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Mulher, 74 anos, procura emergência por febre, dor em hipocôndrio direito e icterícia
há dois dias. Evoluiu nas últimas horas com hipotensão arterial e rebaixamento do nível de
consciência. Ao exame físico, apresenta PA de 82/50 mmHg, FC de 118 bpm e temperatura de 39,2 °C.
Exames laboratoriais evidenciaram bilirrubina total de 9,8 mg/dL, fosfatase alcalina de 690 U/L,
leucócitos de 22.800/mm³ e creatinina de 2,3 mg/dL. A ultrassonografia evidenciou colédoco com
13 mm de diâmetro e imagem compatível com cálculo distal. Além das medidas de suporte intensivo
e antibioticoterapia, qual é a conduta mais adequada?
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Homem, 44 anos, apresenta dor epigástrica intensa irradiada para o dorso
há 18 horas, iniciada após refeição rica em gordura. Refere episódio semelhante há cerca de um ano.
Ao exame físico, encontra-se hidratado, com PA de 128/76 mmHg, frequência cardíaca de 96 bpm e
temperatura de 37,6 °C. Exames laboratoriais evidenciaram lipase de 2.850 U/L, AST de 168 U/L, ALT
de 214 U/L, bilirrubina total de 1,2 mg/dL e leucócitos de 15.400/mm³. A ultrassonografia evidenciou
múltiplos cálculos na vesícula biliar, sem dilatação das vias biliares. Após hidratação adequada e
analgesia, evolui favoravelmente nas primeiras 48 horas. De acordo com as diretrizes atuais, qual é
a melhor conduta?
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Mulher, 58 anos, portadora de diabetes melito tipo 2 há 22 anos, em uso de insulina basal-bolus, procura atendimento devido a sensação de plenitude pós-prandial, náuseas, vômitos de alimentos ingeridos horas antes e perda ponderal de 4 kg nos últimos seis meses. Refere piora
progressiva dos sintomas, apesar de dieta fracionada. Ao exame físico, apresenta IMC de 27 kg/m²,
sem dor abdominal ou massas palpáveis. Exames laboratoriais evidenciaram HbA1c de 9,4%, com
hemograma e TSH dentro da normalidade. A endoscopia digestiva alta não evidenciou obstrução
mecânica, porém demonstrou grande quantidade de resíduos alimentares após jejum de 12 horas.
Qual é o exame complementar mais apropriado para confirmação diagnóstica?
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Homem, 48 anos, procura atendimento por dor epigástrica recorrente há oito meses.
Refere melhora parcial após alimentação e piora durante a madrugada. Nega perda ponderal, vômitos
ou anemia. Não utiliza anti-inflamatórios não esteroidais. A endoscopia digestiva alta evidencia úlcera
duodenal de 9 mm, sem sinais de sangramento ativo. O teste rápido da urease realizado durante o
exame é negativo. Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta diante desse resultado.
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Homem, 73 anos, é admitido na emergência por hematêmese volumosa iniciada há
duas horas. Ao exame físico, apresenta-se confuso e pálido, com PA de 88/54 mmHg, frequência
cardíaca de 122 bpm e extremidades frias. Exames laboratoriais evidenciaram hemoglobina
de 7,6 g/dL, com plaquetas de 240.000/mm³, INR de 1,1, ureia de 78 mg/dL e creatinina
de 1,2 mg/dL. Após estabilização hemodinâmica inicial, foi realizada endoscopia digestiva alta, que
demonstrou úlcera duodenal com vaso visível não sangrante (Forrest IIa), sendo efetuada terapia
endoscópica combinada com adrenalina e hemoclipes. De acordo com as diretrizes atuais, qual é a
conduta subsequente mais adequada?
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Homem, 69 anos, procura atendimento devido à disfagia progressiva há cinco meses.
Refere perda ponderal de 11 kg e anorexia. Nega história prévia de doença do refluxo gastroesofágico.
A endoscopia digestiva alta demonstra discreta resistência à passagem do aparelho pela junção
esofagogástrica, sem lesão vegetante evidente. A biópsia é negativa para malignidade. A manometria
de alta resolução demonstra aperistalse do corpo esofágico e pressão integrada de relaxamento
elevada. A tomografia computadorizada evidencia espessamento irregular da junção esofagogástrica
e linfonodo pericárdico de 1,8 cm. Considerando os achados clínicos, qual é o diagnóstico mais
provável?
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Mulher, 63 anos, branca, IMC 31 kg/m², refere pirose há mais de 20 anos,
parcialmente controlada com inibidor da bomba de prótons. Nega disfagia, perda ponderal ou
hemorragia digestiva. É tabagista (35 maços-ano) e possui histórico familiar de adenocarcinoma de
esôfago em irmão de primeiro grau. Endoscopia digestiva alta evidencia segmento de mucosa colunar
circunferencial de 3 cm e extensão máxima de 5 cm acima da junção esofagogástrica (classificação
de Praga C3M5). Foram realizadas biópsias conforme o protocolo de Seattle, evidenciando metaplasia
intestinal especializada sem displasia, com confirmação por dois patologistas independentes. De
acordo com as recomendações atuais para a vigilância do esôfago de Barrett, qual é a conduta mais
adequada?
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O fezolinetanto foi recentemente aprovado pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (ANVISA) para uso no tratamento de sintomas vasomotores no climatério. Sobre esse
fármaco, é correto afirmar que:
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Qual é a manifestação mais comum da Neoplasia Endócrina Múltipla tipo 1 (NEM1)?
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Mulher de 32 anos procura atendimento por irregularidade menstrual e galactorreia
há seis meses. Nega cefaleia ou alterações visuais. β-hCG negativo. Exames laboratoriais:
TSH = 2,1 mUI/L (VR: 0,4-4,5), prolactina = 120 ng/mL (VR <25), creatinina normal. Ressonância
magnética de sela túrcica evidencia lesão hipofisária de 4 mm compatível com microadenoma.
Considerando o quadro, qual é a conduta mais adequada?
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