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2641172 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BASA
competentes sistema 1 sistema 2
arroz 62,00

31,00

centrossema

5,11

79,00

mandioca

276,00

854,00

mucuna

24,00

23,00

açaí

1.017,00

columbrina

27,00

cupuaçu

3.877,00

2.553,00

glicídia

3,00

448,00

pupunha fruto

1.070,00

pupunha palmito

369,00

acerola

385,00

araçá-boi

413,00

castanha-do-brasil

882,00

ingá

310,00

jenipapo

1.350,00

maracujá

393,00

mogno

1.004,00

teca

2.389,00

valor do sistema

6.730,11

11.114,00

M. J. C. Santos. Avaliação econômica de quatro modelos agroflorestais
em áreas degradadas por pastagens na Amazônia Ocidental.
Dissertação de mestrado. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.
SP; Piracicaba, p. 75, 2000 (com a d a p t a ç õ e s ) .

Considerando a tabela acima, que apresenta a rentabilidade econômica, em reais, para dois sistemas agrossilviculturais implantados, em áreas degradadas na Amazônia Ocidental, com taxa de desconto de 6%, julgue o item a seguir, a respeito da avaliação de projetos, utilizando o critério econômico do valor presente líquido (VPL) e do valor esperado da terra.

A rentabilidade econômica dos sistemas agrossilviculturais 1 e 2 apresentados na tabela tem nas culturas anuais seus maiores representantes, responsáveis por mais de 80% da rentabilidade.

 

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2641171 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BASA
competentes sistema 1 sistema 2
arroz 62,00

31,00

centrossema

5,11

79,00

mandioca

276,00

854,00

mucuna

24,00

23,00

açaí

1.017,00

columbrina

27,00

cupuaçu

3.877,00

2.553,00

glicídia

3,00

448,00

pupunha fruto

1.070,00

pupunha palmito

369,00

acerola

385,00

araçá-boi

413,00

castanha-do-brasil

882,00

ingá

310,00

jenipapo

1.350,00

maracujá

393,00

mogno

1.004,00

teca

2.389,00

valor do sistema

6.730,11

11.114,00

M. J. C. Santos. Avaliação econômica de quatro modelos agroflorestais
em áreas degradadas por pastagens na Amazônia Ocidental.
Dissertação de mestrado. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.
SP; Piracicaba, p. 75, 2000 (com a d a p t a ç õ e s ) .

Considerando a tabela acima, que apresenta a rentabilidade econômica, em reais, para dois sistemas agrossilviculturais implantados, em áreas degradadas na Amazônia Ocidental, com taxa de desconto de 6%, julgue o item a seguir, a respeito da avaliação de projetos, utilizando o critério econômico do valor presente líquido (VPL) e do valor esperado da terra.

O VPL para culturas de duração definida pode ser calculado usando-se a fórmula a seguir, em que Rt é o custo total ao final do ano ou período de tempo t; Ct é a receita total ao final do ano ou período de tempo t; i é a taxa de desconto; e n, a duração do projeto em anos ou período de tempo.

!$ VPL=\sum^n_{t=0}\dfrac{R}{(1+i)^t}-\sum^n_{t=0}\dfrac{C_t}{(1+i)^t} !$

 

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2641170 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BASA
competentes sistema 1 sistema 2
arroz 62,00

31,00

centrossema

5,11

79,00

mandioca

276,00

854,00

mucuna

24,00

23,00

açaí

1.017,00

columbrina

27,00

cupuaçu

3.877,00

2.553,00

glicídia

3,00

448,00

pupunha fruto

1.070,00

pupunha palmito

369,00

acerola

385,00

araçá-boi

413,00

castanha-do-brasil

882,00

ingá

310,00

jenipapo

1.350,00

maracujá

393,00

mogno

1.004,00

teca

2.389,00

valor do sistema

6.730,11

11.114,00

M. J. C. Santos. Avaliação econômica de quatro modelos agroflorestais
em áreas degradadas por pastagens na Amazônia Ocidental.
Dissertação de mestrado. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.
SP; Piracicaba, p. 75, 2000 (com a d a p t a ç õ e s ) .

Considerando a tabela acima, que apresenta a rentabilidade econômica, em reais, para dois sistemas agrossilviculturais implantados, em áreas degradadas na Amazônia Ocidental, com taxa de desconto de 6%, julgue o item a seguir, a respeito da avaliação de projetos, utilizando o critério econômico do valor presente líquido (VPL) e do valor esperado da terra.

Projetos com duração definida terão VPL positivo quando o valor presente das receitas for maior que o valor presente dos custos. Em função disso, são esperados valores maiores de VPL com o aumento do valor da taxa interna de desconto.

