Foram encontradas 6.731 questões.
Mario Sergio Cortella, ao discutir o conceito de ética,
recorre à definição de Paul Ricoeur: "Ética é vida boa,
para todas e todos, em instituições justas". Analise as
afirmativas a seguir, que desdobram essa concepção:
I.A ideia de "vida boa" refere-se a uma vida com ostentação, excesso e luxúria, na qual o acúmulo de bens materiais é o principal indicador de felicidade e realização pessoal.
II.O princípio "para todas e todos" significa que a qualidade de vida individual é insuficiente, pois se configura como privilégio; a qualidade social só é alcançada quando a liberdade e a dignidade são estendidas à totalidade da comunidade.
III."Instituições justas" são aquelas que, independentemente de sua natureza (família, escola, governo), atuam deliberadamente na direção de construir e viabilizar uma vida boa para a coletividade, e não apenas para alguns indivíduos.
Está correto o que se afirma em:
I.A ideia de "vida boa" refere-se a uma vida com ostentação, excesso e luxúria, na qual o acúmulo de bens materiais é o principal indicador de felicidade e realização pessoal.
II.O princípio "para todas e todos" significa que a qualidade de vida individual é insuficiente, pois se configura como privilégio; a qualidade social só é alcançada quando a liberdade e a dignidade são estendidas à totalidade da comunidade.
III."Instituições justas" são aquelas que, independentemente de sua natureza (família, escola, governo), atuam deliberadamente na direção de construir e viabilizar uma vida boa para a coletividade, e não apenas para alguns indivíduos.
Está correto o que se afirma em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Sabemos, historicamente, que o saber científico, em áreas como medicina, psiquiatria e biologia, produziu categorias patologizantes
para mulheres, homossexuais, pessoas trans e sujeitos considerados fora da norma. Com isso a ciência não apenas silenciou, mas
produziu o silêncio ao enquadrar certas existências como “anomalias”, “doenças” ou “desvios” [...]” (Fiocruz, 2025).
Fonte : FIOCRUZ. Storie s do Canal de Comunicação do Centro de Apoio ao Docente (CAD) Fiocruz. 2025. Disponível em: (Adaptado).
Considerando conhecimentos epistemologicamente adequados de Natureza da Ciência ao contexto é CORRETO afirmar que esta é uma crítica à ideia de que a ciência é:
Fonte : FIOCRUZ. Storie s do Canal de Comunicação do Centro de Apoio ao Docente (CAD) Fiocruz. 2025. Disponível em: (Adaptado).
Considerando conhecimentos epistemologicamente adequados de Natureza da Ciência ao contexto é CORRETO afirmar que esta é uma crítica à ideia de que a ciência é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Wittgenstein explica, porém, que na linguagem se revela aquilo que ele denomina ‘o elemento místico’,
a saber, o fato de haver um mundo ou ainda, as condições que fazem com que possa haver um mundo.
A linguagem descreve o mundo, exprime o ‘como’ do mundo; mas, através da linguagem, manifesta-se
aquilo que faz o mundo como mundo, aquilo que coloca o mundo”.
(Ladrière, J. A articulação do sentido. São Paulo: Edusp, 1977, p. 69)
“A expressão ‘jogo de linguagem’ deve salientar aqui que falar uma língua é parte de uma atividade ou de uma forma de vida”.
(Wittgenstein, L. Investigações filosóficas. Petrópolis: Vozes, 1996, p. 27)
Avalie as seguintes afirmações:
I. Wittgenstein compreende a linguagem como caixa de ferramentas.
II. Wittgenstein relaciona linguagem e mundo a partir do preenchimento de sentidos, a partir da falta de sentidos.
III. O significado de uma linguagem é dado pelo seu uso, enquanto jogo.
IV. Aprendemos os nomes das coisas, mas não tem relação com o modo de usos.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
(Ladrière, J. A articulação do sentido. São Paulo: Edusp, 1977, p. 69)
“A expressão ‘jogo de linguagem’ deve salientar aqui que falar uma língua é parte de uma atividade ou de uma forma de vida”.
(Wittgenstein, L. Investigações filosóficas. Petrópolis: Vozes, 1996, p. 27)
Avalie as seguintes afirmações:
I. Wittgenstein compreende a linguagem como caixa de ferramentas.
II. Wittgenstein relaciona linguagem e mundo a partir do preenchimento de sentidos, a partir da falta de sentidos.
III. O significado de uma linguagem é dado pelo seu uso, enquanto jogo.
IV. Aprendemos os nomes das coisas, mas não tem relação com o modo de usos.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Devemos tentar determinar mais exatamente a questão. Desta maneira, levaremos o diálogo para
direção segura. Procedendo assim, o diálogo é conduzido a um caminho. Digo: a um caminho.
