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A disfonia é uma alteração na voz que afeta sua qualidade, intensidade ou frequência, tornando-a rouca, fraca, tremida ou
até mesmo inaudível em casos graves. A disfonia ocorre quando há algum problema nas estruturas que produzem a voz,
como as cordas vocais, laringe ou o sistema respiratório, e pode ser temporária ou crônica, dependendo da causa.
Caso clínico: Após anamnese e avaliação clínica de uma professora, que trabalha 30h semanais e participa ativamente de um grupo de canto na igreja, com queixas de alterações vocais, identificou-se que não há alinhamento postural adequado entre a cabeça e o corpo; solta o ar expiratório antes de falar; fala na inspiração com incoordenação entre a respiração e a fonação. Apresenta, ainda, tensão generalizada de todo o corpo e da musculatura do aparelho fonador durante a fala, além de usar constantemente intensidade excessivamente reduzida e velocidade de fala aumentada.
Partindo dessa avaliação, qual alternativa apresenta o diagnóstico dessa paciente?
Caso clínico: Após anamnese e avaliação clínica de uma professora, que trabalha 30h semanais e participa ativamente de um grupo de canto na igreja, com queixas de alterações vocais, identificou-se que não há alinhamento postural adequado entre a cabeça e o corpo; solta o ar expiratório antes de falar; fala na inspiração com incoordenação entre a respiração e a fonação. Apresenta, ainda, tensão generalizada de todo o corpo e da musculatura do aparelho fonador durante a fala, além de usar constantemente intensidade excessivamente reduzida e velocidade de fala aumentada.
Partindo dessa avaliação, qual alternativa apresenta o diagnóstico dessa paciente?
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A paralisia facial é uma condição em que há perda parcial ou total dos movimentos de um lado do rosto devido a uma
disfunção no nervo facial (nervo craniano VII). Esse nervo controla os músculos faciais responsáveis por expressões
faciais, além de algumas funções relacionadas ao paladar e às lágrimas. Quando ele é afetado, a pessoa pode ter
dificuldades para movimentar os músculos de um lado da face, resultando em sorriso assimétrico, dificuldade para fechar
um olho e outras alterações.
Caso clínico: Foi solicitado o comparecimento de um fonoaudiólogo no pronto-socorro para avaliar uma paciente de 66 anos, com características de um acidente vascular cerebral (AVC). Ela apresentava leve dificuldade na alimentação, a fala um pouco “arrastada” e mímica facial com diferença perceptível, porém não desfigurante, sincinesia visível, mas não severa, contratura/espasmo hemifacial, em repouso simetria/tônus normais, a testa com movimento leve a moderado, fechamento dos olhos forçado, discreta fraqueza nos lábios ao esforço.
Marque a alternativa que melhor expressa o diagnóstico fonoaudiológico, em relação à mímica facial dessa paciente.
Caso clínico: Foi solicitado o comparecimento de um fonoaudiólogo no pronto-socorro para avaliar uma paciente de 66 anos, com características de um acidente vascular cerebral (AVC). Ela apresentava leve dificuldade na alimentação, a fala um pouco “arrastada” e mímica facial com diferença perceptível, porém não desfigurante, sincinesia visível, mas não severa, contratura/espasmo hemifacial, em repouso simetria/tônus normais, a testa com movimento leve a moderado, fechamento dos olhos forçado, discreta fraqueza nos lábios ao esforço.
Marque a alternativa que melhor expressa o diagnóstico fonoaudiológico, em relação à mímica facial dessa paciente.
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Os estudos recentes consideram que a gagueira apresenta origem multifatorial, fortemente ligada aos fatores genéticos e
biológicos, mas não descartam os aspectos psicossociais que envolvem o sujeito. Afirmam, ainda, que não se trata de um
distúrbio mental nem comportamental: a gagueira é involuntária.
Nesse contexto, avalie as afirmativas a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A gagueira causa ansiedade em relação à fala ou limitações na comunicação efetiva, na participação social ou no desempenho acadêmico ou profissional, individualmente ou em qualquer combinação.
PORQUE
II. A gagueira não é passível de ser atribuída a um déficit motor da fala ou sensorial, à disfluência associada à lesão neurológica (por exemplo, acidente vascular cerebral, tumor, trauma) ou a outra condição médica, não sendo mais bem explicada por outro transtorno mental.
A respeito dessas afirmativas, assinale a alternativa CORRETA.
Nesse contexto, avalie as afirmativas a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A gagueira causa ansiedade em relação à fala ou limitações na comunicação efetiva, na participação social ou no desempenho acadêmico ou profissional, individualmente ou em qualquer combinação.