 

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2641169 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BASA
competentes sistema 1 sistema 2
arroz 62,00

31,00

centrossema

5,11

79,00

mandioca

276,00

854,00

mucuna

24,00

23,00

açaí

1.017,00

columbrina

27,00

cupuaçu

3.877,00

2.553,00

glicídia

3,00

448,00

pupunha fruto

1.070,00

pupunha palmito

369,00

acerola

385,00

araçá-boi

413,00

castanha-do-brasil

882,00

ingá

310,00

jenipapo

1.350,00

maracujá

393,00

mogno

1.004,00

teca

2.389,00

valor do sistema

6.730,11

11.114,00

M. J. C. Santos. Avaliação econômica de quatro modelos agroflorestais
em áreas degradadas por pastagens na Amazônia Ocidental.
Dissertação de mestrado. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.
SP; Piracicaba, p. 75, 2000 (com a d a p t a ç õ e s ) .

Considerando a tabela acima, que apresenta a rentabilidade econômica, em reais, para dois sistemas agrossilviculturais implantados, em áreas degradadas na Amazônia Ocidental, com taxa de desconto de 6%, julgue o item a seguir, a respeito da avaliação de projetos, utilizando o critério econômico do valor presente líquido (VPL) e do valor esperado da terra.

Ao se avaliar um projeto usando o VPL como critério de decisão, aceitam-se os investimentos com VPL positivo e, consequentemente, rejeitam-se aqueles com VPL negativo e, para as oportunidades de investimentos mutuamente exclusivas, escolhe-se aquela com maior VPL.

 

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2641168 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BASA

fronteira
madeireira

número de
polos
madeireiros
número de
empresas
consumo de
toras (1000 m3)

número de
empregos

antigas

37 1.185 12.680 182.930

intermediárias

26 751 5.960 99.212

recentes

10 347 2.830 40.538

estuário

9 849 2.990 57.042

Amazônia

82 3.132 24.460 379.622

M. Lentini, D. Pereira, D. Celentano e R. Pereira. Fatos florestais da
Amazônia. Belém: Imazon, 2005 (com adaptações).

A eficiência técnica das serrarias, no processamento de toras provenientes das fronteiras de exploração, é uma importante questão de desenvolvimento sustentável, uma vez que maiores níveis de eficiência implicam menores áreas florestais exploradas para atender à demanda de madeira. Considerando a tabela acima, que apresenta resultados parciais de um trabalho desenvolvido nas fronteiras de exploração de madeira na Amazônia brasileira, em 2004, julgue o item subsequente.

A exploração madeireira hoje representa um fator importante para a economia da Amazônia brasileira, cuja participação no mercado internacional de madeira tropical tende a aumentar em função do esgotamento dos estoques de madeira oriunda de florestas naturais na Malásia e Indonésia.

 

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2641167 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BASA

fronteira
madeireira

número de
polos
madeireiros
número de
empresas
consumo de
toras (1000 m3)

número de
empregos

antigas

37 1.185 12.680 182.930

intermediárias

26 751 5.960 99.212

recentes

10 347 2.830 40.538

estuário

9 849 2.990 57.042

Amazônia

82 3.132 24.460 379.622

M. Lentini, D. Pereira, D. Celentano e R. Pereira. Fatos florestais da
Amazônia. Belém: Imazon, 2005 (com adaptações).

A eficiência técnica das serrarias, no processamento de toras provenientes das fronteiras de exploração, é uma importante questão de desenvolvimento sustentável, uma vez que maiores níveis de eficiência implicam menores áreas florestais exploradas para atender à demanda de madeira. Considerando a tabela acima, que apresenta resultados parciais de um trabalho desenvolvido nas fronteiras de exploração de madeira na Amazônia brasileira, em 2004, julgue o item subsequente.

As microsserrarias utilizam serras de fita e circulares ultrapassadas e formam a típica empresa que predomina no estuário amazônico, trabalhando o ano inteiro e empregando pessoal oriundo de outras regiões.

 

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2641166 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BASA

fronteira
madeireira

número de
polos
madeireiros
número de
empresas
consumo de
toras (1000 m3)

número de
empregos

antigas

37 1.185 12.680 182.930

intermediárias

26 751 5.960 99.212

recentes

10 347 2.830 40.538

estuário

9 849 2.990 57.042

Amazônia

82 3.132 24.460 379.622

M. Lentini, D. Pereira, D. Celentano e R. Pereira. Fatos florestais da
Amazônia. Belém: Imazon, 2005 (com adaptações).

A eficiência técnica das serrarias, no processamento de toras provenientes das fronteiras de exploração, é uma importante questão de desenvolvimento sustentável, uma vez que maiores níveis de eficiência implicam menores áreas florestais exploradas para atender à demanda de madeira. Considerando a tabela acima, que apresenta resultados parciais de um trabalho desenvolvido nas fronteiras de exploração de madeira na Amazônia brasileira, em 2004, julgue o item subsequente.

