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Você é o cirurgião responsável por uma paciente de 37 anos,
advogada, mãe de 3 filhos, que será submetida a uma
colecistectomia videolaparoscópica eletiva para tratamento de
colecistolitíase sintomática. Durante a consulta pré-anestésica,
relata episódios prévios de urticária generalizada,
broncoespasmo e hipotensão após procedimentos odontológicos
e ginecológicos. Refere ainda prurido intenso ao utilizar luvas de
borracha e diz-se alérgica a banana e kiwi. O prontuário confirma
diagnóstico de alergia grave ao látex. No dia da cirurgia, durante
o checklist de entrada na sala cirúrgica, observa-se que a equipe
ainda utiliza luvas de látex sobre a mesa cirúrgica, o carrinho
anestésico não foi preparado especificamente para esse caso e a
paciente ainda não recebeu identificação visual de risco.
Considerando os protocolos de segurança do paciente, a sua conduta será
Considerando os protocolos de segurança do paciente, a sua conduta será
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O seguinte antibiótico é mais indicado no tratamento de
infecções causadas por enterococos resistentes à vancomicina
(ERV):
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No leito 3 da sala de mulheres está uma paciente de 23 anos,
ectoscopicamente hígida, que procurou o serviço de emergência
com dor abdominal iniciada há cerca de 10 horas na região
periumbilical, migrando progressivamente para a fossa ilíaca
direita. Refere anorexia, náuseas e um episódio de vômito. Não
relata diarreia, disúria ou corrimento vaginal. A última
menstruação ocorreu há duas semanas.
Ao exame físico, apresenta temperatura de 37,8 °C, frequência cardíaca de 94 bpm, dor localizada na fossa ilíaca direita, defesa muscular discreta e dor à descompressão brusca nessa região. Não há sinais de irritação peritoneal difusa, tampouco instabilidade hemodinâmica.
Considerando esse quadro clínico, a melhor sequência de propedêutica, diagnóstico e tratamento é:
Ao exame físico, apresenta temperatura de 37,8 °C, frequência cardíaca de 94 bpm, dor localizada na fossa ilíaca direita, defesa muscular discreta e dor à descompressão brusca nessa região. Não há sinais de irritação peritoneal difusa, tampouco instabilidade hemodinâmica.
Considerando esse quadro clínico, a melhor sequência de propedêutica, diagnóstico e tratamento é:
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As cicatrizes hipertróficas, diferentemente dos queloides, contêm
principalmente colágeno
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Durante a cicatrização de feridas, o pico máximo de macrófagos
na fase inflamatória ocorre em torno do
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Uma ambulância do SUS traz, a seu plantão de emergência, um
paciente de 67 anos, hipertenso e diabético, com história de
abaulamento doloroso na região inguinal direita, conhecido há
mais de 8 anos, que se tornou irredutível há cerca de 10 horas.
Refere dor intensa e contínua, náuseas, dois episódios de vômitos
biliosos e interrupção da eliminação de fezes e flatos desde o
início do quadro.
Ao exame físico, apresenta-se desidratado, PA 100/65 mmHg, FC 112 bpm, temperatura de 38,2 °C. O abdome está discretamente distendido, com ruídos hidroaéreos aumentados. Na região inguinal direita observa-se massa endurecida, extremamente dolorosa à palpação, irredutível, sem impulso à tosse e com hiperemia cutânea local. Exames laboratoriais realizados em urgência revelam leucocitose de 18.500/mm³ e lactato sérico elevado.
Considerando o quadro clínico, o diagnóstico e a conduta mais adequados serão:
Ao exame físico, apresenta-se desidratado, PA 100/65 mmHg, FC 112 bpm, temperatura de 38,2 °C. O abdome está discretamente distendido, com ruídos hidroaéreos aumentados. Na região inguinal direita observa-se massa endurecida, extremamente dolorosa à palpação, irredutível, sem impulso à tosse e com hiperemia cutânea local. Exames laboratoriais realizados em urgência revelam leucocitose de 18.500/mm³ e lactato sérico elevado.
Considerando o quadro clínico, o diagnóstico e a conduta mais adequados serão:
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Paciente de 49 anos, submetido à retossigmoidectomia para
tratamento de adenocarcinoma de reto alto, no 6º dia de pósoperatório, apresentou febre e dor abdominal. Realizou TC de
abdome que mostrou pequena coleção perianastomótica de
7 cm, contendo gás em seu interior.