Assim, concedemos que este não é o único caminho. Deve ficar mesmo em aberto se o
caminho para o qual desejaria chamar a atenção, no que segue, é na verdade um caminho que
nos permite levantar a questão e respondê-la”.
“Nas últimas décadas, assistiu-se a uma multiplicidade de produções técnic s e bibliográficas sobre/em Ensino de Filosofia. Produções estas que direta ou indiretamente incidem sobre a questão da formação de professores. Embora reconheça a singularidade da experiência filosófica representada (e vivenciada) por cada pesquisador/a da área, assim como a riqueza teórica advinda dos divergentes fundamentos epistemológicos que embasam cada pesquisa. (...) Entende-se que ao dar voz àqueles e àquelas que pensam filosoficamente sobre o ensino e a aprendizagem de/em Filosofia, as linhas que se seguem compreendem, igualmente, um ato político”.
(Velasco, P. O que pensamos nós, formadores/as de professores/as, sobre formação docente em filosofia?Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação, 2(34), 2020, p. 12. https://doi.org/10.26512/resafe.v2i34.35127
O papel do diálogo na formação em filosofia, do ponto de vista do processo de ensino e aprendizagem, encontra na comunidade filosófica um lugar privilegiado.
(Heidegger, M.Conferências e escritos filosóficos. São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 211).
“Nas últimas décadas, assistiu-se a uma multiplicidade de produções técnic s e bibliográficas sobre/em Ensino de Filosofia. Produções estas que direta ou indiretamente incidem sobre a questão da formação de professores. Embora reconheça a singularidade da experiência filosófica representada (e vivenciada) por cada pesquisador/a da área, assim como a riqueza teórica advinda dos divergentes fundamentos epistemológicos que embasam cada pesquisa. (...) Entende-se que ao dar voz àqueles e àquelas que pensam filosoficamente sobre o ensino e a aprendizagem de/em Filosofia, as linhas que se seguem compreendem, igualmente, um ato político”.
(Velasco, P. O que pensamos nós, formadores/as de professores/as, sobre formação docente em filosofia?Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação, 2(34), 2020, p. 12. https://doi.org/10.26512/resafe.v2i34.35127
O papel do diálogo na formação em filosofia, do ponto de vista do processo de ensino e aprendizagem, encontra na comunidade filosófica um lugar privilegiado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para Gianni Vattimo, a filosofia contemporânea e suas diversas correntes caracteriza-se como uma
arena de discussões, na qual a hermenêutica tem o papel de koinè, ou seja, de um modo comum de
pensar, enquanto processo de leitura de textos e discussão de questões. Ao mesmo tempo, Hans-Georg
Gadamer, na esteira de Martin Heidegger, pensa a hermenêutica de modo ontológico, ou seja, como um
modo de se comportar. Em tempo, Paul Ricoeur também entende a hermenêutica do texto como um
horizonte central no qual as narrativas ainda são possíveis. Tendo em vista esses modos de pensar a
hermenêutica, qual a importância da mesma para a filosofia contemporânea?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Diz Schopenhauer que há homens que se tornam filósofos por causa do mundo. Há outros que se
tornam filósofos por causa de livros. Fichte é um destes casos: virou filósofo porque leu a Crítica da
Razão Pura”.
(Domingues, I. O continente e a ilha. São Paulo: Loyola, 2009, p. 91).
“É bem sabido que Kant, em citadíssima passagem, afirma que não se pode ensinar filosofia, mas apenas ensinar a filosofar. O filósofo de Königsberg quer dizer outra coisa que geralmente lhe atribui; assim, por exemplo, ele jamais entenderia por filosofia ‘história da filosofia’. A oposição que lhe interessa é entre uma ciência constituída como um conjunto de verdades e uma atividade da razão”.
(Porta, M. A filosofia a partir de seus problemas. São Paulo: Loyola, 2002, p. 21).
Avalie as seguintes afirmações:
I. Aprender filosofia significa decorar as ideias principais da história da filosofia e repeti-las de acordo com as necessidades.
II. A tensão entre ensinar filosofia e ensinar a filosofar está relacionada ao método a ser utilizado na formação dos filósofos profissionais.
III. Filosofar é uma atividade da razão. E não se caracteriza por fazer somente repetições de ideias do passado, mas articulá-las com as questões do presente.
IV. Não há uma única forma consagrada de filosofar. Basta observarmos a história da filosofia ocidental, com sua pluralidade de modos de pensar filosoficamente.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
(Domingues, I. O continente e a ilha. São Paulo: Loyola, 2009, p. 91).
“É bem sabido que Kant, em citadíssima passagem, afirma que não se pode ensinar filosofia, mas apenas ensinar a filosofar. O filósofo de Königsberg quer dizer outra coisa que geralmente lhe atribui; assim, por exemplo, ele jamais entenderia por filosofia ‘história da filosofia’. A oposição que lhe interessa é entre uma ciência constituída como um conjunto de verdades e uma atividade da razão”.
