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Foram encontradas 7.247 questões.

1432139 Ano: 2019
Disciplina: Filosofia
Banca: ENEM
Orgão: ENEM
TEXTO I
Eu queria movimento e não um curso calmo da existência. Queria excitação e perigo e a oportunidade de sacrificar-me por meu amor. Sentia em mim uma superabundância de energia que não encontrava escoadouro em nossa vida.
TOLSTÓI, L. Felicidade familiar. Apud KRAKAUER, J. Na natureza selvagem. São Paulo: Cia. das Letras, 1998.
TEXTO II
Meu lema me obrigava, mais que a qualquer outro homem, a um enunciado mais exato da verdade; não sendo suficiente que eu lhe sacrificasse em tudo o meu interesse e as minhas simpatias, era preciso sacrificar-lhe também minha fraqueza e minha natureza tímida. Era preciso ter a coragem e a força de ser sempre verdadeiro em todas as ocasiões.
ROUSSEAU, J.-J. Os devaneios do caminhante solitário. Porto Alegre: L&PM, 2009.
Os textos de Tolstói e Rousseau retratam ideais da existência humana e defendem uma experiência
 

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1431931 Ano: 2019
Disciplina: Filosofia
Banca: ENEM
Orgão: ENEM
Vimos que o homem sem lei é injusto e o respeitador da lei é justo; evidentemente todos os atos legítimos são, em certo sentido, atos justos, porque os atos prescritos pela arte do legislador são legítimos e cada um deles é justo. Ora, nas disposições que tomam sobre todos os assuntos, as leis têm em mira a vantagem comum, quer de todos, quer dos melhores ou daqueles que detêm o poder ou algo desse gênero; de modo que, em certo sentido, chamamos justos aqueles atos que tendem a produzir e a preservar, para a sociedade política, a felicidade e os elementos que a compõem.
ARISTÓTELES. A política. São Paulo: Cia. das Letras, 2010 (adaptado).
De acordo com o texto de Aristóteles, o legislador deve agir conforme a
 

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1431719 Ano: 2019
Disciplina: Filosofia
Banca: ENEM
Orgão: ENEM
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Penso que não há um sujeito soberano, fundador, uma forma universal de sujeito que poderíamos encontrar em todos os lugares. Penso, pelo contrário, que o sujeito se constitui através das práticas de sujeição ou, de maneira mais autônoma, através de práticas de liberação, de liberdade, como na Antiguidade — a partir, obviamente, de um certo número de regras, de estilos, que podemos encontrar no meio cultural.
FOUCAULT, M. Ditos e escritos V: ética, sexualidade, política.
Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2004.
O texto aponta que a subjetivação se efetiva numa dimensão
 

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1431542 Ano: 2019
Disciplina: Filosofia
Banca: ENEM
Orgão: ENEM
A importância do conhecimento está em seu uso, em nosso domínio ativo sobre ele, quero dizer, reside na sabedoria. É convencional falar em mero conhecimento, separado da sabedoria, como capaz de incutir uma dignidade peculiar a seu possuidor. Não compartilho dessa reverência pelo conhecimento como tal. Tudo depende de quem possui o conhecimento e do uso que faz dele.
WHITHEHEAD, A. N. Os fins da educação e outros ensaios. São Paulo: Edusp, 1969.
No trecho, o autor considera que o conhecimento traz possibilidades de progresso material e moral quando
 

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1430961 Ano: 2019
Disciplina: Filosofia
Banca: ENEM
Orgão: ENEM
Tomás de Aquino, filósofo cristão que viveu no século XIII, afirma: a lei é uma regra ou um preceito relativo às nossas ações. Ora, a norma suprema dos atos humanos é a razão. Desse modo, em última análise, a lei está submetida à razão; é apenas uma formulação das exigências racionais. Porém, é mister que ela emane da comunidade, ou de uma pessoa que legitimamente a representa.
GILSON, E.; BOEHNER, P. História da filosofia cristã. Petrópolis: Vozes, 1991 (adaptado).
No contexto do século XIII, a visão política do filósofo mencionado retoma o
 

