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À luz da literatura científica sobre a história dos eventos, a trajetória do campo apresenta continuidades e
inflexões desde a Antiguidade até a modernidade industrial, com processos de institucionalização no Brasil ao
longo do século XX. Diante disso, selecione a alternativa que, em consonância com os pontos recorrentes na
historiografia da área de eventos, descreve a trajetória histórica dos eventos ao reconhecer origens, formas
medievais, inflexão moderna e marcos brasileiros.
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Proceda à análise da imagem apresentada a seguir:

Disponível em: https://aventurasnahistoria.com.br/canal/almanaque. Acesso: 22/06/2025
À luz da imagem acima apresentada e considerando o seu respectivo contexto histórico, torna-se possível asseverar que:
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Diante da impossibilidade de Pedro de
Alcântara assumir o trono com apenas cinco anos
de idade, a solução concebida pelas elites
proprietárias de terras e de pessoas escravizadas
— que exerciam significativa influência sobre os
poderes Legislativo e Judiciário — foi a instituição do período regencial, vigente entre
1831 e 1840. A ausência de uma autoridade
central forte, como a figura de um imperador,
somada à percepção de que aquele governo era
transitório, contribuiu para a instabilidade política
do país, desencadeando diversas revoltas
provinciais.
À luz do contexto apresentado, examine atentamente as proposições elencadas a seguir e atribua a letra V àquelas que se revelarem VERDADEIRAS, e a letra F às que se mostrarem FALSAS
( )A Cabanagem foi uma revolta que eclodiu em janeiro de 1835, na província do Grão-Pará. O movimento recebeu esse nome em referência aos seus protagonistas, os cabanos, assim chamados por viverem em cabanas de palha às margens dos rios, nos arredores de Belém, capital da província. A composição social dos revoltosos era bastante diversa: incluía povos indígenas de diferentes etnias, africanos libertos, lavradores, artesãos e pessoas escravizadas.
( )A Balaiada foi um levante popular que se desenvolveu inicialmente no Maranhão, estendendo-se posteriormente ao Piauí e ao Ceará. A revolta teve origem entre lavradores e artesãos, cuja atividade principal era a confecção de balaios, cestos de vime utilizados na colheita do algodão — a cultura agrícola mais relevante da província. Dessa maneira, o movimento passou a ser conhecido pelo nome de Balaiada.
( )A Revolta dos Malês ocorreu na província da Bahia, em 1837, e consistiu em um levante popular liderado principalmente por Francisco Sabino, médico e jornalista que editava publicações de caráter liberal e republicano. No dia 6 de novembro, um grupo de civis — entre eles João Carneiro da Silva Rego — uniu-se a militares revoltosos, que temiam ser enviados para o sul do país para combater a Revolução Farroupilha.
( )A Revolução Farroupilha ocorreu durante o período regencial, na província do Rio Grande do Sul. O termo “farrapos” surgiu como uma expressão depreciativa para se referir aos liberais republicanos do sul, críticos do sistema monárquico. O movimento teve início em protestos relacionados aos altos impostos sobre produtos locais altos impostos central e acabou mobilizando classe setores da média liberal. Progressivamente, muitos revoltosos passaram a defender secessão da província e a criação de uma república independente.
( )Outro levante de grande repercussão durante o período regencial foi a Sabinada, ocorrida em Salvador. Revoltosos, incluindo africanos muçulmanos, reuniram -se em torno do trono local, com objetivos mais políticos do que religiosos. Entre suas metas estava a abolição da escravidão, contando ainda com o apoio de africanos não muçulmanos que se uniram à causa. O conflito culminou em 25 de janeiro de 1835, quando grupos de escravizados e libertos entraram em confronto com soldados e civis, sendo violentamente reprimidos.
