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No contexto do gerenciamento de resíduos em um hospital, o farmacêutico responsável deve orientar a equipe quanto ao descarte adequado dos diferentes tipos de resíduos gerados na farmácia hospitalar. Em uma capacitação, ele apresenta exemplos práticos de descarte. De acordo com a RDC ANVISA nº 222/2018, que dispõe sobre o gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)Medicamentos vencidos comuns, como analgésicos e anti-hipertensivos, por não apresentarem risco biológico, devem ser classificados como resíduo do Grupo D (resíduo comum) e descartados no lixo municipal.
(__)Os resíduos de medicamentos vencidos, inutilizados ou sobras, em geral, são classificados no Grupo B (químicos) e devem ser segregados e acondicionados em recipientes adequados, identificados com o símbolo de risco químico.
(__)Resíduos de medicamentos hormonais e antimicrobianos, devido ao seu potencial de causar disruptura endócrina e resistência microbiana, respectivamente, também são classificados como Grupo B e exigem um plano de gerenciamento específico.
(__)Frascos-ampola de medicamentos citostáticos, após o uso, devem ser descartados em caixas coletoras para perfurocortantes do Grupo E, juntamente com agulhas e seringas, para garantir a segurança da equipe de enfermagem.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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I. A reconciliação medicamentosa reduz discrepâncias em transições de cuidado, sendo recomendada pela OMS no programa Medication Without Harm.
II. O seguimento farmacoterapêutico orienta-se exclusivamente pela prescrição médica, não contemplando análise crítica autônoma do farmacêutico.
III. A farmacovigilância hospitalar deve integrar notificações espontâneas com sistemas eletrônicos de prontuário, ampliando a detecção de eventos adversos. IV. As intervenções farmacêuticas em UTI incluem ajuste de doses em disfunções orgânicas e prevenção de interações medicamentosas de risco.
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I. A bioequivalência se comprova pela sobreposição dos intervalos de confiança de 90% para Cmax e AUC dentro do intervalo 80–125%.
II. Estudos de bioequivalência podem ser dispensados (biowaiver) em fármacos BCS classe I e III com alta solubilidade e rápida dissolução.
III. Ensaios de bioequivalência devem sempre ser conduzidos em pacientes-alvo, visto que voluntários saudáveis não representam adequadamente a população clínica.
IV. A padronização estatística da bioequivalência utiliza modelos de efeito misto, com análise de variância para parâmetros log -transformados.
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I. O agonismo parcial implica em eficácia intrínseca reduzida, impossibilitando atingir resposta máxima mesmo com saturação total dos receptores.
II. O antagonismo irreversível reduz a densidade de receptores funcionais, deslocando a curva doseresposta verticalmente para baixo.
III. O agonismo inverso é observado apenas em receptores sem atividade constitutiva basal, não modulando estados conformacionais alternativos.
IV. A dessensibilização ocorre por internalização ou fosforilação de receptores, reduzindo responsividade diante de estimulação persistente.
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