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O nascimento da crônica
Há um meio certo de começar a crônica por uma trivialidade. É dizer: Que calor! Que desenfreado calor! Diz-se isto, agitando as pontas do lenço, bufando como um touro, ou simplesmente sacudindo a sobrecasaca. Resvala-se do calor aos fenômenos atmosféricos, fazemse algumas conjeturas acerca do sol e da lua, outras sobre a febre amarela, manda-se um suspiro a Petrópolis, e La glace est rompue; está começada a crônica.
Mas, leitor amigo, esse meio é mais velho ainda do que as crônicas, que apenas datam de Esdras. Antes de Esdras, antes de Moisés, antes de Abraão, Isaque e Jacó, antes mesmo de Noé, houve calor e crônicas. No paraíso é provável, é certo que o calor era mediano, e não é prova do contrário o fato de Adão andar nu. Adão andava nu por duas razões, uma capital e outra provincial. A primeira é que não havia alfaiates, não havia sequer casimiras; a segunda é que, ainda havendo-os, Adão andava baldo ao naipe. Digo que esta razão é provincial, porque as nossas províncias estão nas circunstâncias do primeiro homem.
ASSIS, M. In: SANTOS, J .F. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007 (fragmento).
Um dos traços fundamentais da vasta obra literária de Machado de Assis reside na preocupação com a expressão e com a técnica de composição. Em O nascimento da crônica, Machado permite ao leitor entrever um escritor ciente das características da crônica, como
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285363
Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CKM
Orgão: Eletrobrás-AC
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CKM
Orgão: Eletrobrás-AC
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Leia o poema abaixo e assinale a alternativa correta.

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285362
Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CKM
Orgão: Eletrobrás-AC
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CKM
Orgão: Eletrobrás-AC
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Considere o trecho do poema abaixo, de Zé de Luz e assinale a alternativa correta.

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115444
Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: Pref. São Paulo-SP
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: Pref. São Paulo-SP
Para responder à questão, considere o texto abaixo, de Ilka Brunhilde Laurito, publicado em
Canteiro de obras (São Paulo: Edicon/Scortecci, 1985, p. 43), na unidade “Folclíricas”.
Poeminha fulminante
Para Flávia e Lygia
Relampa?
Relampadeja?
Relampeja?
Relampagueia?
Relampeia?
Relampadeia?
E, enquanto a luz
não esclarece as letras,
o raio que me parta
chega.
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115443
Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: Pref. São Paulo-SP
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: Pref. São Paulo-SP
Considere os textos abaixo para responder à questão.
O texto abaixo transcrito constitui a unidade 57 da obra 234: ministórias, do escritor curitibano Dalton Trevisan, publicada em
1997.
– Os dois irmãos eram os piores inimigos. Bem me lembro no enterro da velhinha. Eles seguravam a alça do caixão – e não se olhavam. Pálidos, mas de fúria. Nem a cruz das almas comoveu os dois. Se odiavam tanto que a finadinha bulia sem parar entre as flores.
− Nunca me senti tão só, querida, como na tua companhia.
Abaixo está transcrito um recorte que foi feito do texto que o escritor e crítico literário Cristovão Tezza publicou, na íntegra, no jornal O Globo, na secção Prosa & Verso, no dia 26/4/97. Título: As 1001 noites de Dalton Trevisan: violência seca colore vitral de Dalton Trevisan.

– Os dois irmãos eram os piores inimigos. Bem me lembro no enterro da velhinha. Eles seguravam a alça do caixão – e não se olhavam. Pálidos, mas de fúria. Nem a cruz das almas comoveu os dois. Se odiavam tanto que a finadinha bulia sem parar entre as flores.
− Nunca me senti tão só, querida, como na tua companhia.
Abaixo está transcrito um recorte que foi feito do texto que o escritor e crítico literário Cristovão Tezza publicou, na íntegra, no jornal O Globo, na secção Prosa & Verso, no dia 26/4/97. Título: As 1001 noites de Dalton Trevisan: violência seca colore vitral de Dalton Trevisan.