Assinale a sequência CORRETAS:
À luz do contexto apresentado, examine atentamente as proposições elencadas a seguir e atribua a letra V àquelas que se revelarem VERDADEIRAS, e a letra F às que se mostrarem FALSAS
( )A Cabanagem foi uma revolta que eclodiu em janeiro de 1835, na província do Grão-Pará. O movimento recebeu esse nome em referência aos seus protagonistas, os cabanos, assim chamados por viverem em cabanas de palha às margens dos rios, nos arredores de Belém, capital da província. A composição social dos revoltosos era bastante diversa: incluía povos indígenas de diferentes etnias, africanos libertos, lavradores, artesãos e pessoas escravizadas.
( )A Balaiada foi um levante popular que se desenvolveu inicialmente no Maranhão, estendendo-se posteriormente ao Piauí e ao Ceará. A revolta teve origem entre lavradores e artesãos, cuja atividade principal era a confecção de balaios, cestos de vime utilizados na colheita do algodão — a cultura agrícola mais relevante da província. Dessa maneira, o movimento passou a ser conhecido pelo nome de Balaiada.
( )A Revolta dos Malês ocorreu na província da Bahia, em 1837, e consistiu em um levante popular liderado principalmente por Francisco Sabino, médico e jornalista que editava publicações de caráter liberal e republicano. No dia 6 de novembro, um grupo de civis — entre eles João Carneiro da Silva Rego — uniu-se a militares revoltosos, que temiam ser enviados para o sul do país para combater a Revolução Farroupilha.
( )A Revolução Farroupilha ocorreu durante o período regencial, na província do Rio Grande do Sul. O termo “farrapos” surgiu como uma expressão depreciativa para se referir aos liberais republicanos do sul, críticos do sistema monárquico. O movimento teve início em protestos relacionados aos altos impostos sobre produtos locais altos impostos central e acabou mobilizando classe setores da média liberal. Progressivamente, muitos revoltosos passaram a defender secessão da província e a criação de uma república independente.
( )Outro levante de grande repercussão durante o período regencial foi a Sabinada, ocorrida em Salvador. Revoltosos, incluindo africanos muçulmanos, reuniram -se em torno do trono local, com objetivos mais políticos do que religiosos. Entre suas metas estava a abolição da escravidão, contando ainda com o apoio de africanos não muçulmanos que se uniram à causa. O conflito culminou em 25 de janeiro de 1835, quando grupos de escravizados e libertos entraram em confronto com soldados e civis, sendo violentamente reprimidos.
Assinale a sequência CORRETAS:
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A Constituição de 1824 estabeleceu que o
Brasil seria governado por uma monarquia
hereditária, reconhecendo como cidadãos apenas
os indivíduos livres ou libertos nascidos em território nacional e restringindo o direito ao voto
aos homens detentores de elevada renda. Em
grande medida, alguns historiadores ainda sustentam, de forma até didática e por vezes
controversa, que a independência do Brasil
constituiu-se como um processo relativamente
pacífico, desprovido de grandes conflitos e com
limitada participação popular. Contudo, tais afirmações geram controvérsias, especialmente
quando consideradas as inúmeras rebeliões que eclodiram nas colônias portuguesas na América
entre o final do século XVII e o início do século
XVIII, conhecidas como as Revoltas Nativas.
Sobre esse período e suas intensas agitações populares, destacando seus desdobramentos e repercussões, observe atentamente o que é apresentado na segunda COLUNA “A” e estabeleça a devida relação com seus respectivos significados e sentidos na COLUNA “B”.

Assinale a alternativa que apresente a correspondência CORRETA:
Sobre esse período e suas intensas agitações populares, destacando seus desdobramentos e repercussões, observe atentamente o que é apresentado na segunda COLUNA “A” e estabeleça a devida relação com seus respectivos significados e sentidos na COLUNA “B”.

