Foram encontradas 6.738 questões.
“Em suma, entendida assim, a “responsabilidade” não fixa fins, mas é a imposição inteiramente formal de todo o agir causal entre seres humanos, dos quais se pode exigir uma prestação de contas. Assim, ela é pré-condição da moral, mas não é a própria moral. O sentimento que caracteriza a responsabilidade – não importa se pressentimento ou reação posterior – é de fato moral (disposição de assumir seus atos), mas em sua formalidade pura não é capaz de fornecer o princípio efetivo para a teoria ética, que em primeira e última instância tem a ver com a apresentação, reconhecimento e motivação de finalidades positivas para o bonum humanu (PV, p. 174, grifos do autor). (...) [O porquê da responsabilidade, afirma Jonas] (...) encontra-se fora de mim, mas na esfera de influência do meu poder, ou dele necessitando ou por ele ameaçado. Ao meu poder ele contrapõe o seu direito de existir como é ou poderia ser [...]” (PV, p. 174-175).
Considerando os conhecimentos sobre as reflexões éticas no mundo contemporâneo em função de suas origens no mundo moderno, escolha dentre as alternativas abaixo aquela que melhor exprime o conceito de responsabilidade apresentado por Jonas.
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Nietzsche alega que houve uma transvaloração efetuada pelos sacerdotes judeus. A fraqueza teria sido transformada, de forma mentirosa, em mérito; a impotência, em bondade; a baixeza medrosa, em humildade; a submissão a quem se odeia, em obediência; o que há de inofensivo no fraco, em paciência.
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Existem a moral dos senhores e dos escravos. A primeira é muito mais favorável à vida e engrandece o homem. A moral cristã baseia-se na segunda.
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A filosofia kantiana seria uma perfeita implementação de uma boa moral, uma vez que o imperativo categórico diz respeito a uma autonomia escolhida para os seus próprios atos à revelia do que os outros possam impor.
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O Deus cristão exterminou do mundo o sentimento de culpa ao encarnar-se e levar sobre si nossas faltas.
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A vida ascética é louvável e deve ser buscada por nela haver a vida em toda a sua potência.
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A “ataraxia”, ou “imperturbabilidade”, foi um conceito fundamental no tratamento da vida feliz em várias escolas filosóficas antigas, como no ceticismo, no epicurismo e no estoicismo.
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Bertrand Russell defendia a existência de vários tipos de infelicidade e que suas causas residem no sistema social em detrimento da psicologia individual.
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Para Spinoza, ninguém goza da felicidade por refrear as suas paixões, mas, pelo contrário, o poder de refreá-las nasce da própria felicidade.
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Agostinho acreditava que é infeliz quem não possui o que deseja; contudo, quem deseja o que é perecível e passageiro não poderá ser feliz de modo absoluto, por não poder ter o seu desejo saciado.
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