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Texto I
As três mulheres do sabonete Araxá me invocam, me bouleversam, me hipnotizam.
Oh, as três mulheres do sabonete Araxá às 4 horas da tarde!
O meu reino pelas três mulheres do sabonete Araxá!
(Manuel Bandeira, trecho do poema Balada das três mulheres do sabonete Araxá)
Texto II
Ali pelos anos 1930, descobriram que havia uma lama medicinal em Araxá que rejuvenescia as mulheres, curava reumatismo e outros males congêneres. Logo fizeram sabonetes com a milagrosa lama e os marqueteiros da época bolaram anúncios que cobriam a cidade com outdoors imensos do sabonete, onde apareciam os rostos de três mulheres cuja beleza fora produzida, mantida e ampliada pela fantástica lama de Araxá. Manuel Bandeira, no início de nosso modernismo literário, fez a balada que se tornou sucesso.
(Adaptado de: CONY, Carlos Heitor. Folha de S.Paulo, 2011)
Considerando as características do Modernismo brasileiro e o texto II, predomina no texto I a
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A obra Os Lusíadas, de Camões, é uma
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Amizade
Certas amizades comprometem a ideia de amizade.
O amigo que se torna inimigo fica incompreensível; o inimigo que se torna amigo é um cofre aberto.
Um amigo íntimo – de si mesmo. É preciso regar as flores sobre o jazigo de amizades extintas.
Como as plantas, a amizade não deve ser muito nem pouco regada.
A amizade é um meio de nos isolarmos da humanidade cultivando algumas pessoas.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Amizade. Disponível em:<https://www.culturagenial. com/poemas-carlos-drummond-
de-andrade-amizade/>. Acesso em: mai. 2021.
Sobre esse poema drummondiano, é correto afirmar:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDEP
Orgão: CBM-MG
A mim pouco importava. Tendo descoberto o mundo da palavra escrita, eu estava feliz, muito feliz. [...] Bastava-me o ato de escrever. Colocar no pergaminho letra após letra, palavra após palavra, era algo que me deliciava. Não era só um texto que eu estava produzindo; era beleza, a beleza que resulta da ordem, da harmonia. Eu descobria que uma letra atrai outra, que uma palavra atrai outra, essa afinidade organizando não apenas o texto, como a vida, o universo. O que eu via, no pergaminho, quando terminava o trabalho, era um mapa, como os mapas celestes que indicavam a posição das estrelas e planetas, posição essa que não resulta do acaso, mas da composição de misteriosas forças, as mesmas que, em escala menor, guiavam minha mão quando ela deixava seus sinais sobre o pergaminho. [...] A única pessoa a quem eu tinha vontade de contar o que acontecia era o pastorzinho. Diria a ele que minha vida tinha agora um sentido, um significado: feia, eu era, contudo, capaz de criar beleza. Não a falsa beleza que os espelhos enganosamente refletem, mas a verdadeira e duradoura beleza dos textos que eu escrevia, dia após dia, semana após semana – como se estivesse num estado de permanente e deliciosa embriaguez.
SCLIAR, Moacyr. In: PEREIRA JUNIOR, Luiz Costa. Obra Aberta. Revista Língua Portuguesa. São Paulo: Segmento,
Ano 5. n.66, abr.2011, p.34-35.
Disponível em: <https://poetriz.wordpress.com/2011/04/16/bastava-escrever/>.
A partir da leitura desse texto, verifica-se que o escritor Moacyr Scliar
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDEP
Orgão: CBM-MG
O encontro
Jonathan,
se resolvermos que o céu é este lugar onde ninguém nos ouve, quem poderá salvar-nos?
Quanto tempo resistiríamos sem falar a ninguém deste acontecimento?
Acompanhei com os dedos o desenho miraculoso do teu lábio,
contornei-lhe as gengivas, bati-lhe no dente escuro como um cavalo,
um cavalo meu na campina.
Pedi-lhe: faz com tua unha um risco na minha cara,
o amor da morte instigando-nos com nunca vista coragem.
Vamos morrer juntos antes que o corpo alardeie sua mísera condição.
Agora, Jonathan neste lugar tão ermo, neste lugar perfeito.
PRADO, Adélia. Poesia completa. 9 ed.
São Paulo: Siciliano, 1991. p. 6.
Assim como os poetas árcades, nesse poema, Adélia Prado explora o Carpe diem. Esse recurso, muito utilizado no Arcadismo, está presente nos versos:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: FICSAE
O fulcro da visão de mundo desse movimento é o sujeito. Objetivamente incapaz de resolver os conflitos com a sociedade, este eu lança-se à evasão. No tempo, recriando uma Idade Média gótica e embruxada. No espaço, fugindo para ermas paragens ou para o Oriente exótico.
(Alfredo Bosi. História concisa da literatura brasileira, 1994. Adaptado.)
O texto refere-se ao movimento
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: FICSAE
Como no caso de movimentos literários anteriores, o resultou de impulsos internos e do exemplo europeu. No caso, as vanguardas francesas e italianas que ofereceram modelos adequados para exprimir a civilização mecânica e o ritmo das grandes cidades, além de valorizar as componentes primitivas, que no Brasil faziam parte da realidade.
(Antonio Candido. Iniciação à literatura brasileira, 2010. Adaptado.)
A lacuna do texto deve ser preenchida por:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Frecheirinha-CE
Sobre o Trovadorismo é INCORRETO afirmar que
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: SC Treinamentos
Orgão: Pref. Videira-SC
Acerca da Literatura Brasileira, relacione o autor à sua escola literária:
I- Augusto dos Anjos.
II- Gonçalves Dias.
III- Gregório de Matos.
IV- Aluísio de Azevedo.
(__) Romantismo.
(__) Naturalismo.
(__) Simbolismo.
(__) Barroco.
Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IMAIS
Orgão: IPREVSANTOS
Leia os versos abaixo, de Luis de Camões, para responder à questão.
Os bons vi sempre passar
No mundo graves tormentos;
E para mais me espantar
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.
Sobre os versos, é correto afirmar que o(a)
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