Assinale a alternativa que apresente a correspondência CORRETA:
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“A Revolução Francesa é assim a revolução do
seu tempo, e não apenas uma, embora a mais
proeminente, do seu tipo. E suas origens devem
portanto ser procuradas não meramente em
condições gerais da Europa, mas sim na situação
específica da França. Sua peculiaridade é talvez
melhor ilustrada em termos internacionais”.
(HOBSBAWM, Eric. A Era das Revoluções
- 1789-1848. 2001, p. 30).
Considerando o contexto da Revolução Francesa, é INCORRETO afirmar que:
Considerando o contexto da Revolução Francesa, é INCORRETO afirmar que:
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Analise a imagem abaixo:

Disponível em: https://ensina.rtp.pt/artigo/.
À luz da imagem anteriormente apresentada e considerando o seu respectivo contexto histórico, torna-se possível asseverar que:
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Durante séculos, os vastos oceanos e as terras
longínquas constituíram-se em enigmáticas fontes
de fascínio e assombro para os europeus. O
imaginário coletivo, impregnado de mitos e
apreensões, alimentava temores diante do
desconhecido. Para aqueles povos, o horizonte do mundo limitava-se, até então, ao território
europeu e a porções da África e da Ásia. Todavia,
entre os séculos XV e XVII, intrépidos
navegadores ousaram desafiar as águas
inexploradas, inaugurando um ciclo histórico de
expedições marítimas que ficaria consagrado como a célebre Era das Navegações.
Partindo deste contexto, analise as proposições a seguir:
I. Desde a Antiguidade, o comércio entre a Europa, a África e a Ásia ocorria pelo Mediterrâneo. Durante a Idade Média, as trocas comerciais entre essas regiões diminuíram em relação ao período anterior. No entanto, a partir das Cruzadas, o contato entre a Europa e o chamado Oriente voltou a se intensificar.
II. Por volta de 1300, Veneza e outras cidades italianas exerciam o domínio sobre o transporte e a circulação das mercadorias que chegavam às regiões de Roma e da Grécia, sob a influência estratégica de Alexandria e Constantinopla. Diversos produtos eram adquiridos pelos mercadores italianos e posteriormente revendidos ao restante da Europa. Contudo, o rígido controle exercido por povos orientais sobre essas rotas comerciais suscitou a necessidade de encontrar novos caminhos marítimos, o que, em última instância, impulsionou a busca por vias alternativas que culminariam na chegada ao continente americano.
III. Portugal foi o primeiro Estado europeu a centralizar o poder nas mãos de um monarca, constituindo, assim, uma monarquia capaz de unificar diversas cidades sob um único governo. Tal processo representou, na prática, o fortalecimento do Estado português. Outro fator decisivo, que motivou e consolidou as Grandes Navegações, foi a estreita aliança entre a Igreja Católica e a Coroa lusitana. Para a Igreja, essa união significava a oportunidade de expandir a fé cristã e conquistar novos fiéis; para a monarquia portuguesa, representava a chance de ampliar seus domínios territoriais e afirmar sua autoridade no cenário internacional.
IV. No início do século XV, Lisboa era um dos principais portos da Europa. Com a expansão do comercio, fortalecimentos da monarquia e o enriquecimento da burguesia, Lisboa cresceu e se modernizou. Ao longo do século XVI, com a expansão para outros continentes e a anexação de colônias, províncias e vice-reinos por Portugal, Lisboa tornar-se a se do Império Português.
V. No início do século XV, Lisboa destacava-se como um dos mais importantes portos da Europa. Impulsionada pela expansão do comércio, pelo fortalecimento da monarquia e pelo enriquecimento da burguesia, a cidade experimentou notável crescimento e modernização. Ao longo do século XVI, com a projeção ultramarina, a anexação de colônias, províncias e vice-reinos, Lisboa consolidou-se como a capital e sede do poderoso Império Português
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Partindo deste contexto, analise as proposições a seguir:
I. Desde a Antiguidade, o comércio entre a Europa, a África e a Ásia ocorria pelo Mediterrâneo. Durante a Idade Média, as trocas comerciais entre essas regiões diminuíram em relação ao período anterior. No entanto, a partir das Cruzadas, o contato entre a Europa e o chamado Oriente voltou a se intensificar.