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1430861 Ano: 2019
Disciplina: Filosofia
Banca: ENEM
Orgão: ENEM
Uma parte da nossa formação científica confunde-se com a atividade de uma polícia de fronteiras, revistando os pensamentos de contrabando que viajam na mala de outras sabedorias. Apenas passam os pensamentos de carimbada cientificidade. A biologia, por exemplo, é um modo maravilhoso de emigrarmos de nós, de transitarmos para lógicas de outros seres, de nos descentrarmos. Aprendemos que não somos o centro da vida nem o topo da evolução.
COUTO, M. Interinvenções. Portugal: Caminho, 2009 (adaptado).
No trecho, expressa-se uma visão poética da epistemologia científica, caracterizada pela
 

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1420942 Ano: 2019
Disciplina: Filosofia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
“A consciência moral é um juízo da razão pelo qual a pessoa humana reconhece a qualidade moral de um ato concreto que vai praticar, que está prestes a executar ou que já realizou.” (CIC, 1778)
De fato, é correto afirmar que a consciência moral
 

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1391214 Ano: 2019
Disciplina: Filosofia
Banca: IF-Sertão
Orgão: IF Sertão
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“De modo que nada posso exprimir por palavras, ao compreender o que digo, sem que daí mesmo seja certo que possuo em mim a ideia da coisa que é significada por minhas palavras”.
DESCARTES. Meditações. Os pensadores, São Paulo: Abril Cultural, 1973, vol. XV, p. 197.
A palavra ideia encontra-se estabelecida na linguagem comum, mas foi um novo ponto de partida utilizá-la de modo sistemático como fez Descartes, com referência aos conteúdos da mente humana. Neste sentido, as classes de ideias eram:
 

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1368984 Ano: 2019
Disciplina: Filosofia
Banca: IF-Sertão
Orgão: IF Sertão
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Leia o texto a seguir e responda ao que se pede:
Sócrates — Temos assim três virtudes que foram descobertas na nossa cidade: sabedoria, coragem e moderação para os chefes; coragem e moderação para os guardas; moderação para o povo. No que diz respeito à quarta, pela qual esta cidade também participa na virtude, que poderá ser? É evidente que é a justiça. Glauco — É evidente.
[...]
Sócrates — Agora, pois, vê se tenho razão. O princípio que estabelecemos de início, ao fundarmos a cidade, e que devia ser sempre observado, esse princípio ou uma das suas formas é, creio, a justiça. Nós estabelecemos, e repetimo-lo muitas vezes, que cada um deve ocupar-se na cidade apenas de uma tarefa, aquela para a qual é mais apto por natureza.
Glauco — Foi o que estabelecemos.
Sócrates — Mais ainda: que a justiça consiste em fazer o seu próprio trabalho e não interferir no dos outros. Muitos disseram isso e nós próprios o dissemos muitas vezes.
Glauco — Efetivamente, dissemos.
[...]
Sócrates — Se fosse necessário decidir qual dessas virtudes é a que, pela sua presença, contribui em maior dose para a perfeição da cidade, seria difícil dizer se é a conformidade de opinião entre os governantes e os governados; ou, nos guerreiros, a salvaguarda da opinião legítima a respeito das coisas que se devem ou não temer; ou a sabedoria e a vigilância entre os que governam ou se o que contribui, sobretudo, para essa perfeição é a presença, na criança, na mulher, no escravo, no homem livre, no artesão, no governante e no governado, dessa virtude pela qual cada um se ocupa da sua tarefa própria e não interfere na dos outros.
PLATÃO. A República. São Paulo: Nova Cultural, 1997.p.154-156.
A partir dos trechos de A República, de Platão, pode-se dizer que:
 

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1355078 Ano: 2019
Disciplina: Filosofia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
A Constituição Dei Verbum proclama: “A «economia» do Antigo Testamento destinava-se sobretudo a preparar, a anunciar profeticamente (cf. Lc. 24,44; Jo. 5,39; 1 Ped. 1,10) e a simbolizar com várias figuras (cf. 1Cor. 10,11) o advento de Cristo, redentor universal, e o do reino messiânico.” Etimologicamente, a palavra economia vem do grego: oikos. (casa) e nomos (norma da lei). Seria a “administração da casa”.
Sobre aquilo que a tradição patrística chama de «economia» revelada na Bíblia, é incorreto afirmar que a economia
 

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