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Dentro de uma retrospectiva, observa-se que as características que compõem os conhecimentos relativos à História, no universo escolar, nem sempre se mantiveram fiéis a uma estrutura de organização semelhante ao modelo de disciplinas escolares da atualidade (FONSECA, 2011). Nesse sentido, foram destacados alguns períodos com as devidas correlações. Assinale a alternativa incorreta.
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A partir da obra de Hannah Arendt, intitulada: “Origens do totalitarismo”, é possível ter uma dimensão da natureza destrutiva do sistema totalitário. Dentro da perspectiva apresentada, “a tentativa totalitária de conquista global e de dominação total foi a solução destrutiva para todos os nossos impasses”. Em síntese, em consonância com a referida obra, qual o melhor predicativo para o totalitarismo?
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Segundo Perry Anderson, o ano de 1824 marca o primeiro trabalho de maior representatividade do fundador da historiografia positivista moderna. Segundo o referido autor, esse trabalho era um “esboço da unidade das nações latinas e germânicas”, no qual era traçada uma linha através do continente excluindo os eslavos do Leste do destino comum das grandes nações do Ocidente que vieram a ser o assunto desse trabalho. Nesse sentido, qual o nome desse historiador?
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Na segunda metade do século XX, de acordo com Abud, Silva e Alves (2010), qual o tipo de movimento que foi responsável pela ampliação dos objetos e das fontes da História e a organização dos movimentos sociais de luta pela ampliação de direitos, colocando em cena a reivindicação da construção das memórias das chamadas minorias sociais?
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A construção do saber histórico é sistematizada a partir de diferentes variáveis. Dentro dessa sistematização, é improcedente a seguinte afirmativa:
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Ao analisar a organização da proposta curricular para o ensino de História, embasada nos Parâmetros Curriculares Nacionais, observa-se a proposta do trabalho com eixos temáticos/conceituais para a aprendizagem dessa disciplina. Em qual dos eixos temáticos/conceituais para História, são trabalhadas as identidades e diferenças?
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“Brasil, meu Brasil brasileiro
Meu mulato inzoneiro
Vou cantar-te nos meus versos
O Brasil, samba que dá
Bamboleio, que faz gingar
O Brasil do meu amor
Terra de Nosso Senhor
Brasil, pra mim
Ô, abre a cortina do passado
Tira a mãe preta do cerrado
Bota o Rei Congo no congado
Brasil, pra mim (...)
Ô! Esse coqueiro que dá coco
Onde eu amarro a minha rede
Nas noites claras de luar
Brasil, pra mim
Ô! Ouve essas fontes murmurantes
Onde eu mato a minha sede
E onde a lua vem brincar
Ô! Este Brasil lindo e trigueiro
É o meu Brasil, brasileiro
Terra de samba e pandeiro
Brasil, pra mim”
A canção Aquarela do Brasil foi composta por Ari Barroso e lançada no ano de 1939. Sua letra permite identificar temas que guardam afinidades com a política cultural do Estado Novo, podendo ser destacada a
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“Aconteceu num debate, num país europeu. Da assistência alguém me lançou a seguinte pergunta:
- Para si, o que é ser africano?
Falava-se, inevitavelmente, de identidade versus globalização. Respondi com uma pergunta:
- E para si, o que é ser europeu?
O homem gaguejou. Não sabia responder. Mas o interessante é que, para ele, a questão da identidade se colocava naturalmente para os africanos. Não para os europeus. Ele nunca tinha colocado a questão no espelho.
Recordo o episódio porque me parece que ele toca uma questão central: quando se fala de África, de qual África estamos falando? Terá o continente africano uma essência facilmente capturável? Haverá uma substância exótica que os caçadores de identidades possam recolher como sendo a alma africana?”
COUTO, Mia. “Um retrato sem moldura”. In: HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2008. p.11.
Ao relatar e comentar o episódio, o escritor moçambicano Mia Couto apresenta a África como
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Tecidos de Ijebu“Os ijebus vestem-se quase sempre com panos produzidos por eles próprios. São fazendas de algodão, matéria-prima que obtêm localmente. Nas famílias, as tarefas de colher algodão, fiá-lo, tecê-lo e tingi-lo estão costumeiramente a cargo das mulheres, e sabe-se ser muito grande a quantidade de tecidos manufaturados em Ijebu e dali exportados, não apenas para os países vizinhos, mas até mesmo para o Brasil, cujos navios vêm buscar em Lagos essa mercadoria tão apreciada pela gente de origem africana transplantada para aquela terra distante. As cores mais comuns, depois da branca e da azul, são a amarela, a vermelha, a carmesim e a verde. Alguns panos são de uma só cor, outros são multicoloridos.”
OSIFEKUNDE. Notícia sobre o país e o povo dos Ijebus. In: COSTA E SILVA, Alberto. Imagens da África. São Paulo: Penguin, 2012. p.361.
O texto é parte de um relato das memórias de um exescravizado natural de Ijebu, na atual Nigéria, trazido ao Brasil no início do século XIX. O excerto faz menção
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O funcionário público como personagem literário ganha destaque na literatura brasileira a partir dos anos 1930. Uma explicação para esse fenômeno está na tematização, por parte dos escritores, das mudanças do papel do Estado brasileiro na constituição do mercado de trabalho assalariado e como agente da modernização do país:
“De 1930 em diante, foram criadas dezenas de comissões, instituições e órgãos de planejamento e/ou de promoção das atividades econômicas, notadamente as ligadas às atividades agrícolas e àquelas voltadas para a industrialização.”
MATTOS, Fernando Augusto Mansor de. A trajetória do emprego público no Brasil desde o início do século XX. Ensaios FEE, v.36, n.1, p.95, jun.2015.
No romance Os ratos, de Dyonélio Machado, o funcionalismo público configura-se como
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