Foram encontradas 7.480 questões.
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espécies |
sobrevivência (%) |
densidade |
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Jacaranda copaia (pará-pará) |
80 |
0,38 – 0,40 |
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Bertholletia excelsa (castanheira) |
80 |
0,70 – 0,75 |
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Dipterix odorata (cumaru) |
92 |
0,91 – 1,00 |
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Bagassa guianensis (tatajuba) |
100 |
0,75 – 0,85 |
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Carapa guianensis (andiroba) |
76 |
0,70 – 0,75 |
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Goupia glabra (cupiúba) |
48 |
0,80 – 0,90 |

H. Tonini, M. M. C. Oliveira Junior e D. Schwengber. Crescimento de espécies
nativas da Amazônia submetidas ao plantio no estado de Roraima. In: Ciência
Florestal, Santa Maria, v. 18, n.o 2, p. 151-8, 2008 (com adaptações).
Na tabela e nas figuras 1 e 2 acima, apresentam-se resultados de um trabalho realizado no estado de Roraima com o objetivo de analisar o crescimento, em altura e diâmetro de espécies nativas, em um ensaio preliminar em área de floresta durante nove anos, onde foram plantadas trinta árvores de cada espécie. Acerca desses resultados e dos fenômenos que envolvem o crescimento de árvores, julgue o item a seguir.
Espécies de estágios sucessionais mais avançados, com crescimento inicial mais lento, podem aumentar o ritmo com a idade, a exemplo da castanheira (Bertholletia excelsa), que apresenta uma melhora gradual de desempenho tanto para o diâmetro quanto para a altura, como mostram os gráficos A e B da figura 2.
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espécies |
sobrevivência (%) |
densidade |
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Jacaranda copaia (pará-pará) |
80 |
0,38 – 0,40 |
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Bertholletia excelsa (castanheira) |
80 |
0,70 – 0,75 |
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Dipterix odorata (cumaru) |
92 |
0,91 – 1,00 |
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Bagassa guianensis (tatajuba) |
100 |
0,75 – 0,85 |
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Carapa guianensis (andiroba) |
76 |
0,70 – 0,75 |
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Goupia glabra (cupiúba) |
48 |
0,80 – 0,90 |

H. Tonini, M. M. C. Oliveira Junior e D. Schwengber. Crescimento de espécies
nativas da Amazônia submetidas ao plantio no estado de Roraima. In: Ciência
Florestal, Santa Maria, v. 18, n.o 2, p. 151-8, 2008 (com adaptações).
Na tabela e nas figuras 1 e 2 acima, apresentam-se resultados de um trabalho realizado no estado de Roraima com o objetivo de analisar o crescimento, em altura e diâmetro de espécies nativas, em um ensaio preliminar em área de floresta durante nove anos, onde foram plantadas trinta árvores de cada espécie. Acerca desses resultados e dos fenômenos que envolvem o crescimento de árvores, julgue o item a seguir.
A partir dos gráficos da figura 1, é correto inferir que a espécie Jacaranda copaia (pará-pará) é, aos nove anos de idade, a espécie que apresenta o maior volume de madeira e a maior produção de biomassa por unidade de área.
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espécies |
sobrevivência (%) |
densidade |
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Jacaranda copaia (pará-pará) |
80 |
0,38 – 0,40 |
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Bertholletia excelsa (castanheira) |
80 |
0,70 – 0,75 |
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Dipterix odorata (cumaru) |
92 |
0,91 – 1,00 |
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Bagassa guianensis (tatajuba) |
100 |
0,75 – 0,85 |
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Carapa guianensis (andiroba) |
76 |
0,70 – 0,75 |
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Goupia glabra (cupiúba) |
48 |
0,80 – 0,90 |

H. Tonini, M. M. C. Oliveira Junior e D. Schwengber. Crescimento de espécies
nativas da Amazônia submetidas ao plantio no estado de Roraima. In: Ciência
Florestal, Santa Maria, v. 18, n.o 2, p. 151-8, 2008 (com adaptações).
Na tabela e nas figuras 1 e 2 acima, apresentam-se resultados de um trabalho realizado no estado de Roraima com o objetivo de analisar o crescimento, em altura e diâmetro de espécies nativas, em um ensaio preliminar em área de floresta durante nove anos, onde foram plantadas trinta árvores de cada espécie. Acerca desses resultados e dos fenômenos que envolvem o crescimento de árvores, julgue o item a seguir.
