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Uma paciente de cinquenta e quatro anos procurou a unidade básica de saúde para acompanhamento de doenças crônicas. Ela apresentava diagnóstico prévio de diabetes melito tipo 2, hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia e síndrome metabólica. Usava metformina, losartana, hidroclorotiazida e sinvastatina, porém relatava dificuldade em seguir corretamente o tratamento. Durante a consulta, referia tristeza persistente, anedonia, fadiga, insônia, sensação de desesperança e redução do autocuidado havia seis meses e sem razão aparente. Negava ideação suicida no momento. O exame físico revelou circunferência abdominal de 104 cm e pressão arterial de 146 mmHg × 94 mmHg, sem outras alterações significativas. A glicemia e o perfil lipídico estavam fora das metas preconizadas.
CONSIDERANDO ESSA SITUAÇÃO HIPOTÉTICA, JULGUE O PRÓXIMO ITEM.
A depressão apresentada pela paciente é um fator de risco independente para doença arterial coronariana e potencializa os riscos cardiovasculares
já existentes.
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EM RELAÇÃO ÀS DOENÇAS INFECCIOSAS PREVALENTES, JULGUE O ITEM A SEGUIR.
Em casos de suspeita de dengue, anti-inflamatórios não esteroidais podem ser utilizados quando não houver sangramento e desde que o paciente mantenha boa hidratação.
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A RESPEITO DAS ABORDAGENS RELACIONADAS ÀS DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS (DCNT), JULGUE O ITEM A SEGUIR.
As intervenções não farmacológicas, como atividade física, alimentação adequada, redução da ingestão de sal e álcool e manejo do estresse, são consideradas fundamentais no tratamento das DCNT.
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Um paciente de 51 anos de idade, caminhoneiro, apresenta epigastralgia em queimação, de forte intensidade e sem irradiação, há 1 hora, após refeição copiosa em uma churrascaria na estrada. Ele realiza tratamento de hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia, pré-diabetes e disfunção erétil há cinco anos, fazendo uso diário de anlodipino, sinvastatina, metformina e tadalafila. No exame físico, encontra-se hemodinamicamente normal, apresenta circunferência abdominal de 114 cm e saturação de oxigênio (em ar ambiente) de 94%, sem outras alterações significativas. A dosagem da troponina ultrassensível é normal. A imagem precedente representa o eletrocardiograma (com calibraçãopadrão) realizado pelo paciente nesse atendimento.
A PARTIR DESSE CASO CLÍNICO HIPOTÉTICO, JULGUE O ITEM ABAIXO.
Deverá ser realizado novo eletrocardiograma, com 15 derivações, incluindo-se as derivações à direita e as derivações na região posterior.
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Um paciente de 51 anos de idade, caminhoneiro, apresenta epigastralgia em queimação, de forte intensidade e sem irradiação, há 1 hora, após refeição copiosa em uma churrascaria na estrada. Ele realiza tratamento de hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia, pré-diabetes e disfunção erétil há cinco anos, fazendo uso diário de anlodipino, sinvastatina,metformina e tadalafila. No exame físico, encontra-se hemodinamicamente normal, apresenta circunferência abdominal de 114 cm e saturação de oxigênio (em ar ambiente) de 94%, sem outras alterações significativas. A dosagem da troponina ultrassensível é normal. A imagem precedente representa o eletrocardiograma (com calibração padrão) realizado pelo paciente nesse atendimento.
A PARTIR DESSE CASO CLÍNICO HIPOTÉTICO, JULGUE O ITEM ABAIXO.
Recomenda-se o uso imediato de AAS e de nitrato sublingual pelo paciente.
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Homem, 54 anos, comparece ao serviço de emergência referindo dor no flanco esquerdo, confirmada ao exame clínico. Sinais vitais estáveis, hemograma com discreta leucocitose. Exame qualitativo de urina sem alterações. O médico solicita tomografia do abdome e da pelve para investigação, que apresenta os seguintes achados:

Nesse caso, o diagnóstico mais provável é
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A má rotação intestinal corresponde à rotação anormal do intestino na fase embrionária, embora muitas vezes o diagnóstico ocorra apenas na fase da adolescência ou adulta.

Fonte: AJR:179, December 2002.
Com base nessa alteração congênita, assinale a alternativa correta.
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Gestante de 42 anos de idade, G6P5, que não realizou o pré-natal, procura a emergência relatando que não percebe movimento fetal há 1 dia. A idade gestacional pela DUM é de 32 semanas (não sabe referir exatamente a data). Tipagem sanguínea = B negativo. Nega comorbidades e uso de medicamentos. Exame obstétrico: altura uterina = 30 cm; BCF = 110 bpm; útero normotônico, sem contrações uterinas; toque vaginal = colo impérvio. Cardiotocografia = padrão sinusoidal. Quais são o provável diagnóstico e a melhor conduta nessa situação?
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Parturiente, 30 anos de idade, durante o terceiro período do parto, apresentou dificuldade na extração da placenta. Após a dequitação, apresentou dor súbita, hemorragia intensa, hipotensão e uma massa arredondada exteriorizada pela vagina. A equipe iniciou a estabilização hemodinâmica e tentou a manobra de Taxe, porém sem sucesso. Nesse caso, o próximo procedimento indicado é a
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Tercigesta de 36 semanas, 42 anos de idade, hipertensa crônica, procura a maternidade com queixa de cefaleia intensa e epigastralgia. Enquanto estava na sala de triagem, apresentou convulsão tônico-clônica generalizada. Foram realizados 4 g de sulfato de magnésio intravenoso e instalada dose de manutenção em bomba de infusão. 40 minutos após, apresentou nova convulsão. PA = 150 x 100 mmHg. Além das medidas de suporte, qual é o tratamento medicamentoso imediato nesse caso?
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