Foram encontradas 41.412 questões.
“É sabido que o plantio da cana veio a substituir, nos primórdios da colonização da América Portuguesa,
a simples extração de recursos naturais. O açúcar, então considerado uma especiaria, alcançava altos
preços e dispunha de um mercado em expansão, possibilitando amarrar a Colônia às linhas de comércio
metropolitano”.
Fonte: DEL PRIORE, Mary. Deus ou o diabo nas terras do açúcar: o senhor de engenho na América Portuguesa. In. DEL PRIORE, Mary. Revisão do Paraíso: os brasileiros e o Estado em 500 anos de História. Rio de Janeiro: Campus, 2000, p.17
A dinâmica da economia açucareira, no Brasil colonial, caracterizava-se:
Fonte: DEL PRIORE, Mary. Deus ou o diabo nas terras do açúcar: o senhor de engenho na América Portuguesa. In. DEL PRIORE, Mary. Revisão do Paraíso: os brasileiros e o Estado em 500 anos de História. Rio de Janeiro: Campus, 2000, p.17
A dinâmica da economia açucareira, no Brasil colonial, caracterizava-se:
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“Para Erasmo, como para todos os reformadores, a Bíblica constituía, então, o centro da compreensão
cristã, quando apresentada sob sua forma autêntica. E rejeitava, em uníssono com eles, o cristianismo
mecânico praticado em sua totalidade: indulgências, peregrinações, privilégios especiais, missas para os
mortos, todo o negócio de conquistar a salvação por um “mérito” adquirido de modo artificial, em geral
com dinheiro [...]. Onde, então, encontrava-se a estrada para a salvação? Erasmo concordava com os
reformadores que a Bíblia tinha de ser estudada. Concordava com a prática da devoção privada,
sobretudo da oração. O homem se salvava por meio do conhecimento de Deus, não por intervenção de
uma instituição”.
Fonte: JOHNSON, Paul. História do cristianismo. Rio de Janeiro: Imago Edit., 2001, p.334
Avalie as seguintes afirmações:
I. Erasmo de Roterdã concordava com Lutero e, mais tarde, com Calvino, em atacar o ponto de vista clerical e sua defesa da necessidade de uma resposta autorizada para todas as indagações teológicas concebíveis.
II. Como Lutero, Erasmo de Roterdã alegava que a Igreja precisava de uma teologia reduzida à mínima influência sobre os fiéis.
III. Erasmo de Roterdã, ao contrário de Lutero, opunha-se à aproximação entre o movimento reformista e o poder principesco.
IV. Diferente de Lutero, Erasmo de Roterdã não defendia uma visão determinista da salvação, pois rejeitou qualquer ideia de predestinação.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
Fonte: JOHNSON, Paul. História do cristianismo. Rio de Janeiro: Imago Edit., 2001, p.334
Avalie as seguintes afirmações:
I. Erasmo de Roterdã concordava com Lutero e, mais tarde, com Calvino, em atacar o ponto de vista clerical e sua defesa da necessidade de uma resposta autorizada para todas as indagações teológicas concebíveis.
II. Como Lutero, Erasmo de Roterdã alegava que a Igreja precisava de uma teologia reduzida à mínima influência sobre os fiéis.
III. Erasmo de Roterdã, ao contrário de Lutero, opunha-se à aproximação entre o movimento reformista e o poder principesco.
IV. Diferente de Lutero, Erasmo de Roterdã não defendia uma visão determinista da salvação, pois rejeitou qualquer ideia de predestinação.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
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“Os humanistas começam definindo o conceito de liberdade de um modo tradicional e já bem formado.
Habitualmente, eles empregam esse termo para indicar ao mesmo a tempo a independência e o
autogoverno”.