As medições de diâmetro e altura foram realizadas em 20 árvores de Jacaranda copaia, em 20 árvores de Bertholletia excelsa e em 30 árvores de Bagassa guianensis.
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espécies |
sobrevivência (%) |
densidade |
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Jacaranda copaia (pará-pará) |
80 |
0,38 – 0,40 |
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Bertholletia excelsa (castanheira) |
80 |
0,70 – 0,75 |
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Dipterix odorata (cumaru) |
92 |
0,91 – 1,00 |
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Bagassa guianensis (tatajuba) |
100 |
0,75 – 0,85 |
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Carapa guianensis (andiroba) |
76 |
0,70 – 0,75 |
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Goupia glabra (cupiúba) |
48 |
0,80 – 0,90 |

H. Tonini, M. M. C. Oliveira Junior e D. Schwengber. Crescimento de espécies
nativas da Amazônia submetidas ao plantio no estado de Roraima. In: Ciência
Florestal, Santa Maria, v. 18, n.o 2, p. 151-8, 2008 (com adaptações).
Na tabela e nas figuras 1 e 2 acima, apresentam-se resultados de um trabalho realizado no estado de Roraima com o objetivo de analisar o crescimento, em altura e diâmetro de espécies nativas, em um ensaio preliminar em área de floresta durante nove anos, onde foram plantadas trinta árvores de cada espécie. Acerca desses resultados e dos fenômenos que envolvem o crescimento de árvores, julgue o item a seguir.
As espécies em questão, aos dois anos de idade, dividem-se em dois grupos, com relação ao crescimento em altura: um composto pelas espécies pará-pará, tatajuba e cumaru, e outro grupo composto pelas espécies cupiúba, andiroba e castanheira. Nesses grupos, a diferença de altura entre a espécie de maior altura e a de menor altura passa de um valor em torno 2,5 m aos dois anos de idade para um valor acima de 5 m, aos nove anos de idade entre espécies de maior e menor altura.
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espécies |
sobrevivência (%) |
densidade |
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Jacaranda copaia (pará-pará) |
80 |
0,38 – 0,40 |
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Bertholletia excelsa (castanheira) |
80 |
0,70 – 0,75 |
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Dipterix odorata (cumaru) |
92 |
0,91 – 1,00 |
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Bagassa guianensis (tatajuba) |
100 |
0,75 – 0,85 |
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Carapa guianensis (andiroba) |
76 |
0,70 – 0,75 |
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Goupia glabra (cupiúba) |
48 |
0,80 – 0,90 |

H. Tonini, M. M. C. Oliveira Junior e D. Schwengber. Crescimento de espécies
nativas da Amazônia submetidas ao plantio no estado de Roraima. In: Ciência
Florestal, Santa Maria, v. 18, n.o 2, p. 151-8, 2008 (com adaptações).
Na tabela e nas figuras 1 e 2 acima, apresentam-se resultados de um trabalho realizado no estado de Roraima com o objetivo de analisar o crescimento, em altura e diâmetro de espécies nativas, em um ensaio preliminar em área de floresta durante nove anos, onde foram plantadas trinta árvores de cada espécie. Acerca desses resultados e dos fenômenos que envolvem o crescimento de árvores, julgue o item a seguir.
A castanheira, aos dois anos de idade, era a quinta espécie em crescimento em diâmetro, com valores abaixo de 2 cm, superando apenas a andiroba. Aos quatro anos de idade, a castanheira passa para o segundo posto em crescimento em diâmetro, à frente da tatajuba, do cumaru e da cupiúba.
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espécies |
sobrevivência (%) |
densidade |
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Jacaranda copaia (pará-pará) |
80 |
0,38 – 0,40 |
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Bertholletia excelsa (castanheira) |
80 |
0,70 – 0,75 |
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Dipterix odorata (cumaru) |
92 |
0,91 – 1,00 |
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Bagassa guianensis (tatajuba) |
100 |
0,75 – 0,85 |
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Carapa guianensis (andiroba) |
76 |
0,70 – 0,75 |
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Goupia glabra (cupiúba) |
48 |
0,80 – 0,90 |

H. Tonini, M. M. C. Oliveira Junior e D. Schwengber. Crescimento de espécies
nativas da Amazônia submetidas ao plantio no estado de Roraima. In: Ciência
Florestal, Santa Maria, v. 18, n.o 2, p. 151-8, 2008 (com adaptações).
