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A obra A estrutura das revoluções científicas (1962), de Thomas Kuhn, apresentou uma nova abordagem sobre as mudanças na ciência e contribuiu com um conceito fundamental para a filosofia da ciência, o de paradigma.
A respeito da investigação filosófica realizada por Kuhn, analise as afirmativas.
I. A ciência normal é cumulativa e não se propõe a realizar descobertas.
II. O falseamento por meio da observação invalida uma teoria científica.
III. A mudança de paradigma promove uma espécie de reorientação gestáltica.
IV. Os paradigmas em conflito são incomensuráveis.
Está CORRETO o que se afirma em:
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A noção de amor fati no pensamento de Nietzsche diz respeito à:
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Sobre o existencialismo e alguns de seus principais representantes, assinale a alternativa CORRETA:
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“O positivismo lógico, nascido em Viena em 1920, foi uma forma enérgica de filosofia baseada em avanços na matemática e na física. Cientistas naturais, cientistas sociais, matemáticos e filósofos se reuniam para debater e desenvolver o programa positivista lógico no que veio a ser chamado de Círculo de Viena. O positivismo lógico se desenvolveu a partir de várias fontes. Entre as mais importantes estavam os métodos e ideias filosóficos de Frege e Russell. Apesar de não ser membro do Círculo de Viena, Wittgenstein teve uma influência crucial no desenvolvimento das visões dos positivistas lógicos. Os membros do Círculo de Viena conferiram ao Tractatus Logico-Philosophicus a honra de ser lido e discutido linha por linha. Ele forneceu um impulso intelectual que ajudou a definir o programa básico dos positivistas lógicos”.
(SCHWARTZ, S. Uma breve história da filosofia analítica: de Russell a Rawls. São Paulo, Loyola, 2017, p. 45-47, adaptado)
Considerando o texto acima e as características do positivismo lógico, assinale a afirmativa INCORRETA.
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O materialismo histórico, cujas bases foram colocadas por Marx e Engels, desenvolveu-se ao longo do século XX em várias partes do mundo e com distintos matizes. Na América Latina, o marxismo ganhou alguns contornos específicos e teve no peruano José Carlos Mariátegui um dos seus pensadores mais originais. Na obra Sete ensaios de interpretação da realidade peruana (1928), o autor discorre, dentre outros assuntos, sobre a evolução econômica, a questão indígena e o problema agrário. Sobre o pensamento marxista de Mariátegui, é CORRETO afirmar:
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“Trata-se, entretanto, de uma tarefa – no nosso caso, filosófica – que tem como ponto de partida afirmar o que a Modernidade declarou como a Exterioridade descartada, não valorizada, o ‘inútil’ das culturas (‘descartes’ entre os quais se encontram as filosofias periféricas ou coloniais), e desenvolver as potencialidades, as possibilidades dessas culturas e filosofias ignoradas; afirmação e desenvolvimento que são efetuados a partir de seus próprios recursos, num diálogo construtivo com a Modernidade europeia e norte-americana”
(DUSSEL, E. Paulo de Tarso na filosofia política atual e outros ensaios. São Paulo: Paulus, 2016, p. 198)
O texto acima refere-se ao projeto de diálogo interfilosófico mundial proposto por Enrique Dussel (1934). Esse projeto filosófico é conceituado pelo filósofo latino-americano como:
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Trata-se de regras
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