Fonte: SKINNER, Quentin. As fundações do pensamento político moderno. São Paulo: Companhia das Letras: 1996, p. 98
O fragmento acima faz referência ao conceito de liberdade, tal como elaborado pela primeira geração do Renascimento. Sobre o referido conceito, é possível concluir que:
Fonte: SKINNER, Quentin. As fundações do pensamento político moderno. São Paulo: Companhia das Letras: 1996, p. 98
O fragmento acima faz referência ao conceito de liberdade, tal como elaborado pela primeira geração do Renascimento. Sobre o referido conceito, é possível concluir que:
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“A história do mundo muçulmano no segundo milênio cristão apresenta um aspecto muito menos
coerente do que na época de ouro, mas a tradicional visão dualista de emergência seguida de
decadência é simplificadora demais para defini-la; É verdade que uma série de invasões externas e
calamidades internas produziram imenso impacto negativo no Oriente Médio, levando a um declínio
aparentemente inexorável de seu centro – o mundo árabe. Em outras partes, porém, o islã viveu uma
nova onda de expansão, a exemplo do subcontinente indiano, do sudoeste asiático e da África.”
Fonte: DEMANT, Peter. O mundo muçulmano. São Paulo: Contexto, 2008, pp.52-53 O texto faz referência ao período conhecido como “Idade Média Árabe-muçulmana”.
Sobre o período, podemos afirmar que
Fonte: DEMANT, Peter. O mundo muçulmano. São Paulo: Contexto, 2008, pp.52-53 O texto faz referência ao período conhecido como “Idade Média Árabe-muçulmana”.
Sobre o período, podemos afirmar que
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“Como bem ressalta Reyna Pastor, ao separar a história da mulher da história do homem, se termina por
impossibilitar a compreensão do verdadeiro grande tema, que é a sociedade, ou o corpo social. Talvez
seja este o momento de redirecionar o enfoque que se vem dando aos estudos feministas. Mais do que
se preocupar em fazer História da Mulher, pensamos que seria mais produtivo e enriquecedor estudar o
papel da mulher na História.”
Fonte: NASCIMENTO, Maria Filomena Dias. Ser mulher na Idade Média. 1997, p.84. Disponível em file:///D:/Downloads/admin,+5%20(1).pdf, acesso em 20.09.2024
Sobre o papel da mulher, a historiografia tem mostrado que:
Fonte: NASCIMENTO, Maria Filomena Dias. Ser mulher na Idade Média. 1997, p.84. Disponível em file:///D:/Downloads/admin,+5%20(1).pdf, acesso em 20.09.2024
Sobre o papel da mulher, a historiografia tem mostrado que:
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“Quais eram as características comuns a todas cidades-Estados clássicas? Talvez possamos distinguir
as seguintes como sendo as mais importantes: 1) do ponto de vista formal, a tripartição do governo em
uma ou mais assembleias (sic), um ou mais conselhos, e certo número de magistrados escolhidos –
quase sempre anualmente – entre os homens elegíveis; 2) a participação direta dos cidadãos no
processo político: a noção de cidade-Estado implica a existência de decisões coletivas, votadas depois
de discussão (nos conselhos e/ou nas assembleias), que eram obrigatórias para todas a comunidades, o
que quer dizer que os cidadãos com plenos direitos eram soberanos; 3) a inexistência de uma separação
absoluta entre órgãos de governo e de justiça, e o fato de que a religião e os sacerdócios integravam o
aparelho de Estado”.
Fonte: CARDOSO, Ciro Flamarion S. A cidade-Estado antiga. São Paulo: Ática,1987, p.7
Entre as afirmativas abaixo, qual complementa CORRETAMENTE o fragmento de texto acima?
Fonte: CARDOSO, Ciro Flamarion S. A cidade-Estado antiga. São Paulo: Ática,1987, p.7
Entre as afirmativas abaixo, qual complementa CORRETAMENTE o fragmento de texto acima?
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“A aprendizagem histórica pode se explicar como um processo de mudança estrutural na consciência
histórica. A aprendizagem histórica implica mais que um simples adquirir de conhecimento do passado e
da expansão do mesmo. Vista como um processo pelo qual as competências são adquiridas progressivamente, emerge como um processo de mudança de formas estruturais pelas quais tratamos e
utilizamos a experiência e o conhecimento da realidade passada, passando de formas tradicionais de
pensamento aos modos genéticos”.
