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Os pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva
Crônica (DPOC), que têm dificuldade em manter uma
atividade física por limitação na falta de ar, apesar da
otimização do tratamento medicamentoso, deveriam
participar de um programa supervisionado de
reabilitação. Sobre a DPOC, analise as sentenças a
seguir:
I- É uma doença com repercussões sistêmicas, prevenível e tratável, caracterizada por limitação do fluxo aéreo pulmonar, parcialmente reversível e geralmente progressiva. Essa limitação é causada por uma associação entre doença de pequenos brônquios (bronquite crônica obstrutiva) e destruição de parênquima (enfisema).
II- Pesquisas realizadas com pessoas com sobrepeso/obesidade relataram que a taxa de mortalidade é diminuída de acordo com o aumento do Índice de Massa Corporal (IMC), ou seja, pacientes com sobrepeso/obesidade pareciam possuir um efeito protetor contra a mortalidade, o que tem sido chamado de “paradoxo da obesidade”.
III- Os critérios clínicos são suficientes para estabelecer o diagnóstico da DPOC, não sendo necessária e recomendada a confirmação espirometria.
IV- O diagnóstico da DPOC é clínico e deveria ser considerado para todas as pessoas expostas ao tabagismo ou poluição ocupacional que apresentam dispneia, tosse crônica e expectoração.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
I- É uma doença com repercussões sistêmicas, prevenível e tratável, caracterizada por limitação do fluxo aéreo pulmonar, parcialmente reversível e geralmente progressiva. Essa limitação é causada por uma associação entre doença de pequenos brônquios (bronquite crônica obstrutiva) e destruição de parênquima (enfisema).
II- Pesquisas realizadas com pessoas com sobrepeso/obesidade relataram que a taxa de mortalidade é diminuída de acordo com o aumento do Índice de Massa Corporal (IMC), ou seja, pacientes com sobrepeso/obesidade pareciam possuir um efeito protetor contra a mortalidade, o que tem sido chamado de “paradoxo da obesidade”.
III- Os critérios clínicos são suficientes para estabelecer o diagnóstico da DPOC, não sendo necessária e recomendada a confirmação espirometria.
IV- O diagnóstico da DPOC é clínico e deveria ser considerado para todas as pessoas expostas ao tabagismo ou poluição ocupacional que apresentam dispneia, tosse crônica e expectoração.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
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Homem de 47 anos relata, há cerca de um ano,
dificuldade progressiva para engolir, que ocorre
desde o início tanto com alimentos sólidos quanto
com líquidos. Acorda à noite com regurgitação de
restos alimentares não digeridos e teve dois episódios
de infecção respiratória. Refere queimação
retroesternal ocasional. Não houve perda de peso expressiva. De acordo com o caso, o distúrbio
responsável pela disfagia descrita é:
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Homem de 55 anos chega ao pronto-socorro relatando
um episódio de vômito com sangue. Está consciente,
com pressão arterial e frequência cardíaca normais e
sem comorbidades. Antes de qualquer exame
endoscópico, a equipe deseja decidir, com os dados
disponíveis na admissão, se o paciente necessita de
internação e intervenção ou se pode ser conduzido
ambulatorialmente. Nesse caso, o instrumento de
estratificação de risco indicado para essa decisão
antes da endoscopia é:
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Homem de 42 anos, corredor recreativo, com carga
tabágica de quinze anos-maço. Relata que, durante a
corrida, a respiração permanece confortável e ele
completa o percurso habitual sem limitação. Alguns
minutos após interromper o exercício, instalam-se
opressão torácica e um chiado que regridem por conta
própria em torno de quarenta minutos. Em repouso e
durante a noite permanece sem sintomas. Com base
no enunciado, assinale o diagnóstico compatível com
a história clínica:
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Mulher de 58 anos procura atendimento por um ruído
respiratório áspero e agudo, audível sem estetoscópio,
que se acentuou em três semanas. Durante a
avaliação, o ruído mostra-se nitidamente mais intenso
na inspiração do que na expiração. Diante do exposto,
assinale CORRETAMENTE o segmento das vias
aéreas em que se localiza o estreitamento responsável
pelo ruído:
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Homem de 49 anos é avaliado por dispneia e tosse.
No hemitórax direito, a expansibilidade está reduzida
e há leve retração do gradil costal. A percussão revela
macicez no terço inferior, onde o murmúrio vesicular
e a ressonância vocal estão diminuídos. A traqueia
encontra-se desviada para a direita. Dessa forma, o
processo torácico compatível com o conjunto de
achados é:
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Homem de 58 anos chega ao pronto-socorro
hipotenso, taquicárdico e com a coluna venosa do
pescoço elevada. À palpação do pulso radial, a
amplitude diminui acentuadamente durante a
inspiração e se recupera na expiração, com queda da
pressão sistólica superior a 10 mmHg na inspiração
confirmada ao esfigmomanômetro. O ritmo é regular.
Nesse contexto, a alternativa que explica a queda
inspiratória da amplitude do pulso descrita é:
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Mulher de 48 anos é avaliada à beira do leito. A
coluna venosa do pescoço encontra-se
acentuadamente elevada, mas não se observa nela
qualquer pulsação. A compressão firme e sustentada
do abdome não eleva a altura dessa coluna venosa,
que permanece estável durante toda a manobra.
Acerca do caso, a causa responsável pelo padrão
venoso jugular descrito é:
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Mulher de 65 anos é levada ao pronto-socorro com
início súbito de dor intensa, palidez e resfriamento da
perna direita. Ela nega qualquer dor nas pernas ao
caminhar ao longo dos anos. O ritmo cardíaco é
irregularmente irregular. Ao exame da perna
esquerda, os pulsos estão presentes e simétricos. De
acordo com o caso, assinale CORRETAMENTE o
mecanismo responsável pela oclusão arterial aguda
descrita:
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Homem de 28 anos, no segundo dia após fixação de
fratura de tíbia, evolui com dor intensa e progressiva
na panturrilha, desproporcional ao esperado e que não
cede com opioides. A dor piora muito quando o
examinador mobiliza passivamente os dedos do pé. A
panturrilha está tensa e endurecida à palpação. Os
pulsos pedioso e tibial posterior estão presentes.
Dessa forma, o diagnóstico CORRETAMENTE
compatível com os achados do membro é:
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