Um homem de 69 anos, com exposição ocupacional prolongada
ao asbesto, apresenta dor torácica, dispneia e derrame pleural à
direita. A tomografia evidencia espessamento pleural difuso e
nodular, envolvendo as pleuras parietal, mediastinal e
diafragmática, sem lesões pulmonares. A citologia do líquido
pleural é negativa para malignidade.
Diante da suspeita de mesotelioma pleural maligno, a conduta
mais adequada é
Um homem de 58 anos apresenta febre, tosse produtiva, dor
torácica e dispneia há oito dias, sem melhora após
antibioticoterapia oral. A tomografia computadorizada evidencia
derrame pleural loculado com espessamento pleural (sinal da
pleura dividida), e a ultrassonografia confirma múltiplas
septações.
Nesse contexto, a conduta inicial mais adequada será
Uma mulher de 67 anos, portadora de adenocarcinoma pulmonar
metastático, apresenta dispneia progressiva associada a derrame
pleural direito recidivante. Foi submetida inicialmente a
toracocentese de alívio, com retirada de 1.500 mL de líquido
citologicamente positivo para malignidade. Devido à recorrência
precoce do derrame, foi realizada drenagem pleural tubular para
programação de pleurodese.
A radiografia de tórax após a drenagem demonstra persistência
de pneumotórax ex vacuo e reexpansão incompleta do pulmão,
apesar da adequada drenagem da cavidade pleural. Após
controle dos sintomas, a equipe assistente passa a discutir a
melhor estratégia para prevenção da recorrência do derrame
pleural.
Nesse contexto, o principal fator associado ao insucesso da
pleurodese química é
Uma mulher de 54 anos foi submetida à ressecção em bloco de
um tumor da parede torácica envolvendo a 4ª à 6ª costelas
esquerdas. Permaneceu defeito ântero-lateral de 12 × 10 cm,
com exposição parcial do pulmão e sem sinais de infecção.
Considerando esse cenário, a reconstrução mais adequada
consiste em
Um homem de 46 anos procura atendimento por dor localizada
na parede torácica anterior direita há oito meses, de caráter
progressivo e predominante no período noturno. Ao exame físico
observa-se massa endurecida, fixa ao gradil costal, medindo
aproximadamente 6 cm de diâmetro, dolorosa à palpação. A
tomografia
computadorizada evidencia lesão expansiva
envolvendo o arco anterior da sexta costela, com destruição
cortical, calcificações em anéis na matriz tumoral e extensão para
os tecidos moles adjacentes, sem sinais de invasão pulmonar;
sem evidencia de doença à distância. A biópsia por agulha grossa
revelou neoplasia cartilaginosa de baixo grau. Na discussão
multidisciplinar, concluiu-se tratar-se de um tumor primário da
parede torácica.
Nesse contexto, a conduta mais adequada consiste em
Um adolescente de 16 anos é encaminhado ao ambulatório de
cirurgia torácica por apresentar deformidade progressiva da
parede anterior do tórax desde a infância, com acentuação
durante a puberdade. Relata desconforto estético importante e
dispneia aos esforços intensos. Ao exame físico observa-se um
afundamento da região central do tórax. Não há sinais clínicos de
síndrome do tecido conjuntivo.
O cirurgião classificou a deformidade como pectus excavatum, a
qual consiste em
Um adolescente de 15 anos é encaminhado ao ambulatório de
cirurgia torácica por apresentar deformidade progressiva da
parede anterior do tórax, percebida desde os 12 anos e
acentuada durante o estirão puberal. Ele refere desconforto
estético, sem limitação para atividades físicas.
Ao exame físico, observa-se projeção anterior do gládio com
preservação do alinhamento do manúbrio. Não há escoliose
significativa nem outras malformações associadas.
Com base nessas características anatômicas, essa deformidade é
classificada como pectus carinatum condrogladiolar porque
consiste em
Um homem de 58 anos, internado em ventilação mecânica por
traumatismo cranioencefálico, foi submetido à traqueostomia há
12 dias. Após um pequeno sangramento autolimitado pela
cânula, evoluiu seis horas depois com hemorragia maciça pela
traqueostomia, associada à hipotensão arterial e taquicardia. A
equipe inicia reposição volêmica e aciona imediatamente o
cirurgião torácico.
A conduta imediata mais apropriada para controlar
temporariamente a hemorragia é
Uma mulher de 59 anos apresenta dispneia progressiva,
dificuldade para eliminar secreções e infecções respiratórias
recorrentes. A tomografia inspiratória não evidencia estenose
fixa. A tomografia dinâmica demonstra colapso expiratório
superior a 70% da luz traqueal, confirmado à broncoscopia
dinâmica, com acometimento da traqueia e dos brônquios
principais.
Nesse contexto, a conduta mais adequada consiste em
Durante o planejamento de uma ressecção traqueal por estenose
benigna do terço médio da traqueia, a equipe cirúrgica discute a
estratégia ventilatória para o período de reconstrução da via
aérea.
Nesse contexto, as estratégias ventilatórias atualmente
recomendadas recomendam