Fontes: RÜSEN, Jorn. El desarrollo de la competência narrativa enelaprendiaje histórico. Una hipótesis ontogenética relativa alaconciencia moral. Revista Propuesta Educativa, Buenos Aires, Ano 4, n.7, p.27-36. oct. 1992,p. 24, Revisão da tradução: Maria Auxiliadora Schmidt.
As discussões relacionadas ao ensino de História, desde a segunda metade do século XX, vêm se orientando para as práticas pedagógicas, com especial atenção às metodologias de ensino que possibilitem ao aluno a construção de uma consciência histórica voltada para a justiça social, possível em modelos educacionais que:
Fontes: RÜSEN, Jorn. El desarrollo de la competência narrativa enelaprendiaje histórico. Una hipótesis ontogenética relativa alaconciencia moral. Revista Propuesta Educativa, Buenos Aires, Ano 4, n.7, p.27-36. oct. 1992,p. 24, Revisão da tradução: Maria Auxiliadora Schmidt.
As discussões relacionadas ao ensino de História, desde a segunda metade do século XX, vêm se orientando para as práticas pedagógicas, com especial atenção às metodologias de ensino que possibilitem ao aluno a construção de uma consciência histórica voltada para a justiça social, possível em modelos educacionais que:
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A população piauiense é, basicamente, o resultado da miscigenação de portugueses, índios e africanos.Os primeiros documentos de nossa historiografia falam de uma população de brancos, negros, índios e mamelucos. (...) Em termos de cultura espontânea ou folclórica, não se pode fugir desta análise de elementos formadores básicos que dão estrutura às lendas e mitos, às danças e aos folguedos, à religiosidade sincrética, às técnicas populares, ao linguajar, a todas as demais manifestações culturais do povo.
(Oliveira, Noé Mendes. Folclore Brasileiro - Piauí. 6 ed. Teresina: Academia Piauiense de Letras, 2016, p. 17-19).
Considerando a miscigenação e manifestações como:
(Oliveira, Noé Mendes. Folclore Brasileiro - Piauí. 6 ed. Teresina: Academia Piauiense de Letras, 2016, p. 17-19).
Considerando a miscigenação e manifestações como:
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No livro A Revolução Industrial e suas Consequências no Brasil (2018), Roberto Campos analisa os
efeitos da Revolução Industrial no Brasil, ressaltando como a industrialização global afetou as práticas
artesanais no país. O autor argumenta que, embora o Brasil estivesse relativamente distante dos centros
industriais europeus, as mudanças na produção e nas demandas de mercado influenciaram os artesãos
brasileiros. Campos, (2018), discute como muitos artesãos foram forçados a adaptar suas técnicas e
processos em resposta à concorrência da produção em massa. Ele também destaca que, apesar dessas
pressões, muitos artesãos conseguiram preservar sua identidade cultural e explorar nichos de mercado,
permitindo uma coexistência entre práticas tradicionais e inovações.
I. A Revolução Industrial trouxe novas demandas de mercado, forçando o artesanato brasileiro a se adaptar e a buscar modernização.
II. O artesanato no Brasil resistiu à influência da Revolução Industrial, permanecendo totalmente inalterado em suas técnicas e processos.
III. Apesar da chegada de novos processos industriais, o artesanato brasileiro preservou suas tradições e técnicas, explorando nichos de mercado específicos.
IV. A Revolução Industrial resultou na completa desvalorização do artesanato brasileiro, que foi incapaz de competir com as novas indústrias.
É CORRETO apenas o que se afirma em
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A História pode ser afirmada como a ciência dos homens no tempo, entretanto e para muitos ainda é aquela disciplina ou ciência que trata de um passado por vezes distante do nosso presente atual.
Pensando na relação entre História, tempo e espaço, é CORRETO afirmar:
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