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Mulher de 68 anos, pós-graduada, apresenta quadro de anedonia, choro fácil, insônia, dificuldade de concentração, diminuição do interesse em realizar quase todas as suas atividades diárias com frequência. Já não quer mais ir à igreja nem cozinhar para os filhos aos finais de semana. O quadro se agravou após a morte do esposo, há um ano. Apresentou ganho ponderal no período e não está se exercitando. Nega histórico psiquiátrico prévio, alucinações e sintomas motores. Antecedentes: hipertensão e epilepsia desde a infância. Exame físico sem particularidades. Exames laboratoriais evidenciando hipovitaminose D e B12, sem demais alterações. Montreal Cognitive Assessment (MoCA) = 27 pontos; Escala de Depressão Geriátrica (GDS-15) = 10 pontos; Questionário Pfeffer: 0 pontos; Escala Katz = 0 pontos.
De acordo com o exposto, assinale a alternativa que apresenta a melhor abordagem para a paciente.
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Idoso pneumopata, hipertenso, chega à UBS, encaminhado pelo pneumologista, para atualizar cartão vacinal. O idoso ainda não foi vacinado para as seguintes vacinas: herpes zoster, pneumocócicas, Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Sendo assim, qual será a melhor conduta?
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Mulher de 66 anos, hipertensa, diabética, DRC estágio IIIb, independente para atividades de vida diária, sem história prévia de infarto agudo do miocárdio ou acidente vascular cerebral, apresenta IMC de 24 kg/m² e hemoglobina glicada de 8,1%. Microalbuminúria: 33. Em uso de: metformina de liberação prolongada 1.000 mg/dia, losartana 100 mg/dia, hidroclorotiazida 25 mg/dia. Considerando o exposto, a conduta mais adequada é
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Mulher de 70 anos, pós-menopáusica há mais de 20 anos, apresenta IMC 21 kg/m², história de fratura de punho aos 63 anos após queda da própria altura e relata consumo regular de corticoide inalatório devido à asma moderada. Nega tabagismo e etilismo. Sua mãe teve fratura de quadril aos 78 anos. A paciente nunca realizou densitometria óssea. Diante desse quadro, qual é a conduta mais adequada em relação à avaliação de risco de fratura?
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Uma idosa de 72 anos é avaliada por queixa de esquecimento progressivo há dois anos. Os testes cognitivos mostram quadro compatível com transtorno cognitivo leve amnéstico, estando a paciente atualmente independente para todas as atividades de vida diária. Foi realizado PETamiloide, que demonstrou captação cortical aumentada, compatível com doença de Alzheimer. Qual é o melhor tratamento recomendado nesse caso?
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Uma mulher de 64 anos, acompanhada há mais de 20 anos por transtorno afetivo bipolar tipo II, apresenta, nos últimos 12 meses, piora progressiva do funcionamento. Familiares relatam esquecimentos, dificuldade crescente para planejar e organizar tarefas e necessidade de ajuda para atividades da vida diária, como controle financeiro, preparo de refeições e administração de medicamentos. Além disso, surgiram mudanças importantes de comportamento: impulsividade, apatia alternada com desinibição, perda de empatia e comentários socialmente inadequados. Os familiares inicialmente atribuíram os sintomas a flutuações do humor bipolar, porém ela se mantém eutímica, sem episódios depressivos ou hipomaníacos recentes. No exame cognitivo, observa-se déficit de funções executivas, fluência verbal reduzida, memória episódica relativamente preservada e ausência de sintomas psicóticos. Como parte da investigação, foi realizado um PETFDG, que demonstrou hipometabolismo acentuado em regiões frontais e temporais anteriores bilateralmente, com preservação relativa do metabolismo parietal e occipital — padrão compatível com doença neurodegenerativa do espectro frontotemporal.
Diante do quadro, qual é o tratamento mais indicado para essa paciente?
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Paciente do sexo feminino, 92 anos, portadora de doença de Alzheimer avançada, fragilidade, hipertensão, AVC prévio e DM2, vem à primeira consulta médica referindo história de constipação intestinal há 15 dias, com necessidade de idas à unidade de pronto atendimento para realizar lavagens intestinais nesse período. Há um dia, apresentou queda do estado geral, com fala confusa, parou de se alimentar e não está conseguindo ingerir os medicamentos. A filha informa que a mãe fez lavagem intestinal no dia anterior, porém não apresentou muita quantidade de fezes após o procedimento. Ao exame físico: regular estado geral, confusa, corada, desidratada +/4+ anictérica, acianótica, afebril ao toque; AR: MV+ bilateralmente sem ruídos adventícios. ACV: RCR a 2 T sem sopros; FC 100 bpm; PA: 199x110 mmhg; ABD: plano, normotenso, RHA diminuídos, sem massas palpáveis. MMII sem edemas. Diante do exposto, qual é a melhor conduta para esse caso?
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Paciente idoso, 68 anos, hipertenso, diabético, dislipidêmico, obeso (IMC 31 kg/m²), faz uso de losartana, hidroclorotiazida, metformina e rosuvastatina. Apresenta-se em consulta de rotina com queixa de redução de libido, diminuição de ereções espontâneas, disfunção erétil, humor deprimido, diminuição de energia, perda de pelos no corpo e na face, redução na concentração. Exames laboratoriais coletados às 8h mostram: testosterona total: 210 ng/dL (ref. 300–900); testosterona livre calculada: baixa; LH: 2,1 mUI/mL (ref. 1–9); FSH: 4,2 mUI/mL (ref. 1–12); prolactina: normal; TSH: normal; HbA1c: 8,0%.
Quais são a interpretação e a conduta inicial mais adequadas nesse caso?
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Idoso de 86 anos, acamado há 3 meses após AVC extenso, com hemiparesia grave, disfagia e dependência total para as atividades de vida diária, apresenta úlcera sacral, classificada pela equipe de enfermagem como lesão por pressão estágio 3, com perda total da pele, exposição de tecido subcutâneo, bordas irregulares e presença de exsudato moderado, sem odor fétido. O paciente está desnutrido (IMC 18 kg/m²), com albumina sérica 2,9 g/dL, apresenta baixa ingesta hídrica, usa fralda continuamente e passa longos períodos na mesma posição devido à limitação funcional. Em casa, a família relata dificuldade para reposicioná-lo.
Com base no exposto, sobre o manejo do paciente, assinale a alternativa INCORRETA.
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Durante avaliação de um idoso de 82 anos, com múltiplas comorbidades e queixa de tontura ao iniciar anti-hipertensivo, observam-se medidas de pressão arterial persistentemente elevadas no consultório, mas sem evidências de lesão de órgão-alvo e com episódios frequentes de hipotensão ao usar medicações. A equipe suspeita de pseudo-hipertensão. Qual achado clínico reforça esse diagnóstico?
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