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Foram encontradas 7.382 questões.

1430861 Ano: 2019
Disciplina: Filosofia
Banca: ENEM
Orgão: ENEM
Uma parte da nossa formação científica confunde-se com a atividade de uma polícia de fronteiras, revistando os pensamentos de contrabando que viajam na mala de outras sabedorias. Apenas passam os pensamentos de carimbada cientificidade. A biologia, por exemplo, é um modo maravilhoso de emigrarmos de nós, de transitarmos para lógicas de outros seres, de nos descentrarmos. Aprendemos que não somos o centro da vida nem o topo da evolução.
COUTO, M. Interinvenções. Portugal: Caminho, 2009 (adaptado).
No trecho, expressa-se uma visão poética da epistemologia científica, caracterizada pela
 

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1420942 Ano: 2019
Disciplina: Filosofia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
“A consciência moral é um juízo da razão pelo qual a pessoa humana reconhece a qualidade moral de um ato concreto que vai praticar, que está prestes a executar ou que já realizou.” (CIC, 1778)
De fato, é correto afirmar que a consciência moral
 

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1391214 Ano: 2019
Disciplina: Filosofia
Banca: IF-Sertão
Orgão: IF Sertão
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“De modo que nada posso exprimir por palavras, ao compreender o que digo, sem que daí mesmo seja certo que possuo em mim a ideia da coisa que é significada por minhas palavras”.
DESCARTES. Meditações. Os pensadores, São Paulo: Abril Cultural, 1973, vol. XV, p. 197.
A palavra ideia encontra-se estabelecida na linguagem comum, mas foi um novo ponto de partida utilizá-la de modo sistemático como fez Descartes, com referência aos conteúdos da mente humana. Neste sentido, as classes de ideias eram:
 

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1368984 Ano: 2019
Disciplina: Filosofia
Banca: IF-Sertão
Orgão: IF Sertão
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Leia o texto a seguir e responda ao que se pede:
Sócrates — Temos assim três virtudes que foram descobertas na nossa cidade: sabedoria, coragem e moderação para os chefes; coragem e moderação para os guardas; moderação para o povo. No que diz respeito à quarta, pela qual esta cidade também participa na virtude, que poderá ser? É evidente que é a justiça. Glauco — É evidente.
[...]
Sócrates — Agora, pois, vê se tenho razão. O princípio que estabelecemos de início, ao fundarmos a cidade, e que devia ser sempre observado, esse princípio ou uma das suas formas é, creio, a justiça. Nós estabelecemos, e repetimo-lo muitas vezes, que cada um deve ocupar-se na cidade apenas de uma tarefa, aquela para a qual é mais apto por natureza.
Glauco — Foi o que estabelecemos.
Sócrates — Mais ainda: que a justiça consiste em fazer o seu próprio trabalho e não interferir no dos outros. Muitos disseram isso e nós próprios o dissemos muitas vezes.
Glauco — Efetivamente, dissemos.
[...]
Sócrates — Se fosse necessário decidir qual dessas virtudes é a que, pela sua presença, contribui em maior dose para a perfeição da cidade, seria difícil dizer se é a conformidade de opinião entre os governantes e os governados; ou, nos guerreiros, a salvaguarda da opinião legítima a respeito das coisas que se devem ou não temer; ou a sabedoria e a vigilância entre os que governam ou se o que contribui, sobretudo, para essa perfeição é a presença, na criança, na mulher, no escravo, no homem livre, no artesão, no governante e no governado, dessa virtude pela qual cada um se ocupa da sua tarefa própria e não interfere na dos outros.
PLATÃO. A República. São Paulo: Nova Cultural, 1997.p.154-156.
A partir dos trechos de A República, de Platão, pode-se dizer que:
 

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1355078 Ano: 2019
Disciplina: Filosofia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
A Constituição Dei Verbum proclama: “A «economia» do Antigo Testamento destinava-se sobretudo a preparar, a anunciar profeticamente (cf. Lc. 24,44; Jo. 5,39; 1 Ped. 1,10) e a simbolizar com várias figuras (cf. 1Cor. 10,11) o advento de Cristo, redentor universal, e o do reino messiânico.” Etimologicamente, a palavra economia vem do grego: oikos. (casa) e nomos (norma da lei). Seria a “administração da casa”.
Sobre aquilo que a tradição patrística chama de «economia» revelada na Bíblia, é incorreto afirmar que a economia
 

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1346366 Ano: 2019
Disciplina: Filosofia
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Diante de situações difíceis e de famílias feridas, é necessário recordar sempre um princípio geral: “Saibam os pastores que, por amor à verdade, estão obrigados a discernir bem as situações” (FC, n. 84). O grau de responsabilidade não é igual em todos os casos, e podem existir fatores que limitam a capacidade de decisão. Por isso, enquanto se deve expressar claramente a doutrina, é preciso evitar juízos que não levam em consideração a complexidade das diversas situações e é necessário prestar atenção ao modo como as pessoas vivem e sofrem por causa da sua condição. (PAPA FRANCISCO, Amoris Leatitia, n.79)
Considerando o texto acima, analise as proposições a seguir a respeito da liberdade e da responsabilidade humana:
I. O ser humano foi criado na liberdade, e ela o torna responsável por seus atos, que são consequência da sua vontade.
II. A liberdade é um direito que não pode ser subtraído da pessoa, pois compromete sumariamente a dignidade humana.
III. Os pastores estão obrigados a discernir as situações das famílias no exercício da liberdade e da responsabilidade de cada uma delas.
IV. A doutrina deve prevalecer à liberdade das famílias e deve ser a única balança para julgar os atos e atribuir as responsabilidades pelo praticado.
Assinale
 

