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Em Geografia, as características descritas a seguir referem- se a uma definição: um crescimento que expande a cidade, prolongando-a para fora de seu perímetro, e absorve aglomerados rurais e outras cidades; a existência de um centro histórico onde se concentram atividades de serviços e a partir do qual surgem subcentros; a dicotomia entre a existência da cidade enquanto espaço edificado e a estrutura político administrativa; e por fim, fluxos de circulação de veículos com dois picos de maior intensidade, normalmente no período da manhã e no final da tarde.
(Geografia do Brasil, 1995)
Essas características são específicas de:
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Uma das inovações feitas nos Parâmetros Curriculares Nacionais, na época de seu lançamento, foi a inclusão de temas que deveriam perpassar por todas as disciplinas do currículo mediante diferentes práticas pedagógicas.
Essa proposta teve como base a reforma curricular da Espanha, já que o governo brasileiro, na época, a adotou como modelo.
(Para ensinar e aprender Geografia,2007)
O texto refere-se ao conceito de:
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Em 1992, realizou-se no Rio de Janeiro a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, ocasião em que o problema ambiental ocupou importante espaço nos meios de comunicação de todo o globo.
(Decifrando a Terra, 2000)
Como resultado dessa Conferência podemos citar:
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Nas áreas costeiras, os aquíferos normalmente descarregam suas águas no mar e existe um equilíbrio dinâmico entre as águas salgadas que saturam as rochas ou sedimentos sob o mar. Quando este equilíbrio se rompe, por meio do bombeamento de poços, por exemplo, há uma degradação desse aquífero.
(Decifrando a Terra, 2000)
A esse processo denomina-se:
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Muito antes do Descobrimento, o litoral brasileiro foi ocupado e explorado pelo ser humano. Há inúmeros testemunhos ao longo do litoral sul e sudeste de que povos habitaram e exploraram os recursos alimentares de praias e outros ambientes costeiros.
(Decifrando a Terra, 2000)
O nome dado aos testemunhos é:
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De acordo com a BNCC, o raciocínio geográfico, uma maneira de exercitar o pensamento espacial, aplica determinados princípios para compreender aspectos fundamentais da realidade: a localização e a distribuição dos fatos e fenômenos na superfície terrestre, o ordenamento territorial, as conexões existentes entre componentes físico-naturais e as ações antrópicas. Dois desses princípios são definidos como: espaço finito e contínuo delimitado pela ocorrência do fenômeno geográfico; e um fenômeno geográfico nunca acontece isoladamente, mas sempre em interação com outros fenômenos próximos ou distantes.
(BNCC – Base Nacional Comum Curricular: Ensino Fundamental – Geografia. Disponível em:
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ abase/#fundamental/geografia)
Os princípios apresentados são respectivamente:
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Os fusos horários são considerados a partir do Meridiano de Greenwich ou Meridiano Internacional de Origem, meridiano que passa sobre o antigo Observatório Real de Greenwich, em um subúrbio a leste de Londres, cuja longitude é de zero grau. Enquanto o seu antimeridiano, de longitude 180º, denomina-se:
(Cartografia Básica, 2008)
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Os discípulos desse pensador radicalizaram suas colocações, constituindo o que se denomina “escola determinista” de Geografia, ou doutrina “escola determinista” de Geografia ou, ainda, doutrina do“determinismo geográfico”. Os autores dessa corrente orientaram seus estudos por máximas, como “as condições naturais determinam a História ou “o homem é um produto do meio”.
(Geografia – pequena história crítica,1981)
O responsável por essa corrente é:
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Considerando a história do pensamento geográfico, para Humboldt, a Geografia seria uma disciplina eminentemente sintética, preocupada com a conexão entre os elementos e buscando, através dessas conexões, a causalidade existente na natureza. Em termos de método, Humboldt propõe o “empirismo raciocinado”, isto é, a intuição a partir da observação. Já a obra de Ritter é extremamente metodológica. Esse autor define o conceito de “sistema natural”, isto é, uma área delimitada dotada de uma individualidade. A Geografia deveria estudar estes arranjos individuais e compará-los. Em termos de método, Ritter vai reforçar a análise empírica – para ele, é necessário caminhar de “observação em observação”.
(Geografia – pequena história crítica, 1981)
A obra destes dois autores compõe a base da Geografia:
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Ross (2006) apresenta um mapa dos Sistemas Ambientais Naturais do Brasil, dividindo-os em dois grupos. No grupo Sistemas ambientais naturais pouco transformados, o autor considera que embora alguns ambientes do território sejam ocupados pelas atividades humanas ainda apresentam baixa intensidade de transformação da cobertura vegetal natural por intervenções das atividades produtivas. Ocorre baixo impacto regional, apesar de presenciarem impactos fortes em áreas pontuais vinculadas aos centros urbanos, atividades minerais e “ilhas” de agricultura comercial em seu interior.
(Ecogeografia do Brasil, 2006)
São exemplos desses sistemas naturais pouco transformados:
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