PORQUE
II. A gagueira não é passível de ser atribuída a um déficit motor da fala ou sensorial, à disfluência associada à lesão neurológica (por exemplo, acidente vascular cerebral, tumor, trauma) ou a outra condição médica, não sendo mais bem explicada por outro transtorno mental.
A respeito dessas afirmativas, assinale a alternativa CORRETA.
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As ações são denominadas intersetoriais quando envolvem a articulação de estratégias entre diferentes setores sociais
ou de diferentes políticas públicas, que são necessárias para o enfrentamento de problemas que afetam a sociedade.
O fonoaudiólogo lotado em Secretarias de Saúde, por exemplo, tem as unidades educacionais como parte de seu território
de atuação, nas quais pode desenvolver atividades de suporte e integração entre as áreas de saúde e educação. São
exemplos de ações intersetoriais com interface direta na educação:
I- Visitas itinerantes de monitoramento de ações implementadas junto às unidades escolares, ou de acordo com as demandas levantadas pelas instituições educacionais.
II- Ações voltadas à saúde do trabalhador.
III- Ações da atenção básica voltadas à comunidade escolar (famílias, trabalhadores da educação e educandos), como por exemplo ações de promoção de saúde, matriciamento, entre outras.
IV- Ações em políticas intersetoriais, como o Programa Saúde na Escola.
V- Participação nas instâncias de controle social municipal, estadual ou federal, tanto na área da saúde quanto na educação.
São ações intersetoriais realizadas pelo fonoaudiólogo com interface direta na educação:
I- Visitas itinerantes de monitoramento de ações implementadas junto às unidades escolares, ou de acordo com as demandas levantadas pelas instituições educacionais.
II- Ações voltadas à saúde do trabalhador.
III- Ações da atenção básica voltadas à comunidade escolar (famílias, trabalhadores da educação e educandos), como por exemplo ações de promoção de saúde, matriciamento, entre outras.
IV- Ações em políticas intersetoriais, como o Programa Saúde na Escola.
V- Participação nas instâncias de controle social municipal, estadual ou federal, tanto na área da saúde quanto na educação.
São ações intersetoriais realizadas pelo fonoaudiólogo com interface direta na educação:
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Os transtornos da comunicação incluem déficits na linguagem, na fala e na comunicação. Fala é a produção expressiva
de sons e inclui a articulação, a fluência, a voz e a qualidade da ressonância de um indivíduo. Linguagem inclui a forma, a
função e o uso de um sistema convencional de símbolos (isto é, palavras faladas, linguagem de sinais, palavras escritas,
figuras), com um conjunto de regras para a comunicação. Comunicação inclui todo comportamento verbal e não verbal
(intencional ou não) que influencia o comportamento, as ideias ou as atitudes de outro indivíduo.
O transtorno do espectro autista (TEA) é um distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizado por desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais, déficits na comunicação e na interação social, padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados, podendo apresentar um repertório restrito de interesses e atividades.
Nesse contexto, avalie as assertivas a seguir e a relação proposta entre elas.
I. Criança que apresenta dificuldade em ajustar o comportamento para se adequar a contextos sociais diversos, dificuldade em compartilhar brincadeiras imaginativas ou em fazer amigos e ausência de interesse por pares, entre outros critérios de diagnóstico presentes, pode-se concluir que essa criança possui Transtorno do Espectro do Autismo.
PORQUE
II. Caracteriza-se por sintoma de padrão restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades, conforme manifestado por pelo menos dois sintomas do critério de diagnóstico, atualmente ou por história prévia.
A respeito dessas assertivas, assinale a alternativa CORRETA.
O transtorno do espectro autista (TEA) é um distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizado por desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais, déficits na comunicação e na interação social, padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados, podendo apresentar um repertório restrito de interesses e atividades.
Nesse contexto, avalie as assertivas a seguir e a relação proposta entre elas.
I. Criança que apresenta dificuldade em ajustar o comportamento para se adequar a contextos sociais diversos, dificuldade em compartilhar brincadeiras imaginativas ou em fazer amigos e ausência de interesse por pares, entre outros critérios de diagnóstico presentes, pode-se concluir que essa criança possui Transtorno do Espectro do Autismo.
PORQUE
II. Caracteriza-se por sintoma de padrão restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades, conforme manifestado por pelo menos dois sintomas do critério de diagnóstico, atualmente ou por história prévia.
A respeito dessas assertivas, assinale a alternativa CORRETA.
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A audiometria é um exame usado para avaliar a capacidade auditiva de uma pessoa. Ele tem a habilidade de ouvir sons
em diferentes frequências e intensidades, permitindo identificar perdas auditivas e seu grau.