(Porta, M. A filosofia a partir de seus problemas. São Paulo: Loyola, 2002, p. 21).
Avalie as seguintes afirmações:
I. Aprender filosofia significa decorar as ideias principais da história da filosofia e repeti-las de acordo com as necessidades.
II. A tensão entre ensinar filosofia e ensinar a filosofar está relacionada ao método a ser utilizado na formação dos filósofos profissionais.
III. Filosofar é uma atividade da razão. E não se caracteriza por fazer somente repetições de ideias do passado, mas articulá-las com as questões do presente.
IV. Não há uma única forma consagrada de filosofar. Basta observarmos a história da filosofia ocidental, com sua pluralidade de modos de pensar filosoficamente.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Três questões podem ser formuladas sobre a existência de Deus: 1. A existência de Deus é uma
verdade evidente? 2. A existência de Deus pode ser demonstrada? 3. Deus existe?”.
(Aquino, Santo Tomás. Suma Teológica, I, questão 2, art.1).
A questão da existência de Deus é central na filosofia cristã, no tocante às provas da existência de Deus pela razão.
(Aquino, Santo Tomás. Suma Teológica, I, questão 2, art.1).
A questão da existência de Deus é central na filosofia cristã, no tocante às provas da existência de Deus pela razão.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
David Hume (1711-1776) é um dos principais autores da tradição empirista. A publicação do Tratado
sobre a natureza humana, em 1739, traz os traços fundamentais de sua filosofia, levando o empirismo às
últimas consequências. Como se caracteriza o empirismo de Hume?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“O primeiro que, tendo cercado um terreno, ousou dizer isto é meu e encontrou pessoas suficientemente
simplórias para lhe dar crédito foi o verdadeiro fundador da sociedade civil”.
(Rousseau. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade humana. São Paulo: Martins Fontes, parte II).
“O texto do Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade, publicado em 1755, é uma resposta à questão formulada em 1753 pela Academia de Dijon, ‘qual a origem da desigualdade entre os homens; ela é resultado da lei natural?’ Tais concursos eram comuns no século XVIII, sobretudo na França e na Alemanha, e, embora o texto de Rousseau não tenha obtido o primeiro lugar, tornou-se um clássico do pensamento político”.
(Marcondes, D. Textos básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Zahar, 1999, p. 95)
Avalie as seguintes afirmações:
I. Rousseau analisa as origens do mal na sociedade por uma crítica da organização social.
II. A natureza humana originalmente é má, e se caracteriza pela falta de liberdade e instinto de sobrevivência.
III. O ‘bom selvagem’ é o instrumento de Rousseau para criticar o homem civilizado.
IV. O instinto de sobrevivência e o sentimento de piedade são próprios da corrupção da natureza humana.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
(Rousseau. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade humana. São Paulo: Martins Fontes, parte II).
“O texto do Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade, publicado em 1755, é uma resposta à questão formulada em 1753 pela Academia de Dijon, ‘qual a origem da desigualdade entre os homens; ela é resultado da lei natural?’ Tais concursos eram comuns no século XVIII, sobretudo na França e na Alemanha, e, embora o texto de Rousseau não tenha obtido o primeiro lugar, tornou-se um clássico do pensamento político”.
(Marcondes, D. Textos básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Zahar, 1999, p. 95)
Avalie as seguintes afirmações:
I. Rousseau analisa as origens do mal na sociedade por uma crítica da organização social.
II. A natureza humana originalmente é má, e se caracteriza pela falta de liberdade e instinto de sobrevivência.
III. O ‘bom selvagem’ é o instrumento de Rousseau para criticar o homem civilizado.
IV. O instinto de sobrevivência e o sentimento de piedade são próprios da corrupção da natureza humana.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Há alguns anos, em relato sobre o julgamento de Eichmann em Jerusalém, mencionei a “banalidade do
mal”. Não quis, com a expressão, referir-me a teoria ou doutrina de qualquer espécie, mas antes a algo
bastante factual, o fenômeno dos atos maus, cometidos em proporções gigantescas – atos cuja raiz não
iremos encontrar em uma especial maldade, patologia ou convicção ideológica do agente; sua
personalidade destacava-se unicamente por uma extraordinária superficialidade.
(Arendt, H. A dignidade da política: ensaios e conferências. Rio de Janeiro: RelumeDumará, 1993, p. 145)
Para Hannah Arendt, a banalidade do mal é uma noção fundamental no horizonte contemporâneo da filosofia política.
(Arendt, H. A dignidade da política: ensaios e conferências. Rio de Janeiro: RelumeDumará, 1993, p. 145)
Para Hannah Arendt, a banalidade do mal é uma noção fundamental no horizonte contemporâneo da filosofia política.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container