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1345538 Ano: 2019
Disciplina: Filosofia
Banca: IF-Sertão
Orgão: IF Sertão
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Em seu clássico estudo relativo à “formação do homem grego”, Werner Jaeger (Gallimard, 1960) demonstra como o nascimento e a evolução do conceito de cultura universal “resume toda a história da educação grega, da ética e da política reunidas, sendo isto uma das principais características da Paidéia”. Observe as três seguintes assertivas acerca das relações entre Politéia e Paidéia na Antiguidade Clássica:
I - Primeiro a estabelecer uma Filosofia da Educação na cultura ocidental, Platão a via como necessária à formação do espírito. Ao ensino cabia o conhecimento em geral, mas a educação visava a uma boa conduta de vida, a virtude. Tendo como grande questão a cidade ideal, preocupava-se em como formar homens que, conhecendo o bem, se fizessem aptos a praticá-lo, estabelecendo, assim, a justiça como dimensão social da virtude. Daí que a ação do Estado deveria dar-se no sentido de garantir que os princípios educativos não se corrompessem. Para tanto, opõe-se a todo individualismo, propondo, na República, uma parentalidade generalizada, sustentada num comunismo educativo de mulheres e crianças.
II - Apesar de seguir Platão no entendimento de que pertencem as crianças ao Estado e, por isso, não deve o processo educativo ser deixado aos cuidados dos pais, Aristóteles discordava de seu comunismo educativo. Confundiam-se nele duas instâncias educativas, a privada, dos pais, e a pública, do Estado. Efeito da pretensão de uma comunidade absoluta, desconsiderava o fato de a cidade ser uma pluralidade diante da qual a expectativa de unidade não poderia significar uniformidade. Nesse sentido, a experiência paterna permitiria adaptar uma visão geral, a educação para a cidade, ao particular da vida das crianças. Daí a necessidade de que para estes, como para os professores, institua-se um regime de liberdade vigiada, destinada a construir equilíbrios: entre o poder do Estado e as realidades sociais e pedagógicas, entre a orientação comum dada à juventude e a adaptação do ensino à diversidade dos temperamentos.
III - Quando comparadas às dos períodos históricos seguintes, as elaborações clássicas das relações entre Politéia e Paidéia caracterizam-se pelo fato das referências ali feitas ao político direcionarem-se, apesar de suas diferenças internas, à ação dos indivíduos, condicionando a boa qualidade da pólis à qualidade da vida individual dos seus habitantes. Essa é a ideia-força ali predominante, por isso a ética é a força motriz de todo investimento pedagógico. O empenho essencial do conhecimento deve ser descobrir o bem, possibilitando o comportamento virtuoso. De modo que o fim último é educar para si mesmo, em busca do crescimento individual, pessoal e não a prosperidade e felicidade da cidade. O Estado é ali pensado a serviço do indivíduo.
Sobre essas assertivas, está correto afirmar:
 

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1318377 Ano: 2019
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Diariamente somos inundados por inúmeras promessas de curas milagrosas, métodos de leitura ultrarrápidos, dietas infalíveis, riqueza sem esforço. Basta abrir o jornal, ver televisão, escutar o rádio, ou simplesmente abrir a caixa de correio eletrônico. A grande maioria desses milagres cotidianos é vestida com alguma roupagem científica: linguagem um pouco mais rebuscada, aparente comprovação experimental, depoimentos de “renomados” pesquisadores, utilização em grandes universidades. São casos típicos do que se costuma definir como “pseudociência”.
(Marcelo Knobel. “Ciência e pseudociência”. In: Física na escola, vol. 9, no 1, 2008.)
Pode-se elaborar a crítica filosófica aos conhecimentos pseudocientíficos por meio
 

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1316206 Ano: 2019
Disciplina: Filosofia
Banca: FUNTEF
Orgão: IF-PR
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Leia o fragmento a seguir:

"[...] 'Por natureza', a juventude está na primeira linha dos que vivem e lutam por Eros contra a Morte e contra uma civilização que se esforça por encurtar o atalho para a morte, embora controlando os meios capazes de alongar esse percurso. Mas, na sociedade administrativa, a necessidade biológica não redunda imediatamente em ação; a organização exige contra-organização. Hoje, a luta pela vida, a luta por Eros, é a luta política".

(Fonte: MARCUSE, Herbert. Eros e civilização: uma interpretação filosófica do pensamento de Freud.

Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zhar, 1975. p.23)

Embora haja um forte engajamento político, como o próprio texto demonstra, na obra de Herbert Marcuse (1898-1979), os deuses gregos Eros e Thanatos emprestam suas personalidades (poderes de representação), enquanto símbolos, para nomear os elementos humanos da vida e da morte. Esta análise, a partir dos textos freudianos, também desvela concepções éticas e estéticas em âmbito individual e coletivo.

Diante disso, assinale a alternativa correta, quanto ao modo dos dois autores conceberem ambos os conceitos, a saber, morte e vida.

 

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1314884 Ano: 2019
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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The General Data Protection Regulation (GDPR), which came into force in 2018, was the biggest shake-up to data privacy in 20 years. A slew of recent high-profile breaches has brought the issue of data security to public attention. Claims surfaced last year that the political consultancy Cambridge Analytica used data harvested from millions of Facebook users without their consent. People are increasingly realizing that their personal data is not just valuable to them, but hugely valuable to others. Now the law on data protection is about to catch up with technological changes.
(Clive Coleman. “GDPR: Are you ready for the EU’s huge data privacy shake-up?”. www.bbc.com, 20.04.2018. Adaptado.)
O texto permite abordar um problema filosófico contemporâneo, que está relacionado
 

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