiscalizadores.
Provas
|
espécies |
sobrevivência (%) |
densidade |
|
Jacaranda copaia (pará-pará) |
80 |
0,38 – 0,40 |
|
Bertholletia excelsa (castanheira) |
80 |
0,70 – 0,75 |
|
Dipterix odorata (cumaru) |
92 |
0,91 – 1,00 |
|
Bagassa guianensis (tatajuba) |
100 |
0,75 – 0,85 |
|
Carapa guianensis (andiroba) |
76 |
0,70 – 0,75 |
|
Goupia glabra (cupiúba) |
48 |
0,80 – 0,90 |

H. Tonini, M. M. C. Oliveira Junior e D. Schwengber. Crescimento de espécies
nativas da Amazônia submetidas ao plantio no estado de Roraima. In: Ciência
Florestal, Santa Maria, v. 18, n.o 2, p. 151-8, 2008 (com adaptações).
Na tabela e nas figuras 1 e 2 acima, apresentam-se resultados de um trabalho realizado no estado de Roraima com o objetivo de analisar o crescimento, em altura e diâmetro de espécies nativas, em um ensaio preliminar em área de floresta durante nove anos, onde foram plantadas trinta árvores de cada espécie. Acerca desses resultados e dos fenômenos que envolvem o crescimento de árvores, julgue o item a seguir.
A tendência observada de redução do incremento médio em diâmetro e altura para todas as espécies estudadas pode estar relacionada à competição por luz e nutrientes em função do fechamento do dossel e à expansão do sistema radicular.
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