Foram encontradas 5.194 questões.
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ADVISE
Orgão: Câm. Princesa Isabel-PB
Considere o fragmento textual a seguir sobre artistas brasileiros.
Nascido na cidade de Parahyba, atual João Pessoa, no dia 16 de junho de 1927, foi o idealizador do Movimento Armorial e autor das obras Auto da Compadecida e O Romance da Pedra do Reino. Ele foi um preeminente defensor da cultura do Nordeste do Brasil.
O fragmento acima refere-se a:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: PS Concursos
Orgão: SEMAE Rio Preto
Leia o texto abaixo para responder as próximas questões:
Desencanto
Eu faço versos como quem chora
Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
E nestes versos de angústia rouca,
Eu faço versos como quem morre.
Manuel Bandeira
Pode-se afirmar que o poema de Manuel Bandeira utiliza recursos de metalinguagem ao:
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Leia o diálogo a seguir retirado do filme O carteiro e o poeta.
Dom Pablo: Aqui nesta ilha, o mar. Tanto mar. Ele transborda de tempos a tempos. Diz que sim, diz que não, então não. No azul, na espuma, num galope diz que não, então não. Não pode estar tranquilo. “Chamo-te mar”, repete batendo na pedra sem convencê-la. Então, com sete línguas verdes de sete tigres verdes, de sete cães verdes, de sete mares verdes ele acaricia, beija, molha e bate no peito repetindo seu nome.
Dom Pablo: Então. Que te parece?
Mário: É Estranho.
Dom Pablo: Como assim, estranho? És um crítico severo.
Mário: Não, não o seu poema. Estranho… estranho… É como me senti enquanto estava a recitar.
Dom Pablo: E como se sentiu?
Mário: Não sei. As palavras iam para frente e para trás.
Dom Pablo: Como o mar?
Mário: Exatamente, como o mar.
Dom Pablo: Isso é ritmo.
Mário: Na verdade, senti-me mareado.
Dom Pablo: Mareado.
Mário: Não sei explicar. Senti-me como um barco balançando em volta de tuas palavras.
Dom Pablo: Como um barco balançando em volta das minhas palavras?
Dom Pablo: Sabes o que acabastes de fazer, Mário?
Mário: o quê?
Dom Pablo: Uma metáfora.
Mário: Não!
Dom Pablo: Sim, sim!
Mário: Mesmo? Mas não vale porque não tive a intenção.
Dom Pablo: As imagens nascem espontaneamente.
Assinale a alternativa em que o verso NÃO apresenta o mesmo recurso linguístico que aquele utilizado por Mário nesse diálogo do filme:
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A chegada do famoso poeta Pablo Neruda, na Itália, movimenta a cidade de Roma e a pequena ilha onde viverá exilado. Um dos personagens que mais sofrerá transformação em sua vida pela presença do poeta na ilha é o carteiro Mário, que se tornará amigo íntimo de Neruda. De acordo com o filme, considere as seguintes afirmações:
I. O contato com a poesia e com o poeta chileno possibilitou ao carteiro Mário um despertar de sua consciência crítica sobre a realidade social que o cercava.
II. Por ser de origem humilde, a poesia somente foi acessível a Mário porque o poeta Pablo Neruda ajudava-o a decifrar os significados das metáforas.
III. O despertar para a poesia possibilitou ao carteiro Mário perceber, de formas diferentes, elementos cotidianos de sua vida.
IV. O carteiro Mário torna-se poeta, porque considera que metáforas são construções linguísticas simples.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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A respeito da questão das memórias na poesia de Manoel de Barros, é CORRETO afirmar que o poeta:
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A identidade do homem/poeta e sua cultura regional estão interligadas na obra de Manoel de Barros. Assinale o excerto em que essa característica NÃO ocorre:
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Leia o poema a seguir e responda às questões 03 e 04:
No descomeço era o verbo.
Só depois é que veio o delírio do verbo.
O delírio do verbo estava no começo, lá onde a
criança diz: Eu escuto a cor dos passarinhos.
A criança não sabe que o verbo escutar não funciona
para cor, mas para som.
Então se a criança muda a função de um verbo,
ele delira. E pois.
Em poesia que é voz de poeta, que é a voz de fazer nascimentos ?
O verbo tem que pegar delírio.
(BARROS, Manoel de. Meu quintal é maior que o mundo. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2015, p. 83.)
Ao utilizar a palavra “descomeço” em lugar de começo, o eu lírico:
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Leia o poema a seguir para responder às questões 01 e 02:
Despalavra
Hoje eu atingi o reino das imagens, o reino da despalavra.
Daqui vem que todas as coisas podem ter qualidades humanas.
Daqui vem que todas as coisas podem ter qualidades de pássaros.
Daqui vem que todas as pedras podem ter qualidades de sapo.
Daqui vem que todos os poetas podem ter qualidades de árvore.
Daqui vem que os poetas podem arborizar os pássaros.
Daqui vem que todos os poetas podem humanizar as águas.
Daqui vem que os poetas devem aumentar o mundo com as suas metáforas.
Que os poetas podem ser pré-coisas, pré-vermes, podem ser pré-musgos.
Daqui vem que os poetas podem compreender o mundo sem conceitos.
Que os poetas podem refazer o mundo por imagens, por eflúvios, por afeto.
(BARROS, Manoel de. Despalavra. In: _____. Meu quintal é maior do que o mundo. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2015, p. 117.)
Este poema apresenta uma característica comum à obra de Manoel de Barros que consiste em:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Maracanã-PA
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