O processo de retirada da ventilação mecânica em
pediatria, geralmente, pode ser iniciado logo no momento
em que o paciente possua capacidade de iniciar um esforço inspiratório e quando o nível de consciência permita
alguma comunicação. Assim que o evento inicial tenha
sido resolvido e o paciente apresente drive respiratório
mínimo, os critérios a serem considerados são:
O aumento da resistência vascular pulmonar (RVP) e a
hipoxemia são duas condições fisiopatológicas que frequentemente causam complicações em muitas patologias na prática clínica e que podem ser tratadas com o
óxido nítrico (NOi). Na população pediátrica e neonatal, a
terapia com NOi vem sendo empregada com frequência
em determinados caso. O NOi é tóxico quando inalado
mesmo por curtos períodos de tempo, em concentrações
acima de
No edema agudo de pulmão de origem cardiogênica, há
aumento da pressão hidrostática nos capilares pulmonares e extravasamento de líquido para o interstício pulmonar e espaços intra-alveolares.
Um fator que contribui para a formação deste edema é:
A pressão positiva pode ser aplicada na via aérea usando
uma máscara bem adaptada ao redor do nariz e da boca
do paciente, ou seja, forma não invasiva de suporte, que
cada vez mais é usada em cuidados intensivos.
Assinale a alternativa em que na situação clínica opta-se
por essa forma não invasiva de suporte respiratório.
No pós-operatório de transplante de medula óssea
(TMO), os pacientes podem evoluir com instabilidade
alveolar, como edema agudo de pulmão, síndrome do
desconforto respiratório do adulto (SDRA) e hemorragia
alveolar.
No caso de instabilidade alveolar, o modo de ventilação
mecânica indicado é:
Uma das complicações da ventilação mecânica pode
ser o barotrauma, que pode provocar pneumotórax. Essa
alteração ocorre quando os ajustes na ventilação mecânica proporcionam pressões
Mulher, 43 anos de idade, após quadro de infecção respiratória de vias aéreas superiores, evoluiu com fraqueza
muscular crescente nos membros inferiores e parestesia
nos pés e nas mãos. Dirigiu-se ao pronto atendimento
do hospital mais próximo de sua casa, e ficou internada para investigação e, após exames, foi diagnosticada
com síndrome de Guillain Barré, com o seguinte quadro:
deficiência motora generalizada, dor, comprometimento
da função respiratória, dificuldade de deglutição e incapacidade de se comunicar satisfatoriamente. A avaliação fisioterapêutica concluiu que a deficiência motora é
a causa primária do quadro apresentado. A intervenção
permitida/adequada a essa fase é: