Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo
CORRETAMENTE.
A escravidão permaneceu por mais de 60 anos após a
Independência do Brasil, pois era um pilar da economia
brasileira, baseado na agroexportação (café, açúcar,
algodão). A Lei Áurea (Lei nº 3.353) foi assinada em 13 de
maio de 1888 _______________________, abolindo
oficialmente a escravidão no Brasil.
A independência do Brasil teve como grande marco o
grito da independência, que foi realizado por D. Pedro I, às
margens do Rio Ipiranga, no dia 7 de setembro de:
Sobre o ciclo da cana-de-açúcar, analisar os itens.
I. Foi o primeiro ciclo econômico do Brasil.
II. O Brasil foi pioneiro no cultivo da cana-de-açúcar e na
produção de açúcar. As primeiras mudas de cana saíram
do Brasil para outras colônias portuguesas.
III. Nesse período, a força de trabalho utilizada era a dos
povos negros escravizados.
De acordo com historiadores, o ciclo do ouro representou
o ápice da economia brasileira no período colonial. A
exploração dos minérios de ouro acontece, principalmente,
em:
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) é uma aliança militar intergovernamental
baseada no Tratado do Atlântico Norte que foi assinada após a Segunda Guerra Mundial, ainda na primeira
metade do século XX. Ela se constitui em:
José Sarney adotou uma série de medidas que, à
primeira vista, indicavam um esforço para resolver
questões sociais cruciais, como a problemática agrária.
Em junho de 1985, foi anunciado o ambicioso Plano
Nacional de Reforma Agrária, que visava à distribuição
de aproximadamente 130 milhões de hectares de terra a
cerca de 1,5 milhão de famílias. Essa iniciativa foi um
passo significativo no enfrentamento da desigualdade no
campo, buscando promover maior justiça social e
redistribuição de recursos. Ao longo de seu governo,
Sarney implementou, dentro do contexto de um plano
econômico mais amplo, o denominado Plano Cruzado.
A respeito do Plano Cruzado, analise as alternativas e
assinale a CORRETA:
Disponível em: https://www18.fgv.br/cpdoc/exposicao-virtual/campanha50/materiais-campanha/12/. Acesso: data 16/02/2025
As principais medidas implementadas pelo novo
governo de Getúlio Vargas, período em que a imagem
está contextualizada espacialmente, tinham como
objetivo não apenas consolidar a autoridade central do
Estado, mas também promover profundas
transformações econômicas, sociais e políticas. Essas
ações visavam modernizar a estrutura do país, com foco
no desenvolvimento industrial, na regulamentação das
relações de trabalho e na centralização do poder,
buscando, assim, garantir estabilidade política e
progresso econômico para o Brasil.
Foram ações varguistas durante esse período, EXCETO:
Regência Provisória imergiu o Brasil em uma situação
de extrema tensão e desconforto, sobretudo diante da
instabilidade política e institucional gerada pela
Regência Trina Permanente e pela Regência Una.
Durante o período regencial, imperava a ausência de
consenso entre as elites sobre a forma adequada de
organização institucional, bem como sobre o papel que o
Estado deveria desempenhar, sendo este, em teoria, a
força coesiva que congregaria os interesses da jovem
nação. Ao longo desse período tumultuado, eclodiram
em todo o país rebeliões que desafiavam a ordem
estabelecida, refletindo o descontentamento
generalizado e a fragmentação da sociedade. Considerando essas insurreições, analise os itens a seguir
e atribua a numeração conforme as respectivas causas,
efeitos e/ou conceitos:
( ) Almejava-se, assim, a independência da província. O
levante teve início em 1835, sendo que a província
manteve sua independência durante os dez anos
subsequentes. Entre os principais fatores que
desencadearam o movimento, destacam-se os
elevados impostos cobrados pelo governo sobre a
carne bovina, especialmente na sua forma desidratada
e preservada.
( ) Eclodiu em 1835, em decorrência de uma grave crise
econômica que assolava a região. A difícil conjuntura
desagradava profundamente as elites locais, que se
viam imersas em intensos conflitos pela conquista do
poder, embora incapazes de organizar um governo
substancialmente distinto do regime preexistente, o
que pode ser interpretado, em certa medida, como
uma disputa entre as elites econômicas.
( ) Tratou-se de uma disputa acirrada entre grupos da
elite local, tendo como líderes Francisco dos Anjos
Ferreira e o Negro Cosme, este último, principal
comandante do movimento, que foi enforcado,
enquanto os demais participantes foram reconduzidos
à escravidão.
( ) Desenvolveu-se também em 1835 uma revolta
organizada e conduzida por escravos e libertos
muçulmanos das etnias iorubá ou nagô, jejê e haussá.