II. Por volta de 1300, Veneza e outras cidades italianas exerciam o domínio sobre o transporte e a circulação das mercadorias que chegavam às regiões de Roma e da Grécia, sob a influência estratégica de Alexandria e Constantinopla. Diversos produtos eram adquiridos pelos mercadores italianos e posteriormente revendidos ao restante da Europa. Contudo, o rígido controle exercido por povos orientais sobre essas rotas comerciais suscitou a necessidade de encontrar novos caminhos marítimos, o que, em última instância, impulsionou a busca por vias alternativas que culminariam na chegada ao continente americano.
III. Portugal foi o primeiro Estado europeu a centralizar o poder nas mãos de um monarca, constituindo, assim, uma monarquia capaz de unificar diversas cidades sob um único governo. Tal processo representou, na prática, o fortalecimento do Estado português. Outro fator decisivo, que motivou e consolidou as Grandes Navegações, foi a estreita aliança entre a Igreja Católica e a Coroa lusitana. Para a Igreja, essa união significava a oportunidade de expandir a fé cristã e conquistar novos fiéis; para a monarquia portuguesa, representava a chance de ampliar seus domínios territoriais e afirmar sua autoridade no cenário internacional.
IV. No início do século XV, Lisboa era um dos principais portos da Europa. Com a expansão do comercio, fortalecimentos da monarquia e o enriquecimento da burguesia, Lisboa cresceu e se modernizou. Ao longo do século XVI, com a expansão para outros continentes e a anexação de colônias, províncias e vice-reinos por Portugal, Lisboa tornar-se a se do Império Português.
V. No início do século XV, Lisboa destacava-se como um dos mais importantes portos da Europa. Impulsionada pela expansão do comércio, pelo fortalecimento da monarquia e pelo enriquecimento da burguesia, a cidade experimentou notável crescimento e modernização. Ao longo do século XVI, com a projeção ultramarina, a anexação de colônias, províncias e vice-reinos, Lisboa consolidou-se como a capital e sede do poderoso Império Português
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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“Há naturalmente uma diferença entre a posição
ocupada pelos judeus e pelos gregos jônicos no
Império Persa. O domínio persa sobre os judeus
foi contínuo por dois séculos. O domínio persa
sobre gregos jônicos foi interrompido pelo
controle ático durante a maior parte do século 5º
a.C.”.
(MOMIGLIANO, Arnaldo. 2004, p.30) Fonte: MOMIGLIANO, Aranldo. As raízes da historiografia moderna; tradução Maria Beatriz Borba Florenza/Bauru, SP: EDUSC, 2004.
Sobre as primeiras civilizações, que se desenvolveram entre os rios Tigres e Eufrates, assinale:
1. Sumérios
2. Acádios
3. Babilônicos
4. Assírios
5. Caldeus
( )Seu desenvolvimento ocorreu durante o governo de Hamurábi, rei que conquistou vários territórios e unificou quase toda a Mesopotâmia. Em seu governo, organizou-se o conjunto mais complexo da Antiguidade que se conhece: o Código de Hamurábi. As leis desse código estabeleceram as regras desse império.
( )Povos de origem semita habitaram a região do sul da Mesopotâmia. No século VII a.C., esses povos dominaram toda a Mesopotâmia, fazendo nascer seu grande império. O rei de maior destaque foi Nabucodonosor II. Durante seu reinado, o império atingiu sua máxima extensão e suas cidades tornaram-se importantes centros comerciais.
( )Dominou a região até cerca de 2150 a.C. Aprimoraram os estudos sobre astronomia e desenvolveram um calendário lunar de doze meses. Cada mês era dividido em semanas de sete dias.
