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Lactente de 2 meses é atendido em consulta de puericultura. Ao examinar os pulsos arteriais, o Cardiologista percebe pulsos cheios e amplos nos membros superiores e pulsos finos nos membros inferiores. Acerca do caso, assinale a cardiopatia compatível com esse achado:
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Criança de 4 anos, previamente hígida, é encaminhada ao cardiologista por sopro cardíaco detectado durante episódio febril. Ao exame com a criança afebril, ausculta-se sopro sistólico de ejeção grau 2/6 em borda esternal esquerda média, com timbre vibratório, sem frêmito. Segunda bulha com desdobramento fisiológico normal. Conforme o caso, esse achado é compatível com:
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Lactente, 4 meses de idade, portador de defeito do septo atrioventricular não corrigido, é avaliado em consulta de seguimento. O peso atual encontra-se abaixo do escore Z -2 para a idade, configurando déficit nutricional significativo. Durante a anamnese estruturada, a mãe descreve que o paciente não apresenta sintomas em repouso no berço, contudo, durante as mamadas (única atividade de esforço do lactente), exibe intensa sudorese frontal e taquipneia acentuada, necessitando pausar frequentemente, o que culminou na drástica redução do ganho ponderal. De acordo com os critérios de classificação funcional para essa faixa etária, o quadro clínico descrito enquadra-se CORRETAMENTE na:
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Lactente, 3 meses de idade, apresenta relato materno de sudorese excessiva (diaforese) na fronte durante as mamadas, tempo prolongado para sugar e ganho ponderal estagnado no último mês. Ao exame físico na puericultura: frequência cardíaca de 165 bpm em repouso, taquipneia leve e ritmo de galope (presença de B3). O ecocardiograma revela disfunção sistólica importante do ventrículo esquerdo. Nesse contexto, a sudorese excessiva em repouso ou aos pequenos esforços e a taquicardia descritas nesse quadro clínico de insuficiência cardíaca são justificadas primariamente pela:
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Recém-nascido a termo, sexo feminino, com 5 dias de vida, peso de 3.100 g, apresenta-se com taquipneia progressiva (frequência respiratória de 72 irpm), cianose discreta (SpO₂ de 88%) e dificuldade nas mamadas. A ausculta cardíaca não revela sopros significativos. A radiografia de tórax mostra área cardíaca de tamanho normal com aumento difuso e heterogêneo da trama vascular pulmonar, sugerindo congestão venocapilar. O peptídio natriurético cerebral sérico está dentro dos limites da normalidade para a idade. Diante do exposto, a cardiopatia que pode evoluir com insuficiência cardíaca e radiografia com área cardíaca normal é:
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Criança de 3 anos com síndrome de Down apresenta, ao exame físico, segunda bulha com desdobramento amplo e fixo no foco pulmonar. Sobre o tema, o mecanismo fisiopatológico que explica esse achado auscultatório é:
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Lactente de 4 meses de idade, sexo feminino, peso de 4.200 g, é levado à consulta com queixa de cansaço e sudorese intensa durante as mamadas, com pausas frequentes e redução progressiva do volume ingerido. A mãe refere vômitos frequentes e irritabilidade. Ao exame, apresenta taquipneia (frequência respiratória de 68 irpm), taquicardia (frequência cardíaca de 172 bpm), hepatomegalia a 3 cm do rebordo costal direito e sopro holossistólico em borda esternal esquerda baixa. O Cardiologista considera o diagnóstico diferencial entre insuficiência cardíaca e doença respiratória primária. Dessa forma, o achado clínico característico de insuficiência cardíaca nessa faixa etária seria:
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Recém-nascido a termo, sexo masculino, com 2 dias de vida, peso de 3.100 g, Apgar 8/9, apresenta cianose central progressiva desde as primeiras horas de vida. Encontra-se taquipneico (frequência respiratória de 64 irpm), sem sinais de desconforto respiratório significativo (ausência de retrações, gemido ou batimento de aletas nasais). A SpO₂ pré-ductal é de 72% e a pós-ductal é de 70%. Realiza-se teste de hiperóxia com oferta de O₂ a 100%: a PaO₂ arterial pré-ductal é de 45 mmHg e a pós-ductal é de 42 mmHg. A radiografia de tórax mostra área cardíaca discretamente aumentada e trama vascular pulmonar reduzida. Não há sinais clínicos de baixo débito sistêmico. Nesse contexto, o grupo fisiopatológico de cardiopatias congênitas compatível com esse cenário é:
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Recém-nascido a termo, sexo feminino, com 3 dias de vida, peso de 3.400 g, é trazido à emergência com taquipneia (frequência respiratória de 78 irpm), palidez cutânea, sudorese, pulsos periféricos globalmente reduzidos e tempo de enchimento capilar de 5 segundos. A SpO₂ no membro superior direito é de 92%. Ecocardiograma confirma síndrome de hipoplasia do coração esquerdo com canal arterial restritivo. Após início de prostaglandina E1, a SpO₂ sobe para 97% e a frequência respiratória se mantém em 74 irpm, porém os pulsos periféricos permanecem com amplitude reduzida e há piora da perfusão. Acerca do caso, assinale CORRETAMENTE a conduta adequada para melhorar o débito sistêmico:
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Recém-nascido de 2 dias de vida, sexo feminino, nascido a termo com história perinatal benigna, peso adequado e Apgar normal, apresenta cianose central progressiva sem desconforto respiratório significativo com saturação periférica de oxigênio de 72%. É realizado o teste de hiperóxia: após oferta de oxigênio a 100%, a gasometria arterial pré-ductal (membro superior direito) revela PO₂ de 45 mmHg e a gasometria pós-ductal (membro inferior) revela PO₂ de 42 mmHg. Nesse caso, assinale CORRETAMENTE a interpretação do resultado e a conduta indicada:
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