Esse abscesso pode ser classificado como
Esse abscesso pode ser classificado como
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Um paciente de 30 anos é levado, 40 minutos após ser
atropelado por um automóvel, ao seu serviço de emergência.
Durante a avaliação primária, apresenta via aérea pérvia,
ausculta cardiopulmonar sem alterações significativas, com
murmúrio vesicular preservado bilateralmente.
Sinais vitais: PA 108/70 mmHg, FC 112 bpm, FR 24 irpm, SpO₂ 98% em ar ambiente.
Após exclusão de lesões com risco imediato de morte, constatase, no membro inferior esquerdo, uma fratura exposta da diáfise da tíbia e da fíbula, com ferida de aproximadamente 8 cm, intensa contaminação por terra, sangramento moderado, deformidade evidente e exposição óssea. Os pulsos distais são palpáveis, o pé está aquecido e a sensibilidade encontra-se preservada. Não há outras lesões relevantes.
Com base nos princípios do ATLS e da cirurgia do trauma, a conduta mais adequada para esse paciente será
Sinais vitais: PA 108/70 mmHg, FC 112 bpm, FR 24 irpm, SpO₂ 98% em ar ambiente.
Após exclusão de lesões com risco imediato de morte, constatase, no membro inferior esquerdo, uma fratura exposta da diáfise da tíbia e da fíbula, com ferida de aproximadamente 8 cm, intensa contaminação por terra, sangramento moderado, deformidade evidente e exposição óssea. Os pulsos distais são palpáveis, o pé está aquecido e a sensibilidade encontra-se preservada. Não há outras lesões relevantes.
Com base nos princípios do ATLS e da cirurgia do trauma, a conduta mais adequada para esse paciente será
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Sua equipe multidisciplinar atende a um paciente de 31 anos,
atlético, que foi admitido no serviço de emergência 35 minutos
após ferimento por arma branca na região paraumbilical
esquerda. Encontra-se consciente, ansioso, pálido e sudorético.
Refere dor abdominal intensa e progressiva.
Ao exame físico, apresenta PA 88/56 mmHg, FC 122 bpm, FR 28 irpm, SpO₂ 96% com oxigênio suplementar por cateter, enchimento capilar lentificado e extremidades frias, caracterizando o quadro de choque hemorrágico classe II.
O abdome está distendido, com defesa involuntária difusamente, dor à descompressão brusca e exteriorização de pequena quantidade de conteúdo entérico pela ferida. Após o protocolo inicial do ATLS, são obtidos dois acessos venosos calibrosos, inicia-se reposição volêmica balanceada e são coletados exames laboratoriais.
Com base no quadro clínico, a conduta mais apropriada é
Ao exame físico, apresenta PA 88/56 mmHg, FC 122 bpm, FR 28 irpm, SpO₂ 96% com oxigênio suplementar por cateter, enchimento capilar lentificado e extremidades frias, caracterizando o quadro de choque hemorrágico classe II.
O abdome está distendido, com defesa involuntária difusamente, dor à descompressão brusca e exteriorização de pequena quantidade de conteúdo entérico pela ferida. Após o protocolo inicial do ATLS, são obtidos dois acessos venosos calibrosos, inicia-se reposição volêmica balanceada e são coletados exames laboratoriais.
Com base no quadro clínico, a conduta mais apropriada é
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Durante a visita aos pacientes internados em seu serviço de
cirurgia, você é designado para o preparo pré-operatório de um
paciente de 52 anos, com diagnóstico de hipertensão portal
esquistossomótica, com antecedente de hemorragia digestiva
alta por varizes esofágicas, tratado com ligadura elástica.
Após discussão em sessão clínica, teve como indicação terapêutica a desconexão ázigo-portal com esplenectomia. É hipertenso, diabético tipo 2, tabagista, tem DPOC moderada e relata dispneia aos médios esforços.
Exames mostram plaquetas de 68.000/mm³, INR 1,4, albumina discretamente reduzida, função renal limítrofe e esplenomegalia volumosa. Está clinicamente estável, sem sangramento ativo. A conduta pré-operatória mais adequada para o caso será
Após discussão em sessão clínica, teve como indicação terapêutica a desconexão ázigo-portal com esplenectomia. É hipertenso, diabético tipo 2, tabagista, tem DPOC moderada e relata dispneia aos médios esforços.
Exames mostram plaquetas de 68.000/mm³, INR 1,4, albumina discretamente reduzida, função renal limítrofe e esplenomegalia volumosa. Está clinicamente estável, sem sangramento ativo. A conduta pré-operatória mais adequada para o caso será
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