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Seu paciente é um homem branco de 58 anos, obeso com IMC de
33 kg/m², encaminhado pelo sistema de regulação. Quando da
anamnese, queixa-se de pirose retroesternal diária, regurgitação
ácida noturna, que melhora quando da elevação da cabeceira da
cama. Relata piora dos sintomas nos últimos anos, apesar do uso
irregular de omeprazol. Nos últimos seis meses percebeu disfagia
ocasional para alimentos sólidos, porém sem impactação
alimentar ou dor importante. Refere perda ponderal não
intencional de 4 kg no último semestre. Na história patológica
pregressa, não refere hematêmese ou melena.
Ao exame físico, apresenta-se lúcido, sem alterações
ectoscópicas, em bom estado geral, corado, hidratado, sem
linfonodomegalias cervicais ou supraclaviculares. O exame
cardiopulmonar não apresenta alterações, assim como o exame
abdominal.
Realizou-se uma endoscopia digestiva alta, que mostrou mucosa
colunar circunferencial estendendo-se por 7 cm acima da junção
esofagogástrica. Foram realizadas biópsias segundo o protocolo
de Seattle. O resultado anatomopatológico revelou metaplasia
intestinal compatível com esôfago de Barrett, mas sem displasia.
Considerando-se as diretrizes atuais, a conduta mais apropriada
para esse paciente será
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Na sessão clínica do seu serviço de cirurgia, discutiu-se o caso de
um paciente de 61 anos, que tem queixa de dor epigástrica há
cerca de 7 meses. Relata também anorexia e perda ponderal de
10 quilos, com vários episódios de náuseas e sensação de
plenitude pós-prandial. Nestas últimas semanas refere sudorese
noturna e cansaço. Não há história de hematêmese, mas refere
antecedentes de gastrite crônica associada ao Helicobacter
pylori diagnosticada há vários anos, sem continuidade do
tratamento.
Quando do exame físico, está emagrecido, com IMC de 19 kg/m².
No momento, está apirético, com mucosas discretamente
hipocoradas +/4. Palpam-se pequenos linfonodos cervicais
móveis e indolores, medindo cerca de 1 cm. Avaliação
cardiopulmonar sem alterações significativas. O abdome está
flácido, com discreta sensibilidade à palpação profunda no
epigástrio, não tem massas palpáveis. Não há sinais de irritação
peritoneal.
Os exames laboratoriais revelam: Hemoglobina: 10,4 g/dL;
Leucócitos: 7.800/mm³; Plaquetas: 260.000/mm³; LDH pouco
elevado.
Realizou-se uma endoscopia digestiva alta que revela
espessamento difuso das pregas gástricas e extensa área
infiltrativa envolvendo corpo e antro. Foram realizadas
12 biópsias.
O resultado do exame anatomopatológico descreve: Linfoma
extranodal de zona marginal do tecido linfoide associado à
mucosa (MALT); Presença de Helicobacter pylori; Ausência de
transformação para linfoma difuso de grandes células B.
A tomografia computadorizada de tórax, abdome e pelve está
dentro da normalidade.
Considerando as recomendações atuais, a conduta inicial mais
apropriada para o caso será
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Paciente de 62 anos, com diagnóstico prévio de anemia
perniciosa e gastrite atrófica autoimune, é submetido a
endoscopia de vigilância que revela múltiplos pequenos pólipos
(menores que 1 cm) no fundo gástrico. A biópsia confirma tumor
neuroendócrino (NET) gástrico, e os níveis séricos de gastrina
estão elevados, com acloridria associada — achados compatíveis
com NET gástrico Tipo I.
A conduta terapêutica mais apropriada para esse paciente é
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Paciente de 55 anos realiza endoscopia digestiva alta de rotina, que identifica uma lesão submucosa arredondada, de aspecto liso, medindo 1,5 cm, na parede posterior do corpo gástrico, sem ulceração central. A ecoendoscopia (EUS) confirma origem na muscular própria, sem bordas irregulares, sem focos ecogênicos e sem heterogeneidade. A imunohistoquímica mostra que a lesão é positiva para cKit e DOG 1.
Considerando que a lesão é de menos de 2 cm e não apresenta características de alto risco à EUS, a conduta mais apropriada é
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Paciente de 65 anos é submetido a gastrectomia subtotal com
linfadenectomia por adenocarcinoma gástrico localmente
avançado (T3N1). A peça cirúrgica é enviada para análise
histopatológica, que confirma ausência de tumor residual macro
ou microscópico nas margens cirúrgicas.
De acordo com a classificação de status de ressecção (R) descrita
por Hermanek, esse resultado corresponde à seguinte categoria e
implicação prognóstica:
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Paciente de 64 anos é avaliado por perda ponderal progressiva,
saciedade precoce e dor epigástrica constante, não aliviada pela
alimentação, há 3 meses. Ao exame físico, o cirurgião palpa um
linfonodo supraclavicular esquerdo endurecido e não doloroso,
além de um nódulo periumbilical firme à palpação.
Esses dois achados de exame físico, clássicos de doença avançada
no câncer gástrico, correspondem, respectivamente, aos
linfonodos
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Paciente de 61 anos é submetido a cirurgia por úlcera gástrica
perfurada. No intraoperatório, identifica-se uma úlcera localizada
na região pré-pilórica do estômago.
Com base na classificação anatômica de Johnson modificada para
úlceras gástricas, assinale a opção que indica o tipo de úlcera
gástrica que está sendo descrito, e a implicação cirúrgica
correspondente quanto à necessidade de vagotomia.
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Paciente de 70 anos, com obstrução intestinal por brida,
encontra-se em tratamento conservador (sonda nasogástrica em
sifonagem e reposição volêmica) há 36 horas. Evolui com
taquicardia persistente, distensão abdominal progressiva, dor
contínua e leucocitose crescente.
Diante desse quadro evolutivo, a conduta mais apropriada é
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Paciente de 62 anos, com múltiplas cirurgias abdominais prévias,
é internado com obstrução parcial de intestino delgado por brida.
É iniciado tratamento conservador com sonda nasogástrica em
sifonagem e reposição hidroeletrolítica. Após 48 horas sem
resolução clínica ou radiológica, o cirurgião decide realizar um
teste provocativo com contraste hidrossolúvel administrado pela
sonda nasogástrica.
Com base no protocolo descrito, o seguinte critério indica que o
tratamento conservador provavelmente falhará, tornando a
intervenção cirúrgica necessária:
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Paciente de 61 anos apresenta hérnia inguinoescrotal volumosa e
crônica, com grande saco herniário contendo praticamente todo
o intestino delgado e parte do cólon, associada a um defeito de
parede relativamente pequeno. Ao avaliar o caso, o cirurgião
conclui que o conteúdo herniário não pode ser reduzido
diretamente para a cavidade abdominal sem risco de síndrome
compartimental abdominal e insuficiência respiratória aguda no
pós operatório.
Diante desse cenário, a técnica pré-operatória que tem sido
historicamente utilizada para permitir o progressivo alongamento
da parede abdominal e viabilizar o fechamento primário é
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