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As seções de choque macroscópicas de espalhamento a dois grupos de energia para um dado reator são: !$ \textstyle \sum_{s}^{1 \rightarrow 1} !$; !$ \textstyle \sum_{s}^{1 \rightarrow 2} !$; !$ \textstyle \sum_{s}^{2 \rightarrow 1} !$; !$ \textstyle \sum_{s}^{2 \rightarrow 2} !$.
Uma vez que os fluxos rápido e térmico são, respectivamente, !$ \phi_1 !$ e !$ \phi_2 !$, a densidade de taxa de espalhamento para o caso sem upscattering, ou seja, espalhamento do grupo térmico para o grupo rápido, é
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A aproximação feita na equação da difusão de nêutrons a dois grupos de energia resulta na obtenção da equação da difusão para um grupo modificado de energia.
Com base nessa aproximação, conclui-se que NÃO há
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A equação da difusão multigrupo é um conjunto de equações diferenciais acopladas. Esse conjunto de equações, na sua forma geral, sem upcattering, pode ser representado pela seguinte forma matricial !$ M \varPhi = {\large{1 \over k}} F \varPhi !$.
Para esse caso específico, a matriz !$ M !$ (não discretizada) é uma matriz
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Um reator cúbico de aresta a pode ser devidamente modelado pela equação da difusão a dois grupos de energia, de modo que o fator de multiplicação seja dado por:
!$ k = {\large{\nu_1 \textstyle \sum_{f1} \over D_1 B^2_g + \textstyle \sum_{R1}} + {\nu_2 \textstyle \sum_{f2} \over D_1 B^2_g + \textstyle \sum_{R1}} {\phi_2 \over \phi_1}} !$
Sendo: !$ {\large{\phi_2 \over \phi_1}} = {\large{\textstyle \sum_{s}^{1 \rightarrow 2} \over D_2 B^2_g + \textstyle \sum_{a2}}} , M^2_1 = {\large{D_1 \over \textstyle \sum_{R1}}} \text{ e } B^2_g = 3 \Bigl ( {\large{\pi \over a}} \Bigr )^2 !$
O tamanho da aresta !$ a !$, que torna o reator crítico, admitindo-se que seja válida a aproximação de um grupo modificado, é
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O reator nuclear natural de Oklo foi alvo de pesquisas por vários cientistas ao longo de décadas, devido à sua condição de criticalidade. Admitindo-se que esse reator possa ser tratado com dimensão infinita a dois grupos de energia na condição crítica, a equação da difusão de nêutrons multigrupo é dada por
!$ \Bigl ( \textstyle \sum_{a1} + \textstyle \sum_{s}^{1 \rightarrow 2} - \nu_1 \textstyle \sum_{f1} \Bigr ) \phi_1 - \nu_2 \textstyle \sum_{f2} \phi_2 = 0 !$
!$ \textstyle \sum_{s}^{1 \rightarrow 2} \phi_1 - \textstyle \sum_{a2} \phi_2 = 0 !$
A equação acima admite a seguinte representação matricial: !$ M \varPhi = 0 !$, onde !$ \varPhi = \begin{pmatrix} \phi_1 \\ \phi_2 \end{pmatrix} !$
Nessa condição, a matriz !$ M !$ é representada por
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Partindo-se da equação da difusão de nêutrons a dois grupos de energia para problema de autovalor, sem upscattering, a equação para o grupo térmico de energia, em uma região homogênea de refletor de nêutrons, é dada por
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Em uma reação de fissão nuclear, o fator de multiplicação de nêutrons é k >1.
Se cada nêutron viaja, em média, um livre-caminho-médio !$ \lambda !$ com velocidade v dentro do material, a taxa de reação total, em função do tempo, é mais bem representada pela função
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Para um núcleo, a contribuição para a energia de ligação dos nucleões tem um termo devido à energia de Coulomb, proporcional à Za, onde Z é o número de prótons.
O valor de a é
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Ao emitir uma partícula alfa, o isótopo de polônio !$ ^{210}_{84} !$Po se transforma em:
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Uma máquina opera entre duas fontes, em temperaturas iguais a 400 K e a 300 K. Em um ciclo, o calor absorvido na fonte é 100 J, e o trabalho produzido é 15 J.
Se essa máquina se tornasse reversível e trabalhasse entre as mesmas temperaturas e com o mesmo calor absorvido, qual seria o aumento de trabalho produzido por ciclo, em J?
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