( )Foram fundadores das mais antigas cidades mesopotâmicas. As principais eram Kish, Lagash, Uruk e Eridu. Seus registros de escrita mais antigos eram sinais com aspecto de prego de cabeça larga, lembrando uma cunha, gravados na argila. Por isso, sua escrita ficou chamada de cuneiforme.
( )Esses povos viveram na cidade-Estado de Assur e começaram a expandir seus domínios por toda a Mesopotâmia. No século IX a.C., esses domínios se estenderam do Egito ao Golfo Pérsico. Sua expansão, ao longo do tempo, tornou-se um problema para seus governadores, pois não conseguiram controlar todo o território.
Assinale a sequência CORRETA:
(MOMIGLIANO, Arnaldo. 2004, p.30) Fonte: MOMIGLIANO, Aranldo. As raízes da historiografia moderna; tradução Maria Beatriz Borba Florenza/Bauru, SP: EDUSC, 2004.
Sobre as primeiras civilizações, que se desenvolveram entre os rios Tigres e Eufrates, assinale:
1. Sumérios
2. Acádios
3. Babilônicos
4. Assírios
5. Caldeus
( )Seu desenvolvimento ocorreu durante o governo de Hamurábi, rei que conquistou vários territórios e unificou quase toda a Mesopotâmia. Em seu governo, organizou-se o conjunto mais complexo da Antiguidade que se conhece: o Código de Hamurábi. As leis desse código estabeleceram as regras desse império.
( )Povos de origem semita habitaram a região do sul da Mesopotâmia. No século VII a.C., esses povos dominaram toda a Mesopotâmia, fazendo nascer seu grande império. O rei de maior destaque foi Nabucodonosor II. Durante seu reinado, o império atingiu sua máxima extensão e suas cidades tornaram-se importantes centros comerciais.
( )Dominou a região até cerca de 2150 a.C. Aprimoraram os estudos sobre astronomia e desenvolveram um calendário lunar de doze meses. Cada mês era dividido em semanas de sete dias.
( )Foram fundadores das mais antigas cidades mesopotâmicas. As principais eram Kish, Lagash, Uruk e Eridu. Seus registros de escrita mais antigos eram sinais com aspecto de prego de cabeça larga, lembrando uma cunha, gravados na argila. Por isso, sua escrita ficou chamada de cuneiforme.
( )Esses povos viveram na cidade-Estado de Assur e começaram a expandir seus domínios por toda a Mesopotâmia. No século IX a.C., esses domínios se estenderam do Egito ao Golfo Pérsico. Sua expansão, ao longo do tempo, tornou-se um problema para seus governadores, pois não conseguiram controlar todo o território.
Assinale a sequência CORRETA:
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Os historiadores, em sua maioria, afirmam que
as cidades mais antigas da América formaram-se
em torno de grandes centros cerimoniais, nas
regiões da Mesoamérica e dos Andes. Há cerca de
5 mil anos, já existiam ali sociedades organizadas
em cidades, nas quais o poder estava centralizado
nas mãos dos governantes.
Quanto às sociedades da Mesoamérica e dos Andes, é INCORRETO afirmar que:
Quanto às sociedades da Mesoamérica e dos Andes, é INCORRETO afirmar que:
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“Uma característica da histografia moderna é
que ela tem passado a si mesma - de maneira cada
vez mais explícita e auto-referenciada
– como um campo fragmentado, partilhado em uma grande
gama de sup-especialidades e atravessado por
muitas e muitas tendência.”.
(Barros José D’Assunção, 2004, p.09) Fonte: BARROS, José D’Assunção. O campo da história: especialidades e abordagens/Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.
Tendo como premissa as múltiplas abordagens historiográficas, suas problematizações e orientações, analise as afirmações a seguir.