( ) O principal objetivo do movimento era a instauração
de uma república baiana, que perduraria até que o
herdeiro do trono imperial atingisse a maioridade,
referindo-se a Pedro de Alcântara.
A partir da Base Nacional Comum Curricular, (BNCC)
do Ensino de História, é possível compreender que todo
conhecimento sobre o passado está intrinsecamente
ligado ao conhecimento do presente, sendo que as
questões que surgem dos sujeitos são, em grande parte,
reflexo das inquietações contemporâneas. O historiador,
em seu trabalho, questiona o passado com o propósito de
identificar, analisar e compreender os significados
imersos em diversos objetos, lugares, saberes, práticas e
sensibilidades. Esses questionamentos são
frequentemente conduzidos por meio de hipóteses, que
se materializam em diferentes narrativas, as quais
buscam reconstruir o entendimento de tempos passados.
Nesse sentido, entendemos que a dinâmica do ensinoaprendizagem, especialmente no Ensino Fundamental e,
em particular, na disciplina de História, deve estabelecer
um diálogo constante com o presente. Para refletir sobre
o ensino de História, é imprescindível adotar atitudes
críticas e reflexivas ao longo do processo pedagógico,
como: identificação, comparação, contextualização,
interpretação e análise. Essas práticas não apenas
enriquecem o entendimento do aluno sobre os eventos
históricos, mas também promovem o desenvolvimento
de sua autonomia intelectual, permitindo-lhe perceber
que os indivíduos agem de acordo com o contexto
histórico e geográfico em que estão inseridos. Dessa
forma, o ensino de História contribui para a formação de
cidadãos conscientes de que os comportamentos e
costumes são moldados e transformados ao longo do
tempo, pela interação entre o passado e o presente.
À luz de todas as razões apresentadas, é certo o que se
afirma sobre o conhecimento histórico, conforme
preconizado pela Base Nacional Comum Curricular
(BNCC), Anos Finais, EXCETO:
No início da década de 1960, mais precisamente em
1964, um golpe militar foi deflagrado contra o governo
democraticamente eleito de João Goulart. O regime
militar, então instaurado, foi formalmente consolidado
pelo Ato Institucional nº 1, que institucionalizou o
autoritarismo no país. Esse período foi marcado por uma
crescente radicalização ideológica e um clima de intensa
tensão política, que se acentuou na madrugada de 31 de
março de 1964, quando os militares tomaram o poder,
pondo fim ao governo constitucional.
Sobre esse contexto, analise as afirmativas a seguir:
I. O Ato Institucional nº 5 (AI-5) decretou o fechamento
do Congresso Nacional, suspendeu todos os direitos
civis e constitucionais, autorizando a prisão de
qualquer cidadão brasileiro, e impôs a suspensão dos
direitos políticos por dez anos àqueles considerados
suspeitos de atuar contra o governo.
II. Durante o governo de Castello Branco, os militares
realizaram uma série de transformações no
funcionamento institucional do país, dando início ao
regime da ditadura militar. Esse período foi marcado
pela emissão de atos institucionais, como o AI-1, uma
série de decretos elaborados pelo Poder Executivo,
sem a necessidade de análise ou aprovação pelo
Congresso Nacional.
III. O governo de Médici, sucessor de Costa e Silva, ficou
particularmente marcado pelo acelerado crescimento
econômico do país, conhecido como "milagre
econômico". Esse processo foi acompanhado pela
realização de grandes obras, algumas delas
denominadas "obras faraônicas", e pelo
endurecimento da repressão política, com ações quase
autônomas por parte do aparato repressivo, que agiu
sem grandes limitações.
IV. No governo de Ernesto Geisel, o segundo presidente
militar do Brasil, o país experimentou um dos maiores
processos de recuperação econômica desde o início
do regime militar, justificado pela maciça entrada de
capital estrangeiro, que impulsionou a economia
brasileira, estabilizando-a e equilibrando-a por um
longo período. Paralelamente, o crescimento da
população urbana proporcionou uma abundante e
barata mão de obra, essencial para a expansão
industrial nos grandes centros econômicos do país.
V. O governo do general João Baptista de Oliveira
Figueiredo, o terceiro presidente da sequência de
governos militares, foi um dos mais imponentes desse
período. Alinhado à ala "linha dura" do regime,
Figueiredo implementou a repressão de maneira
ainda mais contundente. A criação do Ato
Institucional nº 5 (AI-5), em particular, legalizou a
intervenção do presidente nos estados e municípios,
sem as limitações previstas pela Constituição, além
de suspender a garantia do habeas corpus nos casos
de crimes políticos, consolidando um período de
repressão ainda mais severo.