Na tabela e nas figuras 1 e 2 acima, apresentam-se resultados de um trabalho realizado no estado de Roraima com o objetivo de analisar o crescimento, em altura e diâmetro de espécies nativas, em um ensaio preliminar em área de floresta durante nove anos, onde foram plantadas trinta árvores de cada espécie. Acerca desses resultados e dos fenômenos que envolvem o crescimento de árvores, julgue o item a seguir.
O pará-pará, uma espécie de madeira macia e com alta taxa de sobrevivência, apresentou crescimento superior em diâmetro em todas as idades, com diâmetro médio acima de 20 cm, aos nove anos de idade. A cupiúba, uma espécie de madeira dura e com baixa taxa de sobrevivência, foi a espécie de crescimento mais lento até o 8.o ano, quando, então, superou a andiroba e atingiu, aos nove anos, diâmetro acima de 10 cm.
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espécies |
número de |
número de |
taxa de crescimento (cm) |
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| dossel fechado |
dossel aberto |
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Carapa guianensis |
110 | 12 | 9,47 | 20,73 |
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Oenocarpum bacaba |
221 | 19 | 1,00 | 1,38 |
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Theobroma cacao |
111 | 15 | 16,49 | 19,47 |
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Bertholletia excelsa |
66 | 1 | 7,96 | 10,22 |
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Copaifera multijuga |
110 | 4 | 5,46 | 5,67 |
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Dipteryx odorata |
44 | 1 | 10,41 | 20,56 |
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Swietenia macrophyla |
110 | 14 | 9,33 | 19,33 |
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Aniba roseadora |
110 | 10 | 2,95 | 6,10 |
A. C. C Jakovac, T. V. Bentos e R. C. C. Mesquita. Enriquecimento de capoeiras na Amazônica Central: desenvolvimento de oito
espécies nativas sob diferentes condições de luminosidade. Instituto Nacional de Pesquisas (INPA) (com adaptações).
Com o objetivo de analisar a viabilidade técnica do enriquecimento de capoeira, foi desenvolvido um trabalho com oito espécies em propriedades rurais próximas a Manaus, onde foram instaladas duas parcelas de 400 m2, referentes a tratamentos com e sem redução do dossel, ou seja, diferentes condições de luminosidade. Houve diferença significativa apenas para a taxa de crescimento relativo entre tratamentos e entre espécies, cujos valores, após um ano do plantio, estão apresentados na tabela acima. Acerca dos resultados desse trabalho e da condução e manejo de povoamentos florestais na Amazônia, julgue o item subsequente.
Os estudos de morfologia e tecnologia de sementes são indispensáveis para a produção de mudas de espécies florestais e, entre outras, fornece a informação de quais sementes são ortodoxas, ou seja, não podem ser armazenadas, e quais são recalcitrantes, ou que podem ser mantidas em bancos de germoplasma.
Provas
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espécies |
número de |
número de |
taxa de crescimento (cm) |
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| dossel fechado |
dossel aberto |
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Carapa guianensis |
110 | 12 | 9,47 | 20,73 |
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Oenocarpum bacaba |
221 | 19 | 1,00 | 1,38 |
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Theobroma cacao |
111 | 15 | 16,49 | 19,47 |
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Bertholletia excelsa |
66 | 1 | 7,96 | 10,22 |
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Copaifera multijuga |
110 | 4 | 5,46 | 5,67 |
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Dipteryx odorata |
44 | 1 | 10,41 | 20,56 |
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Swietenia macrophyla |
110 | 14 | 9,33 | 19,33 |
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Aniba roseadora |
110 | 10 | 2,95 | 6,10 |
A. C. C Jakovac, T. V. Bentos e R. C. C. Mesquita. Enriquecimento de capoeiras na Amazônica Central: desenvolvimento de oito
espécies nativas sob diferentes condições de luminosidade. Instituto Nacional de Pesquisas (INPA) (com adaptações).
Com o objetivo de analisar a viabilidade técnica do enriquecimento de capoeira, foi desenvolvido um trabalho com oito espécies em propriedades rurais próximas a Manaus, onde foram instaladas duas parcelas de 400 m2, referentes a tratamentos com e sem redução do dossel, ou seja, diferentes condições de luminosidade. Houve diferença significativa apenas para a taxa de crescimento relativo entre tratamentos e entre espécies, cujos valores, após um ano do plantio, estão apresentados na tabela acima. Acerca dos resultados desse trabalho e da condução e manejo de povoamentos florestais na Amazônia, julgue o item subsequente.