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115442
Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: Pref. São Paulo-SP
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: Pref. São Paulo-SP
Considere os textos abaixo para responder à questão.
O texto abaixo transcrito constitui a unidade 57 da obra 234: ministórias, do escritor curitibano Dalton Trevisan, publicada em 1997.
– Os dois irmãos eram os piores inimigos. Bem me lembro no enterro da velhinha. Eles seguravam a alça do caixão – e não se olhavam. Pálidos, mas de fúria. Nem a cruz das almas comoveu os dois. Se odiavam tanto que a finadinha bulia sem parar entre as flores.
Abaixo está transcrito um recorte que foi feito do texto que o escritor e crítico literário Cristovão Tezza publicou, na íntegra, no jornal O Globo, na secção Prosa & Verso, no dia 26/4/97. Título: As 1001 noites de Dalton Trevisan: violência seca colore vitral de Dalton Trevisan.

O texto abaixo transcrito constitui a unidade 57 da obra 234: ministórias, do escritor curitibano Dalton Trevisan, publicada em 1997.
– Os dois irmãos eram os piores inimigos. Bem me lembro no enterro da velhinha. Eles seguravam a alça do caixão – e não se olhavam. Pálidos, mas de fúria. Nem a cruz das almas comoveu os dois. Se odiavam tanto que a finadinha bulia sem parar entre as flores.
Abaixo está transcrito um recorte que foi feito do texto que o escritor e crítico literário Cristovão Tezza publicou, na íntegra, no jornal O Globo, na secção Prosa & Verso, no dia 26/4/97. Título: As 1001 noites de Dalton Trevisan: violência seca colore vitral de Dalton Trevisan.

I. Para que o objeto simbólico (texto) cumpra sua função, é necessário olhar o símbolo e enxergar o simbolizado. Por isso é importante lembrar que a compreensão/produção de textos (objetos simbólicos) mobiliza competências não só linguísticas, mas também extralinguísticas (conhecimento de mundo/saber enciclopédico, determinações socioculturais etc.).
(Caderno de orientação didática: referencial de expectativas para o desenvolvimento da competência leitora e escritora no ciclo II do ensino fundamental da área de língua portuguesa, p. 21)
II. Dalton Trevisan se autodefine como ‘arredio, ai de mim!’, e sua incurável timidez é bastante comentada. Sempre recusando a fama, e a presença de fotógrafos e jornalistas, cria uma atmosfera de suspense em torno de seu nome que o transforma numa enigmática personagem. Afastado do convívio social, enclausurado em casa, mereceu o apelido de “O vampiro de Curitiba”, título de um de seus livros.
É correto afirmar:
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115441
Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: Pref. São Paulo-SP
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: Pref. São Paulo-SP
Para responder à questão, considere o texto abaixo, de Ilka Brunhilde Laurito, publicado em
Canteiro de obras (São Paulo: Edicon/Scortecci, 1985, p. 43), na unidade “Folclíricas”.
Poeminha fulminante
Para Flávia e Lygia
Relampa?
Relampadeja?
Relampeja?
Relampagueia?
Relampeia?
Relampadeia?
E, enquanto a luz
não esclarece as letras,
o raio que me parta
chega.
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115440
Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: Pref. São Paulo-SP
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: Pref. São Paulo-SP
Considere os textos abaixo para responder à questão.
No vidro traseiro de um carro particular, circulando pela cidade, encontram-se os seguintes dizeres:
I. Eu, Júlia, amo meu marido, o Carlos, que ama Lucas, nosso filho, que ama Laís, irmãzinha dele. Essa é a história de uma família feliz.
Logo abaixo, na lataria, encontra-se o seguinte adesivo:
II.
No vidro traseiro de um carro particular, circulando pela cidade, encontram-se os seguintes dizeres:
I. Eu, Júlia, amo meu marido, o Carlos, que ama Lucas, nosso filho, que ama Laís, irmãzinha dele. Essa é a história de uma família feliz.
Logo abaixo, na lataria, encontra-se o seguinte adesivo:
II.

III. Quadrilha
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.
A aproximação entre a fala de Júlia (I) e o poema (III) evidencia a correção do seguinte comentário:
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