O volume de toras, por empresas, consumido pelas fronteiras madeireiras recentes é menor que o volume consumido pelas fronteiras madeireiras intermediárias e do estuário.

 

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2641165 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BASA

fronteira
madeireira

número de
polos
madeireiros
número de
empresas
consumo de
toras (1000 m3)

número de
empregos

antigas

37 1.185 12.680 182.930

intermediárias

26 751 5.960 99.212

recentes

10 347 2.830 40.538

estuário

9 849 2.990 57.042

Amazônia

82 3.132 24.460 379.622

M. Lentini, D. Pereira, D. Celentano e R. Pereira. Fatos florestais da
Amazônia. Belém: Imazon, 2005 (com adaptações).

A eficiência técnica das serrarias, no processamento de toras provenientes das fronteiras de exploração, é uma importante questão de desenvolvimento sustentável, uma vez que maiores níveis de eficiência implicam menores áreas florestais exploradas para atender à demanda de madeira. Considerando a tabela acima, que apresenta resultados parciais de um trabalho desenvolvido nas fronteiras de exploração de madeira na Amazônia brasileira, em 2004, julgue o item subsequente.

As fronteiras madeireiras antigas e do estuário consomem um volume maior que 300.000 m3/polo cada uma, enquanto as intermediárias e as recentes consomem um volume maior que 200.000 m3/polo cada.

 

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2641164 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BASA

fronteira
madeireira

número de
polos
madeireiros
número de
empresas
consumo de
toras (1000 m3)

número de
empregos

antigas

37 1.185 12.680 182.930

intermediárias

26 751 5.960 99.212

recentes

10 347 2.830 40.538

estuário

9 849 2.990 57.042

Amazônia

82 3.132 24.460 379.622

M. Lentini, D. Pereira, D. Celentano e R. Pereira. Fatos florestais da
Amazônia. Belém: Imazon, 2005 (com adaptações).

A eficiência técnica das serrarias, no processamento de toras provenientes das fronteiras de exploração, é uma importante questão de desenvolvimento sustentável, uma vez que maiores níveis de eficiência implicam menores áreas florestais exploradas para atender à demanda de madeira. Considerando a tabela acima, que apresenta resultados parciais de um trabalho desenvolvido nas fronteiras de exploração de madeira na Amazônia brasileira, em 2004, julgue o item subsequente.

As indústrias madeireiras de Paragominas, Sinop e Tailândia, entre outras, têm investido, nos últimos anos, em fábricas de laminados, compensados e produtos engenheirados de madeira, com o objetivo de agregar valor à produção madeireira, uma vez que são crescentes a escassez de madeira e a pressão de órgãos fiscalizadores.

 

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2641163 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BASA

espécies

sobrevivência
(%)

densidade
da madeira
(g/cm3)

Jacaranda copaia (pará-pará)

80

0,38 – 0,40

Bertholletia excelsa (castanheira)

80

0,70 – 0,75

Dipterix odorata (cumaru)

92

0,91 – 1,00

Bagassa guianensis (tatajuba)

100

0,75 – 0,85

Carapa guianensis (andiroba)

76

0,70 – 0,75

Goupia glabra (cupiúba)

48

0,80 – 0,90

Enunciado 3222421-1

H. Tonini, M. M. C. Oliveira Junior e D. Schwengber. Crescimento de espécies
nativas da Amazônia submetidas ao plantio no estado de Roraima. In: Ciência
Florestal, Santa Maria, v. 18, n.o 2, p. 151-8, 2008 (com adaptações).

Na tabela e nas figuras 1 e 2 acima, apresentam-se resultados de um trabalho realizado no estado de Roraima com o objetivo de analisar o crescimento, em altura e diâmetro de espécies nativas, em um ensaio preliminar em área de floresta durante nove anos, onde foram plantadas trinta árvores de cada espécie. Acerca desses resultados e dos fenômenos que envolvem o crescimento de árvores, julgue o item a seguir.

A tendência observada de redução do incremento médio em diâmetro e altura para todas as espécies estudadas pode estar relacionada à competição por luz e nutrientes em função do fechamento do dossel e à expansão do sistema radicular.

 

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