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O ser humano só é plenamente humano se for cidadão no sentido em que SEVERINO (1994) define cidadania, ou seja, no sentido de que cada pessoa possa se apropriar efetivamente dos bens materiais, simbólicos e sociais por todos produzidos. Mas a humanização não é um atributo intrínseco dos seres humanos só pelo fato de pertencerem à espécie humana. A humanização é, antes de tudo, segundo o autor, fruto
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Há estreita relação entre linguagem e ideologia, pois é veiculada pelas mais diversas formas de linguagem. SEVERINO (1994), ao analisar o processo de constituição da consciência ideologizada e dizer que ela se constrói a partir da sua relação com a realidade social, afirma:
A consciência deveria apenas visar e expressar a realidade objetiva, mas não é o que ocorre, produzindo expressão falseada da realidade a qual é tomada como objetiva, pois, interesses/valores interferem na atividade cognoscitiva e valorativa da consciência, originando-se das relações de poder que tecem a sociedade.
O discurso ideológico
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As ciências que investigam o ser humano nas suas mais diversas manifestações, denominadas ciências humanas, deparam-se com dificuldades específicas pelo fato de elas terem, ao mesmo tempo, o sujeito e o objeto das pesquisas. Nas ciências da natureza elementos subjetivos podem também interferir, seja no método, seja nos resultados a alcançar e tenta-se, talvez com mais facilidade, superar este aspecto. Já nas ciências humanas, há mais dificuldades.
A afirmação que está de acordo com as dificuldades metodológicas das ciências humanas apresentadas no livro Filosofando pelas autoras ARANHA & MARTINS (2009) é:
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Há uma posição segundo a qual, existe uma neutralidade científica garantida pela objetividade das análises que os cientistas fazem da realidade, o que impede interferências de escolhas ou de interesses subjetivos. Haveria uma neutralidade metodológica ou uma busca de conhecimentos apenas interessada na explicação objetiva de tudo. CHAUÍ (2003) apresenta três razões para justificar a afirmação de que essa imagem da neutralidade científica é ilusória.
Contempla as três razões apresentadas pela autora:
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De acordo com diversos autores, a ciência moderna teve seu início no Século XVII e possui aspectos próprios diversos da ciência antiga. CHAUÍ (2003) aponta alguns desses aspectos e chama atenção para um em especial, talvez, segundo ela, o mais profundo. Assim, é correto afirmar que a ciência antiga
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Há uma nova noção de responsabilidade, que não mais se restringe ao âmbito das relações intersubjetivas, ou apenas entre indivíduos. A novidade da ética aplicada está no fato de se estender às relações entre agentes coletivos − comunidades, empresas, administração, governos −, dos quais é exigida responsabilidade para com a sustentabilidade, em nome do meio ambiente e das gerações futuras. Ao longo do debate contemporâneo, os teóricos da ética aplicada se orientaram em vários ramos.
(ARANHA, M.L. de A. Filosofar com textos: temas e história da filosofia. São Paulo: Moderna, 2012, p. 213)
Segundo a autora Maria Lúcia Aranha, os ramos da ética da responsabilidade são:
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Ao abordar semelhanças, diferenças e possíveis relações entre mito e filosofia, diz que uma das semelhanças é o fato de ambas as formas de pensamento terem também oferecido discursos explicativos sobre a origem do mundo, ou do universo.
(CHAUÍ, 2003)
A diferença entre mito e filosofia apontada pela autora, com relação à explicação da origem do mundo, é que os discursos explicativos míticos
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Leia o texto.
“O que perde o homem pelo contrato social é sua liberdade natural e um direito ilimitado a tudo que o tenta e que ele pode atingir; o que ele ganha é a liberdade civil e a propriedade de tudo o que possui.”
(ROUSSEAU, J. J. O contrato social. Porto Alegre, RS: L&PM, 2013.)
Considerando o texto e a concepção contratualista em Rousseau, é correto afirmar:
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“Finalmente há um imperativo que, sem pôr no fundamento como condição qualquer outro objetivo a ser alcançado mediante uma certa conduta, ordena imediatamente essa conduta. Este imperativo é categórico. Ele não diz respeito à matéria da ação e ao que deve seguir-se dela, mas à forma e ao princípio do qual ela mesma decorre, e o essencialmente bom da ação consiste na disposição, seja qual for seu resultado. Este imperativo pode chamar-se de imperativo da moralidade”.
(KANT, I. Fundamentação da metafísica dos costumes. In: MARCONDES, D. Textos básicos de filosofia. 2 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000)
De acordo com o trecho e as características da ética kantiana, é correto afirmar:
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“A técnica moderna introduziu ações de uma tal ordem inédita de grandeza, com tais novos objetos e consequências que a moldura ética antiga não consegue mais enquadrá-las. [...]. A presença do homem no mundo era um dado primário e indiscutível de onde partia toda ideia de dever referente à conduta humana: agora, ela própria tornou-se um objeto de dever – isto é, o dever de proteger a premissa básica de todo dever, ou seja, precisamente a presença de meros candidatos a um universo moral no mundo físico do futuro; isso significa, entre outras coisas, conservar este mundo físico de modo que as condições para uma tal presença permaneçam intactas”.
(JONAS, H. O princípio responsabilidade: ensaio de uma ética para civilização tecnológica. Rio de Janeiro: Contraponto; Ed. PUC-Rio, 2006.)
Considerando o trecho citado e as reflexões de Hans Jonas sobre o princípio da responsabilidade, é correto afirmar:
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