Estudos a respeito do espaço geográfico, da apropriação e
da transformação da natureza pela sociedade apresentam
uma análise abrangente dos elementos que compõem o
espaço e as interações entre sociedade e ambiente,
destacando tanto os aspectos naturais quanto os sociais e
culturais. Essa temática permite uma discussão teórica no
meio acadêmico científico ao debater
O planejamento ambiental urbano tem se destacado nas
discussões sobre a rede urbana associada aos processos
socioeconômicos gerais que atuam sobre as cidades. É
possível compreender o modelo urbano ambiental planejado
no âmbito da produção socioespacial, na qual se setorizam,
de um lado, espaços periféricos marcados pela exclusão
social e, de outro, espaços urbanos que proporcionam
segurança física em um ambiente socialmente construído
para grupos elitizados da cidade. Nesse contexto,
questiona-se sobre os papéis do planejador no
ordenamento territorial urbano bem-sucedido voltado a qual
grupo social?
A modernização da agricultura provocou uma redefinição da
relação entre cidade e campo no estado de Goiás, e
especialmente na região do sudoeste goiano. Ao
analisarmos o campo e a cidade como categorias e
elementos centrais dessa dinâmica, compreendemos que a
modernização da agricultura, com suas novas formas de
produção, intensificou as mudanças nas relações sociais e
de produção tanto no campo quanto na cidade foram. Essa
transformação ocorreu devido ao processo de
modernização da agricultura, que proporcionou
Ao considerar um relatório de análise ambiental e de
geoprocessamento, deve-se oferecer uma visão abrangente
sobre os fundamentos, os métodos e as aplicações práticas
dessas áreas, destacando sua relevância para a
compreensão do impacto humano nos ecossistemas e para
a gestão sustentável dos recursos naturais. Verifica-se que
é fundamental uma análise ambiental que aborde conceitos
essenciais, métodos científicos e estatísticos, bem como a
importância de investigação ambiental por meio de
mapeamento e de sua contribuição para a formulação de
políticas de conservação e sustentabilidade. Nessa
perspectiva, um relatório de análise ambiental é relevante
se
O cenário de intensa crise socioambiental trouxe consigo
uma crise da humanidade e da civilização. O final do século
XX e o início do XXI desafiam a sociedade em geral a
encontrar novos rumos para a construção do presente e do
futuro. Dos intelectuais e cientistas, demanda-se de modo
geral, um repensar ontológico (investigação teórica do ser)
e epistemológico (teoria do conhecimento) da ciência
geográfica, a partir do questionamento dos paradigmas que
sustentam a produção no conhecimento. Nesse período, os
geógrafos, de maneira particular, impõem um profundo
questionamento relativo ao estatuto da geografia
contemporânea frente às novas dimensões do espaço e aos
graves problemas sociais que se materializam na superfície
terrestre. A geografia, nesse contexto, precisa superar os
velhos paradigmas e proporcionar um método de
investigação teórica que conduz à
Em razão de sua posição no Planalto Central Brasileiro, que
característica hidrológica confere ao estado de Goiás uma
importância estratégica e singular na distribuição de
recursos hídricos para a gestão ambiental nacional?
Tarifa zero cresce e já está em 170 cidades; veja o raio-X
nacional
A gratuidade total ou parcial, a chamada tarifa zero, deixou de
ser experimento e se tornou política em expansão. Dados da
Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos
(NTU) aos quais o Congresso em Foco teve acesso indicam 170
municípios com algum formato de isenção (total ou parcial) em
seus sistemas de ônibus. O estudo da NTU enfatiza que, nas
capitais e regiões metropolitanas, a expansão encontra
entraves econômicos e de integração entre redes.
Os patrimônios difíceis – também conhecidos como patrimônios
sombrios, dissonantes, marginais ou da dor – remetem a locais
associados ao sofrimento, à exceção, encarceramento,
segregação, punição e morte.
MENEGUELLO, Cristina; PISTORELLO, Daniela. Patrimônios difíceis e ensino
de História: uma complexa interação. Revista História Hoje, v. 10, n. 196, jun.
2021.
No contexto de Goiás, de acordo com o texto, um patrimônio
difícil é
Na Bacia Sedimentar do Amazonas, pesquisas compararam
solos de terra firme e de várzea usados na agricultura familiar.
Nessa região, o clima é quente e úmido na maior parte do ano,
com chuvas frequentes.
Nos locais de terra firme, os solos formam perfis muito
profundos, com vários horizontes bem definidos. Logo abaixo
da camada superficial mais escura, aparece uma faixa espessa
de solo avermelhado ou amarelado, de textura fina, estrutura
bastante estável e quase sem fragmentos de rocha visíveis.
Mesmo sendo espessos, esses solos têm baixa disponibilidade
natural de nutrientes, o que leva os agricultores a usar grandes
quantidades de corretivos e fertilizantes para manter a
produção.
Nos solos de várzea, próximos a rios que transbordam
periodicamente, o perfil é menos profundo e os horizontes são
menos nítidos. A camada superficial é mais escura e rica em
matéria orgânica e, logo abaixo, surgem sedimentos mais
claros, com minerais pouco alterados. Nessas áreas, a
fertilidade natural é maior e a produtividade costuma se manter
com menor uso de insumos.
A diferença entre os solos de terra firme e de várzea nessa
região está associada à predominância
A geografia busca compreender a doença como um processo
social e ambiental, não se limitando apenas a cartografar a
localização das doenças (nosogeografia). O conceito clássico
elaborado por Max Sorre é fundamental para essa análise.
Segundo o autor, trata-se de uma área na qual se sobrepõem
espacialmente e estabelecem interações os estímulos vindos
do meio físico (clima, relevo), os agentes patogênicos (vírus,
bactérias), os vetores e o homem, este último condicionado por
sua imunidade, estado nutricional e modo de vida.
O conceito formulado por Max Sorre, que integra as
dimensões biológica, física e social para explicar a
espacialização das doenças, é denominado