A Organização Mundial de Saúde (2020) publicou o material intitulado Basic Ear and Hearing Care Resource, no qual utiliza a classificação dos graus de deficiência auditiva revisada, e faz referência a médias de 500Hz, 1000Hz, 2000Hz e 4000Hz. Partindo desse conhecimento, observe atentamente o audiograma a seguir para responder a esta questão.
Marque a alternativa que classifica o grau da perda auditiva demonstrada no audiograma, segundo a Organização Mundial de Saúde (2020).
A Organização Mundial de Saúde (2020) publicou o material intitulado Basic Ear and Hearing Care Resource, no qual utiliza a classificação dos graus de deficiência auditiva revisada, e faz referência a médias de 500Hz, 1000Hz, 2000Hz e 4000Hz. Partindo desse conhecimento, observe atentamente o audiograma a seguir para responder a esta questão.
Marque a alternativa que classifica o grau da perda auditiva demonstrada no audiograma, segundo a Organização Mundial de Saúde (2020).
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A timpanometria é utilizada para avaliar o funcionamento e a integridade da orelha média. A timpanometria convencional
é realizada com o tom teste de 226Hz. Para lactentes e bebês, a literatura indica o tom com frequência mais alta (1000Hz).
Ao realizar a imitanciometria de um paciente com suspeita de otosclerose, encontraram-se os seguintes resultados:
Complacência 0,24ml e pressão - 25 daPa.
Partindo da classificação de Jerger (1970) e Jerger e Mauldin (1972), esses dados indicam
Partindo da classificação de Jerger (1970) e Jerger e Mauldin (1972), esses dados indicam
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Analise as afirmativas a seguir sobre a atuação do
fonoaudiólogo em unidades de terapia intensiva
neonatal (UTIN) e assinale a alternativa correta.
I. O fonoaudiólogo em UTIN realiza a avaliação das funções orais, como sucção e deglutição, em recém-nascidos prematuros ou com complicações clínicas, implementando intervenções específicas para prevenir complicações alimentares, como disfunções de alimentação e aspiração laringotraqueal.
II. A intervenção do fonoaudiólogo no ambiente neonatal está restrita à monitorização da alimentação via sonda nasogástrica e ao estímulo passivo da cavidade oral para preparar o recémnascido para a alimentação oral, sendo sua atuação no estímulo ao aleitamento materno limitada devido às condições clínicas do bebê.
III. O fonoaudiólogo é responsável por realizar a triagem auditiva neonatal (teste da orelhinha) em recém-nascidos, mas também por identificar precocemente distúrbios do processamento auditivo central e realizar intervenções baseadas no desenvolvimento neurosensorial auditivo dos recém-nascidos de risco.
IV. O fonoaudiólogo atua também em estratégias multidisciplinares, integrando equipe médica e de enfermagem, promovendo intervenções precoces que estimulam o desenvolvimento das habilidades comunicativas e auditivas do recémnascido, garantindo que a comunicação entre o bebê e os pais seja facilitada, inclusive em casos de prematuridade extrema.
I. O fonoaudiólogo em UTIN realiza a avaliação das funções orais, como sucção e deglutição, em recém-nascidos prematuros ou com complicações clínicas, implementando intervenções específicas para prevenir complicações alimentares, como disfunções de alimentação e aspiração laringotraqueal.
II. A intervenção do fonoaudiólogo no ambiente neonatal está restrita à monitorização da alimentação via sonda nasogástrica e ao estímulo passivo da cavidade oral para preparar o recémnascido para a alimentação oral, sendo sua atuação no estímulo ao aleitamento materno limitada devido às condições clínicas do bebê.
III. O fonoaudiólogo é responsável por realizar a triagem auditiva neonatal (teste da orelhinha) em recém-nascidos, mas também por identificar precocemente distúrbios do processamento auditivo central e realizar intervenções baseadas no desenvolvimento neurosensorial auditivo dos recém-nascidos de risco.
IV. O fonoaudiólogo atua também em estratégias multidisciplinares, integrando equipe médica e de enfermagem, promovendo intervenções precoces que estimulam o desenvolvimento das habilidades comunicativas e auditivas do recémnascido, garantindo que a comunicação entre o bebê e os pais seja facilitada, inclusive em casos de prematuridade extrema.
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O sistema nervoso auditivo central desempenha
um papel fundamental no processamento dos
sons captados pelo ouvido. Assim, marque a
alternativa que corresponde a uma estrutura
envolvida na transmissão de informações
auditivas do nervo auditivo até o córtex auditivo.
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O processo de follow-up é crucial para garantir o
sucesso a longo prazo das intervenções
fonoaudiológicas. Em relação à sua importância,
assinale a alternativa que apresenta um dos
desafios associados ao follow-up em tratamentos
de longo prazo.
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