I. O historiador de hoje é o historiador da cultura, da economia, das mentalidades, ou um especialista em história das mulheres. Da mesma forma, existem os historiadores marxistas da linha gramsciana, thompsoniana ou de outras vertentes, assim como os historiadores weberianos e os micro-historiadores da escola italiana.
II. A linha de orientação gramsciana, em sua essência, buscou compreender e dialogar com as relações de poder e as transformações sociais por meio da análise da história cultural. Em suas produções, elaborou narrativas que apresentavam leituras e impressões sobre as hegemonias de poder, enfatizando, em suas perspectivas, a ‘filosofia da práxis.”
III. O historiador que debate e mergulha na historiografia moderna pode e deve, quando necessário, utilizar o ‘corpo’ como parte de suas produções narrativas. Nesse sentido, as sensibilidades — um dos objetos de interesse do historiador da cultura como forma de debate e de percepção do passado. Partindo da ideia de que o mundo e suas práticas não se compreendem apenas pelo intelecto, mas também pelos sentidos.
IV. Nas elaborações thompsonianas, a história e seus historiadores deveriam enfatizar as práticas racionalistas em suas produções. Diferentemente do marxismo, Thompson buscou se distanciar das narrativas que davam visibilidade às lutas de classes como fez o marxismo, como chave de leitura para compreender as ações humanas, argumentando que a experiência vivida pelos indivíduos problematiza, de forma negativa, a consciência de classe e suas ações coletivas.
V. Nas bases das reflexões propostas pelos foucaultianos e em suas narrativas, é possível compreender que as sínteses discursivas que produzem o passado, e que nos chegam como naturais do mundo social, precisam ser colocadas em suspenso. Não se trata de negá-las ou ignorá-las, mas de trazê-las ao centro das discussões e revelar que são fruto de uma complexa trama que as constitui dessa forma.
Estão CORRETAS:
(Barros José D’Assunção, 2004, p.09) Fonte: BARROS, José D’Assunção. O campo da história: especialidades e abordagens/Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.
Tendo como premissa as múltiplas abordagens historiográficas, suas problematizações e orientações, analise as afirmações a seguir.
I. O historiador de hoje é o historiador da cultura, da economia, das mentalidades, ou um especialista em história das mulheres. Da mesma forma, existem os historiadores marxistas da linha gramsciana, thompsoniana ou de outras vertentes, assim como os historiadores weberianos e os micro-historiadores da escola italiana.
II. A linha de orientação gramsciana, em sua essência, buscou compreender e dialogar com as relações de poder e as transformações sociais por meio da análise da história cultural. Em suas produções, elaborou narrativas que apresentavam leituras e impressões sobre as hegemonias de poder, enfatizando, em suas perspectivas, a ‘filosofia da práxis.”
III. O historiador que debate e mergulha na historiografia moderna pode e deve, quando necessário, utilizar o ‘corpo’ como parte de suas produções narrativas. Nesse sentido, as sensibilidades — um dos objetos de interesse do historiador da cultura como forma de debate e de percepção do passado. Partindo da ideia de que o mundo e suas práticas não se compreendem apenas pelo intelecto, mas também pelos sentidos.
IV. Nas elaborações thompsonianas, a história e seus historiadores deveriam enfatizar as práticas racionalistas em suas produções. Diferentemente do marxismo, Thompson buscou se distanciar das narrativas que davam visibilidade às lutas de classes como fez o marxismo, como chave de leitura para compreender as ações humanas, argumentando que a experiência vivida pelos indivíduos problematiza, de forma negativa, a consciência de classe e suas ações coletivas.
V. Nas bases das reflexões propostas pelos foucaultianos e em suas narrativas, é possível compreender que as sínteses discursivas que produzem o passado, e que nos chegam como naturais do mundo social, precisam ser colocadas em suspenso. Não se trata de negá-las ou ignorá-las, mas de trazê-las ao centro das discussões e revelar que são fruto de uma complexa trama que as constitui dessa forma.
Estão CORRETAS:
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