O Sistema Silvicultural Brasileiro para Florestas de Terra Firme da Amazônia e o Sistema de Espécies Listadas (SEL) são sistemas de manejo florestal, para a região amazônica, do tipo policíclico, de uso múltiplo, e utilizam a regeneração natural para garantir o ciclo de corte subsequente.
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espécies |
número de |
número de |
taxa de crescimento (cm) |
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| dossel fechado |
dossel aberto |
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Carapa guianensis |
110 | 12 | 9,47 | 20,73 |
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Oenocarpum bacaba |
221 | 19 | 1,00 | 1,38 |
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Theobroma cacao |
111 | 15 | 16,49 | 19,47 |
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Bertholletia excelsa |
66 | 1 | 7,96 | 10,22 |
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Copaifera multijuga |
110 | 4 | 5,46 | 5,67 |
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Dipteryx odorata |
44 | 1 | 10,41 | 20,56 |
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Swietenia macrophyla |
110 | 14 | 9,33 | 19,33 |
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Aniba roseadora |
110 | 10 | 2,95 | 6,10 |
A. C. C Jakovac, T. V. Bentos e R. C. C. Mesquita. Enriquecimento de capoeiras na Amazônica Central: desenvolvimento de oito
espécies nativas sob diferentes condições de luminosidade. Instituto Nacional de Pesquisas (INPA) (com adaptações).
Com o objetivo de analisar a viabilidade técnica do enriquecimento de capoeira, foi desenvolvido um trabalho com oito espécies em propriedades rurais próximas a Manaus, onde foram instaladas duas parcelas de 400 m2, referentes a tratamentos com e sem redução do dossel, ou seja, diferentes condições de luminosidade. Houve diferença significativa apenas para a taxa de crescimento relativo entre tratamentos e entre espécies, cujos valores, após um ano do plantio, estão apresentados na tabela acima. Acerca dos resultados desse trabalho e da condução e manejo de povoamentos florestais na Amazônia, julgue o item subsequente.
O anelamento, um método utilizado na eliminação de árvores sem valor comercial, é executado retirando-se uma faixa de casca do tronco na altura do DAP, de preferência na estação seca, com a possibilidade de adição de óleo queimado para acelerar a morte.
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espécies |
número de |
número de |
taxa de crescimento (cm) |
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| dossel fechado |
dossel aberto |
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Carapa guianensis |
110 | 12 | 9,47 | 20,73 |
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Oenocarpum bacaba |
221 | 19 | 1,00 | 1,38 |
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Theobroma cacao |
111 | 15 | 16,49 | 19,47 |
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Bertholletia excelsa |
66 | 1 | 7,96 | 10,22 |
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Copaifera multijuga |
110 | 4 | 5,46 | 5,67 |
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Dipteryx odorata |
44 | 1 | 10,41 | 20,56 |
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Swietenia macrophyla |
110 | 14 | 9,33 | 19,33 |
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Aniba roseadora |
110 | 10 | 2,95 | 6,10 |
A. C. C Jakovac, T. V. Bentos e R. C. C. Mesquita. Enriquecimento de capoeiras na Amazônica Central: desenvolvimento de oito
espécies nativas sob diferentes condições de luminosidade. Instituto Nacional de Pesquisas (INPA) (com adaptações).
Com o objetivo de analisar a viabilidade técnica do enriquecimento de capoeira, foi desenvolvido um trabalho com oito espécies em propriedades rurais próximas a Manaus, onde foram instaladas duas parcelas de 400 m2, referentes a tratamentos com e sem redução do dossel, ou seja, diferentes condições de luminosidade. Houve diferença significativa apenas para a taxa de crescimento relativo entre tratamentos e entre espécies, cujos valores, após um ano do plantio, estão apresentados na tabela acima. Acerca dos resultados desse trabalho e da condução e manejo de povoamentos florestais na Amazônia, julgue o item subsequente.
Há uma tendência de maior crescimento das espécies nas parcelas mais iluminadas, indicando que o esforço de fazer desbaste nas capoeiras ou em outros sistemas agroflorestais pode resultar em significativa melhora do povoamento, no que se refere ao crescimento mais rápido das mudas.
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